Questões de Concurso Sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q2143868 Português
Anitta de verde e amarelo com favela e Snoop Dogg.
1ª brasileira no Coachella

Vestida de verde e amarelo e com um cenário que imitava uma favela, a cantora Anitta cumpriu o que prometeu aos fãs: levar o funk carioca para o palco do Coachella, o festival de música pop mais importante do mundo. Ela foi a primeira brasileira da história nesse festival.

Após ser considerada a número 1 do mundo pelo Spotify, a cantora só vem ganhando a atenção do mundo. No show deste feriado prolongado na Califórnia, nos Estados Unidos, Anitta ainda contou com a participação do rapper Snoppy Dogg, ao cantar “Onda Diferente”, logo na abertura do show.

A apresentação chegou a ter 40 bailarinos ao mesmo tempo no palco, segundo a assessoria de Anitta, que encenou momentos sexys com dançarinas e tocou timbau. Depois da apresentação, Anitta disse que “as cores da bandeira brasileira pertencem aos brasileiros. Representam o Brasil em geral. Ninguém pode se apropriar do significado das cores da bandeira do nosso país”, afirmou a artista no Twitter.

Apresentação marcante

O show foi na última sexta-feira (15/04) e ainda vem repercutindo nas redes sociais e na mídia internacional.

Por causa da apresentação, o nome da cantora foi parar nos trends do Twitter. No Brasil, os fãs lançaram a hashtag #anichella.

Gratidão a Snoop Dogg

Após a apresentação, Anitta usou suas redes sociais para agradecer a presença de Snoop Dogg ao postar um clique nos bastidores abraçada com o rapper, que simulou um jogo de sinuca no palco.

“Sou muito grata a você. Muito obrigada por abrir meu show comigo. Te amo”, escreveu.

Entre as músicas escolhidas para a apresentação, hits em português, inglês e espanhol estavam no repertório, como “Envolver”, “Vai Malandra”, “Sua cara”, “Rave de favela” e “Bola rebola”.

Pabllo Vittar, que se apresentou neste sábado (16/04) no festival, estava na plateia ao lado de Diplo, e postou um vídeo dançando enquanto Anitta cantava “Sua cara”, música lançada por eles.

Disponível em: https://bityli.com/QIcdJ.
Acesso em: 18 abr. 2022 (adaptado).
A promessa feita por Anitta a seus fãs, de acordo com o texto, foi 
Alternativas
Q2135080 Português

TEXTO 3


AS VELHAS ÁRVORES

Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, - mais belas,

Do que as árvores mais moças, mais amigas,

Tanto mais belas quanto mais antigas,

Vencedoras da idade e das procelas ...


O homem, a fera e o inseto à sombra delas

Vivem livres de fomes e fadigas;

E em seus galhos abrigam-se as cantigas

E alegria das aves tagarelas ...


Não choremos jamais a mocidade!

Envelheçamos rindo! envelheçamos

Como as árvores fortes envelhecem:


Na glória da alegria e da bondade

Agasalhando os pássaros nos ramos,

Dando sombra e consolo aos que padecem!

Fonte: BILAC, Olavo. Poesias. São Paulo, Martin Claret, 2003.  

Em qual dos versos abaixo se pode identificar o emprego de um animismo?
Alternativas
Q2135079 Português

TEXTO 3


AS VELHAS ÁRVORES

Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, - mais belas,

Do que as árvores mais moças, mais amigas,

Tanto mais belas quanto mais antigas,

Vencedoras da idade e das procelas ...


O homem, a fera e o inseto à sombra delas

Vivem livres de fomes e fadigas;

E em seus galhos abrigam-se as cantigas

E alegria das aves tagarelas ...


Não choremos jamais a mocidade!

Envelheçamos rindo! envelheçamos

Como as árvores fortes envelhecem:


Na glória da alegria e da bondade

Agasalhando os pássaros nos ramos,

Dando sombra e consolo aos que padecem!

Fonte: BILAC, Olavo. Poesias. São Paulo, Martin Claret, 2003.  

A partir das informações contidas no texto, pode-se dizer que o soneto de Olavo Bilac tem o objetivo principal de exaltar: 
Alternativas
Q2135075 Português

TEXTO 2


A LINGUAGEM DAS ÁRVORES

    Segundo o dicionário, fala é a "faculdade que tem o homem de expressar verbalmente suas ideias, emoções e experiências": Visto dessa forma, apenas os humanos podem falar, pois esse conceito se limita à nossa espécie. No entanto, não seria interessante descobrir que as árvores também podem se expressar? Claro que elas não produzem sons, por isso não há nada que possam escutar. Os galhos rangem e estalam ao entrar em atrito uns com os outros, e as folhas farfalham, mas esses sons são causados pelo vento, não dependem de ações delas. Acontece que as árvores marcam sua presença de outra forma: por meio dos odores que exalam.

     Isso não é novidade para nós, seres humanos; afinal, usamos desodorantes e perfumes. E, mesmo que não usássemos, nosso odor transmite informações ao consciente e ao inconsciente de outras pessoas. Algumas parecem simplesmente não ter cheiro algum, enquanto outras usam o odor para atrair. Segundo a ciência, os feromônios do suor são fundamentais até para decidirmos quem será nosso parceiro, ou seja, com quem queremos ter filhos. Dessa forma, temos uma linguagem aromática secreta, que as árvores demonstraram também ter.

      Há cerca de 40 anos cientistas notaram algo interessante na savana da África. As girafas comem a folhagem da Acaciatortilis, uma espécie de acácia que não gosta nem um pouco disso. Para se livrar dos herbívoros, poucos minutos depois de as girafas aparecerem as acácias bombeiam toxinas para as folhas. As girafas sabem disso e partem para as árvores próximas. Mas não tão próximas: primeiro elas pulam vários exemplares e só voltam a comer depois de uns 100 metros. O motivo é surpreendente: as acácias atacadas exalam um gás de alerta (no caso, etileno) que sinaliza às outras ao redor que surgiu um perigo. Com isso, todos os indivíduos alertados se preparam de antemão e também liberam toxinas. As girafas conhecem a tática e por isso avançam savana adentro até encontrarem árvores desavisadas. Ou então trabalham contra o vento, já que é ele que carrega a mensagem aromática, buscando acácias que ainda não detectaram sua presença.  

      Isso também acontece em outras florestas. Sejam faias, abetos ou carvalhos, as árvores percebem os ataques sofridos. Dessa forma, quando uma lagarta morde com vontade, o tecido da folha danificada se altera e ela envia sinais elétricos, da mesma forma que acontece com o corpo humano. No entanto, esse impulso não se espalha em milissegundos, como no nosso caso, mas a apenas 1 centímetro por minuto. Por isso demora até uma hora para que a substância defensiva chegue às folhas e acabe com a refeição da praga. As árvores não são rápidas, e mesmo em perigo essa parece ser sua velocidade máxima.

       Apesar do ritmo lento, as partes individuais do corpo de uma árvore não funcionam isoladamente. Por exemplo, se as raízes estiverem em dificuldade, a informação se espalhará pela árvore, que liberará uma substância especial pelas folhas. Essa capacidade de produzir diferentes substâncias é outra característica das árvores que as ajuda a identificar quem está atacando.

      A saliva de cada espécie de inseto é única e pode ser tão bem classificada que as árvores são capazes de emitir substâncias que atraem predadores específicos desses insetos, que atacarão a praga e em consequência ajudarão as árvores. Os olmos e pinheiros, por exemplo, apelam a pequenas vespas que depositam seus ovos no corpo das lagartas que comem folhas. A larva da vespa se desenvolve no interior da praga, que é devorada pouco a pouco, de dentro para fora. Assim as árvores se livram de pragas inconvenientes e podem continuar crescendo livremente. A capacidade de identificar a saliva das pragas comprova outra habilidade das árvores: elas também devem ter uma espécie de paladar. [ ... ]

Fonte: Peter Wohlleben. A vida secreta das árvores (trad. de Petê Rissatti). Rio de Janeiro: Sextante, 2017. (Texto adaptado)

Analise as afirmativas abaixo.
O autor estabelece semelhanças entre o comportamento do organismo das árvores e o dos seres humanos, uma vez que elas:
I- transmitem informações a partir de sinais elétricos. lI- exalam odores em determinadas situações. III- se constituem de partes que atuam de modo independente. IV- identificam a saliva de seus predadores. V- produzem sons através de galhos e folhas.
Assinale a opção correta.
Alternativas
Q2135066 Português

TEXTO 1 


MANIFESTO DA ÁRVORE

Jurandir Ferreira

     No fim de setembro as árvores ganham mais a atenção da gente e se tornam o assunto do mês, pois entra a primavera em cena e dificilmente se pensaria em uma primavera bem montada e bem aparelhada a não ser com dose certa de árvores. Pode-se pedir à mais capacitada imaginação um quadro de primavera no Himalaia ou no Saara, mas não se terá nada que preste. Esses lugares não dão primavera. Não são lugares dionisíacos onde se encontre o sorriso dos deuses aberto em folhagem, são lugares que não conhecem o milagre subterrâneo chamado raiz, nem o milagre aéreo chamado clorofila. Se todos amam, desejam e dão graças à primavera, que é a mais bela página da história natural, devem ter na maior conta e respeito as árvores, que são as heroínas e dão continuidade, substância e sentido a essa história.

     Falar em tais coisas seria de uma arquibocejante e esplendorosa chatice não fora o fato de estarmos trabalhando, no tronco de cada árvore cortada, para espicharmos sobre o mundo os Saaras e os Himalaias. E trabalhamos nisso desimpedidos, irresponsáveis, alegrões e até mesmo pensando fazer um serviço benemérito: Devia existir nos estatutos jurídicos um capítulo que tratasse especificamente dos crimes contra o mundo vegetal, das violências e agressões árvore corno agressões e violências indiretas à pessoa humana. Como não existe esse código civil ou esse código penal da árvore e ela por si mesma não trata de defender-se, imaginei sugerir a fundação de uma Sociedade Protetora da Arvore. Não se vai a ponto de considerar às árvores como os bois e os macacos sagrados da Índia, seres tabus e intocáveis. Está claro também que não se chega à ingenuidade de colocar na árvore a solução de todas as crises ambientais no mundo de hoje. Entretanto a resposta é óbvia quando o Terceiro informe ao Clube de Roma para uma Nova Ordem Internacional pergunta "de que modo o desflorestamento maciço causado pela necessidade de lenha, pelo excesso de pastagens, pela organização e pela exploração comercial da madeira irá afetar o nosso ambiente terrestre e finalmente a atmosfera e o clima de nosso planeta?". É necessário definir quando e como se estabelece o direito de violar a integridade delas.

     Proteger a árvore é proteger o homem. Este é um enunciado que deveria ser lido na camiseta dos jovens, no vidro dos automóveis e na bandeira nacional de todos os países. Ao inventar um sítio onde nossos dois avós viveriam uma vida perfeita, veio Deus com o Éden, que era cheio de árvores. Lembrete arcaico, mas em relação ao comportamento humano a palavra bíblica ainda alerta e ainda acerta. E, sem apelar para nenhuma outra sabedoria senão aquela ensinada pelo que acontece diante dos nossos olhos a cada hora, apressemo-nos em lutar pela árvore. A árvore é a mais perfeita obra de arte da natureza e o mais prodigioso aparelho vivo, depois do homem. Sem árvore não haverá água e sem H2O não existe vida.

     Uma cronista escreveu há alguns dias que um seu amigo falava num projeto de clube da árvore e o que o amigo falava era exatamente isso que ar está como o "Manifesto da Arvore", pronto a reunir-se a outros esforços no mesmo sentido. O problema da árvore não é um problema de aldeia, desta ou daquela aldeia, mas um problema do mundo, um problema implicado na sobrevivência e salvação da espécie. Fora ele de aldeia e não diria eu uma palavra, porque os problemas de aldeia já têm um grupo de sábios aldeões que deles cuidam com exclusividade e incomparável competência.

Fonte: FERREIRA, Jurandir. Da quieta substância dos dias. Rio de Janeiro: Instituto Moreira Salles, 1991. (Texto adaptado)

Com base nas informações contidas no texto, NÃO se pode afirmar que o autor explicita a importância das árvores a partir de um viés: 
Alternativas
Q2134910 Português
Interprete o trecho “o mais soberano de todos os relógios da cidade”, no período: “Do alto da Coluna da Hora, o mais soberano de todos os relógios da cidade espia cada um que chega, sai, para e corre – baliza quem voa.” Trata-se de um tipo de metonímia, que consiste em:
Alternativas
Q2134909 Português
No período: “Suportou e protestou na ditadura de Getúlio Vargas, entre o período de 10 de novembro 1937 até 29 de outubro de 1945.”, é possível reconhecer:
Alternativas
Q2134908 Português
Marque a alternativa que apresenta a função textual de “-la”, do ponto de vista da coesão, em “Por haver sido construída de aço, pedras e concreto, o tempo não passa nem fica na Praça. Psicótica, também provoca dores espirituais e saudades; racionalista, controla as almas que lhe aparecem, engana as que desapareceram, torna-se impossível tocá-la para modificar sua lógica, mesmo a última tentação de demolição definitiva.” 
Alternativas
Q2134907 Português
No período: “Ela é a história da Fortaleza alegre, acolhedora e brincalhona. Irreverente ela ri e, “canalhamente” vaia tudo e todos – é a praça moleque, racionalista e empirista.”( l.18-19):
Alternativas
Q2134906 Português
No trecho “Na “nova” praça construída, proibiam-se os encontros e as histórias seriam contadas e criadas sob o sol, por não haver bancos confortáveis para sentar-se à sombra e sem o Abrigo para parlamentar”.[l. 11-13], a palavra abrigo:
Alternativas
Q2134905 Português
Nos trechos “...os tratores demoliram muitas décadas da cidade, milhares de encontros foram cancelados, as vaias estavam proibidas, ...”, e “Irreverente ela ri e, “canalhamente” vaia tudo e todos...”, o autor:
Alternativas
Q2134904 Português
Como interpretar a denominação “Praça dos Caras-Pintadas”, no trecho: “Praça dos Caras-Pintadas no decorrer do ano de 1992, vendedores de flores e “fora presidente”?
Alternativas
Q2134901 Português
Ao escolher o termo “parlatório”, no período “É na praça onde fica o “parlatório” da cidade, onde fazem-se movimentos livres, artísticos, políticos, anarquistas e literários.” (5º. Parágrafo), o autor:  
Alternativas
Q2134900 Português
Identifique o sentido da palavra parlamentar, no período “Na “nova” praça construída, proibiam-se os encontros e as histórias seriam contadas e criadas sob o sol, por não haver bancos confortáveis para sentar-se à sombra e sem o Abrigo para parlamentar.” (3º. parágrafo)
Alternativas
Q2134899 Português
Marque a alternativa correta em relação à ideia principal do texto.
Alternativas
Q2134898 Português
Marque a alternativa que faz referência (direta ou indireta) a um fato mencionado no texto.
Alternativas
Q2134870 Português
TEXTO - Aula de Inglês (Rubem Braga)




A crônica acima foi extraída do livro "Um pé de milho -. Editora do Autor - Rio de Janeiro. 1964. pág. 33. [Texto editado]
 Interprete o efeito da repetição de "satisfeita"; "satisfeito", ao longo do texto, nas linhas 13, 21, 51 e 55, e marque a alternativa correta.
Alternativas
Q2134869 Português
TEXTO - Aula de Inglês (Rubem Braga)




A crônica acima foi extraída do livro "Um pé de milho -. Editora do Autor - Rio de Janeiro. 1964. pág. 33. [Texto editado]
Assinale a alternativa correta, em relação ao reconhecimento de informações e do propósito comunicativo do texto.
Alternativas
Q2134868 Português
TEXTO - Aula de Inglês (Rubem Braga)




A crônica acima foi extraída do livro "Um pé de milho -. Editora do Autor - Rio de Janeiro. 1964. pág. 33. [Texto editado]
No trecho "Refletindo nisso, lembrei-me averiguar se aquilo tinha quatro patas, quatro grossas patas, como costumam ter os elefantes." (l. 8-9), identifique a referência de "nisso".
Alternativas
Q2134867 Português
TEXTO - Aula de Inglês (Rubem Braga)




A crônica acima foi extraída do livro "Um pé de milho -. Editora do Autor - Rio de Janeiro. 1964. pág. 33. [Texto editado]
As expressões "Em primeiro lugar" (l. 36) e "Em segundo lugar" (l. 37) são recursos linguísticos que:
Alternativas
Respostas
20181: C
20182: A
20183: E
20184: E
20185: C
20186: B
20187: C
20188: D
20189: A
20190: B
20191: B
20192: D
20193: D
20194: D
20195: A
20196: A
20197: B
20198: C
20199: D
20200: A