Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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I. O substantivo “cão” admite como plural "cãos" ou "cães". II. “Cãozinho” é um diminutivo correto para “cão”. III. “Vira-latas” é um adjetivo invariável, ou seja, se escreve “o vira-latas” assim como “os vira-latas”.
Está(ão) CORRETO(S):
Assinale o segmento textual, de Machado de Assis, em que predominam os adjetivos de relação.
“Gigantesco e mal planejado, literalmente adernou logo que bateu um ventinho.”.

I. “Provavelmente” é um advérbio. Por conseguinte, é um adjunto adverbial.
II. O vocábulo “bem” é um complemento verbal.
III. O verbo “sintetizou” é um verbo transitivo direto.
IV. A expressão “a questão” é um objeto direto, pois começa por preposição.
Quais estão INCORRETAS?


( ) O fragmento apresenta três verbos.
( ) O vocábulo “simples” é um adjetivo.
( ) A palavra “mas” é um advérbio.
( ) A preposição “no” foi formada por processo de contração.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

( ) O fragmento acima apresenta apenas dois verbos.
( ) A palavra “segundo” é um numeral cardinal.
( ) O termo “mas” é uma conjunção coordenativa aditiva.
( ) O vocábulo “exatamente” é um advérbio.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

O vocábulo “Portanto”, localizado na linha 10, é classificado como _____________ que expressa sentido de _____________. Logo, esse termo pode ser substituído, sem alteração de sentido na frase, por _____________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Instrução: Leia atentamente a crônica a seguir e responda à questão.
Juventude além dos anos
Fui à exposição dos czares russos, recentemente encerrada. Em plena quinta-feira à tarde, notei dois grupos distintos: adolescentes e idosos. Ambos animadíssimos. Uma senhora à minha frente comentou, diante de uma vestimenta de veludo, toda bordada:
- Já tive um vestido parecido!
Observei-a. Deve ter ficado parecida com um tapete! Outras se encantavam com bules, saleiros, ícones. Puxei conversa:
- Está gostando? - perguntei a uma delas.
- Ah, sempre é bom conhecer coisas novas!
Surpreendi-me. Fui criado com a ideia de que as pessoas se aposentam e se lamentam por tudo que não fizeram. Diante de mim estava uma senhora cheia de vida, disposta a aprender, apesar dos cabelos grisalhos. Lembrei-me da mãe de um amigo que, ao ficar viúva, mudou completamente. Deu todos os móveis. E também os porta-retratos, medalhas, jogos de louça, faqueiros, copos. Até presentes que guardava da época do casamento! Alugou seu apartamento de classe média. Foi para um bem menor, mais fácil de cuidar. Com a renda, passou a viajar em excursões. Encontrei-a há poucos dias. Rejuvenescida. Cabelinhos curtos, roupas práticas e alegres.
- Agora que meus filhos estão criados, quero aproveitar!
Resultado: seus netos a adoram!
(CARRASCO, Walcyr. Veja SP, 6 jul. 2005.)
1. Causa
2. Concessão
3. Consequência
4. Conformidade
5. Condição
( ) Segundo dizem os estudiosos, Alexander Fleming descobriu a penicilina por acaso.
( ) Desconsidere este aviso caso tenha liquidado a fatura deste mês.
( ) Como o meliante estava bem armado, ninguém da sala ousou reagir.
( ) As festas estavam tão próximas que temíamos não conseguir a decoração a tempo.
( ) Contanto que volte antes da meia noite, você pode ir ao show.
Assinale a sequência correta.
Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Pela janela
Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.
Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.
Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]
(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)
Instrução: Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Pela janela
Reparei pela primeira vez naquele apartamento quando passava de carro, enfrentando o trânsito lento do fim da tarde, na Lagoa. Pelas cortinas entreabertas, conseguia ver apenas uma parede, banhada pela luz indireta de um abajur. Mas nessa parede havia uma estante que me chamou atenção por sua beleza e solidez: estava repleta de livros, com suas lombadas multicoloridas. Alguns eram encadernados, outros não. Muitos pareciam antigos. Mas o importante é que a estante não tinha enfeites nem plantas, nada – apenas livros.
Imediatamente, comecei a imaginar quem seria o morador daquele apartamento. Não sei por quê, mas achei que os livros pertenciam a um homem. E fui além. Pensei num historiador, um apaixonado por pesquisa, alguém de mais de 40 anos, talvez ruivo, de cabelos encaracolados, usando óculos de aro fino para leitura. Imaginei um homem sensível, mas um pouco ranzinza, sempre implicando com a empregada por tirar do lugar os papéis da escrivaninha, e logo depois dizendo alguma coisa engraçada, para que ela o perdoasse. Alguém que vivesse sozinho – e feliz.
Mas o sinal abriu lá na frente, perto da Fonte da Saudade, e eu segui, deixando para trás meu amigo imaginário. [...]
(SEIXAS, Heloísa. O amigo do vento. São Paulo: Moderna, 2015.)
INSTRUÇÃO: Leia o texto III a seguir para responder à questão.
TEXTO III
Com frequência, termos como “morador de rua”,
“pessoa de rua” e até mesmo “mendigo” são utilizados
para se referir aos indivíduos que se encontram nesse
contexto social. Entretanto, esses rótulos sustentam
ideias de fracasso moral e individual, desconsideram
as especificidades dessa população e ignoram a
possibilidade de mudança e saída dessa situação,
impingindo às pessoas uma visão determinista
e inalterável.
Dessa forma, tanto os movimentos sociais quanto as políticas públicas utilizam o termo população em situação de rua (conhecida também pela sigla PopRua).
Esse é um grupo heterogêneo, caracterizado por pobreza extrema, fragilidade dos vínculos familiares e ausência de moradia convencional. Consequentemente, essas pessoas utilizam os espaços públicos ou as unidades de acolhimento como locais de pernoite e convivência.
Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br.
Acesso em: 11 jun. 2022.