Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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I. Em “as emissões de CO2 geradas pela queima de combustíveis fósseis teriam de ser reduzidas em 6% ao ano para seguirmos pelo caminho seguro no rumo dos 2°C”, o termo sublinhado poderia ser substituído por “a” sem alteração de sentido. II. Em “Mas, por que não cortar isso de uma vez?”, o termo sublinhado poderia ser substituído por “por que razão” sem alteração de sentido.
Inundação em Veneza e incêndio na Austrália: efeitos da mudança climática
Os fatos foram opostos – inundação e fogaréu –, e a reação a eles também. Em uma mesma semana, a cidade italiana de Veneza e a costa leste da Austrália __________________ o embate que contrapõe “ambientalistas” a “negacionistas” quando o assunto são as mudanças climáticas que afetam o planeta. O Prefeito de Veneza, Luigi Brugnaro, declarou estado de emergência na extraordinariamente bela capital da região do Vêneto, cidade notabilizada por seus canais. O motivo: a pior cheia já registrada nos últimos cinquenta anos. O nível da água se elevou tanto que agravou a degradação de construções históricas – e, pior, fez duas vítimas logo nos primeiros dias, mortas em suas casas.
Imagens da Piazza San Marco submersa, com pessoas andando com água acima dos joelhos, correram o mundo. Um relatório de 2017 da Agência Nacional da Itália para Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Econômico Sustentável __________ que a cidade dos canais ficará submersa até o final deste século se o aquecimento global não for contido por medidas como as previstas no Acordo de Paris, de 2015.
Mas, se em Veneza o Prefeito reconheceu que as inundações decorriam do peso da interferência humana no clima da Terra, a 16.000 quilômetros de lá, outra catástrofe para o meio ambiente foi definida como “natural” – apesar de seu inédito impacto. O fogo começou a destruir a mata costeira em regiões muito próximas a Sidney. As labaredas devastaram cerca de 1.000 quilômetros de área florestal, provocando a morte de pessoas e de animais únicos da fauna do país. Encarando tudo como fenômeno da natureza, o vice-premiê, Michael McCormack, chamou de “lunáticos” os que acreditam no aquecimento global.
Não ficou sem resposta. Um senador do Partido Verde da Austrália, Jordon Steele-John, afirmou que, por causa de sua conduta negacionista, certos políticos podiam ser considerados “praticamente incendiários”.
O ponto a destacar é que negar as provas científicas do aquecimento global não o faz inexistente. Estudos recentes já comprovaram que as mudanças climáticas provocadas pela ação humana ___________ os furacões mais comuns e os incêndios florestais mais recorrentes, para não falar do avanço no ritmo do derretimento das geleiras, entre outros problemas.
https://veja.abril.com.br... - adaptado
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A Daslu e o shopping-bunker
A nova Daslu é o assunto preferido das conversas em São Paulo. Os ricos se entusiasmam com a criação de um local tão exclusivo e cheio de roupas e objetos sofisticados e internacionais. Os pequeno-burgueses praguejam contra a iniciativa, indignados com tanta ostentação.
Antes instalada num conjunto de casas na Vila Nova Conceição, região de classe alta, a loja que vende as grifes mais famosas e caras do mundo passará agora a funcionar num prédio monumental construído no bairro "nouveau riche" da Vila Olímpia e ao lado do infelizmente pútrido e malcheiroso rio Pinheiros.
A imprensa aproveita a mudança da Daslu para discorrer sobre as vantagens de uma vida luxuosa e exibir fotos exclusivas do interior da megaloja de quatro andares e seus salões labirínticos, onde praticamente não há corredores, pois, como diz a dona da loja, a ideia é que o consumidor se sinta em sua casa.
Estranha casa, deve-se dizer. Para entrar nela é preciso fazer uma carteira de sócio, depois de deixar o carro num estacionamento que custa R$ 30,00 (a primeira hora). Obviamente, tudo isso tem por objetivo selecionar os consumidores e intimidar os pouco afortunados – os mesmos que, ao se aventurar na antiga loja, reclamavam da indiferença das vendedoras, as dasluzetes, muito mais solícitas com aqueles que elas já conheciam ou que demonstravam de cara seu poder de compra.
As complicações na portaria visam também, embora não se diga com clareza, a proteger o local e dar segurança aos milionários de todo o país que certamente farão da nova Daslu um de seus "points" durante a estada em São Paulo, como já ocorria com a antiga casa. A segurança é um item cada vez mais prioritário nos negócios hoje em dia – antes mesmo da inauguração, a loja teve um de seus caminhões de mudança roubados.
As formalidades na entrada levam ainda em conta a privacidade do local de quase 20 mil metros quadrados, não muito longe da favela Coliseu (sic). A reportagem de um site calculou, por falar nisso, que a soma da renda mensal de todas as famílias da favela (R$ 10.725, segundo o IBGE) daria para comprar apenas duas calças Dolce & Gabbana na loja.
Tais fatores, digamos assim, sinistros da realidade brasileira é que impulsionam o pioneirismo da nova Daslu. Sim, a loja é uma empreitada verdadeiramente inédita. A Daslu, que desenvolveu no Brasil um certo tipo de atendimento exclusivo e personalizado para ricos, agora introduz, pela primeira vez no mundo, o modelo do shopping-bunker.
Todos sabem como os shopping-centers floresceram em São Paulo e nas capitais brasileiras, tanto pelas facilidades que propiciam para a gente que vive nos centros urbanos congestionados e tumultuados, quanto pela segurança. Ao longo dos anos, eles foram surgindo aqui e ali, alterando a sociabilidade e a paisagem das cidades. Acabaram se transformando em uma espécie de praça (fechada), onde as classes alta e média podiam circular com tranquilidade, sem serem importunadas pela visão e a presença dos numerosos pobres e miseráveis, que, por sua vez, ocuparam as praças públicas (abertas), como a da República e a da Sé, em São Paulo. Dentro dos shoppings, os brasileiros sonhamos um mundo de riqueza, organização, limpeza, segurança, facilidades e sobretudo de distinção que lá fora, nas ruas, está agora longe de existir.
Mas talvez os shoppings, mesmo os mais sofisticados, como o Iguatemi, tenham se tornado democráticos demais para o gosto da classe alta paulista. A cada pequeno entusiasmo econômico, logo a alvoraçada classe média da cidade resolve se intrometer aos bandos nas searas exclusivas dos muito ricos. (...)
Disponível em: :
https://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult682u123.shtml
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Coluna 1 Coluna 2 1. “As pessoas precisam uma das outras.” ( ) Substantivo 2. “A moça inteligente [...]” ( ) Advérbio 3. “...o menino [...]” ( ) Adjetivo 4.“„...ganharam individualmente, [...]” ( ) Artigo definido
A ordem CORRETA, de cima para baixo, é:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Mané fugiu de casa para jogar bola e tem Messi como fã
Quinto na eleição da Fifa, senegalês é rival da seleção em amistoso
O amistoso entre Brasil e Senegal, às 9h (de Brasília) desta quinta-feira, em Singapura, terá em campo um atleta indicado entre os dez melhores do mundo na eleição realizada pela Fifa. Ele estará vestido com a camisa da equipe africana e pisará no gramado com o carimbo da aprovação de Lionel Messi.
Sadio Mané, 27, recebeu do craque o argentino o voto de melhor jogador no prêmio The Best, entregue no mês passado. Messi, que acabou levando o troféu pela sexta vez, não podia votar em si mesmo nem prestigiar o excolega Neymar –pelo segundo ano consecutivo, o brasileiro ficou fora da lista prévia de dez nomes que poderiam ser escolhidos pelos técnicos e capitães de cada seleção.

O senegalês, quinto colocado na votação, foi apontado como melhor do mundo também por Hazard, que doutrinou a seleção brasileira ao atuar pela Bélgica na última Copa. Já Neuer, da Alemanha, Lewandowski, da Polônia, e Godín, do Uruguai, colocaram o atacante do Liverpool em segundo lugar. Van Dijk, da Holanda, e Guerrero, do Peru, classificaram-no como terceiro melhor. O prestígio dá uma amostra do respeito conquistado por Mané, campeão europeu na última temporada. Ele marcou 27 gols em 56 partidas, uma média tão significativa para a carreira de um atacante, que não é de se surpreender que o atacante da ponta esquerda, sozinho, tenha contribuído para o desempenho de sua equipe no campeonato Inglês. Só no Campeonato Inglês, foram 22 bolas na rede em 36 jogos, números que fizeram crescer sua moral com o técnico do Liverpool, Jürgen Klopp.
“Tratado como um filho” pelo chefe, como descreve o próprio senegalês, o jogador está vivendo um sonho no qual seus pais não acreditavam. Aos 16 anos, como detalhou em entrevista recente à revista France Football, ele precisou fugir de casa, escondendo a mala em um matagal antes de partir de Sédhiou, sua cidade-natal, para fazer testes na capital Dakar.
“De manhã, eu escovei os dentes e nem tomei banho. Saí sem falar para ninguém, a não ser meu melhor amigo”, disse Mané, recordando dificuldades como aparecer na peneira com um par de chuteiras remendadas –motivo de uma chacota logo neutralizada com um talento que saltava aos olhos.
Adaptado de : https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2019/10/manefugiu-de-casa-para-jogar-bola-e-tem-messi-como-fa.shtml
(__) - O verbo “assistir”, no sentido de “ver”, exige preposição; (__) - O verbo “custar”, no sentido de “ser custoso”, não exige preposição; (__) - O verbo “visar”, no sentido de “mirar”, exige preposição; (__) - Quando usado na forma pronominal, o verbo “esquecer” exige preposição.
Considerando que (V) significa verdadeiro e (F) significa falso, assinale a alternativa correta:
I. Talvez eu falte amanhã no trabalho; II. Chegarei mais cedo do trabalho hoje; III. Não aceitarei suas desculpas.
Os advérbios sublinhados são classificados respetivamente como:
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Saudáveis loucuras
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Nem a Rosa, Nem o Cravo