Questões de Concurso Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q969229 Português

      Mais da metade dos seres humanos hoje vivem em cidades, e esse número deve aumentar para 70% até 2050. Em termos econômicos, os resultados da urbanização foram notáveis. As cidades representam 80% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Nos Estados Unidos, o corredor Boston-Nova York-Washington gera mais de 30% do PIB do país.

      Mas o sucesso tem sempre um custo - e as cidades não são exceção, segundo análise do Fórum Econômico Mundial. Padrões insustentáveis de consumo, degradação ambiental e desigualdade persistente são alguns dos problemas das cidades modernas. Recentemente, entraram na equação as consequências da transformação digital. Há quem fale sobre uma futura desurbanização. Mas os especialistas consultados pelo Fórum descartam essa possibilidade. Preferem discorrer sobre como as cidades vão se adaptar à era da digitalização e como vão moldar a economia mundial.

      A digitalização promete melhorar a vida das pessoas nas cidades. Em cidades inteligentes como Tallinn, na Estônia, os cidadãos podem votar nas eleições nacionais e envolver-se com o governo local via plataformas digitais, que permitem a assinatura de contratos e o pagamento de impostos, por exemplo. Programas similares em Cingapura e Amsterdã tentam criar uma espécie de “governo 4.0”.

      Além disso, a tecnologia vai permitir uma melhora na governança. Plataformas digitais possibilitam acesso, abertura e transparência às operações de governos locais e provavelmente irão mudar a forma como os governos interagem com as pessoas.

(Adaptado de:“5 previsões para a cidade do futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial”. Disponível em: https://epocanegocios.globo.com)

Plataformas digitais possibilitam acesso, abertura e transparência às operações de governos locais / e provavelmente irão mudar a forma como os governos interagem com as pessoas. (4° parágrafo)


Entre as ideias separadas por barra nessa passagem do texto, se estabelece relação de, respectivamente,

Alternativas
Q969227 Português

      Mais da metade dos seres humanos hoje vivem em cidades, e esse número deve aumentar para 70% até 2050. Em termos econômicos, os resultados da urbanização foram notáveis. As cidades representam 80% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Nos Estados Unidos, o corredor Boston-Nova York-Washington gera mais de 30% do PIB do país.

      Mas o sucesso tem sempre um custo - e as cidades não são exceção, segundo análise do Fórum Econômico Mundial. Padrões insustentáveis de consumo, degradação ambiental e desigualdade persistente são alguns dos problemas das cidades modernas. Recentemente, entraram na equação as consequências da transformação digital. Há quem fale sobre uma futura desurbanização. Mas os especialistas consultados pelo Fórum descartam essa possibilidade. Preferem discorrer sobre como as cidades vão se adaptar à era da digitalização e como vão moldar a economia mundial.

      A digitalização promete melhorar a vida das pessoas nas cidades. Em cidades inteligentes como Tallinn, na Estônia, os cidadãos podem votar nas eleições nacionais e envolver-se com o governo local via plataformas digitais, que permitem a assinatura de contratos e o pagamento de impostos, por exemplo. Programas similares em Cingapura e Amsterdã tentam criar uma espécie de “governo 4.0”.

      Além disso, a tecnologia vai permitir uma melhora na governança. Plataformas digitais possibilitam acesso, abertura e transparência às operações de governos locais e provavelmente irão mudar a forma como os governos interagem com as pessoas.

(Adaptado de:“5 previsões para a cidade do futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial”. Disponível em: https://epocanegocios.globo.com)

Mas o sucesso tem sempre um custo - e as cidades não são exceção, segundo análise do Fórum Econômico Mundial. (2° parágrafo)


Nesse trecho, constata-se a presença de uma

Alternativas
Q969226 Português

      Mais da metade dos seres humanos hoje vivem em cidades, e esse número deve aumentar para 70% até 2050. Em termos econômicos, os resultados da urbanização foram notáveis. As cidades representam 80% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Nos Estados Unidos, o corredor Boston-Nova York-Washington gera mais de 30% do PIB do país.

      Mas o sucesso tem sempre um custo - e as cidades não são exceção, segundo análise do Fórum Econômico Mundial. Padrões insustentáveis de consumo, degradação ambiental e desigualdade persistente são alguns dos problemas das cidades modernas. Recentemente, entraram na equação as consequências da transformação digital. Há quem fale sobre uma futura desurbanização. Mas os especialistas consultados pelo Fórum descartam essa possibilidade. Preferem discorrer sobre como as cidades vão se adaptar à era da digitalização e como vão moldar a economia mundial.

      A digitalização promete melhorar a vida das pessoas nas cidades. Em cidades inteligentes como Tallinn, na Estônia, os cidadãos podem votar nas eleições nacionais e envolver-se com o governo local via plataformas digitais, que permitem a assinatura de contratos e o pagamento de impostos, por exemplo. Programas similares em Cingapura e Amsterdã tentam criar uma espécie de “governo 4.0”.

      Além disso, a tecnologia vai permitir uma melhora na governança. Plataformas digitais possibilitam acesso, abertura e transparência às operações de governos locais e provavelmente irão mudar a forma como os governos interagem com as pessoas.

(Adaptado de:“5 previsões para a cidade do futuro, segundo o Fórum Econômico Mundial”. Disponível em: https://epocanegocios.globo.com)

Na apresentação de previsões quanto ao futuro das cidades, o autor
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Q969159 Português

                                     Planos da natureza


      Gabam-se os homens de serem hábeis planejadores. E somos. Mas não queiramos exclusividade absoluta. A natureza é a rainha dos planejamento. Aprendemos com ela a identificar para cada necessidade seu melhor atendimento. Mas fomos além: chegamos a criar carências só pelo prazer de atendê-las.

      Exemplo? Ouve-se a toda hora: não sei o que seria de mim sem meu celular. Foram necessários milhares de anos para o homem finalmente descobrir o que lhe é vital: um smartphone. “Com ele planejo meu dia, me oriento, me situo na vida” - dirá um contemporâneo. De fato, o planejamento, como ferramenta da previsão e da organização do trabalho eficaz e necessário, muitas vezes revela-se indispensável. Mas quando quero me certificar da vantagem de um planejamento, observo a natureza, em algum plano que ela traçou para manter vivas suas leis essenciais. E alguém duvida de que ela tenha suas próprias razões de planejamento?

                                                                           (Aristeu Villas-Boas, inédito

O emprego das formas pronominais e verbais se dá de modo plenamente adequado na frase:
Alternativas
Q969158 Português

                                     Planos da natureza


      Gabam-se os homens de serem hábeis planejadores. E somos. Mas não queiramos exclusividade absoluta. A natureza é a rainha dos planejamento. Aprendemos com ela a identificar para cada necessidade seu melhor atendimento. Mas fomos além: chegamos a criar carências só pelo prazer de atendê-las.

      Exemplo? Ouve-se a toda hora: não sei o que seria de mim sem meu celular. Foram necessários milhares de anos para o homem finalmente descobrir o que lhe é vital: um smartphone. “Com ele planejo meu dia, me oriento, me situo na vida” - dirá um contemporâneo. De fato, o planejamento, como ferramenta da previsão e da organização do trabalho eficaz e necessário, muitas vezes revela-se indispensável. Mas quando quero me certificar da vantagem de um planejamento, observo a natureza, em algum plano que ela traçou para manter vivas suas leis essenciais. E alguém duvida de que ela tenha suas próprias razões de planejamento?

                                                                           (Aristeu Villas-Boas, inédito

A propósito da construção do texto, é correta a afirmação de que o autor
Alternativas
Q969157 Português

                                     Planos da natureza


      Gabam-se os homens de serem hábeis planejadores. E somos. Mas não queiramos exclusividade absoluta. A natureza é a rainha dos planejamento. Aprendemos com ela a identificar para cada necessidade seu melhor atendimento. Mas fomos além: chegamos a criar carências só pelo prazer de atendê-las.

      Exemplo? Ouve-se a toda hora: não sei o que seria de mim sem meu celular. Foram necessários milhares de anos para o homem finalmente descobrir o que lhe é vital: um smartphone. “Com ele planejo meu dia, me oriento, me situo na vida” - dirá um contemporâneo. De fato, o planejamento, como ferramenta da previsão e da organização do trabalho eficaz e necessário, muitas vezes revela-se indispensável. Mas quando quero me certificar da vantagem de um planejamento, observo a natureza, em algum plano que ela traçou para manter vivas suas leis essenciais. E alguém duvida de que ela tenha suas próprias razões de planejamento?

                                                                           (Aristeu Villas-Boas, inédito

Ao estabelecer no texto uma relação entre planejamento da natureza e planejamento humano, o autor considera que
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Q969153 Português

                              Limites da propriedade


      Direito à terra? Sim. O problema está em onde se colocam as cercas.

      Tenho, numa árvore, um daqueles bebedouros para beija-flores. E um deles já tomou posse. Quando aparece qualquer intruso, lá vem ele, como uma flecha, defender sua água. É a própria vida que determina o círculo de espaço que lhe pertence, que lhe é próprio. Daí, propriedade: aquilo que não me é estranho, que é parte de mim mesmo, que não pode ser tocado sem que eu sinta. O espaço que é propriedade do meu corpo é um dos direitos que a vida tem. Os limites da minha terra são os limites do que necessito para viver.

      Mas há aqueles que fincam cercas para além dos limites da necessidade do seu corpo. Quando a terra é, de fato, uma propriedade, algo que é próprio ao corpo, ela está sendo constantemente transformada em vida. Mas quando a terra é mais do que meu corpo necessita, ela deixa de ser vida e se transforma em lucro. Lucro é aquilo que não foi consumido pela vida.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. Tempus fugit. São Paulo: Paulus, 1990, p. 33-34)

O segmento em que se destaca a desconsideração de um princípio de justiça defendido ao longo do texto é
Alternativas
Q969152 Português

                              Limites da propriedade


      Direito à terra? Sim. O problema está em onde se colocam as cercas.

      Tenho, numa árvore, um daqueles bebedouros para beija-flores. E um deles já tomou posse. Quando aparece qualquer intruso, lá vem ele, como uma flecha, defender sua água. É a própria vida que determina o círculo de espaço que lhe pertence, que lhe é próprio. Daí, propriedade: aquilo que não me é estranho, que é parte de mim mesmo, que não pode ser tocado sem que eu sinta. O espaço que é propriedade do meu corpo é um dos direitos que a vida tem. Os limites da minha terra são os limites do que necessito para viver.

      Mas há aqueles que fincam cercas para além dos limites da necessidade do seu corpo. Quando a terra é, de fato, uma propriedade, algo que é próprio ao corpo, ela está sendo constantemente transformada em vida. Mas quando a terra é mais do que meu corpo necessita, ela deixa de ser vida e se transforma em lucro. Lucro é aquilo que não foi consumido pela vida.

(Adaptado de: ALVES, Rubem. Tempus fugit. São Paulo: Paulus, 1990, p. 33-34)

Mantendo, ao longo do texto, convicção quanto ao que sejam os limites da propriedade, o autor
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Q969146 Português

                                Quem não gosta de samba


      “Como se dá que ritmos e melodias, embora tão somente sons, se assemelhem a estados da alma?”, pergunta Aristóteles. Há pessoas que não suportam a música; mas há também uma venerável linhagem de moralistas que não suporta a ideia do que a música é capaz de suscitar nos ouvintes. Platão condenou certas escalas e ritmos musicais e propôs que fossem banidos da cidade ideal. Santo Agostinho confessou-se vulnerável aos “prazeres do ouvido” e se penitenciou por sua irrefreável propensão ao “pecado da lascívia musical”. Calvino alerta os fiéis contra os perigos do caos, volúpia e emefinação que ela provoca. Descartes temia que a música pudesse superexcitar a imaginação.

      O que todo esse medo da música - ou de certos tipos de música - sugere? O vigor e o tom dos ataques traem o melindre. Eles revelam não só aquilo que afirmam - a crença num suposto perigo moral da música -, mas também o que deixam transparecer. O pavor pressupõe uma viva percepção da ameaça. Será exagero, portanto, detectar nesses ataques um índice da especial força da sensualidade justamente naqueles que tanto se empenharam em preveni-la e erradicá-la nos outros?

      O que mais violentamente repudiamos está em nós mesmos. Por vias oblíquas ou com plena ciência do fato, nossos respeitáveis moralistas sabiam muito bem do que estavam falando.

(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 23-24)

O que une as posições que uma venerável linhagem de moralistas manifestou é, segundo as convicções do autor do texto,
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Q969102 Português

Analise a frase abaixo e responda:


“Os estudos serão apresentados ao Ministério da Saúde...”


Com a forma verbal sublinhada, o autor da frase pretende informar ao leitor que os estudos referidos:

Alternativas
Q969099 Português

Analise a seguinte frase:


“Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do Estado?”


Pergunta-se: Que tipo de compreensão pode ser extraído do questionamento acima? Assinale a alternativa correta.

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Q969097 Português

                              Mais uma vez (Legião Urbana)


                         Mas é claro que o sol vai voltar amanhã

                                      Mais uma vez, eu sei

                        Escuridão já vi pior, de endoidecer gente

                                                     sã

                                     Espera que o sol já vem


                       Tem gente que está do mesmo lado que

                                                  você

                              Mas deveria estar do lado de lá

                           Tem gente que machuca os outros

                              Tem gente que não sabe amar

                              Tem gente enganando a gente


                                Veja a nossa vida como está

                        Mas eu sei que um dia a gente aprende

                       Se você quiser alguém em quem confiar

                                     Confie em si mesmo

                              Quem acredita sempre alcança

                        Mas é claro que o sol vai voltar amanhã

                                    Mais uma vez, eu sei 

                       Escuridão já vi pior, de endoidecer gente

                                                    sã

                                    Espera que o sol já vem

                    Nunca deixe que lhe digam que não vale a

                                                pena


                           Acreditar no sonho que se tem

                    Ou que seus planos nunca vão dar certo

                        Ou que você nunca vai ser alguém

                        Tem gente que machuca os outros

                          Tem gente que não sabe amar


                    Mas eu sei que um dia a gente aprende

                    Se você quiser alguém em quem confiar

                                Confie em si mesmo

                         Quem acredita sempre alcança…

                         Quem acredita sempre alcança…

                         Quem acredita sempre alcança…

                         Quem acredita sempre alcança…

Os versos: “Se você quiser alguém em quem confiar” e “confie em si mesmo” podem ser interpretados como:
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Q969096 Português

                              Mais uma vez (Legião Urbana)


                         Mas é claro que o sol vai voltar amanhã

                                      Mais uma vez, eu sei

                        Escuridão já vi pior, de endoidecer gente

                                                     sã

                                     Espera que o sol já vem


                       Tem gente que está do mesmo lado que

                                                  você

                              Mas deveria estar do lado de lá

                           Tem gente que machuca os outros

                              Tem gente que não sabe amar

                              Tem gente enganando a gente


                                Veja a nossa vida como está

                        Mas eu sei que um dia a gente aprende

                       Se você quiser alguém em quem confiar

                                     Confie em si mesmo

                              Quem acredita sempre alcança

                        Mas é claro que o sol vai voltar amanhã

                                    Mais uma vez, eu sei 

                       Escuridão já vi pior, de endoidecer gente

                                                    sã

                                    Espera que o sol já vem

                    Nunca deixe que lhe digam que não vale a

                                                pena


                           Acreditar no sonho que se tem

                    Ou que seus planos nunca vão dar certo

                        Ou que você nunca vai ser alguém

                        Tem gente que machuca os outros

                          Tem gente que não sabe amar


                    Mas eu sei que um dia a gente aprende

                    Se você quiser alguém em quem confiar

                                Confie em si mesmo

                         Quem acredita sempre alcança…

                         Quem acredita sempre alcança…

                         Quem acredita sempre alcança…

                         Quem acredita sempre alcança…

Na letra da música acima, os versos, “Mas é claro que o sol vai voltar amanhã” e “espera que o sol já vem”, podem ser interpretados como tendo o seguinte significado:
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Q969053 Português

 TEXTO II. 


                                         FOCO

                        ONDE FOI PARAR O SEU? 


      EFICIENTE, ÁGIL, VERSÁTIL. Você provavelmente já quis ser um pouco mais de cada uma dessas coisas. E já sofreu pensando que não seria difícil alcançar tudo isso... Caso você conseguisse apenas se concentrar um pouco mais. Um foco preciso como laser, dizem os empreendedores do Vale do Silício, é o segredo do sucesso.

      Só faltou combinar com o cérebro humano – porque ele não quer nem saber de foco laser. O cérebro é uma verdadeira máquina de distração. E, por paradoxal que pareça, isso nos ajuda a permanecer vivos.

      (...)

      Seu foco não tem nada a ver com laser. Ele é mais parecido com uma luz de teatro – daquelas que brilham forte em um momento, apontando para o ator, e desvanecem no próximo segundo, preparando o público para a próxima cena. É assim que a concentração funciona no cérebro: piscando. Sua cabeça está o tempo todo alternando entre foco e distração, em um ritmo frenético: de três a oito vezes por segundo.

      (...)

      Jogos infantis como Lince e Onde Está o Wally demonstram como a atenção é rítmica. Afinal, por mais que você seja capaz de visualizar toda a cena ao mesmo tempo, só é capaz de realmente se concentrar nela se esquadrinhar um pedaço da imagem de cada vez.

      Pode não ser tão óbvio, mas é exatamente isso que seu cérebro (coordenado com seus olhos) está fazendo agora, ao ler este texto.

      (...)

(Revista SUPERinteressante. Editora Abril. Edição 395. Novembro 2018.Seção Psicologia, página 36) 
Sobre o texto, é CORRETO afirmar que:
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Q969047 Português
Rotineiramente, costumamos emitir avaliações ou deixar marcas de nosso ponto de vista sobre aquilo que discutimos, utilizando palavras e/ou expressões. Assim sendo, assinale a opção, na qual, no trecho transcrito, a palavra/expressão marcada NÃO é usada com essa intenção.
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Q969046 Português

TEXTO I


      Quando se trata de segurança digital, a maioria de nós pode ser comparada a uma criança na primeira infância. Adoramos as facilidades que a infraestrutura adicionou às nossas vidas, mas temos a inocência de um adorável bebê com relação aos riscos. Estamos vivendo em uma época que pode ser comparada a uma mistura das cenas de Big Brother, Black Mirror e O Show de Truman. E esse período de transição é um desafio enorme para empresas, prestadores de serviços, governos e cidadãos.

      Há incontáveis benefícios para a sociedade. Mas também consequências, que podem variar de um simples roubo de dados até os usos inadvertidos de diversas redes privadas para promover ataques cibernéticos. O homem-bomba será substituído por um novo tipo de terrorismo, com excelente assertividade e potencial de ataques em grande escala.

      Podemos afirmar poucas coisas nesse conturbado século. Mas há consenso: tudo estará cada vez mais conectado à internet. No mundo invertido, não está descartado o constrangimento de acesso aleatório à internet doméstica para satisfação de voyers, e até mesmo o planejamento de assalto mediante o estudo dos hábitos das pessoas. A residência contemporânea, altamente interligada, pode ter paredes e teto de vidro.

      (...)

      Mas a internet das coisas vai bem além da automação residencial. Pode fazer os faróis conversarem com os veículos para otimizar o trânsito. Ou estender os limites do nosso corpo com implantes de chips. Hoje, alguns early adopters já os utilizam para abrir portas e aposentar o crachá. Amanhã, seremos parte da cadeia de pagamentos e estaremos transferindo dinheiro com um simples movimento do pulso. A maioria de nós será chipada e, em um futuro breve, isso pode ser tão comum quanto o é fazer uma tatuagem hoje.

      (...)

(https://epocanegocios.globo.com/Revista/noticia/2018/09/editorial-equacao-do-seculo.html. Acesso em 8.9.2018) 

O texto em discussão:
Alternativas
Q968786 Português

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Com base na análise do modo como estão organizadas as orações do texto, é correto afirmar que o autor
Alternativas
Q968743 Português

                                     Maestro piador


      Em 1989, andando com Tom pelo Central Park, em Nova York, ouvi-o identificar vários pássaros pela música que faziam - era íntimo também dos passarinhos americanos. Não tinha a menor dificuldade para identificá-los em português.

      Em jovem, nas suas incursões pelo mato, Tom piava inhambus para matá-los. “O inhambu vinha todo apaixonado e eu o matava à traição”, confessou. Era uma prática comum aos homens de sua geração. Mas, mais cedo do que muitos, ele enxergou a desumanidade daquilo. Continuou a piar vários pássaros, mas para firmar com eles um diálogo de amor.

      A faixa “O Boto”, em seu álbum “Urubu”, é uma sinfonia de pios. Estão integrados com tal naturalidade à orquestração que podem nem ser “escutados” pelos menos atentos. Mas estão lá no disco, e executados pelo próprio Tom - quem mais?

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018, p. 121-122.)

Preservando as relações de sentido no contexto e respeitando as regras gramaticais, a pergunta que encerra o texto poderia ser substituída por
Alternativas
Q968742 Português

                                     Maestro piador


      Em 1989, andando com Tom pelo Central Park, em Nova York, ouvi-o identificar vários pássaros pela música que faziam - era íntimo também dos passarinhos americanos. Não tinha a menor dificuldade para identificá-los em português.

      Em jovem, nas suas incursões pelo mato, Tom piava inhambus para matá-los. “O inhambu vinha todo apaixonado e eu o matava à traição”, confessou. Era uma prática comum aos homens de sua geração. Mas, mais cedo do que muitos, ele enxergou a desumanidade daquilo. Continuou a piar vários pássaros, mas para firmar com eles um diálogo de amor.

      A faixa “O Boto”, em seu álbum “Urubu”, é uma sinfonia de pios. Estão integrados com tal naturalidade à orquestração que podem nem ser “escutados” pelos menos atentos. Mas estão lá no disco, e executados pelo próprio Tom - quem mais?

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018, p. 121-122.)

No contexto, o vocábulo também - no trecho era íntimo também dos passarinhos americanos (1° parágrafo) - permite concluir que Tom Jobim
Alternativas
Q968741 Português

                                     Maestro piador


      Em 1989, andando com Tom pelo Central Park, em Nova York, ouvi-o identificar vários pássaros pela música que faziam - era íntimo também dos passarinhos americanos. Não tinha a menor dificuldade para identificá-los em português.

      Em jovem, nas suas incursões pelo mato, Tom piava inhambus para matá-los. “O inhambu vinha todo apaixonado e eu o matava à traição”, confessou. Era uma prática comum aos homens de sua geração. Mas, mais cedo do que muitos, ele enxergou a desumanidade daquilo. Continuou a piar vários pássaros, mas para firmar com eles um diálogo de amor.

      A faixa “O Boto”, em seu álbum “Urubu”, é uma sinfonia de pios. Estão integrados com tal naturalidade à orquestração que podem nem ser “escutados” pelos menos atentos. Mas estão lá no disco, e executados pelo próprio Tom - quem mais?

(Adaptado de: CASTRO, Ruy. A arte de querer bem. Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018, p. 121-122.)

Nesse texto, o autor conta
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Respostas
23901: A
23902: A
23903: C
23904: C
23905: A
23906: B
23907: A
23908: C
23909: D
23910: B
23911: A
23912: C
23913: B
23914: A
23915: C
23916: B
23917: C
23918: E
23919: D
23920: D