Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q2495817 Português

TEXTO 3

OBSERVAÇÕES DE UM USUÁRIO



Q38_1.png (417×722)Q38_2.png (412×130)Q38_3.png (422×743)Q38_4.png (418×467)Q38_5.png (418×673)Q38_6.png (416×131)



RIBEIRO, João Ubaldo. In: O Globo, 1º. Caderno, Opinião, 29 maio 2011 – p. 7 (texto editado)

Considerando a morfologia da Língua Portuguesa, assinale a opção em que as palavras foram formadas pelos processos de prefixação, sufixação, parassíntese, regressão e composição, respectivamente.
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Q2495814 Português

TEXTO 3

OBSERVAÇÕES DE UM USUÁRIO



Q38_1.png (417×722)Q38_2.png (412×130)Q38_3.png (422×743)Q38_4.png (418×467)Q38_5.png (418×673)Q38_6.png (416×131)



RIBEIRO, João Ubaldo. In: O Globo, 1º. Caderno, Opinião, 29 maio 2011 – p. 7 (texto editado)

Nos fragmentos (1) “...ensinar português é ensinar a norma culta, que, durante muito tempo, foi até mesmo ditada pelos usos de Portugal.” (linhas 73-75); (2) “...o inglês falado pelos negros passou a ser visto pela ciência linguística como black English, uma língua muito bem estruturada...” (linhas 27-30); (3) “Falar e escrever de acordo com ela é socialmente muito valorizado...” (linhas 85-86), a palavra sublinhada “muito” deve ser classificada, respectivamente, como
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Q2495813 Português

TEXTO 3

OBSERVAÇÕES DE UM USUÁRIO



Q38_1.png (417×722)Q38_2.png (412×130)Q38_3.png (422×743)Q38_4.png (418×467)Q38_5.png (418×673)Q38_6.png (416×131)



RIBEIRO, João Ubaldo. In: O Globo, 1º. Caderno, Opinião, 29 maio 2011 – p. 7 (texto editado)

A opção em que todas as formas verbais NÃO apresentam desinência número-pessoal é:
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Q2495802 Português

TEXTO 2

OS BENEFÍCIOS INCRÍVEIS DO TRABALHO REMOTO E POR QUE VEIO PARA FICAR



Q29_1.png (422×487)Q29_2.png (422×630)Q29_3.png (416×662)Q29_4.png (418×555)Q29_5.png (423×262)



Disponível em: https://dailyuptea.com/os-beneficios-incriveis-dotrabalho-remoto-e-por-que-veio-paraficar/?pixel=0&vid=efKrZFovCALFFs1HfTutV8uz7Px. Acesso em: 9 out. 2022.

Nos trechos “Isso não significa que você tem que trabalhar sem parar” (linhas 80-81) e “O trabalho remoto é recompensador para funcionários que valorizam a flexibilidade e para aqueles que tendem a se frustrar em deslocamentos longos e engarrafados” (linhas 110-114), a palavra sublinhada “que” é utilizada quatro vezes, sendo classificada, em cada uma dessas vezes, respectivamente como
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Q2495625 Português
Texto 1 para a questão.

O que é água?

          A água é uma substância química. Um elemento da natureza, transparente, sem sabor e odor, composto por dois gases: duas partes de hidrogênio (símbolo H) e uma parte de oxigênio (símbolo O). Sua fórmula química é H2O.
        A água pode ser doce ou salgada. A água do mar é salgada porque os rios carregam para o mar cloro e sódio que se desprendem na erosão das rochas dos seus leitos. Como os rios recebem mais água doce das chuvas que evaporam, sua água continua doce.
         Com o mar é diferente: ele perde mais água por meio da evaporação do que ganha com a chuva. Assim, como o sal não evapora com a água, essa substância vai se acumulando e se concentrando no mar. A repetição desse fenômeno durante centenas de milhões de anos aumentou a concentração de cloreto de sódio nos oceanos, tornando-os salgados como são hoje.
         A água pode se apresentar em diversos estados: líquido, sólido (gelo) e gasoso (vapor d’água).

(GARCEZ, Lucília; GARCEZ, Cristina. Água. São Paulo: Callis, 2010. p. 5. Coleção Planeta sustentável. Disponível em: https://acessaber. com.br/atividades/atividade-de-ciencias.-)
No título do texto: “O que é água? ”, nas partes grifadas do texto, respectivamente, temos as seguintes classes gramaticais:
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Q2495511 Português
Quanto ao masculino e feminino dos substantivos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O feminino de “compadre” é “compadra”.
( ) O feminino de “ator” é “atriz” .
( ) O feminino de “bode” é “cabra”.
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Q2495313 Português

O pior surdo é o que não quer ouvir



    O cego chega no cruzamento e chove gente querendo ajudar. O surdo manda um “quê?” no caixa e recebe um urro na orelha: “CRÉDITO OU DÉBITO?!”. Por alguma razão, acham que o surdo é um preguiçoso, um desleixado que não fez o esforço suficiente para escutar o que foi dito. É mais ou menos como os gordos eram vistos tempos atrás, antes da luta identitária incluí-los em seu cabedal.

    Os surdos devem ter vacilado em algum momento. Perderam, talvez, o prazo de inscrição para a inclusão nos protocolos do politicamente correto, perdendo, assim, o bonde da história. Eis aqui uma frase que você nunca ouvirá — e não por ter qualquer problema no ouvido: “Nossa equipe é super diversa, veja só, temos aqui negros, indígenas, mulheres, trans e um deficiente auditivo”.

    Antes que me acusem de não ter lugar de fala, aviso: eu padeço de problema nos ouvidos. O que não tenho é lugar de escuta, prejudicada pela otospongiose, doença que acomete cerca de 10% da população mundial. Dentro do ouvido temos três ossinhos: martelo, estribo e bigorna. Por causas desconhecidas, em algumas pessoas esses ossinhos vão ficando esponjosos, e o que deveria fazer um tic-tac ao vibrar dos tímpanos passa a soar abafado como um poc-poc. Não tem cura, mas costuma ser um processo bem lento. Segundo meu otorrino, no ritmo da minha perda, quando eu ficar totalmente surdo, já estarei morto há décadas.

    A perda, contudo, incomoda, e como não pretendo passar meus dias restantes sobre a Terra sob berros de “CRÉDITO OU DÉBITO?!” ou “ABAIXA A TV!” ou “PODE VER IPAD, PAPAI?!”, comecei a usar aparelhos. É curioso quanta gente eu descobri, depois que comecei a tocar no assunto, que também precisa usar aparelhos auditivos. Mais curioso ainda é a maioria avassaladora destas pessoas não os usar. Talvez porque associemos o uso dessas traquitanas à velhice — assim como a ela associamos a palavra “traquitana”. Acontece que cabelos brancos, calvície, rugas e pelancas também são sinais da passagem dos anos e as pessoas não costumam ter muito pudor em relação à tintura, implantes, plásticas, botox ou silicone.

    Sem falar nos óculos. Ninguém deixa de usar quando surge a “vista cansada”. Conheço uma única pessoa, contudo, que aderiu aos aparelhos auditivos. Lanço aqui, portanto, uma campanha:

    #APARELHAMENTO #ESCUTAESSA #VALEOOUVIDO #APARELHAGEM #NÃOOLVIDEOOUVIDO

    Não me engajo na causa só por me preocupar com a saúde e a segurança dos meus amigos — a perda de audição causa depressão, degeneração neurológica; deficientes auditivos que usam aparelho vivem, em média, três anos mais do que os que não o usam. Lanço a campanha, também, porque não quero ser o único na praça com um araminho — discretíssimo, diga-se de passagem — entrando pelo ouvido. Já fui “quatro olhos”, pretendo evitar o “quatro ouvidos”.

    Vamos lá, amizades. O troço conecta no bluetooth, o celular já toca dentro da sua orelha e você ouve música ou podcasts no supermercado sem precisar de fones. O melhor de tudo é chegar ao caixa e, ao ouvir a voz cristalina do funcionário mal-humorado perguntar “crédito ou débito?”, franzir o cenho e responder “O quê?” — só pra vê-lo irritado.



(PRATA, Antonio. O pior surdo é o que não quer ouvir. Folha de S. Paulo, São

Paulo, 18 fev. 2024. Cotidiano, p. B4. Disponível em: https://www1.fo-

lha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/02/o-pior-surdo-e-o-que-nao-quer-ou-

vir.shtml. Com adaptações).

Sem falar nos óculos. Ninguém deixa de usar quando surge a “vista cansada”. Conheço uma única pessoa, contudo, que aderiu aos aparelhos auditivos. Lanço aqui, portanto, uma campanha...

Os valores semânticos das conjunções destacadas são, respectivamente
Alternativas
Q2495312 Português

O pior surdo é o que não quer ouvir



    O cego chega no cruzamento e chove gente querendo ajudar. O surdo manda um “quê?” no caixa e recebe um urro na orelha: “CRÉDITO OU DÉBITO?!”. Por alguma razão, acham que o surdo é um preguiçoso, um desleixado que não fez o esforço suficiente para escutar o que foi dito. É mais ou menos como os gordos eram vistos tempos atrás, antes da luta identitária incluí-los em seu cabedal.

    Os surdos devem ter vacilado em algum momento. Perderam, talvez, o prazo de inscrição para a inclusão nos protocolos do politicamente correto, perdendo, assim, o bonde da história. Eis aqui uma frase que você nunca ouvirá — e não por ter qualquer problema no ouvido: “Nossa equipe é super diversa, veja só, temos aqui negros, indígenas, mulheres, trans e um deficiente auditivo”.

    Antes que me acusem de não ter lugar de fala, aviso: eu padeço de problema nos ouvidos. O que não tenho é lugar de escuta, prejudicada pela otospongiose, doença que acomete cerca de 10% da população mundial. Dentro do ouvido temos três ossinhos: martelo, estribo e bigorna. Por causas desconhecidas, em algumas pessoas esses ossinhos vão ficando esponjosos, e o que deveria fazer um tic-tac ao vibrar dos tímpanos passa a soar abafado como um poc-poc. Não tem cura, mas costuma ser um processo bem lento. Segundo meu otorrino, no ritmo da minha perda, quando eu ficar totalmente surdo, já estarei morto há décadas.

    A perda, contudo, incomoda, e como não pretendo passar meus dias restantes sobre a Terra sob berros de “CRÉDITO OU DÉBITO?!” ou “ABAIXA A TV!” ou “PODE VER IPAD, PAPAI?!”, comecei a usar aparelhos. É curioso quanta gente eu descobri, depois que comecei a tocar no assunto, que também precisa usar aparelhos auditivos. Mais curioso ainda é a maioria avassaladora destas pessoas não os usar. Talvez porque associemos o uso dessas traquitanas à velhice — assim como a ela associamos a palavra “traquitana”. Acontece que cabelos brancos, calvície, rugas e pelancas também são sinais da passagem dos anos e as pessoas não costumam ter muito pudor em relação à tintura, implantes, plásticas, botox ou silicone.

    Sem falar nos óculos. Ninguém deixa de usar quando surge a “vista cansada”. Conheço uma única pessoa, contudo, que aderiu aos aparelhos auditivos. Lanço aqui, portanto, uma campanha:

    #APARELHAMENTO #ESCUTAESSA #VALEOOUVIDO #APARELHAGEM #NÃOOLVIDEOOUVIDO

    Não me engajo na causa só por me preocupar com a saúde e a segurança dos meus amigos — a perda de audição causa depressão, degeneração neurológica; deficientes auditivos que usam aparelho vivem, em média, três anos mais do que os que não o usam. Lanço a campanha, também, porque não quero ser o único na praça com um araminho — discretíssimo, diga-se de passagem — entrando pelo ouvido. Já fui “quatro olhos”, pretendo evitar o “quatro ouvidos”.

    Vamos lá, amizades. O troço conecta no bluetooth, o celular já toca dentro da sua orelha e você ouve música ou podcasts no supermercado sem precisar de fones. O melhor de tudo é chegar ao caixa e, ao ouvir a voz cristalina do funcionário mal-humorado perguntar “crédito ou débito?”, franzir o cenho e responder “O quê?” — só pra vê-lo irritado.



(PRATA, Antonio. O pior surdo é o que não quer ouvir. Folha de S. Paulo, São

Paulo, 18 fev. 2024. Cotidiano, p. B4. Disponível em: https://www1.fo-

lha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/02/o-pior-surdo-e-o-que-nao-quer-ou-

vir.shtml. Com adaptações).

Considere este esquema com informações adaptadas do texto:

Imagem associada para resolução da questão


Considerando o emprego formal da conjunção “não só... mas também...”, assinale alternativa cuja redação esteja clara, correta e coesa. 
Alternativas
Q2495310 Português

O pior surdo é o que não quer ouvir



    O cego chega no cruzamento e chove gente querendo ajudar. O surdo manda um “quê?” no caixa e recebe um urro na orelha: “CRÉDITO OU DÉBITO?!”. Por alguma razão, acham que o surdo é um preguiçoso, um desleixado que não fez o esforço suficiente para escutar o que foi dito. É mais ou menos como os gordos eram vistos tempos atrás, antes da luta identitária incluí-los em seu cabedal.

    Os surdos devem ter vacilado em algum momento. Perderam, talvez, o prazo de inscrição para a inclusão nos protocolos do politicamente correto, perdendo, assim, o bonde da história. Eis aqui uma frase que você nunca ouvirá — e não por ter qualquer problema no ouvido: “Nossa equipe é super diversa, veja só, temos aqui negros, indígenas, mulheres, trans e um deficiente auditivo”.

    Antes que me acusem de não ter lugar de fala, aviso: eu padeço de problema nos ouvidos. O que não tenho é lugar de escuta, prejudicada pela otospongiose, doença que acomete cerca de 10% da população mundial. Dentro do ouvido temos três ossinhos: martelo, estribo e bigorna. Por causas desconhecidas, em algumas pessoas esses ossinhos vão ficando esponjosos, e o que deveria fazer um tic-tac ao vibrar dos tímpanos passa a soar abafado como um poc-poc. Não tem cura, mas costuma ser um processo bem lento. Segundo meu otorrino, no ritmo da minha perda, quando eu ficar totalmente surdo, já estarei morto há décadas.

    A perda, contudo, incomoda, e como não pretendo passar meus dias restantes sobre a Terra sob berros de “CRÉDITO OU DÉBITO?!” ou “ABAIXA A TV!” ou “PODE VER IPAD, PAPAI?!”, comecei a usar aparelhos. É curioso quanta gente eu descobri, depois que comecei a tocar no assunto, que também precisa usar aparelhos auditivos. Mais curioso ainda é a maioria avassaladora destas pessoas não os usar. Talvez porque associemos o uso dessas traquitanas à velhice — assim como a ela associamos a palavra “traquitana”. Acontece que cabelos brancos, calvície, rugas e pelancas também são sinais da passagem dos anos e as pessoas não costumam ter muito pudor em relação à tintura, implantes, plásticas, botox ou silicone.

    Sem falar nos óculos. Ninguém deixa de usar quando surge a “vista cansada”. Conheço uma única pessoa, contudo, que aderiu aos aparelhos auditivos. Lanço aqui, portanto, uma campanha:

    #APARELHAMENTO #ESCUTAESSA #VALEOOUVIDO #APARELHAGEM #NÃOOLVIDEOOUVIDO

    Não me engajo na causa só por me preocupar com a saúde e a segurança dos meus amigos — a perda de audição causa depressão, degeneração neurológica; deficientes auditivos que usam aparelho vivem, em média, três anos mais do que os que não o usam. Lanço a campanha, também, porque não quero ser o único na praça com um araminho — discretíssimo, diga-se de passagem — entrando pelo ouvido. Já fui “quatro olhos”, pretendo evitar o “quatro ouvidos”.

    Vamos lá, amizades. O troço conecta no bluetooth, o celular já toca dentro da sua orelha e você ouve música ou podcasts no supermercado sem precisar de fones. O melhor de tudo é chegar ao caixa e, ao ouvir a voz cristalina do funcionário mal-humorado perguntar “crédito ou débito?”, franzir o cenho e responder “O quê?” — só pra vê-lo irritado.



(PRATA, Antonio. O pior surdo é o que não quer ouvir. Folha de S. Paulo, São

Paulo, 18 fev. 2024. Cotidiano, p. B4. Disponível em: https://www1.fo-

lha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/02/o-pior-surdo-e-o-que-nao-quer-ou-

vir.shtml. Com adaptações).

Assinale a alternativa em que são apresentadas CORRETAMENTE duas consequências para um mesmo fator.
Alternativas
Q2495240 Português
Honremos o nome do amor 

Por Fabrício Carpinejar



(Disponível em:gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/03/e-uma-heresia-associaro-crime-ao-amor-clu76rdzs0058019m38cssfll.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o sentido correto da expressão sublinhada no trecho “É muito maior do que ficar junto”, extraído do texto. 
Alternativas
Q2495239 Português
Honremos o nome do amor 

Por Fabrício Carpinejar



(Disponível em:gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/03/e-uma-heresia-associaro-crime-ao-amor-clu76rdzs0058019m38cssfll.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta palavra que tenha sido formada pelo mesmo processo que o vocábulo “desamor”. 
Alternativas
Q2495237 Português
Honremos o nome do amor 

Por Fabrício Carpinejar



(Disponível em:gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/03/e-uma-heresia-associaro-crime-ao-amor-clu76rdzs0058019m38cssfll.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa na qual a palavra “o” sublinhada NÃO seja um artigo definido masculino singular nas frases retiradas do texto.
Alternativas
Q2495139 Português

Texto 1

O tratamento da água



Uma estação de tratamento de água apresenta vários tanques para etapas específicas do processo de limpeza


     Todos nós sabemos que a água é uma substância primordial para a manutenção da vida. Todavia, para que ela seja consumida por nós, é necessário que ela seja potável, isto é, apresente as seguintes características:

       1. ausência de impurezas;

       2. presença de sais minerais;

       3. ausência de micro-organismos;

       4. presença de flúor.

     Um detalhe alarmante é que a água própria para consumo está se tornando um bem cada dia mais escasso. É muito comum vermos nos noticiários que várias regiões não estão tendo mais um fácil acesso a esse valioso recurso. Muitas vezes, as pessoas perguntam-se: por que falta água se temos tantos rios, represas, lagos etc.? A resposta é o baixo nível de consciência das pessoas, de uma forma geral, sobre a questão do desperdício e mau uso da água.

      É importante saber também que, na verdade, a água de um rio, lago, represa, por exemplo, não pode ser utilizada por um ser humano para a ingestão (beber) porque pode apresentar diversos tipos de impurezas oriundas de ações humanas inconsequentes (resíduos industriais e esgoto). Assim, boa parte da água está poluída em maior ou menor grau.

     Em virtude da poluição presente é que se faz necessário o tratamento da água antes de ela ser consumida pela população.

(Mestre. Diogo Lopes Dias.)



No título do texto: “O TRATAMENTO DA ÁGUA”, o vocábulo grifado quanto a classe gramatical é um(a):
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Q2494978 Português
Ao transformarmos as palavras paralelo e colônia em verbos, acrescentamos o sufixo izar.
Qual das palavras abaixo, ao ser transformada em verbo, é grafada com S e não com Z.
Alternativas
Q2494935 Português
       A educação em 2024 será marcada pela integração da tecnologia como objeto e ferramenta de ensino e por uma educação humanizadora que prevê personalização do ensino, desenvolvimento de habilidades socioemocionais, inclusão, colaboração entre todos os envolvidos no processo educativo e valorização da saúde mental. Como professores e gestores, é nosso papel estarmos preparados para essas transformações, buscando constantemente atualização e adaptação às novas demandas.

      Essas mudanças são essenciais para garantir um processo educacional mais eficaz e relevante, preparando os estudantes para os desafios do mundo moderno. É importante que as escolas estejam abertas e se adaptem às novas demandas da educação para que possam oferecer uma educação de qualidade e com equidade e que reduza lacunas de desigualdades.



(Débora Garofalo, Revista Educação. Em: 18/12/2023. Fragmento.)
Em A educação em 2024 será marcada pela integração da tecnologia como objeto e ferramenta de ensino e por uma educação humanizadora [...]” (1º§), os termos destacados pertencem à classe de palavras denominada “artigo”, palavra que se antepõe aos substantivos. Acerca dos termos destacados pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2494663 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
“Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico.” (2º§) Considerando a afirmativa anterior, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2494662 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
De acordo com a observação da estrutura das palavras, objeto de estudo da Morfologia, é possível identificar alguns elementos mórficos ou morfemas. A raiz dos termos indicados e empregados no texto pode ser identificada como equivalente em: 
I. Educação. II. Educativa. III. Escola. IV. Estudo.
Completam corretamente o enunciado o que se afirma em
Alternativas
Q2494338 Português
Observe os trechos abaixo e depois assinale a alternativa incorreta:

I. “[…] imagine que você está olhando para um gigantesco armário onde se empilham diferentes gavetas que contêm diferentes conjuntos de espécies.”
II. “[…] diversidade de habitats é igual A diversidade de espécies”
III. “Os pássaros da Mata Atlântica ilustram muito bem como as montanhas são compostas por diferentes ambientes […].”
IV. “[…] as montanhas por todo mundo têm algo em comum: são importantes refúgios para biodiversidade.”
Alternativas
Q2494287 Português
Para responder à questão, analise o parágrafo a seguir.

    O filme de Bayona segue o roteiro do livro homônimo do jornalista uruguaio Paulo Vierci, que intercala os detalhes dos 72 dias que se seguiram à queda do avião com o comovente depoimento de cada um dos que voltaram dos Andes. Tudo, nas 435 páginas, impressiona. Mas, para além da epopeia em si, é impactante a compreensão, por parte dos sobreviventes, de que nenhuma dor deve ser minimizada, e que a nossa não é maior do que a de ninguém. "Todos atravessam sua própria cordilheira", diz o cardiologista Roberto Canessa, responsável, na época, por convencer os colegas a recorrer à antropofagia.
A conjunção “Mas” é utilizada para interligar
Alternativas
Q2494284 Português
A questão refere-se ao texto a seguir.

As cordilheiras de cada um

Paloma Oliveto

    Algumas histórias são contadas várias vezes em família, despertando o mesmo interesse em quem as escuta. Desde criança, ouvi, sempre com espanto, minha mãe narrar a improvável odisseia de jovens atletas uruguaios que se acidentaram nos Andes chilenos. Para sobreviver, tiveram de comer os cadáveres dos que sucumbiram à queda do avião.
    Na nossa narrativa doméstica, o roteiro era acrescido dos enjoos que a notícia provocou na minha mãe, grávida de quatro meses. Um programa de televisão exibiu, com destaque, a foto de uma perna, metade comida. Para uma gestante com idade próxima à dos garotos, aquela história foi marcante não só pela compaixão despertada, mas pelas terríveis náuseas que a acompanharam até o nascimento da minha irmã.
    Fenômeno de audiência na Netflix e nos cinemas, o filme A Sociedade da Neve reconta o trágico acidente de avião sofrido pelo time de rúgbi Old Christians, no fim de 1972. Em vez de optar pelo sensacionalismo, o diretor espanhol Juan Antonio Bayona conquistou o público ao retratar a coragem e a dignidade daqueles jovens, que fizeram um pacto de solidariedade: "Se eu morrer, pode se alimentar do meu corpo".
    O filme de Bayona segue o roteiro do livro homônimo do jornalista uruguaio Paulo Vierci, que intercala os detalhes dos 72 dias que se seguiram à queda do avião com o comovente depoimento de cada um dos que voltaram dos Andes. Tudo, nas 435 páginas, impressiona. Mas, para além da epopeia em si, é impactante a compreensão, por parte dos sobreviventes, de que nenhuma dor deve ser minimizada, e que a nossa não é maior do que a de ninguém. "Todos atravessam sua própria cordilheira", diz o cardiologista Roberto Canessa, responsável, na época, por convencer os colegas a recorrer à antropofagia.
    Em seu depoimento a Vierci, o empresário Carlitos Páez conta que, quando chegou em casa, a mãe revelou, em tom dramático, que nossa cachorrinha chihuahua tinha morrido. Na hora, estranhou: ora, não tinha ele perdido 29 amigos? Páez, porém, não estava se desfazendo do sentimento da mãe. Ao contrário: "O que me levou a compreender que prazer e dor são relativos e subjetivos, que não existe um 'dorímetro' nem um 'angustiômetro' para medir o sofrimento".
    Há 11 anos, minha mãe morreu, três meses depois do falecimento do meu pai. Uma de suas últimas referências à tragédia dos Andes foi comparar os enjoos do tratamento agressivo com as náuseas dos tempos do acidente aéreo. Algumas semanas antes de ela ser internada pela última vez, um amigo me contava o quanto estava triste pelo fim do namoro. No meio da conversa, pediu desculpas e disse que aquilo não tinha importância. Como se estivéssemos comparando nossos "dorímetros"... 
    Temos de respeitar a travessia de cada um. Algumas podem parecer mais acidentadas, mas, para quem as enfrenta, a dificuldade é a mesma. Ao sobreviver a um inverno rigoroso, à fome e ao dilema ético de comer os corpos dos amigos, 16 jovens uruguaios deixam uma importante lição, além da resiliência: a pior cordilheira é aquela da qual tentamos sair.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6828529-as-cordilheiras-de-cada-um.html [Adaptado]
No último parágrafo, a palavra “resiliência” é utilizada como
Alternativas
Respostas
8341: B
8342: D
8343: C
8344: A
8345: B
8346: B
8347: D
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8355: D
8356: D
8357: B
8358: B
8359: D
8360: B