Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3962563 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


No período “Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo.”, a conjunção “porque” poderia ser substituída, sem prejuízo para a coerência entre as ideias e a correção gramatical, por pois.
Alternativas
Q3962560 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


Na frase “Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro.”, a conjunção “seja” exprime adição de ideias. 
Alternativas
Q3962558 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


Na sentença “Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.”, a conjunção “Quando” pode ser tanto temporal quanto condicional. 
Alternativas
Q3962345 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


Internet: <brickup.app> (com adaptações).

A palavra “estima” pode ser empregada ora como substantivo, ora como verbo. Assim sendo, no trecho “Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões”, ela foi empregada como verbo.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Caxambu do Sul - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Advogado - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Agente de Contratação - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Agente de Controle Interno - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Analista Fiscal - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Analista Jurídico - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Assistente Social - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Contador - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Enfermeiro - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Engenheiro Agrônomo - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Farmacêutico - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Fisioterapeuta - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Médico ESF - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Médico Veterinário - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Nutricionista - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Odontólogo - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Psicólogo - Edital nº 2 |
Q3962171 Português
Texto 1


Leia com atenção o texto abaixo:


Brasil registrou 44 mortes por câncer de próstata por dia em 2021


Durante o Novembro Azul, Sociedade Brasileira de Urologia alerta sobre a importância do cuidado global com a saúde masculina

Medo de descobrir alguma doença e achar que nunca vai adoecer estão entre as principais razões para o homem se esquivar de ir ao médico. E isso se reflete nas estatísticas: em média, eles vivem 7,5 anos a menos que as mulheres. Para mudar esse cenário e incentivar o cuidado com a saúde de uma forma global, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza mais uma edição da campanha Novembro Azul, que este ano traz a mensagem: “Saúde também é papo de homem”.

Ao longo do mês, o conteúdo das redes sociais do Portal da Urologia será voltado para a saúde masculina e haverá lives com médicos de diversas especialidades.

“Nosso objetivo é conscientizar os homens sobre a necessidade dos cuidados com a própria saúde de forma rotineira, e não somente quando aparece algum problema. Além da divulgação dos hábitos para se ter uma vida saudável, também informamos que muitas doenças, em sua fase inicial, são totalmente assintomáticas, mas que podem ser diagnosticadas e tratadas mais facilmente com exames periódicos de check-up. O câncer da próstata é o melhor exemplo disso”, alerta o presidente da SBU, Dr. Alfredo Félix Canalini.

Dados do Sistema de Informação Ambulatorial do Ministério da Saúde mostram que, somente este ano, foram registrados mais de 1,2 milhão de atendimentos femininos por ginecologistas, contra 200 mil atendimentos de homens pelo urologista.

[…]


Fonte: https://portaldaurologia.org.br/novidades/noticias/ brasil-registrou-44-mortes-por-cancer-de-prostata-por-dia-em-2021
Após reler com atenção o trecho do Texto 1:

“A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza mais uma edição da campanha Novembro Azul.”

Assinale a alternativa que classifica corretamente a palavra “mais”, considerando seu valor morfológico no contexto.
Alternativas
Q3961874 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada possui o sentido de finalidade.
Alternativas
Q3961872 Português
Imagem associada para resolução da questão


ARIONAURO. Celular obsolescência programada. Disponível em <http://www.arionaurocartuns.com.br/search/label/celular >.


Na fala do personagem da charge acima, as palavras “já” e “aqui” apresentam, na mesma ordem, os sentidos de:
Alternativas
Q3961871 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada, de origem verbal, dá nome a uma ação, assumindo função substantiva.
Alternativas
Q3961869 Português
Assinale a alternativa cuja lacuna só pode ser preenchida corretamente com “a”. 
Alternativas
Q3961866 Português
O velho mestre


jovem acabou seus ensinamentos espirituais e queria discípulos para ensinar. Não conseguiu ninguém na sua cidade e foi para outro lugar. Só que essa nova cidade já tinha um velho e sábio mestre.

O rapaz teve uma ideia. Pegou um pequeno passarinho e o prendeu na mão. Foi até o velho mestre e perguntou:

– Meu senhor, quero tirar uma dúvida: tenho nessa mão um passarinho. Ele está vivo ou morto? Onde está a verdade?

Se o mestre respondesse que a ave estava morta, o rapaz abriria a mão e deixaria o passarinho voar. E se o mestre dissesse que estava vivo, o jovem apertaria a mão e o esmagaria. Dessa forma o velho mestre ficaria desmoralizado diante de seus discípulos. O velho sábio olhou para o rapaz e disse com um leve sorriso:

– Meu jovem, essa verdade depende só de você. 


PESSÔA, Augusto (Adapt.). O velho mestre. Contos de
sabedoria. Disponível em
<https://www.augustopessoa.com/contos-de-sabedoria>. 
Entre as expressões empregadas no texto, assinale aquela que apresenta mudança de sentido geral com a inversão dos termos entre si. 
Alternativas
Q3961794 Português

Texto 1A1

 

Nestes 500 anos de história, quais são as figuras que personificam o nosso país, que sintetizam, por suas qualidades e seus defeitos, suas grandezas e suas misérias, a trajetória do Brasil? Nomes não nos faltam: Tiradentes, o Aleijadinho, Pelé, Chiquinha Gonzaga, Lampião, Antônio Conselheiro, Oswaldo Cruz, Villa Lobos, Gilberto Freyre, Monteiro Lobato, Getúlio Vargas, Henfil… A vida de cada um deles contém, em miniatura, aqueles traços que, no dizer do antropólogo Roberto da Matta, fazem do Brasil o Brasil: o talento, a astúcia, a violência, a ternura, o humor, a imaginação, a vocação trágica. Mas eu, particularmente, quando penso em Brasil, penso numa outra pessoa. Uma mulher de quem nem sei o nome e que vi uma única vez.

Eu era responsável pelo posto de saúde da prefeitura na Lomba do Pinheiro numa época em que aquela era uma região isolada da cidade, de difícil acesso. Uma tarde, eu já estava saindo, quando de repente me surge essa mulher, moça ainda, mas de face devastada pela miséria, pelo sofrimento. Trazia nos braços o filho, para consultar. E, para trazer este filho, ela tinha caminhado doze quilômetros. Doze quilômetros com uma criança nos braços.

O que faz do Brasil o Brasil? Pernas como as daquela mulher, pernas que caminham incansáveis. Braços como os daquela mulher, que seguram, sem se fatigar, um filho, dois filhos, muitos filhos. O que faz do Brasil o Brasil é a coragem, a determinação, a resignação. Cada vez que alguém (em geral uma pessoa de classe média, a quem nada falta) me diz que o Brasil não tem jeito, que o Brasil é uma esculhambação, eu penso naquela mulher. E penso nela com profundo respeito. O que ela carrega nos braços é, ao fim e ao cabo, o Brasil. E vem fazendo isso há 500 anos.

 

Moacyr Scliar. A imagem viva do Brasil. In: Zero Hora, 16 de abril de 2000. Internet: <www.moacyrscliar.com> (com adaptações).

Assinale a opção que apresenta um termo extraído do texto 1A1 que está empregado como substantivo no período em que ocorre.
Alternativas
Q3961769 Português
Complete as frases abaixo:

O senhor João disse muito ............................... a todos.
A gerente da loja sorriu dizendo muito ............................... a todos.
É ............................... a entrada de estranhos no condomínio.
É ............................... entrada de estranhos no condomínio.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas das frases.
Alternativas
Q3961766 Português
Analise a frase abaixo:
Jordana foi à festa. Em seguida, ela ligou para mim, pois tinha esquecido o seu casaco em casa.
Assinale a alternativa que indica corretamente os pronomes pessoais utilizados na frase.
Alternativas
Q3961723 Português
Os ‘espelhos com IA’ que estão mudando como cegos se veem

A inteligência artificial está ajudando pessoas cegas a acessar feedback visual sobre seus próprios corpos, às vezes pela primeira vez; mas as consequências emocionais e psicológicas disso apenas começam a surgir.

Eu sou completamente cega e sempre fui.

No último ano, minhas manhãs começam com um ritual de cuidados com a pele que leva 20 minutos para aplicar cinco produtos diferentes. Em seguida, faço uma sessão de fotos que compartilho com uma inteligência artificial de um aplicativo chamado Be My Eyes, como se ele fosse um espelho.

O aplicativo — com seus olhos virtuais — me ajuda a saber se minha pele está com a aparência que eu desejo ou se há algo no meu visual que eu deveria mudar.

“Durante toda a nossa vida, pessoas cegas tiveram de lidar com a ideia de que é impossível nos vermos, de que somos bonitas por dentro e de que a primeira coisa que julgamos em alguém é a voz, mas nós sabemos que nunca poderemos vê-las”, diz Lucy Edwards, uma criadora de conteúdo cega que ganhou notoriedade, em parte, ao mostrar sua paixão por beleza e estilo e ao ensinar pessoas cegas a se maquiar. “De repente, temos acesso a todas essas informações sobre nós mesmas, sobre o mundo; Isso muda nossas vidas.”

A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado. Por meio de reconhecimento de imagens e processamento inteligente, aplicativos como o que uso fornecem informações detalhadas não apenas sobre o mundo em que vivemos, mas também sobre nós mesmas e nosso lugar nele. A tecnologia faz mais do que simplesmente descrever a cena de uma imagem — ela oferece avaliações críticas, comparações e até conselhos. E isso está mudando a forma como pessoas cegas que usam esses aplicativos se veem.

Fonte: https://g1.globo.com/inovacao/noticia/2026/02/10/os-espelhos-com-ia-que-estao-mudando-como-cegos-se-veem.ghtml 
Relendo a frase “A inteligência artificial está permitindo que pessoas cegas acessem um mundo de informações que antes nos era negado.”, a palavra “antes” é classificada morfologicamente como:
Alternativas
Q3961692 Português
Já viu robô que dá chilique? E robô que joga xadrez? Pois bem-vindo ao futuro

Máquinas inteligentes já fazem parte do nosso cotidiano, mas às vezes as coisas dão muito errado

A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem entre nós há bastante tempo. Talvez não da forma como imaginaríamos ou como acontece nos filmes de ficção científica, mas é fato que basta olhar para os lados que notaremos alguma atividade cotidiana desempenhada por uma máquina.

Indústrias, como a dos automóveis, usam gigantescos braços mecânicos para montar peças de carros e caminhões. Na agricultura já existem robôs que percorrem plantações à caça de ervas daninhas e insetos que podem acabar com as colheitas: são treinados a detectar a presença desses visitantes indesejados e a eliminá-los com laser, jatos d’água ou descargas elétricas.

Mas isso não significa que eles operem sem a supervisão de seres humanos. Ou, pelo menos, não o tempo todo. É necessário que haja uma pessoa de verdade a comandar as ações dessas máquinas. Muitas vezes, porém, elas dão “tilt”. Veja a seguir algumas situações curiosas envolvendo robôs e iniciativas, digamos, bastante criativas em que eles já foram usados.

Desinteligência artificial

Esta aqui é para quem tem medo de ser substituído pela inteligência artificial: ao longo de anos, pesquisadores japoneses treinaram um robô para que ele passasse em exames para entrar em universidades: deram ele pilhas e pilhas de informações. Só que com um tal de Tadai Robot, a coisa não deu muito certo. Por quatro anos seguidos ele tentou fazer o exame para ser aceito na Universidade de Tóquio, mas fez tão poucos pontos que o projeto foi abandonado.

[…]

Imagina na São Silvestre

Em abril deste ano, chineses resolveram organizar a primeira maratona mista entre corredores humanos e corredores robóticos. A ideia era ver se as máquinas superavam as pessoas. Pois bem, dos 21 androides que correram na prova em Pequim, só seis cruzaram a linha de chegada — os demais tropeçaram, superaqueceram ou simplesmente pararam; um deles até precisou de fita adesiva para continuar. Ponto para nós humanos.
 […]

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2025/08/ja-viu-robo-que-da-chilique-e-robo-que-joga-xadrez-pois-bem-vindo-ao-futuro.shtml
No trecho: “A essa altura, você já percebeu que os robôs já vivem entre nós…”, o pronome “você” é classificado como:
Alternativas
Q3961614 Português

Texto 1



Leia com atenção o texto abaixo:



Brasil registrou 44 mortes por câncer de próstata por dia em 2021



Durante o Novembro Azul, Sociedade Brasileira de Urologia alerta sobre a importância do cuidado global com a saúde masculina



Medo de descobrir alguma doença e achar que nunca vai adoecer estão entre as principais razões para o homem se esquivar de ir ao médico. E isso se reflete nas estatísticas: em média, eles vivem 7,5 anos a menos que as mulheres. Para mudar esse cenário e incentivar o cuidado com a saúde de uma forma global, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza mais uma edição da campanha Novembro Azul, que este ano traz a mensagem: “Saúde também é papo de homem”.


Ao longo do mês, o conteúdo das redes sociais do Portal da Urologia será voltado para a saúde masculina e haverá lives com médicos de diversas especialidades.


“Nosso objetivo é conscientizar os homens sobre a necessidade dos cuidados com a própria saúde de forma rotineira, e não somente quando aparece algum problema. Além da divulgação dos hábitos para se ter uma vida saudável, também informamos que muitas doenças, em sua fase inicial, são totalmente assintomáticas, mas que podem ser diagnosticadas e tratadas mais facilmente com exames periódicos de check-up. O câncer da próstata é o melhor exemplo disso”, alerta o presidente da SBU, Dr. Alfredo Félix Canalini.


Dados do Sistema de Informação Ambulatorial do Ministério da Saúde mostram que, somente este ano, foram registrados mais de 1,2 milhão de atendimentos femininos por ginecologistas, contra 200 mil atendimentos de homens pelo urologista.


[…]



Fonte: https://portaldaurologia.org.br/novidades/noticias/ brasil-registrou-44-mortes-por-cancer-de-prostata-por-dia-em-2021

Assinale a alternativa que classifica corretamente o termo “nosso” na frase “Nosso objetivo é conscientizar os homens sobre a necessidade dos cuidados com a própria saúde.” do ponto de vista morfológico.
Alternativas
Q3961613 Português

Texto 1



Leia com atenção o texto abaixo:



Brasil registrou 44 mortes por câncer de próstata por dia em 2021



Durante o Novembro Azul, Sociedade Brasileira de Urologia alerta sobre a importância do cuidado global com a saúde masculina



Medo de descobrir alguma doença e achar que nunca vai adoecer estão entre as principais razões para o homem se esquivar de ir ao médico. E isso se reflete nas estatísticas: em média, eles vivem 7,5 anos a menos que as mulheres. Para mudar esse cenário e incentivar o cuidado com a saúde de uma forma global, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza mais uma edição da campanha Novembro Azul, que este ano traz a mensagem: “Saúde também é papo de homem”.


Ao longo do mês, o conteúdo das redes sociais do Portal da Urologia será voltado para a saúde masculina e haverá lives com médicos de diversas especialidades.


“Nosso objetivo é conscientizar os homens sobre a necessidade dos cuidados com a própria saúde de forma rotineira, e não somente quando aparece algum problema. Além da divulgação dos hábitos para se ter uma vida saudável, também informamos que muitas doenças, em sua fase inicial, são totalmente assintomáticas, mas que podem ser diagnosticadas e tratadas mais facilmente com exames periódicos de check-up. O câncer da próstata é o melhor exemplo disso”, alerta o presidente da SBU, Dr. Alfredo Félix Canalini.


Dados do Sistema de Informação Ambulatorial do Ministério da Saúde mostram que, somente este ano, foram registrados mais de 1,2 milhão de atendimentos femininos por ginecologistas, contra 200 mil atendimentos de homens pelo urologista.


[…]



Fonte: https://portaldaurologia.org.br/novidades/noticias/ brasil-registrou-44-mortes-por-cancer-de-prostata-por-dia-em-2021

Após reler com atenção o trecho do Texto 1:



“A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realiza mais uma edição da campanha Novembro Azul.”



Assinale a alternativa que classifica corretamente a palavra “mais”, considerando seu valor morfológico no contexto.

Alternativas
Q3961478 Português
Leia com atenção o texto abaixo:


Por que cortar cebola faz chorar? A física por trás das lágrimas da cozinha


Você já viu alguém chorar enquanto cortava uma cebola? Pois saiba que a culpa não é dela, e sim da física e da química que vivem dentro desse vegetal. Quando cortamos uma cebola, ela libera uma verdadeira chuva de minúsculas gotinhas cheias de substâncias que irritam os olhos.

Dentro de cada camada da cebola existem células cheias de líquido, como se fossem pequenos balões de água. Essas células guardam um composto que, quando entra em contato com o ar, se transforma em uma substância chamada propanetial S-óxido, que é o vilão responsável pelas lágrimas.

Ele sobe no ar e alcança nossos olhos, ativando nervos sensíveis que fazem os olhos arderem e lacrimejarem para se proteger.

Mas o que a física tem a ver com isso? Tudo. Pesquisadores descobriram que o jeito e a ferramenta usados para cortar a cebola fazem muita diferença. Quando usamos uma faca cega e cortamos rápido, precisamos aplicar mais força.

Essa força extra esmaga mais células da cebola, fazendo com que o líquido saia com muito mais pressão, como se fosse um jato de água escapando de um balão estourado. O resultado é uma nuvem de gotículas voando longe, direto para os nossos olhos.

Agora, se usamos uma faca bem afiada e cortamos devagar, a força necessária é menor. Menos força significa menos células rompidas de uma vez e, portanto, menos gotinhas irritantes voando pelo ar. Assim, a concentração do gás que causa lágrimas diminui e o cozinheiro pode continuar sorrindo.

[…]


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/bibi-bailas/2025/11/ por-que-cortar-cebola-faz-chorar-a-fisica-por-tras-das-lagrimas-dacozinha.shtml 
No trecho “Ele sobe no ar e alcança nossos olhos, ativando nervos sensíveis que fazem os olhos arderem e lacrimejarem para se proteger”, os verbos “sobe” e “alcança” estão empregados em qual tempo verbal?
Alternativas
Q3961204 Português

Texto CG1A2-I

 

Ainda há muito o que estudar sobre a árvore genealógica das línguas de todo o continente americano. Como na África, a linguística moderna chegou tarde a essa região e encontrou um cenário marcado pela destruição, pelo desaparecimento não documentado de uma quantidade de idiomas que mal conseguimos avaliar. Os idiomas que se viram mais diretamente envolvidos no processo de formação do português que viríamos a falar no Brasil são os do grupo tupi, falados por nações como os caetés, potiguara, tamoio, tupinambá, tupiniquim... Esses povos parecem ter iniciado uma imigração a partir da Amazônia, no início da Era Comum, ou seja, há mais de 2.000 anos. Por um lado, eles se expandiram para o litoral norte, depois rumo ao nordeste e ao sudeste do Brasil; por outro, desceram a região central rumo ao sul do país.

A presença mais ou menos uniforme de grupos tupis nas costas do Brasil teria um papel fundamental na história linguística do que um dia viria a ser essa imensa nação lusófona na América do Sul. Numa região de vegetação fechada e rala densidade populacional, o litoral era o fio condutor mais vigoroso de contatos e aproximações. E como os povos que habitavam um trecho gigantesco do litoral brasileiro eram relacionados, isso gerava um tipo de uniformidade de hábitos, tradições e idioma, que possibilitou que os portugueses os considerassem como “um povo”, falante de uma mesma língua, uma forma do tupi, que, ao que parece, variava pouco entre um grupo e outro. Essa foi a língua cuja gramática, afinal, seria descrita pelos jesuítas europeus — a língua que estaria na base de uma das legítimas “línguas brasileiras” que foram desenvolvidas aqui e que, séculos depois da chegada dos portugueses, ainda representariam uma direta concorrência para o sucesso do idioma de Portugal nessas plagas.

 

Caetano W Galindo. Latim em pó. Um passeio pela formação do nosso português.

São Paulo: Companhia das Letras, 2022, p. 142-144 (com adaptações).

No terceiro período do primeiro parágrafo do texto CG1A2-I, as formas verbais “viram” e “viríamos”
Alternativas
Q3961079 Português

    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração.
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.
A adição de um prefixo em uma palavra pode dar um novo sentido a ela. Em qual das alternativas o prefixo tem sentido de negação?
Alternativas
Respostas
1221: C
1222: E
1223: C
1224: C
1225: A
1226: E
1227: C
1228: A
1229: C
1230: B
1231: B
1232: C
1233: B
1234: D
1235: B
1236: C
1237: A
1238: B
1239: C
1240: B