Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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Leia a charge a seguir.

Em relação ao processo de formação de palavras, no segundo balão há:
Texto II
O capítulo da adolescência
A vida é um livro, e a adolescência é seu capítulo mais confuso. É como uma aberração caótica, indefinida e aleatória. Cada palavra possui fontes diferentes, textos se erguem como arranha-céus, de gêneros que variam do drama ao romance, e de suspense ao terror. Um criptograma dotado de uma urgência a ser desvendado. Páginas são folheadas, repletas de incertezas, o futuro é composto de folhas em branco. Mas com o passar do tempo, com o amadurecer da história, conseguimos encontrar um pouco de ordem no caos. Finalmente entendemos que o criptograma não é tão urgente, descobrir-se necessita de tempo, um tempo interior e próprio. E, por fim, a conclusão, se as páginas estão em branco, somente nós seremos capazes de contar essa história, descrever quem verdadeiramente somos, cheios de angústias e infelicidades, mas também repletos de serenidades e felicidades, as contradições que nunca nos abandonarão.
Arthur de Paula Souza (Produção de aluno do 1o ano do EM)
Leia os trechos a seguir para responder a questão.
I. Mas com o passar do tempo, com o amadurecer da história, conseguimos encontrar um pouco de ordem no caos.
II. (.. ) mas também repletos de serenidades e felicidades,
Os modalizadores destacados exprimem respectivamente:
As meninas eram _______________.
Em relação à flexão dos substantivos, analisar os itens abaixo:
I. “Guaraná” é um substantivo masculino.
II. “Diadema” é um substantivo feminino.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Arqueólogos descobrem estaleiro viking que desafia teorias anteriores sobre atividades navais
Arqueólogos descobriram que a cidade de Birka, na Suécia, abrigou um porto viking. A descoberta, comandada por cientistas da Universidade de Estocolmo, mudou a visão que os historiadores tinham sobre a capacidade naval e o desenvolvimento das atividades marítimas dos antigos povos germânicos que habitavam a Escandinávia.
A descoberta revela grande capacidade comercial dos vikings e o local fica a 30 quilômetros da capital sueca, Estocolmo.
O leito das águas abrigava uma série de equipamentos e ferramentas avançadas de navegação e construção, o que indica que o local era um verdadeiro estaleiro. Além disso, através da análise dos leitos, os pesquisadores conseguiram mapear rotas e estabelecer uma dimensão para o porto, cuja idade é estimada entre 1300 e 1000 anos.
"Um sítio como este nunca foi encontrado antes, é o primeiro de seu tipo, mas as descobertas mostram, de forma convincente, que era um estaleiro", diz Sven Isaksson, professor de ciências arqueológicas da Universidade de Estocolmo e líder do projeto.
"Os achados de artefatos da área mostram com grande clareza que é aqui que as pessoas construíam seus navios", acrescentou.
Como se sabe, os vikings viajaram para diversas regiões do planeta, e existem registros de sua chegada às Américas muito antes dos portugueses, com um intercâmbio cultural com os povos originários.
A partir da investigação de Birka, os cientistas poderão explorar, com mais profundidade, o trabalho destes homens e mulheres, longe da mitologia e perto da realidade material dos fatos.
Birka era uma fortificação já conhecida pelos pesquisadores, mas o porto em suas águas indica que ela também poderia abrigar outros povos que vinham de fora das aldeias vikings.
"Alguém poderia atracar em qualquer lugar, ou importava se estava dentro ou fora da muralha da cidade? Há muito o que refletir aqui. Mas para nós, a investigação não termina com o trabalho de campo, continuamos no laboratório. Ao usar técnicas analíticas laboratoriais, obtemos mais informações do material de origem fragmentado do que seria possível", diz Isaksson.
(Disponível em: Arqueólogos descobrem estaleiro viking que desafia teorias anteriores
sobre atividades navais (msn.com). Adaptado.)
Assinale a opção que contenha, respectivamente: pronome, conjunção, preposição.
Considerando a tipologia do texto, as ideias nele expressas e seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O vocábulo “afetada” (linha 18), empregado no
período como adjetivo, refere-se a “a indústria
brasileira” (linhas 18 e 19).
Letra de médico
Na farmácia, presencio uma cena curiosa, mas não rara: balconista e cliente tentam, inutilmente, decifrar o nome de um medicamento na receita médica. Depois de várias hipóteses acabam desistindo. O resignado senhor que porta a receita diz que vai telefonar ao seu médico e voltará mais tarde. "Letra de doutor", suspira o balconista, com compreensível resignação. Letra de médico já se tornou sinônimo de hieróglifo, de coisa indecifrável.
Um fato tanto mais intrigante quando se considera que os médicos, afinal, passaram pelas mesmas escolas que outros profissionais liberais. Exercício da caligrafia é uma coisa que saiu de moda, mas todo aluno sabe que precisa escrever legivelmente, quando mais não seja, para conquistar a boa vontade dos professores. A letra dos médicos, portanto, é produto de uma evolução, de uma transformação. Mas que fatores estariam em jogo atrás dessa transformação?
Que eu saiba, o assunto ainda não foi objeto de uma tese de doutorado, mas podemos tentar algumas explicações. A primeira, mais óbvia (e mais ressentida), atribui os garranchos médicos a um mecanismo de poder. Doutor não precisa se fazer entender: são os outros, os seres humanos comuns, que precisam se familiarizar com a caligrafia médica. Quando os doutores se tornarem mais humildes, sua letra ficará mais legível.
Pode ser isso, mas acho que não é só isso. Há outros componentes: a urgência, por exemplo. Um doutor que atende dezenas de pacientes num movimentado ambulatório de hospital não pode mesmo caprichar na letra. Receita é uma coisa que ele precisa fornecer - nenhum paciente se considerará atendido se não levar uma receita. A receita satisfaz a voracidade de nossa cultura pelo remédio, e está envolta numa aura mística: é como se o doutor, através dela, acompanhasse o paciente. Mágica ou não, a receita é, muitas vezes, fornecida às pressas; daí a ilegibilidade.
Há um terceiro aspecto, mais obscuro e delicado. É a relação ambivalente do médico com aquilo que ele receita - a sua dúvida quanto à eficácia (para o paciente, indiscutível) dos medicamentos. Uma dúvida que cresce com o tempo, mas que é sinal de sabedoria. Os velhos doutores sabem que a luta contra a doença não se apoia em certezas, mas sim em tentativas: "dans la médicine comme dans l'amour, ni jamais, ni toujours", diziam os respeitados clínicos franceses: na medicina e no amor, "sempre" e "nunca" são palavras proibidas. Daí a dúvida, daí a ansiedade da dúvida, da qual o doutor se livra pela escrita rápida. E pouco legível.
[...]
SCLIAR, Moacyr. A face oculta ? inusitadas e reveladoras histórias da medicina. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2001. [adaptado]
"[...] balconista e cliente tentam, inutilmente, decifrar o nome de um medicamento na receita médica."
As palavras destacadas no trecho anterior são classificadas, no seu contexto de uso, respectivamente como:
Texto CB1A1-II
A Amazônia vive uma situação de distorção e desequilíbrio em relação ao restante do Brasil. Por meio de suas usinas hidrelétricas, a região gera a importante fatia de 26% da energia elétrica consumida em todo o território nacional, mas, na Amazônia Legal, há 1 milhão de pessoas que não podem contar com luz — o fornecimento de energia ocorre em apenas algumas horas do dia, por meio de geradores. Outros 3 milhões de habitantes da região estão fora do Sistema Interligado Nacional (SIN), que coordena e controla a produção e transmissão de energia elétrica e conecta usinas e consumidores. O fornecimento de energia a essa população é feito por usinas termelétricas a óleo diesel.
Amanda Schutze, coordenadora de avaliação de política pública da Climate Policy Initiative, organização focada em políticas ambientais e mudança climática, considera o SIN “magnífico” porque garante luz para o consumidor final ao gerenciar o transporte de eletricidade de um ponto com condições de ceder energia a outro que, por exemplo, enfrente problemas de racionamento em decorrência de períodos de seca.
Ao mesmo tempo, o sistema apresenta, na Amazônia Legal, uma grave distorção, visto que populações que vivem próximo de usinas hidrelétricas da região “não estão usufruindo dessa geração de energia, mas pessoas, como nós, no Sudeste, sim. Esta é uma caracterização de dois diferentes Brasis”, afirma a coordenadora.
O Projeto de Lei n.º 4.248/2020 estabelece o prazo de até o ano de 2025 para a universalização da energia elétrica nas regiões remotas da Amazônia. O texto do projeto, que está na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e Amazônia, recebeu parecer favorável do relator da comissão. Ainda não foi feita a votação.
Internet:<www.bbc.com>
Assinale a opção que contenha um artigo, uma preposição e um pronome respectivamente.
Assinale a opção que contenha um substantivo e um adjetivo respectivamente.
Assinale a opção CORRETA.
Assinale a opção que contenha um pronome e um artigo respectivamente.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bilionários
Fernando Schüler
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bilionários
Fernando Schüler
Segundo ele, toda vez que Musk fica mais rico ... (1º parágrafo)
...se algum guloso pega um naco muito grande para si ... (1º parágrafo)
Há os que ganham pelo casamento, como a ex-mulher de Bezos ... (3º parágrafo)
As conjunções destacadas expressam, correta e respectivamente, relações de sentido de
Leia o texto, para responder à questão.
O animal satisfeito dorme
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O sofrimento dos brasileiros com os planos de saúde
"Pouca saúde e muita saúva os males do Brasil são". Uma das frases mais famosas da literatura brasileira contida no livro Macunaíma, de Mário de Andrade, serve como ponto de reflexão sobre um dos temas problemáticos do país, a saúde de seus cidadãos. Desta vez, o que chama atenção e é motivo de preocupação de mais de oito milhões de pessoas é a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), alterando o rol de cobertura obrigatória das operadoras de saúde. A Corte resolveu que, a partir de agora, a lista que cobre financeiramente procedimentos cirúrgicos, terapias, medicamentos, entre outras atividades ao segurado enfermo é taxativa. Ou seja, os planos de saúde, que antes eram obrigados pela Justiça a pagar a conta em caso de haver a necessidade de o consumidor ter de passar por novos procedimentos, ficam respaldados a negar tratamentos e remédios. Segundo a deliberação, as empresas não precisam mais arcar com os custos de quaisquer tratamentos fora do rol oficial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mesmo que haja sentenças nesse sentido.
Na verdade, o que fez o STJ foi jogar um banho de água fria sobre os consumidores, já que o próprio Poder Judiciário havia reconhecido, por meio de diversas decisões, que o rol se tratava de algo exemplificativo, que, dependendo da situação, deveria incluir outros procedimentos. Em resumo, os 3.300 procedimentos, que já constam na lista como despesas obrigatórias para os convênios, tornam-se uma camisa de força para quem precisa de alguma nova terapia com rapidez. Pessoas que estão em tratamento podem ter suas terapias sumariamente interrompidas. Dinâmica como é a área da medicina, inovações surgem de forma constante. "A decisão é ruim. Agora, as pessoas terão que pagar por fora por tratamentos inovadores", diz Renata Abalém, especialista em direito do consumidor e integrante da Comissão de Direito do Consumidor da OAB-SP. Ela tem razão. "Atualmente, há adultos diagnosticados com autismo, e com isso, surgem necessidades diferentes", diz.
(Disponível em: O sofrimento dos brasileiros com os planos de saúde (msn.com).
Adaptado.)
Assinale a opção que contenha um adjetivo e um substantivo, respectivamente.
Assinale a opção que contenha, apenas, substantivos e adjetivos respectivamente.
Explica-se o acento indicativo de crase na expressão 'às vezes' por ser uma:

