Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q2514109 Português

TEXTO 3

O cravo e a rosa

O cravo brigou com a rosa

debaixo de uma sacada

o cravo saiu ferido

e a rosa, despedaçada

o cravo ficou doente

a rosa foi visitar

o cravo teve um desmaio


e a rosa pôs-se a chorar https://escolaeducacao.com.br/textos-pequenos-para-leitura-einterpretacao/

Das alternativas abaixo, indique apenas uma, em que o gênero não é feminino.
Alternativas
Q2514107 Português

TEXTO 2

Festa no céu

Ia ter festa no céu. Quando o urubu avisou o sapo,
ele abriu o bocão e disse: 
– OBAAAA!!
O urubu disse:
– Vai ter muita comida.
E o sapo:
– OOOOBAAA!!!
– Vai ser uma curtição: música e dança.
Aí o sapo abriu mais a boca:
– OOOOBAAAAAAA!!
– É, mas só vai entrar quem tem a boca pequena.
E o sapo, fazendo biquinho, disse:
– Coitadinho do jacaré!

https://escolaeducacao.com.br/textos-pequenos-para-leitura-einterpretacao/
Qual das alternativas abaixo está contemplando uma expressão no diminutivo? 
Alternativas
Q2514078 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


Quem mandou matar Marielle, e por quê?

Veja os novos detalhes revelados pela investigação da PF


    Os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão foram presos neste domingo, 24, suspeitos de mandar matar a vereadora Marielle Franco. O delegado Rivaldo Barbosa também foi preso. De acordo com a Polícia Federal, ele ajudou a planejar o crime e atrapalhou as investigações porque havia prometido impunidade aos mandantes. No atentado, em março de 2018, também morreu o motorista Anderson Gomes.

    Os irmãos Brazão e Rivaldo Barbosa foram presos após a homologação da delação de Ronnie Lessa, que também está preso e é acusado de executar o crime. A ordem de prisão foi expedida pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), com a concordância da Procuradoria-Geral da República (PGR). Os suspeitos foram presos no RJ e levados a Brasília. Dois deles serão transferidos a presídios federais em outros Estados. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, afirmou que a elucidação do caso é uma "vitória do Estado brasileiro". Para ele, pode-se dizer que os trabalhos estão encerrados.

Quando e como foi o crime?

    A vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite de 14 de março de 2018, no Centro do Rio de Janeiro. O carro em que viajavam foi seguido desde a Lapa, onde Marielle participou de um debate. Em uma esquina no bairro do Estácio, um Cobalt prata emparelhou com o veículo dirigido por Anderson, e do banco de trás partiram vários disparos. Marielle e Anderson morreram na hora. A assessora Fernanda Chaves, que estava ao lado da vereadora, escapou com vida. 

Quem matou Marielle e Anderson?

    Segundo as investigações, o crime foi executado pelos ex-policiais Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz. Ronnie Lessa é apontado como o autor dos 13 disparos que mataram Marielle e Anderson. Élcio de Queiroz dirigiu o Cobalt na noite do crime. A dupla foi presa no dia 12 de março de 2019, quase um ano depois do crime. 

Quem mandou matar Marielle?

    A PF aponta os irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão como mandantes. Segundo o inquérito, o delegado Rivaldo Barbosa ajudou a planejar o crime e atrapalhar as investigações.

• Domingos Brazão: começou a carreira na política do Rio de Janeiro antes do irmão, Chiquinho. Foi vereador, deputado estadual e, atualmente, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Já se envolveu com polêmicas, suspeitas de corrupção, ligação com quadrilhas e com a milícia, além de um assassinato.

• Chiquinho Brazão: eleito vereador pela primeira vez em 2004, ficou na Câmara Municipal do Rio por 14 anos. Em 2019, renunciou ao cargo para assumir como deputado federal. Na Câmara, conviveu com Marielle.

• Rivaldo Barbosa: era chefe da Polícia Civil do RJ à época do atentado (foi nomeado um dia antes). Antes disso, comandou a Divisão de Homicídios. Atualmente, é coordenador de Comunicações e Operações Policiais da instituição.

Quantas pessoas foram presas pelo crime?

    Até a última atualização desta reportagem, sete homens haviam sido presos acusados de participação no crime. Veja quem são e quando foram presos: Ronnie Lessa, apontado como o autor dos disparos (2019); Élcio de Queiroz, que confessou ter dirigido o carro que perseguiu o de Marielle (2019); Maxwell Simões Corrêa, o "Suel", primeiro por atrapalhar as investigações (2020), e depois por ajudar a sumir com arma do crime (2023); Edilson Barbosa dos Santos, o "Orelha", apontado como dono de um ferro-velho que colaborou com o desmanche do carro usado no crime (2024); Domingos Brazão, apontado como mandante (2024); Chiquinho Brazão, também investigado como mandante (2024); Rivaldo Barbosa, suspeito de planejar o crime e atrapalhar as investigações (2024). 

Por que Marielle foi morta?

    Na investigação, a PF aponta como possíveis motivações para o crime divergências políticas entre o clã Brazão e Marielle, e também a atuação da vereadora contra grilagem de terras em áreas de milícia na Zona Oeste do Rio. Os irmãos Brazão são políticos de longa trajetória no RJ, com influência em Jacarepaguá, região de milícia.

    O relatório dos investigadores afirma que o delator Ronnie Lessa apontou "como motivo [do crime] o fato de a vereadora Marielle Franco estar atrapalhando os interesses dos irmãos, em especial, sua atuação junto a comunidades em Jacarepaguá, em sua maioria dominadas por milícias, onde se concentra relevante parcela da base eleitoral da família Brazão". 

    Um projeto de lei aprovado em 2017 na Câmara Municipal do Rio para regularizar ocupações clandestinas foi apontado por Lessa como possível "estopim". Marielle votou contra esse projeto, e, segundo relatos de testemunhas, Chiquinho Brazão ficou furioso com isso. O projeto chegou a virar lei, mas foi anulado pela Justiça depois. Segundo a PF, testemunhas ouvidas foram "enfáticas" ao apontar que a atuação da vereadora prejudicava os interesses dos irmãos Brazão.


Fonte: http://g1.globo.com/

Abaixo, há duas informações:
Afirmação 1: O uso dos nomes "Domingos Brazão", "Chiquinho Brazão" e "Rivaldo Barbosa" se referem aos indivíduos, representando-os pelos cargos ou atividades que desempenham (mandantes, delegado), destacando a relação de causa e consequência entre suas ações e os eventos mencionados no texto; Afirmação2: A descrição das carreiras políticas dos irmãos Brazão, especialmente a menção às suspeitas de corrupção, ligação com quadrilhas e com a milícia, além de um assassinato, de forma não literal, sugere uma crítica implícita à conduta dos políticos e à complexidade do cenário político no Rio de Janeiro. Identifique quais figuras de linguagem cada afirmação apresenta, respectivamente.
Alternativas
Q2513782 Português
Texto para a questão.




Djamila Ribeiro. Pequeno Manual Antirracista. Companhia das Letras, 2019 (com adaptações). 
Quanto à sua classe gramatical, no texto, a palavra “racismo” está empregada como  
Alternativas
Q2513467 Português
Texto para a questão.


Roland Barthes. Aula. São Paulo: Cultrix, 2007 (com adaptações). 
Assinale a alternativa em que o termo indicado está empregado como adjetivo no texto.
Alternativas
Q2513246 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.


    O período da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985) foi um dos períodos mais deletérios da história do país, tanto por ter desmanchado a dinâmica do período democrático anterior, quanto pelos severos déficits que legou à questão dos direitos humanos. Além das questões dos crimes de lesa-humanidade, gerou severas sequelas para inúmeras searas da nossa sociedade, por exemplo, a cultura e a educação. Nas imbricações entre cultura, educação e direitos humanos, torna-se de fundamental importância o estudo acerca da Guerrilha do Araguaia (1972-1975), evento político capitaneado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que ousou lutar contra o fascismo ditatorial do período.

    [...] 

    A Guerrilha do Araguaia ocorreu entre os anos de 1972 e 1975, entre o sudeste do Pará e o norte do atual Estado do Tocantins, outrora Goiás, na denominada abrangência geográfica do Bico do Papagaio. O território fora escolhido para ser a centelha revolucionária capitaneada pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), a fim de colocar em xeque a ditadura vigente. A organização comunista possuía como ideário revolucionário as diretrizes chinesas emanadas por Mao Tse Tung, muito em voga nos anos 60 e denominado de maoísmo (AARÃO REIS FILHO, 1991). Em seu cerne, essa linha política preconizava as revoluções marxista-leninista de libertação nacional, do campo para cidade, melhor dito, o modelo chinês vislumbrava que a revolução seria camponesa e que cercariam as cidades com vista a derrubar a ditadura.

    Para tal empreitada, a direção comunista começou a encaminhar, após um primeiro treinamento na China e com muito cuidado, os seus militantes ao almejado enclave guerrilheiro. Chegaram à região no final dos anos 60, sendo ampliado o seu contingente após o Ato Institucional nº 5 (AI-5) de 1968. Com o acirramento do período ditatorial após o AI-5, instalouse no país um período extremamente repressivo, com prisões indevidas, mortes e aniquilamento dos oponentes da ditadura, logo, sobrando poucas brechas legais para o desenvolvimento de uma política legal. Assim, com o objetivo de salvaguardar a vida dos seus militantes, bem como dar o tônus à empreitada guerrilheira, o PCdoB começou a deslocar um maior quantitativo de militantes para o espaço do Bico do Papagaio a partir dos anos 70.

    Mesmo com todo o trabalho realizado, reiteramos, a repressão pegou de surpresa o nascedouro da guerrilha, antes dela conseguir fazer as articulações políticas com a população local de modo a construir uma base estratégica de sustentação. A região fora descoberta em 1972 e ficou deflagrada como uma zona de guerra, melhor dito, com aspecto de campo de concentração no arco espacial da guerrilha: ninguém poderia entrar e tampouco sair. Os primeiros a ser dizimados foram os guerrilheiros; após o massacre, a perseguição se estendeu à população campesina, com o intuito de que cessasse o apoio local aos comunistas: sem sucesso, haja vista que para os moradores locais os paulistas, como eram chamados os guerrilheiros, seriam tudo gente boa, estudada e prestadora de ajuda para o povo da região. Ou seja, a despeito de toda a campanha desferida pela corporação militar, chamando os comunistas de assassinos e bandidos, visando o divórcio entre a região e a Guerrilha, os paulistas mantinham o elo com a população local (...).

    O saldo da ação militar contra os comunistas e a população campesina foi extremamente cruel, contando com dezenas de desaparecidos políticos entre os guerrilheiros: o alto escalão da ditadura desferiu a sentença de morte e a ocultação de cadáver aos seus oponentes da Guerrilha do Araguaia (GASPARI, 2002). De igual modo, sentenciou uma violência extremada para os camponeses: 1) destacamos que houve tortura e prisão à população local do Bico do Papagaio e seu entorno, assim como 2) muitos trabalhadores da roça perderam as suas terras sob a justificativa que ajudaram a guerrilha. Portanto, legou à região uma chacina, amplificando o terror pelo medo e pela impunidade, ainda, somava-se com a constante violência impetrada pelos jagunços que continuaram trabalhando a serviço das forças armadas (CAMPOS FILHO, 2014; REINA, 2019).

(FIGUEIREDO, César Alessandro Sagrillo. A Guerrilha do Araguaia após o conflito: relatos, testemunhos e memória In Escritas e escritos (im)pertinentes na Amazônia: estudos de literatura, resistência, testemunho e ensino. Abilio Pachêco de Souza, César Alessandro Sagrillo Figueiredo e Helena Bonito Couto Pereira. Rio Branco: Nepan Editora, 2024, p. 49; 50-52)

Observe os usos da crase com trechos do texto:
I. “Chegaram à região no final dos anos 60”; II. “como dar o tônus à empreitada guerrilheira”; III. “tortura e prisão à população”.
Marque a justificativa correta.
Alternativas
Q2513017 Português
Julgue o item que se segue.

Os aumentativos sintéticos e analíticos são formas de expressar aumento de tamanho. Os aumentativos sintéticos utilizam palavras compostas, enquanto os aumentativos analíticos adicionam sufixos ao radical da palavra. Por exemplo, "casa grande" seria um aumentativo sintético e "casarão" um aumentativo analítico.
Alternativas
Q2513009 Português
Julgue o item que se segue.

A palavra "reajustamento" exemplifica um processo morfológico de derivação regressiva, no qual o sufixo "mento" é adicionado ao verbo "reajustar", para formar um substantivo abstrato.
Alternativas
Q2512921 Português
Julgue o item que se segue.

A posição dos advérbios em uma frase pode alterar significativamente o significado da frase. Por exemplo, em "Ele apenas estudou para a prova" e "Apenas ele estudou para a prova", a colocação do advérbio "apenas" muda o foco e o sentido da frase.
Alternativas
Q2512916 Português
Julgue o item que se segue.

Os artigos definidos e indefinidos em português não apenas determinam o substantivo, mas também podem indicar a especificidade ou generalidade do termo, como em "um livro interessante" (generalidade) e "o livro interessante" (especificidade).
Alternativas
Q2512913 Português
Julgue o item que se segue.

Os substantivos epicenos designam animais de ambos os sexos com um único termo, como "cobra" e "tubarão", sendo necessário o uso de "macho" ou "fêmea" para especificar o gênero; enquanto os substantivos sobrecomuns designam pessoas de ambos os sexos com um único termo, como "indivíduo" e "testemunha".
Alternativas
Q2512911 Português
Julgue o item que se segue.

O grau superlativo absoluto é expresso unicamente pela forma sintética, como em "A moça é organizadíssima", sendo a forma analítica considerada informal e inadequada para uso em contextos formais.
Alternativas
Q2512825 Português
Julgue o item a seguir.

Os pronomes possessivos também podem exercer a função de pronomes adjetivos, acompanhando e modificando o substantivo ao indicar posse, como em "Nossa casa é muito aconchegante".
Alternativas
Q2512817 Português
Julgue o item a seguir.

Os aumentativos sintéticos e analíticos são formas de expressar aumento de tamanho. Os aumentativos sintéticos utilizam palavras compostas, enquanto os aumentativos analíticos adicionam sufixos ao radical da palavra. Por exemplo, "casa grande" seria um aumentativo sintético e "casarão" um aumentativo analítico.
Alternativas
Q2512813 Português
Julgue o item a seguir.

Os substantivos epicenos designam animais de ambos os sexos com um único termo, como "cobra" e "tubarão", sendo necessário o uso de "macho" ou "fêmea" para especificar o gênero; enquanto os substantivos sobrecomuns designam pessoas de ambos os sexos com um único termo, como "indivíduo" e "testemunha".
Alternativas
Q2512802 Português
Julgue o item a seguir.

Adjetivos pátrios que se referem a localidades específicas podem derivar de etimologias latinas complexas e não intuitivas, como "lusitano" para Portugal e "helvético" para Suíça, diferentemente dos mais intuitivos "português" e "suíço", demonstrando a influência histórica e cultural na formação desses termos.
Alternativas
Q2512799 Português
Julgue o item a seguir.

Advérbios de intensidade podem modificar não apenas verbos, mas também adjetivos e outros advérbios, como exemplificado na frase "Ele está extremamente feliz e fala muito rapidamente", onde "extremamente" intensifica o adjetivo "feliz" e "muito" intensifica o advérbio "rapidamente".
Alternativas
Q2512581 Português
Julgue o item a seguir.

A posição dos advérbios em uma frase pode alterar significativamente o significado da frase. Por exemplo, em "Ele apenas estudou para a prova" e "Apenas ele estudou para a prova", a colocação do advérbio "apenas" muda o foco e o sentido da frase.
Alternativas
Q2512576 Português
Julgue o item a seguir.

Os artigos definidos e indefinidos em português não apenas determinam o substantivo, mas também podem indicar a especificidade ou generalidade do termo, como em "um livro interessante" (generalidade) e "o livro interessante" (especificidade).
Alternativas
Q2511740 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:

O Sentinela

Por Andréa de Nicola

O vermelho se espalha
Por toda a paisagem
Estrondos de canhões ardem
O ser vivente açoita.

E faz surgir o abismo
Limo no que foi formosura
Gritos, sufocos, gemidos
Choro na bela Alexandria.

E veloz tal qual um Pégaso
Um pássaro reluzente sobrevoa
Cortando o solo e o espaço
Nas fendas abertas da Pátria. 

Bravos fardados tombam
Em suas medalhas, ouro e prata
Em seus túmulos, mármore e bronze
Em seus corpos, nada.

Tristes memórias, um clarim toca
Num grande silêncio seus espíritos habitam
Nos alvos braços celestiais dormem
Velando está um sentinela.

Fonte: Nicola, Andréa. O sentinela. In: ALMEIDA, Heriberto Coelho De (org.). Antologia Contemporânea da Poesia Paraibana. Paraíba: O Sebo Cultural, 1995.
Na frase: “Velando está um sentinela”, a poeta optou por usar “um sentinela” ao invés de “uma sentinela”, mesmo que a forma correta gramaticalmente é a segunda. Qual alternativa explica o efeito dessa escolha lexical no poema? 
Alternativas
Respostas
8761: D
8762: E
8763: E
8764: A
8765: E
8766: A
8767: E
8768: E
8769: C
8770: C
8771: C
8772: E
8773: C
8774: E
8775: C
8776: C
8777: C
8778: C
8779: C
8780: A