Questões de Concurso
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
Foram encontradas 38.937 questões
Nasa mostra fotos da Terra vista do espaço
A agência espacial norte-americana (Nasa) divulgou imagens feitas por telescópios e astronautas na Estação Espacial Internacional em homenagem ao Dia da Terra, celebrado em 22 de abril.
A data foi criada, em 1992, pela Organização das Nações Unidas (ONU) para chamar a atenção das pessoas para a preservação do meio ambiente.
O objetivo é mostrar a beleza do planeta. Nas redes sociais, a agência comparou as fotografias com obras de arte. ―Redemoinhos que parecem aquarelas. Camadas de sedimentos que se confundem com uma pintura de tinta a óleo. Formas esculpidas na erosão como argila. Nossos satélites capturam imagens inspiradoras da Terra diariamente para nos ajudar a aprender sobre o nosso planeta‖, escreveu a Nasa.
Disponível em: <https://jornaljoca.com.br>. (Fragmento).
Leia o texto e responda a questão.
Por que a ida é sempre mais demorada que a volta?
Essa sensação acontece com todo mundo que viaja – desde que tenham sido feitos trajetos idênticos, na mesma velocidade, em sentidos opostos. Isso porque o nosso cronômetro interno não funciona com perfeita regularidade e muitas vezes engana a noção de tempo. As estruturas neurais que controlam a percepção temporal estão localizadas na mesma área do cérebro que comanda a nossa concentração.
Isso significa que, se a maior parte dessa área estiver voltada a prestar atenção no caminho, nas placas e na paisagem, não conseguimos nos concentrar no controle de tempo. E aí não saberemos quanto tempo, de fato, a viagem levou. Na ida, a descoberta de novos lugares influi na percepção de distância, e achamos que estamos demorando mais. Nossa preocupação é: “Quando vamos chegar?” Na volta, com o caminho já conhecido, a concentração se dispersa e a percepção de tempo é alterada para menos, dando a impressão que o trajeto passou mais depressa.
Fonte: Revista Superinteressante - Edição 241 - Julho de 2007, pág. 50.
Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:
I. Embora haja uma fratura no sistema linguístico do português lusitano e do brasileiro, é possível inferir que as duas são línguas muito próximas, análogas.
II. A concepção de que o português brasileiro possui características muito peculiares, no tocante ao português lusitano, está assentada nos usos das variedades urbanas de prestígio. Por conseguinte, é fulcral realizar apenas uma descrição mais própria do português brasileiro.
Marque a alternativa CORRETA:
Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:
I. As marcas ideológicas estão presentes no texto para sustentar a tese do entrevistado. Elas ficam evidentes, por exemplo, no trecho: “ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de ‘gente de esquerda’”.
II. A ideia de que o português brasileiro existe está arraigada na concepção de uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio. Ou seja, as variedades de uso da língua mais prestigiadas divergem da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua, que é inspirada no idioma de origem.
Marque a alternativa CORRETA:
GRAMÁTICA BRASILEIRA
“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”
(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)
Por que o sr. defende uma gramática brasileira?
Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”
Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.
(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)
Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo o texto, o português brasileiro possui características muito próprias no léxico e na estrutura sintática, justapostas à língua lusitana, o que permite, de fato, dizer que aquela existe autonomamente.
II. A fala do professor Ivo Castro ratifica a ideia defendida pelo entrevistado em relação à existência do português brasileiro. Isso porque o especialista português reconhece que, em tese, existe uma “fratura” do sistema linguístico que separa as duas línguas (português de Portugal e português brasileiro).
Marque a alternativa CORRETA:
GRAMÁTICA BRASILEIRA
“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”
(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)
Por que o sr. defende uma gramática brasileira?
Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”
Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.
(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)
Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:
I. Apesar de não citar pesquisas, no trecho seguinte, o entrevistado lança um argumento aparentemente inspirado em um saber científico: “Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua”.
II. A fala do professor Ivo Castro retifica a tese defendida pelo entrevistado em relação à existência do português brasileiro, pois considera que as variedades urbanas de prestígio em terras canarinhas são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua, inspirada nos padrões portugueses.
Marque a alternativa CORRETA:
GRAMÁTICA BRASILEIRA
“O português brasileiro precisa ser reconhecido como uma nova língua. E isso é uma decisão política”
(trecho de entrevista com o professor Marcos Bagno)
Por que o sr. defende uma gramática brasileira?
Pela necessidade que vimos detectando, há muito tempo, de que tenhamos no Brasil instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a nossa língua: o português brasileiro. Mesmo as variedades urbanas de prestígio são muito diferentes da norma padrão veiculada pela tradição gramatical da língua. Faço a citação de um linguista português, o professor Ivo Castro [da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, com doutorado em Linguística Portuguesa]. Ele diz o seguinte (lendo): “Minha opinião de que a separação estrutural entre a língua de Portugal e a do Brasil é um fenômeno lento e de águas profundas, que é fácil e, a muitos, desejável não observar, assenta-se no convencimento de que a fratura do sistema linguístico existe, mas não é aparente a todos os observadores nem é agradável a todos os saudosistas.”
Muitas vezes quando nós, brasileiros, falamos sobre a necessidade de reconhecer o português brasileiro como uma língua autônoma e com um sistema linguístico próprio, ouvimos que isso é nacionalismo, maluquice ou desvario de “gente de esquerda”. Mas aqui eu trago a palavra de um especialista português que reconhece que, de fato, já existe uma “fratura”, como ele diz, que separa as duas línguas. São línguas muito próximas, claro, aparentadas. Mas já com características muito evidentes que nos permitem, de fato, fazer uma descrição mais própria do português brasileiro – inclusive usando esse nome.
(Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2KODpno)
Com base no texto 'GRAMÁTICA BRASILEIRA', leia as afirmativas a seguir:
I. O entrevistado parece fenecer o desejo de criação de uma gramática brasileira, devido à ausência de instrumentos descritivos, e até mesmo normativos, que apresentem, da maneira mais honesta e real possível, a tese do português brasileiro.
II. Apesar de conceber a ideia de que há variações urbanas de prestígio e são elas que definem a gramática do português brasileiro, o entrevistado corrobora com a tese de que a existência dessa língua é apenas uma teoria capciosa.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A segunda geração do Romantismo no Brasil é caracterizada pela difusão do "mal do século" e por elementos marcantes como o pessimismo, as paisagens tumulares, o exagero do subjetivismo e do pessimismo e os poetas que morreram adolescentes. Em termos estilísticos, a literatura do Romantismo dedicou um profundo cuidado à forma e ao virtuosismo linguístico no intuito de maravilhar e convencer o leitor, o que implicava o uso constante de figuras de linguagem e outros artifícios retóricos, como a metáfora, a elipse, a antítese, o paradoxo e a hipérbole.
II. Usam-se os pronomes "este, estes, esta, estas e isto" para indicar o tempo presente ou futuro bem distante em relação ao momento do discurso. Pode ser a hora, o dia, o mês ou mesmo o ano e a estação em que ocorre o discurso. Em geral, os empregos de cada pronome não possuem relação com a natureza gramatical ou semântica do substantivo representado, pois estão condicionados à sua função gramatical na sentença e às palavras próximas. Por exemplo: "Este ano passou muito rápido".
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. De acordo com as novas regras ortográficas, permanece o acento diferencial em pôr/por. Assim, o vocábulo "Pôr" é verbo e o vocábulo "Por" é preposição. Por exemplo: Vou pôr o livro na estante que foi feita por ela.
II. Antônio Gonçalves Dias foi um poeta e um grande expoente da tradição literária conhecida como "indianismo". O seu estilo literário é marcado por elementos de nacionalismo e referências aos povos indígenas, colocando esse autor entre os poetas da primeira geração barroca brasileira.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Em uma perspectiva atitudinal, o trabalho do professor em sala de aula deve privilegiar a construção de uma visão crítica do educando sobre a própria realidade. Para isso, o ensino dos conteúdos deve ser visto como a ação recíproca entre a matéria, o ensino e o conhecimento prévio dos alunos. O conteúdo de ensino a ser transmitido pelo professor tolhe as possibilidades de aprendizado por parte dos alunos, limitando e prejudicando o seu desenvolvimento pessoal e profissional.
II. A catacrese é uma figura de linguagem que consiste em dar um novo sentido a uma palavra, fazendo com que ela passe a dar nome a outro ser semelhante. Um exemplo de catacrese pode ser visto no seguinte exemplo: João sentou-se no braço da poltrona para repousar.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O indianismo, no contexto do Romantismo brasileiro, deu origem ao que ficou conhecido como o “mito do bom-selvagem”. Esse mito trouxe à baila questões filosóficas relacionadas ao discurso de Jean-Jacques Rousseau e tornou-se uma importante característica desse movimento literário no Brasil.
II. O verbo é toda palavra que indica ação, estado ou fenômeno da natureza. Na língua portuguesa, os verbos formam uma classe rica em possibilidades flexionais, pois as oposições entre tempos e modos referem-se a muitos tempos verbais.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A obra Grande Sertão: Veredas, de Pelópidas da Silveira, descreve a história de Rubião, um narrador cosmopolita de classe média que usa filosoficamente a linguagem para expressar seu medo da modernidade, do progresso e das novas tecnologias no campo. O personagem principal, ao longo da narrativa, expõe ao leitor seu desejo de retornar ao seu "Grande Sertão" para reencontrar seus familiares e visitar os lugares onde viveu sua infância.
II. Avaliar é o ato de diagnosticar uma experiência, por isso, não é classificatória, nem seletiva, ao contrário, é diagnóstica e inclusiva. Assim, o educador, durante o planejamento educacional, deve certificar-se que os momentos avaliativos não se limitarão à simples quantificação do conhecimento do aluno, nem serão encerrados após a atribuição de notas ou conceitos com objetivos meramente classificatórios ou eliminatórios.
Marque a alternativa CORRETA:
I. As atividades de ensino e aprendizagem da língua materna são uma parte importante do trabalho escolar. Assim, ao longo do Ensino Fundamental, as atividades realizadas pelo professor de Língua Portuguesa devem ajudar o aluno a desenvolver habilidades que lhe permitam valer-se da linguagem para melhorar a qualidade de suas relações pessoais.
II. Do ponto de vista morfológico, o verbo marca pessoa, número, tempo, modo e voz. São exemplos de verbos intransitivos: andar, nadar e voar.
Marque a alternativa CORRETA:
AUTOBIOGRAFIA
Não existe mais
a casa onde nasci
nem meu Pai
nem a mulambeira
da primeira sombra.
Não existe o pátio
o forno a lenha
nem os vasos e a casota do leão.
Nada existe
nem sequer ruínas
entulho de adobes e telhas
calcinadas.
Alguém varreu o fogo
a minha infância
e na fogueira arderam todos os ancestres.
(ANDRADE, Costa. Autobiografia. Disponível em:
http://bit.ly/2MfDuUw)
Com base no texto 'AUTOBIOGRAFIA', leia as afirmativas a seguir:
I. A ausência do que foi o local onde nasceu e viveu o eu-lírico é marcada, no texto, por elementos que se repetem e intentam provocar, em certa medida, no leitor, o estado de alma desse “eu”.
II. O eu-poético imprime no leitor um estado de alma emblemático que mistura o místico – profano − e o hierático.
Marque a alternativa CORRETA:
AUTOBIOGRAFIA
Não existe mais
a casa onde nasci
nem meu Pai
nem a mulambeira
da primeira sombra.
Não existe o pátio
o forno a lenha
nem os vasos e a casota do leão.
Nada existe
nem sequer ruínas
entulho de adobes e telhas
calcinadas.
Alguém varreu o fogo
a minha infância
e na fogueira arderam todos os ancestres.
(ANDRADE, Costa. Autobiografia. Disponível em:
http://bit.ly/2MfDuUw)
Com base no texto 'AUTOBIOGRAFIA', leia as afirmativas a seguir:
I. A concepção abstrata e estereotipada de “casa”, apresentada de modo conotativo, confere ao poema um caráter alegórico.
II. A ideia de casa, como construção erguida, porém inexistente na atual condição do eu-poético, fica nítida no trecho “Nada existe/nem sequer ruínas/entulho de adobes e telhas/ calcinadas.
Marque a alternativa CORRETA:
AUTOBIOGRAFIA
Não existe mais
a casa onde nasci
nem meu Pai
nem a mulambeira
da primeira sombra.
Não existe o pátio
o forno a lenha
nem os vasos e a casota do leão.
Nada existe
nem sequer ruínas
entulho de adobes e telhas
calcinadas.
Alguém varreu o fogo
a minha infância
e na fogueira arderam todos os ancestres.
(ANDRADE, Costa. Autobiografia. Disponível em:
http://bit.ly/2MfDuUw)
Com base no texto 'AUTOBIOGRAFIA', leia as afirmativas a seguir:
I. O título dado ao poema assume um tom jocoso quando se analisam o estado de alma assumido pelo eu-poético e a função social da palavra “casa”, no início do texto.
II. A referência a “fogo” e “fogueira”, no poema, produz uma referência irônica ao modo como feneceram os ancestrais do eu-lírico.
Marque a alternativa CORRETA:
AUTOBIOGRAFIA
Não existe mais
a casa onde nasci
nem meu Pai
nem a mulambeira
da primeira sombra.
Não existe o pátio
o forno a lenha
nem os vasos e a casota do leão.
Nada existe
nem sequer ruínas
entulho de adobes e telhas
calcinadas.
Alguém varreu o fogo
a minha infância
e na fogueira arderam todos os ancestres.
(ANDRADE, Costa. Autobiografia. Disponível em:
http://bit.ly/2MfDuUw)
Com base no texto 'AUTOBIOGRAFIA', leia as afirmativas a seguir:
I. Há, no poema, um sentimento saudosista por parte do eu-lírico, que projeta em suas reminiscências uma narrativa melancólica.
II. A palavra “mulambeira”, no contexto, relaciona-se pejorativamente à ideia de construção inóspita ressaltada pelo eu-lírico no trecho “entulho de adobes e telhas”.
Marque a alternativa CORRETA:
LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO
O Léxico é entendido como o conjunto de palavras de uma língua, dispostas em categorias tais como o Substantivo, o Pronome, o Verbo, o Adjetivo, o Advérbio, o Artigo, a Conjunção e a Preposição, numa língua como o Português Brasileiro.
Cada item pertencente a essas categorias representa a lexicalização de um conjunto de traços. Isso torna sem sentido assumir que um Substantivo gera um Advérbio, um Advérbio gera uma Preposição e assim em diante, como se assume comumente nos estudos sobre a gramaticalização.
Durante a aquisição do Léxico, nós provavelmente adquirimos primeiro as categorias e subcategorias cognitivas, tanto quanto a habilidade de combiná-las em diferentes padrões, reunidas nas palavras por convenções sociais. A Lexicalização é o processo de criação das palavras, por meio da etimologia (lexicalização ocorrida na língua-fonte), neologia (lexicalização ocorrida na língua-alvo), derivação (lexicalização ocorrida no interior da língua alvo, por meio do desdobramento de itens previamente existentes), ou por meio de empréstimo lexical (lexicalização ocorrida por contacto linguístico).
Em suma, Lexicalização e Léxico devem ser entendidos num continuum, que vai da cognição pré-verbal para a expressão verbal, da língua-enérgeia para a língua-érgon, interpretando dessa maneira os conceitos formulados por Wilhelm von Humboldt.
(CASTILHO, A. T. Entrevista. Adaptado. Trecho extraído de:
http://bit.ly/303TUme)
Com base no texto 'LÉXICO E LEXICALIZAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:
I. As categorias de uma língua como o português brasileiro, conforme pontua o autor, definem como o léxico será organizado pelos falantes.
II. Como sugere o texto, os estudos sobre a gramaticalização levam em conta um conjunto de traços, principalmente a etimologia, para definir a mudança de categoria gramatical.
Marque a alternativa CORRETA:
SELIC
A expectativa para a taxa básica de juros (Selic) na pesquisa Focus que o Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira voltou a cair para este ano, em meio à fraqueza da economia e à inflação comportada.
O levantamento semanal apontou que a expectativa para a Selic, reduzida na última reunião a 6,0%, é agora de que termine 2019 a 5,00%, menor do que os 5,25% de antes. Com isso, o cenário se alinha ao do Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, que também baixou a visão para os juros básicos de 5,13% para 5%.
De acordo com as estimativas, a perspectiva é de corte de 0,50 ponto percentual no encontro de setembro do BC, seguido de mais duas reduções de 0,25 ponto cada.
Em sua comunicação mais recente, o BC repetiu que a conjuntura ainda prescreve política monetária estimulativa no Brasil – ou seja, com juro abaixo do neutro –, com inflação ancorada.
(Adaptado. Consultado em agosto de 2019. Disponível em: http://bit.ly/2Z44b06)
Com base no texto 'SELIC', leia as afirmativas a seguir:
I. Após uma leitura atenta do texto, o leitor pode depreender que a expectativa para a taxa básica de juros na pesquisa Focus que o Banco Central divulgou voltou a cair para este ano. De acordo com o texto, em sua comunicação mais recente, o Banco Central repetiu que a conjuntura ainda prescreve política monetária estimulativa no Brasil – ou seja, com juro abaixo do neutro –, com inflação ancorada.
II. Em sua comunicação mais recente, o Banco Central repetiu que a conjuntura econômica não prescreve política monetária estimulativa no Brasil. Ou seja, espera-se o juro acima do neutro, com inflação descontrolada.
Marque a alternativa CORRETA:
SELIC
A expectativa para a taxa básica de juros (Selic) na pesquisa Focus que o Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira voltou a cair para este ano, em meio à fraqueza da economia e à inflação comportada.
O levantamento semanal apontou que a expectativa para a Selic, reduzida na última reunião a 6,0%, é agora de que termine 2019 a 5,00%, menor do que os 5,25% de antes. Com isso, o cenário se alinha ao do Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, que também baixou a visão para os juros básicos de 5,13% para 5%.
De acordo com as estimativas, a perspectiva é de corte de 0,50 ponto percentual no encontro de setembro do BC, seguido de mais duas reduções de 0,25 ponto cada.
Em sua comunicação mais recente, o BC repetiu que a conjuntura ainda prescreve política monetária estimulativa no Brasil – ou seja, com juro abaixo do neutro –, com inflação ancorada.
(Adaptado. Consultado em agosto de 2019. Disponível em: http://bit.ly/2Z44b06)
Com base no texto 'SELIC', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto informa ao leitor que, de acordo com as estimativas, a perspectiva é de corte de 0,50 ponto percentual na taxa Selic no encontro de setembro do BC, seguido de mais duas reduções de 0,25 ponto cada.
II. O tema central do texto está relacionado à economia, pois nele são apresentadas informações relacionadas à taxa Selic. Nele, o autor utiliza termos como "inflação" e "estimativas" a fim de expor a ideia de que existe uma expectativa de redução para a taxa básica de juros neste ano.
Marque a alternativa CORRETA: