Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2065553 Português
A educação infantil dá retorno

       Pesquisas desenvolvidas nos Estados Unidos, na Escandinávia e na Itália mostram que a criança que passa por um bom programa de Educação Infantil chega ao primeiro ciclo lendo, escrevendo e trabalhando com quantidades muito bem. Além disso, molda uma boa auto-estima. Quem recebe uma formação adequada antes dos 6 anos dificilmente fracassa no Ensino Fundamental. Se os governos só estão pensando em cifrões, fiquem sabendo que vão lucrar, porque investir em Educação Infantil significa diminuir a repetência e a evasão.

       O Brasil só tem a ganhar, sobretudo do ponto de vista do desenvolvimento da cidadania. Essas crianças serão pessoas melhores, mais equilibradas, mais sofisticadas. Desperdiçar esses seis primeiros anos é uma negligência criminosa. Esse é um capital inestimável para nosso país. Estamos passando por uma crise ética grave. Onde isso vai terminar se não na redefinição de como educar as crianças? Educá-las não para que sejam apenas grandes inteligências, mas para construírem um quadro de valores éticos, políticos e estéticos. A definição de valores cidadãos não deve esperar até que a criança tenha 7 anos. Deve ser iniciada desde que ela é um bebê.

(https://novaescola.org.br/conteudo/967/a-educacao-infantil-da-retorno. Acesso em 09.01.2020)
Quanto à repetência e à evasão escolar, o texto afirma que
Alternativas
Q2038803 Português
Vigilância sanitária faz controle
rigoroso dos medicamentos

21_30.png (377×634)

Internet: <www.blog.saude.gov.br> (com adaptações).

A respeito do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item. 
Nesse  texto, a ideia  principal  remete à importância  da  função  fiscalizatória  das  farmácias  em  relação  ao  controle  da  qualidade,  à  segurança  e  à  eficácia  dos  remédios que comercializam. 
Alternativas
Q2038784 Português
Diferença entre remédio e medicamento

texto_1 1.png (378×420)
texto_1 2.png (380×400)

Internet: <https://drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

No que se refere às informações do texto e a seus aspectos  linguísticos, julgue o item. 
Segundo  o  texto,  a  diferença  entre  remédio  e  medicamento  reside  no  fato  de  que  o  primeiro  é  comprovado  cientificamente  por  meio  de  testes  e  o  segundo também alivia sintomas, mas não é submetido  a exigências legais. 
Alternativas
Q2038783 Português
Diferença entre remédio e medicamento

texto_1 1.png (378×420)
texto_1 2.png (380×400)

Internet: <https://drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

No que se refere às informações do texto e a seus aspectos  linguísticos, julgue o item. 
O  objetivo  do  texto  é  explicar  as  peculiaridades  que  envolvem as definições de medicamento e de remédio. 
Alternativas
Q2038155 Português
Um SPA para o cérebro

               Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
             A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café, ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
            No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre “produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena. Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são “leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade de fugir.
            Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos agregam.
                Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las, consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
               É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a de ensinar.
                 A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido falar a respeito...
           Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.

Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
Sobre as consequências do excesso de uso das tecnologias digitais, análise os itens que se seguem.
I. Assimilação consistente dos conteúdos. II. Conexão necessária com a natureza. III. Debilidade física, mental e emocional. IV. Ensino e aprendizagem dialogados.
Está(ão) CORRETO(S) o(s) item(ns):
Alternativas
Q2038154 Português
Um SPA para o cérebro

               Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
             A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café, ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
            No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre “produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena. Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são “leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade de fugir.
            Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos agregam.
                Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las, consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
               É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a de ensinar.
                 A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido falar a respeito...
           Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.

Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
Sobre as ideias defendidas no texto, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q2034430 Português
TEXTO I 

Nunca imaginei um dia 

text.png (788×519) 

MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 43ed. – Porto Alegre, RS: LP&M, 2012.
. No trecho “A partir daí, comecei a fazer coisas que nunca havia feito. Mergulhar, aliás, foi uma delas” (l. 8), o uso do termo destacado expressa a ideia de 
Alternativas
Q2034426 Português
TEXTO I 

Nunca imaginei um dia 

text.png (788×519) 

MEDEIROS, Martha. Feliz por nada. 43ed. – Porto Alegre, RS: LP&M, 2012.
A partir da leitura do TEXTO I, analise as afirmativas a seguir:
I. A autora acredita que um mundo planejado e organizado é sinônimo de felicidade e prosperidade. II. De acordo com o texto, não é fácil abandonarmos uma vida programada e ingressarmos em um projeto visando novas experiências. III. Para a autora, viajar sozinha indica solidão e fracasso, por isso acredita ser mais fácil viajar acompanhada ou em excursão. IV. Viver novas experiências não significa abrir mão de quem você é, mas nos apresenta novas possibilidades.
É correto o que se afirma
Alternativas
Q2033206 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 09, 21 e 38. 
Alternativas
Q2030899 Português
A forma verbal sublinhada em “Pensavam uns que tudo ia bem nas mãos de Nosso Senhor”: (linhas 14-16) 
Alternativas
Q2030889 Português
A ideia principal da notícia em destaque pode ser resumida na seguinte frase extraída do texto:
Alternativas
Q2028167 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Segurança para a mulher na internet
Por Camila do Vale Jimene 




(Disponível em: https://claudia.abril.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Qual das palavras abaixo indica uma sequência de ações no texto?
Alternativas
Q2028165 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Segurança para a mulher na internet
Por Camila do Vale Jimene 




(Disponível em: https://claudia.abril.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um conselho dado entre as linhas 26-31 do texto sobre como agir em caso de crime virtual.
Alternativas
Q2028161 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Segurança para a mulher na internet
Por Camila do Vale Jimene 




(Disponível em: https://claudia.abril.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Analise o trecho a seguir (linhas 10 e 11): “Certamente você deve ter acompanhado alguma amiga, irmã, filha, colega de trabalho ou celebridade que já passou por isso”. A palavra “certamente” indica que o autor: 
Alternativas
Q2028155 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Segurança para a mulher na internet
Por Camila do Vale Jimene 




(Disponível em: https://claudia.abril.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Que tipo de crime NÃO é tratado no texto? 
Alternativas
Q2028154 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Segurança para a mulher na internet
Por Camila do Vale Jimene 




(Disponível em: https://claudia.abril.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Qual a finalidade principal do texto?
Alternativas
Q2028153 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Segurança para a mulher na internet
Por Camila do Vale Jimene 




(Disponível em: https://claudia.abril.com.br – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando o exposto pelo texto, assinale a alternativa FALSA.
Alternativas
Q2015512 Português
Expedição internacional fará diagnóstico do Rio Uruguai

Pesquisadores argentinos e uruguaios iniciaram nesta segunda-feira uma visita à região Oeste de Santa Catarina, que faz parte do projeto “Expedición El Rio Uruguay”. A expedição vai coletar informações sobre o rio e a população de seu entorno, com o objetivo de elaborar uma lei integrada do Brasil, Argentina e Uruguai, para proteção da bacia hidrográfica. Também fará parte das comemorações dos 500 anos da chegada dos espanhóis no Rio da Prata, em 2020. A expedição vai percorrer 1770 quilômetros em dois anos.

O projeto foi apresentado na manhã desta segunda-feira na Prefeitura de Chapecó. A iniciativa é do Fórum Permanente de Conservação e Uso Racional do Rio Uruguai e Aquífero Guarani, que tem apoio da União de Parlamentares do Mercosul. Representantes das universidades da região também vão participar da pesquisa. A Polícia Militar Ambiental vai apoiar na navegação pelo rio, prevista para o próximo sábado, quando o grupo vai se deslocar de Chapecó para Águas de Chapecó.

– Vamos mostrar as coisas bonitas do rio e a necessidade de preservá-lo. Ele é um corpo vivo que tem muitos braços e uma bacia muito importante, que cruza três países. Nossa intenção é integrar forças para preservá-lo, pois o que vemos é cada vez mais um rio deteriorado, não temos mais corredeiras, é um rio muito mais lento pelas barragens, o que contribui para a poluição pelas indústrias, agricultura e cidades, atrapalhando a auto-depuração – explicou José Antônio Persigo, secretário-geral do fórum.
DEBONA, Darci. Disponível em: . Acesso em: 11 mar de 2020. Publicado em: 06/08/2018. [Adaptado].
Assinale a pergunta que pode ser respondida com base no texto 1.
Alternativas
Q2015511 Português
Expedição internacional fará diagnóstico do Rio Uruguai

Pesquisadores argentinos e uruguaios iniciaram nesta segunda-feira uma visita à região Oeste de Santa Catarina, que faz parte do projeto “Expedición El Rio Uruguay”. A expedição vai coletar informações sobre o rio e a população de seu entorno, com o objetivo de elaborar uma lei integrada do Brasil, Argentina e Uruguai, para proteção da bacia hidrográfica. Também fará parte das comemorações dos 500 anos da chegada dos espanhóis no Rio da Prata, em 2020. A expedição vai percorrer 1770 quilômetros em dois anos.

O projeto foi apresentado na manhã desta segunda-feira na Prefeitura de Chapecó. A iniciativa é do Fórum Permanente de Conservação e Uso Racional do Rio Uruguai e Aquífero Guarani, que tem apoio da União de Parlamentares do Mercosul. Representantes das universidades da região também vão participar da pesquisa. A Polícia Militar Ambiental vai apoiar na navegação pelo rio, prevista para o próximo sábado, quando o grupo vai se deslocar de Chapecó para Águas de Chapecó.

– Vamos mostrar as coisas bonitas do rio e a necessidade de preservá-lo. Ele é um corpo vivo que tem muitos braços e uma bacia muito importante, que cruza três países. Nossa intenção é integrar forças para preservá-lo, pois o que vemos é cada vez mais um rio deteriorado, não temos mais corredeiras, é um rio muito mais lento pelas barragens, o que contribui para a poluição pelas indústrias, agricultura e cidades, atrapalhando a auto-depuração – explicou José Antônio Persigo, secretário-geral do fórum.
DEBONA, Darci. Disponível em: . Acesso em: 11 mar de 2020. Publicado em: 06/08/2018. [Adaptado].
Em relação ao texto 1, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2015159 Português
Leia o texto para responder a questão.

Produto vencido e oferta 'fantasma' são principais queixas em mercados

    Nos supermercados brasileiros, os consumidores se deparam com uma série de problemas de informação, desde rótulos trocados até promoções que não são cumpridas pelas empresas.
    No primeiro semestre de 2015, as reclamações por falsas promoções subiram 34% em relação ao ano passado. Só no Reclame Aqui, foram 8.550 queixas de consumidores envolvendo promoções.
    Há duas causas possíveis para esse aumento: um perfil mais atento do brasileiro com suas contas desde que a inflação alta veio a corroer a renda e a intensificação do uso de promoções por parte do varejo, para estimular o consumo desaquecido.
[..]
    Andrea Arantes, assessora-executiva do Procon-SP, cita como casos comuns as embalagens de "leve 3 e pague 2" com valores enganosos ou anúncios de desconto em produtos cujos estoques são insuficientes. "Às vezes, elevam o preço por período curto para depois anunciar que estão dando desconto, como na Black Friday [promoção que virou tradição em novembro]. É a famosa „metade do dobro'. Isso tudo pode ser denunciado."
    Em supermercados visitados, foram encontradas etiquetas erradas ou com preços desatualizados nas gôndolas, além de produtos vencidos.
A respeito dos produtos vencidos e oferta fantasma, depreende-se do texto que: 
Alternativas
Respostas
23921: C
23922: E
23923: E
23924: C
23925: A
23926: D
23927: A
23928: B
23929: A
23930: A
23931: A
23932: D
23933: E
23934: A
23935: B
23936: B
23937: A
23938: A
23939: D
23940: A