Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q4081397 Português
Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil


As políticas públicas de incentivo às bibliotecas vêm sofrendo cortes no Brasil. Segundo especialistas da Biblioteconomia e da Educação, esses espaços promovem a divulgação segura de informações, a cultura, a formação educacional das pessoas e a preservação da memória histórica. Cada tipo de biblioteca, pública, escolar ou circulante, atende a necessidades informacionais e culturais específicas da sociedade. E é o bibliotecário que deve atuar nesses locais fornecendo orientação e mediação adequadas para as pessoas.

Dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) sugerem que o Brasil perdeu quase 800 bibliotecas públicas entre 2015 e 2020. Especialistas da biblioteconomia alegam que o número pode ser ainda maior, devido à fragilidade do SNBP, com a extinção do Ministério da Cultura e o controle pouco efetivo dos sistemas estaduais.

Segundo Cibele Araújo, professora do curso de Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o número de bibliotecas públicas brasileiras fechadas revela um desinvestimento na cultura e na educação: "As bibliotecas públicas em muitos municípios são um elo fundamental da cultura. Podem ter nessas bibliotecas ações culturais muito importantes para a formação do indivíduo, para o desenvolvimento da sua cidadania". Algumas das atividades promovidas são saraus literários, recitais, musicais e peças.

Há também falta de políticas públicas voltadas para o social, já que uma parte da população vulnerável não consegue ter fácil acesso às livrarias, nem renda para comprar livros. As bibliotecas públicas seriam um apoio a essas pessoas , bem como às que moram em municípios de difícil acesso e locomoção. A professora conta, ainda, que muitos alunos do curso de Biblioteconomia desenvolveram interesse por essa área ao ter contato com as bibliotecas públicas de suas cidades.

As bibliotecas públicas também são importantes para a memória brasileira por guardarem a literatura e a informação e história local a partir dos livros físicos e de projetos internos para contar e recitar histórias.

Para Cibele, é necessário garantir investimentos e legislações a favor de manter as bibliotecas públicas abertas, conservando seus espaços de união social e a cultura do País: "A gente tem que ter uma pauta de defesa perante os prefeitos, governadores, vereadores e deputados. Investimento na cultura não é custo, é benefício puro para ter uma sociedade mais desenvolvida."

A docente completa afirmando que é uma defesa que precisa partir de várias instâncias, pelos cursos de Biblioteconomia nas universidades, pelos conselhos profissionais e associações e federações. "Um trabalho quase de formiguinha, de fazer a defesa dessas instituições, olhando a biblioteca com uma importante instituição de informação e cultura", afirma.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2021, uma ferramenta de consulta sobre o panorama do ensino no País, infraestruturas essenciais na aprendizagem, como a biblioteca, ainda não estão presentes na maioria das escolas brasileiras. As bibliotecas escolares diferem das públicas por serem um equipamento intrinsecamente ligado à cultura e ao processo de ensino e aprendizagem por meio de recursos educativos para estudo, encontro e lazer.

Apesar da universalização das bibliotecas escolares decretada na Lei n.º 12244/10, a demora na sua efetivação preocupa o acesso a esses ambientes: "Em 2010, a gente teve que propor uma lei para exigir a existência de bibliotecas nas escolas. Isso já é uma coisa alarmante", reflete Ivete Pieruccini, professora do curso de Biblioteconomia da ECA-USP. Doze anos depois, o fechamento desses ambientes sinaliza uma falta de investimento na relação entre o aluno brasileiro e a biblioteca.

Além da quantidade, a configuração dos espaços também é tema de receio. A percepção diluída da biblioteca como uma instituição de organização, oferta e distribuição de informação não contempla a complexidade do papel cumprido por elas em contextos educativos. Segundo Ivete, no universo da comunidade escolar, as bibliotecas são responsáveis por autores dos processos de formação de pensamento da sociedade. "A responsabilidade dessas instituições não é uma responsabilidade meramente técnica. Elas têm um comprometimento social. Bibliotecas são instâncias de caráter político", comenta.

O interesse de cada população com a biblioteca determina também a abordagem das estruturas e ferramentas disponibilizadas aos sujeitos que ocupam esses espaços. A professora considera que as particularidades da sensação de pertencimento à biblioteca e à leitura devem ser interrogadas: "O que ele vai fazer com aquela leitura? Com quem ele vai conversar? Onde ele vai desenvolver ideias? Onde ele vai expandir o pensamento a partir daquela leitura?", elabora sobre o aluno que visita o ambiente.

Ao contrário de uma ótica reducionista, o papel de bibliotecas em escolas de comunidades com interesses e identidades diversificados implica repertórios locais repassados por gerações por meio da memória. "Quanto menos acesso a essa memória que está no conhecimento acumulado pela humanidade, quanto menos acesso [às bibliotecas escolares] a juventude tem, mais ela se torna desconectada do mundo que ela vive" afirma Valdir Heitor Barzotto, professor e vice-diretor da Faculdade de Educação (FE) da USP. Para ele, ao permitir o acesso a conhecimentos distantes em tempo e espaço, as bibliotecas provocam os jovens a construírem sua própria prática cotidiana.

Com o fechamento das escassas bibliotecas, a biblioteca como um espaço de acesso público, livre e gratuito é um princípio a ser defendido, na visão de Barzotto. "Não há outro espaço mais livre do que a biblioteca. A biblioteca garante que esse conhecimento seja de acesso ao público e que não vire mercadoria", reforça ele. Com o conhecimento acumulado, o jovem encontra a si mesmo na leitura e como agente na reinvenção de sua prática.

O sumiço desses espaços de educação também tem como um dos impactos a situação financeira, uma vez que, com a falta de acesso ao ambiente, o leitor vai sendo incitado a suspender ou a pagar pela prática de atividades de formação cultural. Sobre a pressuposição da qualidade ser proporcional ao preço, o professor declara: "Cada vez mais tem esse investimento do mercado em transformar um conhecimento em mercadoria e é importante fechar a biblioteca".

"Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática", conclui.
Analise o trecho a seguir retirado do texto "Desmonte das bibliotecas públicas evidencia o desinvestimento cultural e educacional no Brasil"

Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática.

A respeito desse trecho em específico, analise as afirmações a seguir:

I - Podemos afirmar que "mercadorização" é um neologismo, que significa processo pelo qual o âmbito educacional é transformado em nicho de mercado.
II - Por associação, a palavra "consumo" nesse trecho ganhou um novo significado, para além daquele mais tradicional com o qual a palavra geralmente é empregada.
III - O trecho elogia a mercadorização, pois este é o processo pelo qual o leitor, transformado em consumidor, prepara-se melhor para a sua construção de conhecimento.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4081024 Português
Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil


As políticas públicas de incentivo às bibliotecas vêm sofrendo cortes no Brasil. Segundo especialistas da Biblioteconomia e da Educação, esses espaços promovem a divulgação segura de informações, a cultura, a formação educacional das pessoas e a preservação da memória histórica. Cada tipo de biblioteca, pública, escolar ou circulante, atende a necessidades informacionais e culturais específicas da sociedade. E é o bibliotecário que deve atuar nesses locais fornecendo orientação e mediação adequadas para as pessoas.

Dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) sugerem que o Brasil perdeu quase 800 bibliotecas públicas entre 2015 e 2020. Especialistas da biblioteconomia alegam que o número pode ser ainda maior, devido à fragilidade do SNBP, com a extinção do Ministério da Cultura e o controle pouco efetivo dos sistemas estaduais.

Segundo Cibele Araújo, professora do curso de Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o número de bibliotecas públicas brasileiras fechadas revela um desinvestimento na cultura e na educação: "As bibliotecas públicas em muitos municípios são um elo fundamental da cultura. Podem ter nessas bibliotecas ações culturais muito importantes para a formação do indivíduo, para o desenvolvimento da sua cidadania". Algumas das atividades promovidas são saraus literários, recitais, musicais e peças.

Há também falta de políticas públicas voltadas para o social, já que uma parte da população vulnerável não consegue ter fácil acesso às livrarias, nem renda para comprar livros. As bibliotecas públicas seriam um apoio a essas pessoas , bem como às que moram em municípios de difícil acesso e locomoção. A professora conta, ainda, que muitos alunos do curso de Biblioteconomia desenvolveram interesse por essa área ao ter contato com as bibliotecas públicas de suas cidades.

As bibliotecas públicas também são importantes para a memória brasileira por guardarem a literatura e a informação e história local a partir dos livros físicos e de projetos internos para contar e recitar histórias.

Para Cibele, é necessário garantir investimentos e legislações a favor de manter as bibliotecas públicas abertas, conservando seus espaços de união social e a cultura do País: "A gente tem que ter uma pauta de defesa perante os prefeitos, governadores, vereadores e deputados. Investimento na cultura não é custo, é benefício puro para ter uma sociedade mais desenvolvida."

A docente completa afirmando que é uma defesa que precisa partir de várias instâncias, pelos cursos de Biblioteconomia nas universidades, pelos conselhos profissionais e associações e federações. "Um trabalho quase de formiguinha, de fazer a defesa dessas instituições, olhando a biblioteca com uma importante instituição de informação e cultura", afirma.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2021, uma ferramenta de consulta sobre o panorama do ensino no País, infraestruturas essenciais na aprendizagem, como a biblioteca, ainda não estão presentes na maioria das escolas brasileiras. As bibliotecas escolares diferem das públicas por serem um equipamento intrinsecamente ligado à cultura e ao processo de ensino e aprendizagem por meio de recursos educativos para estudo, encontro e lazer.

Apesar da universalização das bibliotecas escolares decretada na Lei n.º 12244/10, a demora na sua efetivação preocupa o acesso a esses ambientes: "Em 2010, a gente teve que propor uma lei para exigir a existência de bibliotecas nas escolas. Isso já é uma coisa alarmante", reflete Ivete Pieruccini, professora do curso de Biblioteconomia da ECA-USP. Doze anos depois, o fechamento desses ambientes sinaliza uma falta de investimento na relação entre o aluno brasileiro e a biblioteca.

Além da quantidade, a configuração dos espaços também é tema de receio. A percepção diluída da biblioteca como uma instituição de organização, oferta e distribuição de informação não contempla a complexidade do papel cumprido por elas em contextos educativos. Segundo Ivete, no universo da comunidade escolar, as bibliotecas são responsáveis por autores dos processos de formação de pensamento da sociedade. "A responsabilidade dessas instituições não é uma responsabilidade meramente técnica. Elas têm um comprometimento social. Bibliotecas são instâncias de caráter político", comenta.

O interesse de cada população com a biblioteca determina também a abordagem das estruturas e ferramentas disponibilizadas aos sujeitos que ocupam esses espaços. A professora considera que as particularidades da sensação de pertencimento à biblioteca e à leitura devem ser interrogadas: "O que ele vai fazer com aquela leitura? Com quem ele vai conversar? Onde ele vai desenvolver ideias? Onde ele vai expandir o pensamento a partir daquela leitura?", elabora sobre o aluno que visita o ambiente.

Ao contrário de uma ótica reducionista, o papel de bibliotecas em escolas de comunidades com interesses e identidades diversificados implica repertórios locais repassados por gerações por meio da memória. "Quanto menos acesso a essa memória que está no conhecimento acumulado pela humanidade, quanto menos acesso [às bibliotecas escolares] a juventude tem, mais ela se torna desconectada do mundo que ela vive" afirma Valdir Heitor Barzotto, professor e vice-diretor da Faculdade de Educação (FE) da USP. Para ele, ao permitir o acesso a conhecimentos distantes em tempo e espaço, as bibliotecas provocam os jovens a construírem sua própria prática cotidiana.

Com o fechamento das escassas bibliotecas, a biblioteca como um espaço de acesso público, livre e gratuito é um princípio a ser defendido, na visão de Barzotto. "Não há outro espaço mais livre do que a biblioteca. A biblioteca garante que esse conhecimento seja de acesso ao público e que não vire mercadoria", reforça ele. Com o conhecimento acumulado, o jovem encontra a si mesmo na leitura e como agente na reinvenção de sua prática.

O sumiço desses espaços de educação também tem como um dos impactos a situação financeira, uma vez que, com a falta de acesso ao ambiente, o leitor vai sendo incitado a suspender ou a pagar pela prática de atividades de formação cultural. Sobre a pressuposição da qualidade ser proporcional ao preço, o professor declara: "Cada vez mais tem esse investimento do mercado em transformar um conhecimento em mercadoria e é importante fechar a biblioteca".

"Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática", conclui.
Associe a segunda coluna, de acordo com a primeira, que relaciona palavras retiradas do texto "Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil" aos seus antônimos: 

Primeira coluna: Palavras do texto (1) Alarmante (2) Universalização (3) Sumiço (4) Expandir
Segunda coluna: Antônimos (__) Estreitar (__) Eclosão (__) Exclusividade (__) Tranquilizador


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas: 
Alternativas
Q4080668 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil


As políticas públicas de incentivo às bibliotecas vêm sofrendo cortes no Brasil. Segundo especialistas da Biblioteconomia e da Educação, esses espaços promovem a divulgação segura de informações, a cultura, a formação educacional das pessoas e a preservação da memória histórica. Cada tipo de biblioteca, pública, escolar ou circulante, atende a necessidades informacionais e culturais específicas da sociedade. E é o bibliotecário que deve atuar nesses locais fornecendo orientação e mediação adequadas para as pessoas.

Dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) sugerem que o Brasil perdeu quase 800 bibliotecas públicas entre 2015 e 2020. Especialistas da biblioteconomia alegam que o número pode ser ainda maior, devido à fragilidade do SNBP, com a extinção do Ministério da Cultura e o controle pouco efetivo dos sistemas estaduais.

Segundo Cibele Araújo, professora do curso de Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o número de bibliotecas públicas brasileiras fechadas revela um desinvestimento na cultura e na educação: "As bibliotecas públicas em muitos municípios são um elo fundamental da cultura. Podem ter nessas bibliotecas ações culturais muito importantes para a formação do indivíduo, para o desenvolvimento da sua cidadania". Algumas das atividades promovidas são saraus literários, recitais, musicais e peças.

Há também falta de políticas públicas voltadas para o social, já que uma parte da população vulnerável não consegue ter fácil acesso às livrarias, nem renda para comprar livros. As bibliotecas públicas seriam um apoio a essas pessoas , bem como às que moram em municípios de difícil acesso e locomoção. A professora conta, ainda, que muitos alunos do curso de Biblioteconomia desenvolveram interesse por essa área ao ter contato com as bibliotecas públicas de suas cidades.

As bibliotecas públicas também são importantes para a memória brasileira por guardarem a literatura e a informação e história local a partir dos livros físicos e de projetos internos para contar e recitar histórias.

Para Cibele, é necessário garantir investimentos e legislações a favor de manter as bibliotecas públicas abertas, conservando seus espaços de união social e a cultura do País: "A gente tem que ter uma pauta de defesa perante os prefeitos, governadores, vereadores e deputados. Investimento na cultura não é custo, é benefício puro para ter uma sociedade mais desenvolvida."

A docente completa afirmando que é uma defesa que precisa partir de várias instâncias, pelos cursos de Biblioteconomia nas universidades, pelos conselhos profissionais e associações e federações. "Um trabalho quase de formiguinha, de fazer a defesa dessas instituições, olhando a biblioteca com uma importante instituição de informação e cultura", afirma.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2021, uma ferramenta de consulta sobre o panorama do ensino no País, infraestruturas essenciais na aprendizagem, como a biblioteca, ainda não estão presentes na maioria das escolas brasileiras. As bibliotecas escolares diferem das públicas por serem um equipamento intrinsecamente ligado à cultura e ao processo de ensino e aprendizagem por meio de recursos educativos para estudo, encontro e lazer.

Apesar da universalização das bibliotecas escolares decretada na Lei n.º 12244/10, a demora na sua efetivação preocupa o acesso a esses ambientes: "Em 2010, a gente teve que propor uma lei para exigir a existência de bibliotecas nas escolas. Isso já é uma coisa alarmante", reflete Ivete Pieruccini, professora do curso de Biblioteconomia da ECA-USP. Doze anos depois, o fechamento desses ambientes sinaliza uma falta de investimento na relação entre o aluno brasileiro e a biblioteca.

Além da quantidade, a configuração dos espaços também é tema de receio. A percepção diluída da biblioteca como uma instituição de organização, oferta e distribuição de informação não contempla a complexidade do papel cumprido por elas em contextos educativos. Segundo Ivete, no universo da comunidade escolar, as bibliotecas são responsáveis por autores dos processos de formação de pensamento da sociedade. "A responsabilidade dessas instituições não é uma responsabilidade meramente técnica. Elas têm um comprometimento social. Bibliotecas são instâncias de caráter político", comenta.

O interesse de cada população com a biblioteca determina também a abordagem das estruturas e ferramentas disponibilizadas aos sujeitos que ocupam esses espaços. A professora considera que as particularidades da sensação de pertencimento à biblioteca e à leitura devem ser interrogadas: "O que ele vai fazer com aquela leitura? Com quem ele vai conversar? Onde ele vai desenvolver ideias? Onde ele vai expandir o pensamento a partir daquela leitura?", elabora sobre o aluno que visita o ambiente.

Ao contrário de uma ótica reducionista, o papel de bibliotecas em escolas de comunidades com interesses e identidades diversificados implica repertórios locais repassados por gerações por meio da memória. "Quanto menos acesso a essa memória que está no conhecimento acumulado pela humanidade, quanto menos acesso [às bibliotecas escolares] a juventude tem, mais ela se torna desconectada do mundo que ela vive" afirma Valdir Heitor Barzotto, professor e vice-diretor da Faculdade de Educação (FE) da USP. Para ele, ao permitir o acesso a conhecimentos distantes em tempo e espaço, as bibliotecas provocam os jovens a construírem sua própria prática cotidiana.

Com o fechamento das escassas bibliotecas, a biblioteca como um espaço de acesso público, livre e gratuito é um princípio a ser defendido, na visão de Barzotto. "Não há outro espaço mais livre do que a biblioteca. A biblioteca garante que esse conhecimento seja de acesso ao público e que não vire mercadoria", reforça ele. Com o conhecimento acumulado, o jovem encontra a si mesmo na leitura e como agente na reinvenção de sua prática.

O sumiço desses espaços de educação também tem como um dos impactos a situação financeira, uma vez que, com a falta de acesso ao ambiente, o leitor vai sendo incitado a suspender ou a pagar pela prática de atividades de formação cultural. Sobre a pressuposição da qualidade ser proporcional ao preço, o professor declara: "Cada vez mais tem esse investimento do mercado em transformar um conhecimento em mercadoria e é importante fechar a biblioteca".

"Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática", conclui.
Associe a segunda coluna, de acordo com a primeira, que relaciona palavras retiradas do texto "Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil" aos seus antônimos:

Primeira coluna: Palavras do texto

(1) Alarmante
(2) Universalização
(3) Sumiço
(4) Expandir

Segunda coluna: Antônimos
(__) Estreitar
(__) Eclosão
(__) Exclusividade
(__) Tranquilizador

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4080635 Português
Desmonte das bibliotecas públicas no Brasil


As políticas públicas de incentivo às bibliotecas vêm sofrendo cortes no Brasil. Segundo especialistas da Biblioteconomia e da Educação, esses espaços promovem a divulgação segura de informações, a cultura, a formação educacional das pessoas e a preservação da memória histórica. Cada tipo de biblioteca, pública, escolar ou circulante, atende a necessidades informacionais e culturais específicas da sociedade. E é o bibliotecário que deve atuar nesses locais fornecendo orientação e mediação adequadas para as pessoas.

Dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) sugerem que o Brasil perdeu quase 800 bibliotecas públicas entre 2015 e 2020. Especialistas da biblioteconomia alegam que o número pode ser ainda maior, devido à fragilidade do SNBP, com a extinção do Ministério da Cultura e o controle pouco efetivo dos sistemas estaduais.

Segundo Cibele Araújo, professora do curso de Biblioteconomia da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o número de bibliotecas públicas brasileiras fechadas revela um desinvestimento na cultura e na educação: "As bibliotecas públicas em muitos municípios são um elo fundamental da cultura. Podem ter nessas bibliotecas ações culturais muito importantes para a formação do indivíduo, para o desenvolvimento da sua cidadania". Algumas das atividades promovidas são saraus literários, recitais, musicais e peças.

Há também falta de políticas públicas voltadas para o social, já que uma parte da população vulnerável não consegue ter fácil acesso às livrarias, nem renda para comprar livros. As bibliotecas públicas seriam um apoio a essas pessoas , bem como às que moram em municípios de difícil acesso e locomoção. A professora conta, ainda, que muitos alunos do curso de Biblioteconomia desenvolveram interesse por essa área ao ter contato com as bibliotecas públicas de suas cidades.

As bibliotecas públicas também são importantes para a memória brasileira por guardarem a literatura e a informação e história local a partir dos livros físicos e de projetos internos para contar e recitar histórias.

Para Cibele, é necessário garantir investimentos e legislações a favor de manter as bibliotecas públicas abertas, conservando seus espaços de união social e a cultura do País: "A gente tem que ter uma pauta de defesa perante os prefeitos, governadores, vereadores e deputados. Investimento na cultura não é custo, é benefício puro para ter uma sociedade mais desenvolvida."

A docente completa afirmando que é uma defesa que precisa partir de várias instâncias, pelos cursos de Biblioteconomia nas universidades, pelos conselhos profissionais e associações e federações. "Um trabalho quase de formiguinha, de fazer a defesa dessas instituições, olhando a biblioteca com uma importante instituição de informação e cultura", afirma.

De acordo com o Anuário Brasileiro de Educação Básica de 2021, uma ferramenta de consulta sobre o panorama do ensino no País, infraestruturas essenciais na aprendizagem, como a biblioteca, ainda não estão presentes na maioria das escolas brasileiras. As bibliotecas escolares diferem das públicas por serem um equipamento intrinsecamente ligado à cultura e ao processo de ensino e aprendizagem por meio de recursos educativos para estudo, encontro e lazer.

Apesar da universalização das bibliotecas escolares decretada na Lei n.º 12244/10, a demora na sua efetivação preocupa o acesso a esses ambientes: "Em 2010, a gente teve que propor uma lei para exigir a existência de bibliotecas nas escolas. Isso já é uma coisa alarmante", reflete Ivete Pieruccini, professora do curso de Biblioteconomia da ECA-USP. Doze anos depois, o fechamento desses ambientes sinaliza uma falta de investimento na relação entre o aluno brasileiro e a biblioteca.

Além da quantidade, a configuração dos espaços também é tema de receio. A percepção diluída da biblioteca como uma instituição de organização, oferta e distribuição de informação não contempla a complexidade do papel cumprido por elas em contextos educativos. Segundo Ivete, no universo da comunidade escolar, as bibliotecas são responsáveis por autores dos processos de formação de pensamento da sociedade. "A responsabilidade dessas instituições não é uma responsabilidade meramente técnica. Elas têm um comprometimento social. Bibliotecas são instâncias de caráter político", comenta.

O interesse de cada população com a biblioteca determina também a abordagem das estruturas e ferramentas disponibilizadas aos sujeitos que ocupam esses espaços. A professora considera que as particularidades da sensação de pertencimento à biblioteca e à leitura devem ser interrogadas: "O que ele vai fazer com aquela leitura? Com quem ele vai conversar? Onde ele vai desenvolver ideias? Onde ele vai expandir o pensamento a partir daquela leitura?", elabora sobre o aluno que visita o ambiente.

Ao contrário de uma ótica reducionista, o papel de bibliotecas em escolas de comunidades com interesses e identidades diversificados implica repertórios locais repassados por gerações por meio da memória. "Quanto menos acesso a essa memória que está no conhecimento acumulado pela humanidade, quanto menos acesso [às bibliotecas escolares] a juventude tem, mais ela se torna desconectada do mundo que ela vive" afirma Valdir Heitor Barzotto, professor e vice-diretor da Faculdade de Educação (FE) da USP. Para ele, ao permitir o acesso a conhecimentos distantes em tempo e espaço, as bibliotecas provocam os jovens a construírem sua própria prática cotidiana.

Com o fechamento das escassas bibliotecas, a biblioteca como um espaço de acesso público, livre e gratuito é um princípio a ser defendido, na visão de Barzotto. "Não há outro espaço mais livre do que a biblioteca. A biblioteca garante que esse conhecimento seja de acesso ao público e que não vire mercadoria", reforça ele. Com o conhecimento acumulado, o jovem encontra a si mesmo na leitura e como agente na reinvenção de sua prática.

O sumiço desses espaços de educação também tem como um dos impactos a situação financeira, uma vez que, com a falta de acesso ao ambiente, o leitor vai sendo incitado a suspender ou a pagar pela prática de atividades de formação cultural. Sobre a pressuposição da qualidade ser proporcional ao preço, o professor declara: "Cada vez mais tem esse investimento do mercado em transformar um conhecimento em mercadoria e é importante fechar a biblioteca".

"Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática", conclui.
Analise o trecho a seguir retirado do texto "Desmonte das bibliotecas públicas evidencia o desinvestimento cultural e educacional no Brasil"

Essa 'mercadorização' do conhecimento, a transformação do conhecimento em objeto de consumo mediante pagamento, faz com que o leitor, agora transformado em consumidor, não se sinta mais desafiado a entender a dimensão de uma unidade que está nele, de se comprometer em deixar um conhecimento mais avançado para as gerações que virão, a produção de novos conhecimentos ou de uma transformação da sua própria prática.

A respeito desse trecho em específico, analise as afirmações a seguir:

I - Podemos afirmar que "mercadorização" é um neologismo, que significa processo pelo qual o âmbito educacional é transformado em nicho de mercado.
II - Por associação, a palavra "consumo" nesse trecho ganhou um novo significado, para além daquele mais tradicional com o qual a palavra geralmente é empregada.
III - O trecho elogia a mercadorização, pois este é o processo pelo qual o leitor, transformado em consumidor, prepara-se melhor para a sua construção de conhecimento.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4080465 Português
Assinale a alternativa em que a palavra foi formada pelo processo de derivação regressiva:
Alternativas
Q4080250 Português

O aumentativo de rapaz é: 

Alternativas
Q4080249 Português

Entre as alternativas abaixo, assinale a que apresenta somente substantivos:


Alternativas
Q4080148 Português

Analise o fragmento a seguir: Os jovens gritaram bastante durante o show. 


Em relação as classes de palavras, o vocábulo bastante classifica-se como:

Alternativas
Q4080075 Português

A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.



Dona Colô


Manuela Cantuária*



Tamanho o desespero da neta quando encontra a avó, no auge de seus 82 anos, no alto de uma escada, buscando uma caixa no armário. As duas haviam acabado de chegar de uma consulta médica com uma bomba-relógio dentro de um envelope. O diagnóstico de Alzheimer de Colotildes de Jesus.


A neta oferece ajuda, mas a avó insiste que ainda sabe se virar sozinha. Abre a caixa com um vestido de noiva embolorado. Sob o olhar desconfiado da jovem de 20 e poucos anos, rasga o vestido num rompante. Meu casamento foi o dia mais feliz da minha vida, diz Dona Colô.


Dona Colô gostava de costurar. Costurou seu vestido de noiva por meses. E agora o transformava em retalhos para fazer uma colcha. Uma colcha de memórias que ela decidiu costurar para não esquecer de si mesma.


O segundo dia mais feliz da vida de Colotildes foi quando enterrou seu marido. Ele morreu rápido. E se viu, finalmente, livre. Usou sua toalha de mesa favorita para receber seus familiares, com uma estampa de passarinhos. Mais um retalho, enquadrando a mancha de vinho deixada por sua cunhada, que, segundo ela, também era um pudim de cachaça, mas boa gente.


Os primeiros desenhos da neta também viraram retalhos alegres. Ela, apesar de jovem, já despontava como artista plástica, o que era um grande motivo de orgulho para sua avó, dona de casa.


A cortina do quarto agora tinha um buraco em forma de retalho. O vestido do batizado de um bebê despedaçado sobre a mesa. Fantasias de Carnaval, panos de prato com os dias da semana bordados, a bandeira do Bangu Atlético Clube.


A neta desabotoa sua camisa xadrez preferida para que sua avó meta-lhe a tesoura. O som da máquina de costura se tornou a sua música favorita. A trilha sonora de uma vida inteira.


O tempo era marcado pela mesma pergunta: você viu minha agulha? A neta escutava pensativa. E, pacientemente, ajudava Colotildes a recuperar o inquieto fio da meada. Até que veio a noite escura, e ela pode cobrir sua avó de memórias.



* Roteirista e escritora, faz parte da equipe do canal Porta dos Fundos. Folha de São Paulo, 16 maio 2022. Adaptado.

Segundo Cegalla (2010, p. 129), “As palavras da mesma classe têm características comuns e, quando ordenadas em frases cabe, a cada uma, determinada função sintática”.



TEXTO I


“A neta escutava pensativa.”



TEXTO II



Imagem associada para resolução da questão



Considerando-se o que afirma o gramático e após a leitura dos dois textos, preencha as lacunas.



Os substantivos “neta” (Texto I) e _____________ (Texto II, 1º balão) designam seres, admitem flexões de _____________ e de _____________ e funcionam como _____________ da oração.



A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é

Alternativas
Q4080016 Português
Em todas as frases a seguir a palavra destacada classifica-se como adjetivo, EXCETO:
Alternativas
Q4079670 Português
Considerando os processos de formação das palavras, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4078984 Português

Leia a tirinha e responda a questão. 

No trecho “Nossa! Ele fala tudo errado!”, o termo NOSSA! é: 
Alternativas
Q4078852 Português
Leia o texto que segue e observe a palavra destacada:

Em alto-mar
À noite, dentro do barco, o capitão gritou:
- Subam as velas!
Os que estavam na parte de baixo do barco ficaram sem luz.

Marque a alternativa que apresenta o fenômeno linguístico observado neste texto:
Alternativas
Q4078832 Português
A palavra anoitecer é formada pelo seguinte processo de formação de palavras: 
Alternativas
Q4078829 Português
Moto, foto, cine, fono, pneu e micro são exemplos de:
Alternativas
Q4078792 Português
O pandemônio que vem por aí


Sérgio Rodrigues*

Pode ser um daqueles truques que a memória nos prega, mas me lembro que, na bolha da minha infância mineira, a palavra "pandemônio" tinha ampla circulação.

Não é que o mundo que eu habitava fosse especialmente confuso ou cacofônico. Comparado ao de hoje, tinha uma simplicidade de três acordes da “Jovem Guarda” ‒ que, aliás, lhe providenciava a maior parte da trilha sonora.

O que acontecia era que, nas asas eternas da hipérbole, do exagero, do drama, o pandemônio era invocado para qualificar desordens mínimas. Por exemplo, a de um quarto de criança com dois gibis do Pato Donald, três carrinhos Matchbox e um pé de Kichute largados no chão.

Só muitos anos depois aprendi que o pandemônio, termo tão corriqueiro, tinha uma origem não apenas literária, mas enraizada na alta cultura. Era um termo erudito, eruditíssimo, que havia caído na vida. Como?

Não é tão simples desvendar esse como porque rola no mundo dos vocábulos uma clara tendência ao pandemônio. O que podemos fazer no caso é reconstituir com relativa segurança a fonte primária da palavra – e isso não é pouco.

Os etimologistas, que não gostam muito de concordar uns com os outros, concordam que se trata de um neologismo culto, um termo inventado pelo poeta inglês John Milton (1608-1674) em sua obra-prima "Paraíso Perdido". Esse longo poema épico de inspiração religiosa, lançado em 1667, tem entre seus personagens Adão, Eva, Deus e Satã. Pandemonium vem a ser o local de trabalho deste último: o palácio,  o quartel-general onde labutam o “Rabudo” e seus demônios subordinados.

O nome traduzia justamente esse coletivo. Milton o criou juntando dois elementos gregos: "pan" (todos) e "daimónion" (demônios), este após tabelinha com o latim "daemonium". Ou seja, o Pandemonium era o local onde se reunia a diabada toda.

Sobre a bem-sucedida carreira do pandemônio na linguagem comum há pistas esparsas. O dicionário etimológico de Douglas Harper registra, para o inglês, o surgimento do sentido expandido ‒ e já atenuado, pois não diabólico ‒ de "lugar de balbúrdia e desordem" cerca de um século após a publicação de "Paraíso Perdido".

Daí até o pandemônio chegar ao meu quarto infantil bagunçado foi preciso fazer uma escala em 1877, ano do primeiro registro do vocábulo em português, no dicionário Morais.

Hoje o Houaiss tem como uma das acepções da palavra uma fórmula domesticada e próxima do sentido em que a conheci: "mistura caótica de pessoas ou coisas; confusão".

Desconfio que o pandemônio já não ocupe posição tão privilegiada na linguagem familiar brasileira. Desde aquele tempo a sensação de desordem cresceu, e com ela o número de palavras encarregadas de traduzi-la. Da chula zona ao científico caos, do cômico furdunço ao popular angu de caroço, não faltam rivais para dividir as preferências do público e desafiar a autoridade vocabular do pandemônio.

Um dos sentidos de pandemônio no Houaiss ‒ "associação de pessoas para praticar o mal ou promover desordens e balbúrdias" ‒ sugere que pode estar na hora de tirá-lo da gaveta.

* Escritor e jornalista.

Folha de São Paulo, 11 de maio de 2022. Adaptado.
Acerca dos recursos de construção textual, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a seguinte passagem transcrita do texto.

“Só muitos anos depois aprendi que o pandemônio, termo tão corriqueiro, tinha uma origem não apenas literária, mas enraizada na alta cultura. Era um termo erudito, eruditíssimo, que havia caído na vida. Como? Não é tão simples desvendar esse como porque rola no mundo dos vocábulos uma clara tendência ao pandemônio. O que podemos fazer no caso é reconstituir com relativa segurança a fonte primária da palavra – e isso não é pouco”.


( ) Os dois termos em destaque pertencem à mesma classe gramatical.
( ) No primeiro período, as vírgulas foram usadas para separar o aposto.
( ) “Pandemônio” e “primária” são acentuadas por terminarem em ditongo crescente.
( ) “Eruditíssimo” está flexionado em grau para intensificar a qualidade do substantivo.
( ) No último período, segundo a norma-padrão, a crase é de rigor em “à fonte primária”.


De acordo com as afirmações, a sequência correta é  
Alternativas
Q4078718 Português
Sobre o neologismo, todas as alternativas estão corretas, EXCETO:
Alternativas
Q4078717 Português
Sobre processos de formação de palavras, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Respostas
14001: E
14002: C
14003: C
14004: B
14005: A
14006: C
14007: A
14008: A
14009: B
14010: A
14011: C
14012: A
14013: D
14014: A
14015: A
14016: C
14017: A
14018: D
14019: B
14020: D