Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Com relação a aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item.
No terceiro parágrafo, o adjetivo “tecnocrata” (segundo
período) qualifica o termo “pensamento político” (primeiro
período).
“Nos próximos 20, 30 ou 40 anos, os seres humanos precisam acordar e tomar as rédeas do futuro na mão, porque não apenas o futuro dos humanos está em jogo, mas o futuro de toda uma rede de vida, da biosfera.” (ℓ.3-5). As conjunções sublinhadas possuem, respectivamente, valor semântico de:

O tuíte expressa, de modo claro, o uso e
aplicabilidade de dois prefixos, “CIS” e “TRANS”.
Pela sua conceituação etimológica, podemos afirmar
que esses prefixos possuem uma relação de:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.



(Disponível em: https://climainfo.org.br/2022/11/22 – texto especialmente adaptado para esta prova).
( ) Na linha 01, a palavra ‘a’ é um artigo definido; caso fosse substituída por ‘uma’ não implicaria em qualquer erro à frase.
( ) Na linha 24, a primeira ocorrência é artigo; já, a segunda, é uma preposição.
( ) Na linha 50, a palavra ‘a’ é uma preposição.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.



(Disponível em: https://climainfo.org.br/2022/11/22 – texto especialmente adaptado para esta prova).
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.



(Disponível em: https://climainfo.org.br/2022/11/22 – texto especialmente adaptado para esta prova).
I. Nas linhas 01 e 12, a palavra ‘que’ é conjunção integrante.
II. Nas linhas 03 e 21, a palavra ‘que’ funciona como pronome relativo.
III. Nas ocorrências das linhas 43 e 49, a palavra ‘que’ poderia ser substituída, respectivamente, por ‘os quais’ e ‘a qual’, sem provocar erro aos períodos em que estão inseridas.
Quais estão corretas?
O dono do pequeno restaurante é amável, sem derrame, e a fregueses mais antigos oferece, antes do menu, o jornal do dia “facilitado”, isto é, com traços vermelhos cercando as notícias importantes. Vez por outra, indaga se a comida está boa, oferece cigarrinho, queixa-se do resfriado crônico e pergunta pelo nosso, se o temos; se não temos, por aquele regime começado em janeiro, e de que desistimos. Também pelos filmes de espionagem, que mexem com ele na alma.
Espetar a despesa não tem problema, em dia de barra pesada. Chega a descontar o cheque a ser recebido no mês que vem (“Falta só uma semana, seu Adelino”).
Além dessas delícias raras, seu Adelino faculta ao cliente dar palpites ao cozinheiro e beneficiar-se com o filé mais fresquinho, o palmito de primeira, a batata feita na hora, especialmente para os eleitos. Enfim, autêntico papo-firme.
Uma noite dessas, o movimento era pequeno, seu Adelino veio sentar-se ao lado da antiga freguesa. Era hora do jantar dele, também. O garçom estendeu-lhe o menu e esperou. Seu Adelino, calado, olhava para a lista inexpressiva dos pratos do dia. A inspiração não vinha. O garçom já tinha ido e voltado duas vezes, e nada. A freguesa resolveu colaborar:
− Que tal um fígado acebolado?
− Acabou, madame − atalhou o garçom.
− Deixe ver… Assada com coradas, está bem?
− Não, não tenho vontade disso − e seu Adelino sacudiu a cabeça.
− Bem, estou vendo aqui umas costeletas de porco com feijão-branco, farofa e arroz…
− Não é mau, mas acontece que ainda ontem comi uma carnezita de porco, e há dois dias que me servem feijão ao almoço − ponderou.
A freguesa de boa vontade virou-se para o garçom:
− Aqui no menu não tem, mas quem sabe se há um bacalhau a qualquer coisa? − pois seu Adelino (refletiu ela) é português, e como todo lusíada que se preza, há de achar isso a pedida.
Da cozinha veio a informação:
− Tem bacalhau à Gomes de Sá. Quer?
− Pode ser isso − concordou seu Adelino, sem entusiasmo.
Ao cabo de dez minutos, veio o garçom brandindo o Gomes de Sá. A freguesa olhou o prato, invejando-o, e, para estimular o apetite de seu Adelino:
− Está uma beleza!
− Não acho muito não − retorquiu, inapetente.
O prato foi servido, o azeite adicionado, e seu Adelino traçou o bacalhau, depois de lhe ser desejado bom apetite. Em silêncio.
Vendo que ele não se manifestava, sua leal conviva interpelou-o:
− Como é, está bom?
Com um risinho meio de banda, fez a crítica:
− Bom nada, madame. Isso não é bacalhau à Gomes de Sá nem aqui nem em Macau. É bacalhau com batatas. E vou lhe dizer: está mais para sem gosto do que com ele. A batata me sabe a insossa, e o bacalhau salgado em demasia, ai!
A cliente se lembrou, com saudade vera, daquele maravilhoso Gomes de Sá que se come em casa de d. Concessa. E foi detalhando:
− Lá em casa é que se prepara um legal, sabe? Muito tomate, pimentão, azeite de verdade, para fazer um molho pra lá de bom, e ainda acrescentam um ovo…
Seu Adelino emergiu da apatia, comoveu-se, os olhos brilhando, desta vez em sorriso aberto:
− Isso mesmo! Ovo cozido e ralado, azeitonas portuguesas, daquelas… Um santo, santíssimo prato!
Mas, encarando o concreto:
− Essa gente aqui não tem a ciência, não tem a ciência!
− Espera aí, seu Adelino, vamos ver no jornal se tem um bom filme de espionagem para o senhor se consolar.
Não tinha, infelizmente.
(Adaptado de: ANDRADE, Carlos Drummond de. 70 histórias. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 110-111)
Atenção: Leia a crônica para responder à questão
− Aqui no menu não tem, mas quem sabe se há um bacalhau a qualquer coisa? − pois seu Adelino (refletiu ela) é português, e como todo lusíada que se preza, há de achar isso a pedida.
Os termos sublinhados constituem, respectivamente,
Sobre a estruturação e o significado desse pensamento, assinale a observação inadequada.
No quarto período do último parágrafo, o isolamento do advérbio “gradualmente” entre vírgulas seria gramaticalmente correto.
No período acima, há quantas ocorrências de artigo definido?
No segmento acima, há quantas ocorrências de preposição?
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Em “como constata estudo recente da Fundação
Oswaldo Cruz” (linhas 27 e 28), o núcleo do sujeito da
oração é o substantivo “estudo”, por isso, caso ele
estivesse flexionado no plural, o termo “recente”, que o
modifica, e a forma verbal “constata” também deveriam
ser flexionados no plural.
Considerando a palavra “resiliência” (l. 35), analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O substantivo “resiliência” poderia ser substituído, sem prejuízo ao sentido do texto, por “suscetibilidade”.
( ) Caso a palavra se referisse a um objeto concreto, poder-se-ia tomar seu significado como “elástico”.
( ) O adjetivo formado a partir desse substantivo é invariável.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Muitas palavras em língua portuguesa são formadas com o sufixo -ada, que possui significados diferentes.
Assinale a opção em que todas as palavras mostram esse sufixo com o mesmo valor.


Eliane Brum. Dois andares abaixo do meu. In: A menina quebrada. Porto
Alegre-RS: Arquipélago Editorial, 2013 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item
A preposição “para” (linha 21) indica finalidade e poderia
ser corretamente substituída pela expressão a fim de,
sem alteração dos sentidos do texto.


Eliane Brum. Dois andares abaixo do meu. In: A menina quebrada. Porto
Alegre-RS: Arquipélago Editorial, 2013 (com adaptações).
Com relação aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item
O superlativo em “curiosíssimo” (linha 6) dá ênfase à
característica de curioso que a narradora atribui ao
velho a quem se refere no primeiro parágrafo.
“Um povo só se deixa guiar quando lhe apontam um futuro; um chefe é um comerciante de esperanças.” Napoleão Bonaparte
A respeito da estruturação do pensamento de Napoleão, assinale
a opção que se mostra adequada.




