Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.

( ) A palavra é classificada como substantivo biforme. ( ) O adjetivo “acolhedor” é da mesma família de palavras de “acolhimento”. ( ) Não há um verbo que designe a ação relativa ao vocábulo “acolhimento”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.

Morfologicamente, estão presentes na frase:
Assinale a opção que contenha um advérbio.
Assinale a expressão que contenha um substantivo e um adjetivo, nesta ordem.
Coluna 1 1. Pronome. 2. Substantivo. 3. Preposição. 4. Adjetivo.
Coluna 2 ( ) “saúde” (l. 03). ( ) “com” (l. 03). ( ) “Essa” (l. 02). ( ) “público” (l. 04).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Embora não tenha sido o primeiro caso, a recusa de Parks em ceder o lugar para uma pessoa branca deu força para que os movimentos pelos direitos civis dos negros crescessem pelo país.
A palavra em destaque é uma conjunção subordinativa, cuja função é unir orações. Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE a classificação e a função da conjunção EMBORA:
Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais
mulheres presas no mundo
Com o aumento desproporcional, o Brasil bateu a marca das 42 mil presas, ultrapassou a Rússia - 37 mil - e assumiu a terceira posição no ranking dos países com mais mulheres atrás das grades. A lista é encabeçada por EUA - 211 mil - e China - 145 mil.
Os dados são da quinta edição do World Female Imprisonment List, levantamento global sobre mulheres presas realizado pelo ICPR - sigla em inglês para Instituto de Pesquisa em Políticas Criminal e de Justiça de Birkbeck College, Universidade de Londres, no Reino Unido.
Para comparação, considerando homens presos, o Brasil ocupa, desde 2017, a mesma terceira posição no ranking global, também atrás de EUA e China. Desde 2000, essa população aumentou 22% no globo, quase um terço do crescimento entre mulheres.
A taxa de encarceramento feminino no Brasil, que em 2000 era de 6 presas para cada 100 mil mulheres, agora é de 20, o que coloca o país em 15º lugar no ranking proporcional liderado por EUA (64), Tailândia (47), El Salvador (42), Turcomenistão (38), Brunei (36), Macau, na China, (32), Belarus (30), Uruguai (29), Ruanda (28) e Rússia (27).
Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo (msn.com). Adaptado.
Assinale a opção que contenha locução adjetiva.
Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo
Com o aumento desproporcional, o Brasil bateu a marca das 42 mil presas, ultrapassou a Rússia - 37 mil - e assumiu a terceira posição no ranking dos países com mais mulheres atrás das grades. A lista é encabeçada por EUA - 211 mil - e China - 145 mil.
Os dados são da quinta edição do World Female Imprisonment List, levantamento global sobre mulheres presas realizado pelo ICPR - sigla em inglês para Instituto de Pesquisa em Políticas Criminal e de Justiça de Birkbeck College, Universidade de Londres, no Reino Unido.
Para comparação, considerando homens presos, o Brasil ocupa, desde 2017, a mesma terceira posição no ranking global, também atrás de EUA e China. Desde 2000, essa população aumentou 22% no globo, quase um terço do crescimento entre mulheres
A taxa de encarceramento feminino no Brasil, que em 2000 era de 6 presas para cada 100 mil mulheres, agora é de 20, o que coloca o país em 15º lugar no ranking proporcional liderado por EUA (64), Tailândia (47), El Salvador (42), Turcomenistão (38), Brunei (36), Macau, na China, (32), Belarus (30), Uruguai (29), Ruanda (28) e Rússia (27).
O documento britânico compila dados prisionais de fontes oficiais e destaca tanto o fornecimento incompleto de dados pelo governo da China quanto a indisponibilidade total de informações de outros cinco países: Cuba, Etiópia, Coreia do Norte, Somália e Uzbequistão.
Os dados consideram tanto presas provisórias, aquelas que ainda não foram julgadas, quanto condenadas. No Brasil, 45% das mulheres encarceradas são presas provisórias.
Para Catherine Heard, diretora do projeto no ICPR, é preocupante o aumento de mulheres presas porque as evidências mostram que a prisão é, particularmente, prejudicial a elas. "Seus impactos adversos continuam por muito mais tempo e podem causar danos irreparáveis, não apenas às mulheres, individualmente, mas também a seus filhos."
Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no
mundo (msn.com). Adaptado.
Assinale a expressão que contenha dois substantivos.
Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no mundo
Com o aumento desproporcional, o Brasil bateu a marca das 42 mil presas, ultrapassou a Rússia - 37 mil - e assumiu a terceira posição no ranking dos países com mais mulheres atrás das grades. A lista é encabeçada por EUA - 211 mil - e China - 145 mil.
Os dados são da quinta edição do World Female Imprisonment List, levantamento global sobre mulheres presas realizado pelo ICPR - sigla em inglês para Instituto de Pesquisa em Políticas Criminal e de Justiça de Birkbeck College, Universidade de Londres, no Reino Unido.
Para comparação, considerando homens presos, o Brasil ocupa, desde 2017, a mesma terceira posição no ranking global, também atrás de EUA e China. Desde 2000, essa população aumentou 22% no globo, quase um terço do crescimento entre mulheres
A taxa de encarceramento feminino no Brasil, que em 2000 era de 6 presas para cada 100 mil mulheres, agora é de 20, o que coloca o país em 15º lugar no ranking proporcional liderado por EUA (64), Tailândia (47), El Salvador (42), Turcomenistão (38), Brunei (36), Macau, na China, (32), Belarus (30), Uruguai (29), Ruanda (28) e Rússia (27).
O documento britânico compila dados prisionais de fontes oficiais e destaca tanto o fornecimento incompleto de dados pelo governo da China quanto a indisponibilidade total de informações de outros cinco países: Cuba, Etiópia, Coreia do Norte, Somália e Uzbequistão.
Os dados consideram tanto presas provisórias, aquelas que ainda não foram julgadas, quanto condenadas. No Brasil, 45% das mulheres encarceradas são presas provisórias.
Para Catherine Heard, diretora do projeto no ICPR, é preocupante o aumento de mulheres presas porque as evidências mostram que a prisão é, particularmente, prejudicial a elas. "Seus impactos adversos continuam por muito mais tempo e podem causar danos irreparáveis, não apenas às mulheres, individualmente, mas também a seus filhos."
Brasil passa a Rússia e vira 3º país com mais mulheres presas no
mundo (msn.com). Adaptado.
Assinale a opção que contenha locução adjetiva.
No que se refere aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CG1A1-II, julgue o item a seguir.
Não haveria prejuízo do sentido original do texto caso fosse
inserida, entre vírgulas, a conjunção portanto, após “Sua
importância” (último período do segundo parágrafo).
No que se refere aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CG1A1-II, julgue o item a seguir.
O adjetivo “embriões” (terceiro período do terceiro
parágrafo) está empregado em sentido figurado, exprimindo,
no contexto, a noção semântica de “manifestação inicial”.
No que diz respeito aos sentidos e à estrutura do texto CG1A1-II, julgue os seguintes itens.
No segundo período do terceiro parágrafo, o termo “essas
experiências” refere-se a “situações de pobreza e miséria”.
No que se refere aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto CG1A1-I, julgue o item que se segue.
