Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q2551049 Português
Em relação à classe e à formação das palavras, assinale a alternativa correta.
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Q2550636 Português



(Disponível em: apublica.org/2024/05/apesar-de-restricoes-philip-morris-patrocina-evento-cultural-na-parada-lgbtqia-de-sp/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas abaixo sobre fragmentos retirados do texto:

I. O trecho “A Philip Morris é patrocinadora da feira” está na voz ativa.
II. Na frase “As empresas encontraram a brecha na lei”, o verbo “encontraram” está no futuro do presente do modo indicativo.
III. Na frase “A logo da Philip Morris aparece no site da Parada do Orgulho”, a palavra “logo” é um advérbio.

Quais estão corretas?
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Q2550486 Português
Uma carta ao algoritmo



(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/uma-carta-aoalgoritmo-clr6p50dz003201475yj7tmnw.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada NÃO seja um artigo definido.
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Q2549938 Português

TEXTO 2 


Continho


Era uma vez um menino triste, magro e barrigudinho, do sertão de Pernambuco. Na soalheira danada de meio-dia, ele estava sentado na poeira do caminho imaginando bobagem, quando passou um gordo vigário a cavalo:

— Você aí, menino, para onde vai essa estrada?

— Ela não vai não: nós é que vamos nela.

— Engraçadinho duma figa! Como você se chama?

— Eu não me chamo não: os outros é que me chamam de Zé. 


Paulo Mendes Campos. Continho. Em: Carlos Drummond de Andrade e outros. Crônicas. São Paulo: Ática, 1984. p. 76 (Coleção Para Gostar de Ler).

Assinale a alternativa correta: 
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Q2549936 Português

TEXTO 1


Historicamente o primeiro grande poeta do Brasil, do período Barroco, Gregório de Matos Guerra nasceu em 1633, na cidade de Salvador, na Bahia, e sua obra, principalmente a satírica, faz alusão a duas de suas maiores referências: Brasil e Portugal.

Filho de um fidalgo português que se tornou senhor de engenho no Recôncavo Baiano com uma brasileira, Gregório de Matos não publicou nada em vida, de forma impressa. No século 17, a leitura era proibida – muitos eram os iletrados – e o livro circulava como um objeto raríssimo e caro, com folhas feitas de trapo (pano). “Era comum o poema ser composto nessa folha, e na sátira, por exemplo, era extremamente rotineiro alguém escrever à noite e, de madrugada, aquela folha ser pregada com cola de farinha de mandioca na porta da igreja. Alguém que sabia ler declamava em voz alta e, como eram facilmente memorizáveis, os versos eram utilizados para a produção de novos poemas”

Em 1682, passou a escrever cada vez mais poesias satíricas e eróticas, onde expõe sem nenhum pudor a sociedade da época, o que lhe rendeu o apelido “Boca do Inferno”.

A flexão presente no adjetivo ‘raríssimo’ tem como objetivo:
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Q2549932 Português
Em qual dos trechos abaixo a conjugação verbal está errada do ponto de vista da norma padrão?
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Q2549776 Português

TEXTO 1


"Eu e casca de bala". 

Se você usa muito o TikTok, é bem provável que tenha se deparado com essa expressão nas últimas semanas.

O termo viralizou graças ao hit "Casca de bala", cantado por Thullio Milionário, e virou "trend": pessoas aparecem nos vídeos com aqueles que seriam seus "cascas de bala", ou seja, pessoas próximas. 
Flávio Pizada Quente, compositor da música, explicou que percebeu a expressão sendo usada nas redes sociais. "Eu vi que as páginas de vaquejada estavam usando muito essa expressão. 'Hoje eu vou para a vaquejada com meu casca de bala'. Sou muito ligado nas redes sociais e tiro dali minhas ideias de música", disse em entrevista a Splash.

O artista de São João do Rio do Peixe (PB) explica: "Casca de Bala é aquele amigo que tá ali para tudo que vier".

Mas esse significado é novo. Rafael Gustavo Rigolon, professor de Ensino de Ciências na Universidade Federal de Viçosa (UFV), explica a Splash que essa definição ganhou força após o sucesso da música. 

Originalmente, a bala era a bala a bala que sai da arma mesmo. Já a casca, era a cápsula. "Em grande parte da literatura de algumas décadas atrás, o termo 'casca de bala' aparece apenas com o sentido de 'cápsula, cilindro que contém o projétil da arma de fogo'.

Originalmente, então, a bala em questão não é a guloseima e a casca não é a embalagem", explica Rigolon.

Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala. "Provavelmente, 'Casca de Bala' foi um termo que, no início, estaria associado a passar uma imagem de medo. Parece-me que o intuito de 'Casca de Bala', no 'hit' atual, era para ser um nome engraçado, já que o parceiro representado no clipe também pretende ser. Se 'Casca de Bala' causa medo; no clipe, a ironia caiu bem".

O termo foi ressignificado de forma bastante positiva e hoje você pode chamar seu amigão, parceiro e companheiro inseparável, de 'casca de bala', mesmo ele sendo um docinho.

“Assistindo ao clipe da música, ainda há outra interpretação: a de que o apelido do amigo é Casca de Bala.” De acordo com a análise do trecho acima, “Casca de Bala é:
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Q2549606 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Ensino médio pode passar por nova reforma em 2024.


    O Novo Ensino Médio (NEM), cujas regras começaram a ser aplicadas em 2022, pode ser substituído por outro modelo. A discussão sobre as mudanças, já iniciada no Congresso, deve continuar em 2024. Além de um projeto apresentado pelo Executivo (PL 5.230/2023), o ano também foi marcado por debates na Subcomissão Temporária para Debater e Avaliar o Ensino Médio no Brasil (Ceensino), que apresentou um relatório com recomendações de ajustes na lei.
    
    A reforma do Ensino Médio foi conduzida em 2017, durante o governo Michel Temer, mas as novas regras começaram a ser aplicadas em 2022 para parte dos alunos. A reforma alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e, entre outros pontos, determina que disciplinas tradicionais passem a ser agrupadas em áreas do conhecimento (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas). Cada estudante também passou a montar a sua própria grade de ensino médio escolhendo os chamados “itinerários formativos”.

    Segundo o Ministério da Educação, muitos dos elementos da Lei 13.415, de 2017, que instituiu o NEM, não encontraram apoio de educadores e estudantes. A implementação do novo ensino médio está suspensa desde abril.

    Para críticos das mudanças, a adoção das novas regras foi feita sem o devido debate e poderia aprofundar desigualdades entre estudantes das redes pública e privada. O novo modelo, segundo especialistas, induz jovens de escolas públicas a cursarem itinerários de qualificação profissional de baixa complexidade e ofertados precariamente, já que muitas escolas não têm infraestrutura adequada.

    A mudança nas regras pode impactar a vida de quase 8 milhões de estudantes. Dados do último censo escolar divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que, em 2022, 7,86 milhões de alunos se matricularam no ensino médio. Desse total, 6,89 milhões de matrículas foram em escolas públicas e 971 mil em escolas particulares. Se acompanhada a tendência de anos anteriores, o número de matrículas deve crescer no censo escolar de 2023, cujos resultados serão divulgados no dia 31 de janeiro.

Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/01/17/ensino-medio-pode-passar-por-nova-reforma-em-2024 (adaptado).

No trecho "a adoção das novas regras foi feita sem o devido debate", a palavra "devido" é classificada, gramaticalmente, como:
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Q2549438 Português
Assinale a alternativa cuja palavra seja um numeral: 
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Q2549314 Português

TEXTO I             

               



TEXTO II

               

Considerando o vocábulo “não” no segundo quadrinho do Texto I, assinale a alternativa que apresenta a sua correta classificação.
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Q2549265 Português

Mesmo que o verbo acreditar esteja por um fio, é o que nos resta




(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta classe gramatical da palavra sublinhada no trecho a seguir: “sujaria outro copo”.
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Q2549264 Português

Mesmo que o verbo acreditar esteja por um fio, é o que nos resta




(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas do texto às suas respectivas classes gramaticais.
Coluna 1
1. Pronome.
2. Conjunção.
3. Advérbio.
4. Numeral.
Coluna 2
( ) “mas” (l. 03).
( ) “seis” (l. 04).
( ) “não” (l. 07 – segunda ocorrência).
( ) “Ele” (l. 08).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Q2549262 Português

Mesmo que o verbo acreditar esteja por um fio, é o que nos resta




(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta classe gramatical da palavra sublinhada a seguir: “Corri para a cozinha”.
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Q2549160 Português
Todo filho é pai da morte de seu pai


       Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

       É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

     É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.

      É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

    É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.

     É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

    E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

     Todo filho é pai da morte de seu pai.

    Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

     E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

      Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática.

       A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

      Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

      A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

     Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

    Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

    Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

      E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

       Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

      No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

      – Deixa que eu ajudo.

     Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

     Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

      Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

     Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

       Embalou o pai de um lado para o outro.

        Aninhou o pai.

       Acalmou o pai.

      E apenas dizia, sussurrado:

     – Estou aqui, estou aqui, pai!

    O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.



(Fabrício Carpinejar. Coluna GZH Comportamento. Em: 06/10/2013.)
De acordo com a adequação linguística apropriada ao texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2549156 Português
Todo filho é pai da morte de seu pai


       Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai.

       É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.

     É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.

      É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar.

    É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.

     É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.

    E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

     Todo filho é pai da morte de seu pai.

    Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.

     E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais.

      Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática.

       A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

      Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.

      A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.

     Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus.

    Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente?

    Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

      E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.

       Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.

      No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

      – Deixa que eu ajudo.

     Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.

     Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.

      Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.

     Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.

       Embalou o pai de um lado para o outro.

        Aninhou o pai.

       Acalmou o pai.

      E apenas dizia, sussurrado:

     – Estou aqui, estou aqui, pai!

    O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.



(Fabrício Carpinejar. Coluna GZH Comportamento. Em: 06/10/2013.)
Sobre a classe gramatical das palavras grifadas, tem-se a correspondência correta em:
Alternativas
Q2548785 Português

Mitos e verdades sobre filtro solar

Por Equipe Eurofarma



(Disponível em: www.eurofarma.com.br/artigos/mitos-e-verdades-sobre-o-protetor-solar – texto adaptado especialmente para esta prova).


Na frase “Um bom fotoprotetor deve ter um amplo espectro, absorvendo bem os raios UVA e UVB, não pode provocar irritação na pele”, os termos sublinhados são, respectivamente: 
Alternativas
Q2548782 Português

Mitos e verdades sobre filtro solar

Por Equipe Eurofarma



(Disponível em: www.eurofarma.com.br/artigos/mitos-e-verdades-sobre-o-protetor-solar – texto adaptado especialmente para esta prova).


Considerando o trecho do texto “pois o bronzeado surge entre o quinto e o sétimo dia de sol e dura mais se a exposição for gradual, por uma ou duas horas por dia”, a alternativa que apresenta numeral ordinal é:
Alternativas
Q2548781 Português

Mitos e verdades sobre filtro solar

Por Equipe Eurofarma



(Disponível em: www.eurofarma.com.br/artigos/mitos-e-verdades-sobre-o-protetor-solar – texto adaptado especialmente para esta prova).


A conjunção “Todavia” (l. 05) introduz uma relação:
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Q2548693 Português

A epidemia da obesidade, o Ozempic e a pesquisa científica

Por Cristina Bonorino



(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/cristina-bonorino/noticia/2023/12/a-epidemia-aobesidade-o-ozempic-e-a-pesquisa-cientifica – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “talvez” (l. 06) é classificada como:
Alternativas
Q2547972 Português
Na frase “Catarina e Matias, jovens estudantes, estudavam arduamente para as provas finais”, qual das palavras é um advérbio?
Alternativas
Respostas
8421: E
8422: A
8423: B
8424: E
8425: C
8426: D
8427: A
8428: C
8429: C
8430: B
8431: A
8432: C
8433: D
8434: D
8435: C
8436: D
8437: D
8438: C
8439: E
8440: E