Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3757149 Português
Analise as assertivas abaixo a respeito das classes de palavras e classifique-as em verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) Todos os dias pela manhã, Ana abria a janela e olhava para o céu. – os termos “abria” e “olhava” são classificados como verbos.
( ) Eles inauguraram uma loja no centro e em alguns minutos venderam três peças! – tanto a palavra “alguns” quanto “três” pertencem à classe gramatical numeral.
( ) Cássio foi se recuperando devagar e conseguiu ficar totalmente curado. – ambas as palavras destacadas são classificadas como advérbios.

Marque a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3757145 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


 


Disponível em: <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>

Advérbio é a palavra que modifica um verbo, um adjetivo, outro advérbio ou uma oração inteira. No trecho da tirinha “Depois que o gambá saiu e a professora acordou, foi bem tranquilo!”, assinale a alternativa que indica corretamente qual termo o advérbio “bem” modifica e qual é a correta classificação do termo modificado:
Alternativas
Q3756982 Português
Tudo o que não puder contar, não faça: integridade é não agir errado mesmo sozinho


    Immanuel Kant, famoso filósofo alemão do século 18, dizia: “Tudo o que não puder contar como faz, não faça!”. Ao jogarmos um simples papelzinho pela janela não temos consciência alguma de que não se trata apenas de um simples papelzinho. O que está por trás disso é absolutamente sério. O que estamos fazendo conosco, com o meio em que vivemos e com o mundo? Há que se dizer que culpar terceiros sempre nos traz alívio.

    Mas não é um simples papelzinho... Se jogarmos três ao dia, serão quatorze por semana, e se milhões de pessoas de todo o mundo jogarem três míseros papéis por dia? Um dos maiores responsáveis por alagamentos nas cidades é o lixo, acarreta entupimento de bueiros e canalizações, levando a dispersar doenças e incômodo à população em geral.

    O âmago desta questão é a consciência. Nos dias de hoje coletamos informações prontas e não levamos questões reflexivas ao cotidiano agitado e quase atropelado pelo que não nos afeta tanto por enquanto.

    O que seremos no futuro? Seremos seres abastecidos virtualmente, mas submergidos no lixo? A grande preocupação é que a realidade virtual se sobreponha à realidade real!

    A vida no planeta como a conhecemos acabará de forma dramática, e somente através desse processo de conscientização poderemos garantir a sustentabilidade ambiental. Sustentabilidade: “Pensar globalmente, agir localmente”. Não é um simples papelzinho. É questão de educação, caráter, reflexão!

(Mario Sergio Cortella. http://mariosergiocortella.com. Adaptado)
Leia: “Mas não é um simples papelzinho... Se jogarmos três ao dia, serão quatorze por semana, e se milhões de pessoas de todo o mundo jogarem três míseros papéis por dia?” (2º par.) Sobre o fragmento em destaque, analise as considerações abaixo antes de julgar o que se pede:

I. Para a Norma Culta, o plural da primeira oração é “Mas não são só simples papeizinhos”.
II. Nota-se a presença de uma pergunta retórica em tom de conjectura.
III. Na passagem “três míseros papéis”, nota-se a presença de palavras acentuadas por diferentes motivos com classificação gramatical distinta.
IV. As expressões “ao dia” e “por dia” se valeram do uso de preposições diferentes e, por isso, possuem classificação gramatical distinta.

Pode-se dizer que está correto o que se afirmou apenas em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FACET Concursos Órgão: Prefeitura de Monteiro - PB Provas: FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Assistente Social | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Assistente Social Plantonista | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Bioquímico | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Bioquímico Plantonista | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Educador Físico | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Enfermeiro | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Enfermeiro Plantonista GAM | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Enfermeiro Plantonista GPA | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Farmacêutico Plantonista GSP | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Farmacêutico Plantonista GPA | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Fiscal de Tributos Municipais | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Fisioterapeuta | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Fonoaudiólogo GAE | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Fonoaudiólogo GSP | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Médico Endocrinologista | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Médico Generalista Plantonista | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Médico Veterinário | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Nutricionista | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Odontólogo | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Odontólogo Endodontista | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Psicólogo | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Psicopedagogo da Educação Infantil | FACET Concursos - 2025 - Prefeitura de Monteiro - PB - Terapeuta Ocupacional |
Q3756703 Português
O debate sobre “estrangeirismos” em colunas que citam Poética e dialogam com o purismo dramatizado em peças de Ariano Suassuna recoloca a questão da adaptação: sistemas linguísticos integram empréstimos segundo fonologia, morfologia e usos sociais. Empréstimos podem consolidar grafias aportuguesadas; neologismos seguem processos regulares (derivação, composição). Mudança lexical é dinâmica e pluriescalar (comunidades de prática, mídia, escola).

Considerando o texto, assinale a alternativa correta sobre empréstimos e neologia.
Alternativas
Q3756632 Português
Atente-se para a publicidade a seguir para responder a questão.

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Pode-se afirmar sobre o verbo “aplicar”, na publicidade:
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Q3756629 Português
Por que alguns animais marinhos comem lixo?

    A poluição dos oceanos já não é mais novidade. Pior do que saber disso é descobrir que alguns animais marinhos comem lixo. A explicação é simples: além de detritos despejados diretamente por algumas embarcações, o lixo jogado nas ruas acaba sendo arrastado pelas chuvas, indo parar nos rios, que sempre desembocam no mar. Aí todo esse material impróprio – o lixo! – pode passar a ser "comida" de tartarugasmarinhas, peixes, golfinhos e pinguins.
    Hoje, nenhum oceano do mundo é considerado limpo. Até nas águas congelantes da Antártida pesquisadores já encontraram plástico e outras sujeiras. As tartarugas-marinhas, provavelmente, são as que mais sofrem com a poluição dos oceanos. Elas viajam por longas distâncias e, com seu casco resistente, conseguem se livrar de muitos predadores. Depois do acasalamento, retornam às praias onde nasceram para depositarem seus ovos. Nesse percurso, elas se alimentam de peixes, camarões, águas-vivas e... Plástico!
    Na verdade, as tartarugas costumam confundir sacolas plásticas flutuantes com águas-vivas, suas presas favoritas – elas ainda comem pequenos pedaços de plástico que boiam entre as algas marinhas, seres que também se alimentam.
    O material ingerido acidentalmente vai parar no estômago desses animais, atrapalhando a digestão e, por vezes, os levando à morte. Cientistas do mundo inteiro tentam encontrar meios de reduzir o grave problema que é a poluição marinha e de proteger os animais que vivem nos oceanos. Um caminho importante é conscientizar as pessoas a darem o destino adequado ao lixo que produzem.
    O ideal é que tudo aquilo que não serve mais seja separado por categoria – plástico, papel, vidro, metal e matéria orgânica – e destinado ao recolhimento por parte das empresas de limpeza urbana. Evitar o uso de sacolas plásticas também pode ajudar.
    Se você entendeu como pode contribuir em terra para evitar poluir as águas e puder passar estas informações adiante, já estaria fazendo um bem enorme aos oceanos e aos animais cuja vida depende deles.


Texto: Gustavo F. de Carvalho-Souza e Daniele de A. Miranda
Revista: Ciências Hoje
Hoje, nenhum oceano do mundo é considerado limpo.” As classes de palavras das palavras destacadas são, respectivamente:
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Q3756400 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.




(Fernando Gonsales. Disponível em: oitavoanosea.blogspot.com. Acessado em 23.09.25)

Com relação aos tempos verbais empregados na tira, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3756325 Português
Texto para as questão. 


    O conhecimento tem sido reconhecido como um dos mais importantes recursos de uma organização, que torna possíveis ações inteligentes nos planos organizacional e individual e leva a inovações e à capacidade de continuamente criar produtos e serviços excelentes. O processo de gestão do conhecimento abrange toda a forma de gerar, armazenar, distribuir e utilizar o conhecimento, de modo que se torna necessária a utilização de tecnologias de informação para facilitar esse processo, dado o grande aumento no volume de dados.

    Ao longo do tempo, percebeu‑se que a velocidade de coleta de informações era muito maior que a velocidade de processamento ou de análise dessas informações. Isso gerou um problema e uma contradição, pois as organizações, por possuírem uma grande quantidade de dados, possuem uma falsa sensação de que estão bem‑informadas, no entanto essas informações de nada servem se não forem analisadas de forma correta e em tempo hábil.

    Em outras palavras, a coleta e o armazenamento de dados, por si sós, não contribuem para melhorar a estratégia da organização. É necessário que sejam feitas análises sobre essa grande quantidade de dados, estabelecendo‑se indicadores para descobrir padrões de comportamento implícitos nos dados, além de relações de causa e efeito. O processamento e a análise das informações geradas pelas enormes bases de dados atuais de forma correta estão entre os requisitos essenciais para uma boa tomada de decisão.

    Em um ambiente tão mutável como o das organizações, na atualidade, torna‑se necessária a aplicação de técnicas e ferramentas automáticas que agilizem o processo de extração de informações relevantes de grandes volumes de dados. Uma metodologia emergente, que tenta solucionar o problema da análise de grandes quantidades de dados e ultrapassa a habilidade e a capacidade humanas, é a descoberta de conhecimento em banco de dados.

    Data mining, ou mineração de dados, é uma técnica que faz parte de uma das etapas da descoberta de conhecimento em banco de dados. Ela é capaz de revelar, automaticamente, o conhecimento que está implícito em grandes quantidades de informações armazenadas nos bancos de dados de uma organização. Essa técnica pode fazer, entre outras atividades, uma análise antecipada dos eventos, prevendo tendências e comportamentos futuros e permitindo aos gestores a tomada de decisões com base em fatos, em vez de em suposições.


Internet:  <scielo.br> (com adaptações).
Os adjetivos a seguir, retirados do texto, foram transformados em substantivos. A partir dessa informação, assinale a opção que apresenta o substantivo adequado ao adjetivo mencionado e cuja grafia esteja correta.
Alternativas
Q3756317 Português
Texto para as questão. 


    O conhecimento tem sido reconhecido como um dos mais importantes recursos de uma organização, que torna possíveis ações inteligentes nos planos organizacional e individual e leva a inovações e à capacidade de continuamente criar produtos e serviços excelentes. O processo de gestão do conhecimento abrange toda a forma de gerar, armazenar, distribuir e utilizar o conhecimento, de modo que se torna necessária a utilização de tecnologias de informação para facilitar esse processo, dado o grande aumento no volume de dados.

    Ao longo do tempo, percebeu‑se que a velocidade de coleta de informações era muito maior que a velocidade de processamento ou de análise dessas informações. Isso gerou um problema e uma contradição, pois as organizações, por possuírem uma grande quantidade de dados, possuem uma falsa sensação de que estão bem‑informadas, no entanto essas informações de nada servem se não forem analisadas de forma correta e em tempo hábil.

    Em outras palavras, a coleta e o armazenamento de dados, por si sós, não contribuem para melhorar a estratégia da organização. É necessário que sejam feitas análises sobre essa grande quantidade de dados, estabelecendo‑se indicadores para descobrir padrões de comportamento implícitos nos dados, além de relações de causa e efeito. O processamento e a análise das informações geradas pelas enormes bases de dados atuais de forma correta estão entre os requisitos essenciais para uma boa tomada de decisão.

    Em um ambiente tão mutável como o das organizações, na atualidade, torna‑se necessária a aplicação de técnicas e ferramentas automáticas que agilizem o processo de extração de informações relevantes de grandes volumes de dados. Uma metodologia emergente, que tenta solucionar o problema da análise de grandes quantidades de dados e ultrapassa a habilidade e a capacidade humanas, é a descoberta de conhecimento em banco de dados.

    Data mining, ou mineração de dados, é uma técnica que faz parte de uma das etapas da descoberta de conhecimento em banco de dados. Ela é capaz de revelar, automaticamente, o conhecimento que está implícito em grandes quantidades de informações armazenadas nos bancos de dados de uma organização. Essa técnica pode fazer, entre outras atividades, uma análise antecipada dos eventos, prevendo tendências e comportamentos futuros e permitindo aos gestores a tomada de decisões com base em fatos, em vez de em suposições.


Internet:  <scielo.br> (com adaptações).
No trecho “dado o grande aumento no volume de dados”, a palavra “grande” pertence à classe gramatical dos(as)
Alternativas
Q3756315 Português
Texto para as questão. 


    O conhecimento tem sido reconhecido como um dos mais importantes recursos de uma organização, que torna possíveis ações inteligentes nos planos organizacional e individual e leva a inovações e à capacidade de continuamente criar produtos e serviços excelentes. O processo de gestão do conhecimento abrange toda a forma de gerar, armazenar, distribuir e utilizar o conhecimento, de modo que se torna necessária a utilização de tecnologias de informação para facilitar esse processo, dado o grande aumento no volume de dados.

    Ao longo do tempo, percebeu‑se que a velocidade de coleta de informações era muito maior que a velocidade de processamento ou de análise dessas informações. Isso gerou um problema e uma contradição, pois as organizações, por possuírem uma grande quantidade de dados, possuem uma falsa sensação de que estão bem‑informadas, no entanto essas informações de nada servem se não forem analisadas de forma correta e em tempo hábil.

    Em outras palavras, a coleta e o armazenamento de dados, por si sós, não contribuem para melhorar a estratégia da organização. É necessário que sejam feitas análises sobre essa grande quantidade de dados, estabelecendo‑se indicadores para descobrir padrões de comportamento implícitos nos dados, além de relações de causa e efeito. O processamento e a análise das informações geradas pelas enormes bases de dados atuais de forma correta estão entre os requisitos essenciais para uma boa tomada de decisão.

    Em um ambiente tão mutável como o das organizações, na atualidade, torna‑se necessária a aplicação de técnicas e ferramentas automáticas que agilizem o processo de extração de informações relevantes de grandes volumes de dados. Uma metodologia emergente, que tenta solucionar o problema da análise de grandes quantidades de dados e ultrapassa a habilidade e a capacidade humanas, é a descoberta de conhecimento em banco de dados.

    Data mining, ou mineração de dados, é uma técnica que faz parte de uma das etapas da descoberta de conhecimento em banco de dados. Ela é capaz de revelar, automaticamente, o conhecimento que está implícito em grandes quantidades de informações armazenadas nos bancos de dados de uma organização. Essa técnica pode fazer, entre outras atividades, uma análise antecipada dos eventos, prevendo tendências e comportamentos futuros e permitindo aos gestores a tomada de decisões com base em fatos, em vez de em suposições.


Internet:  <scielo.br> (com adaptações).
Nas expressões “a inovações”, “à capacidade”, “toda a forma” e “a utilização de tecnologias de informação” (primeiro parágrafo) e “a velocidade de coleta de informações” (segundo parágrafo), o termo “a”/“à” corresponde a preposição + artigo em
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Q3756047 Português

Texto 1

 

Desenvolvimento Sustentável: o que é e objetivos

 

Com o passar do tempo, o conceito de sustentabilidade acabou sendo associado de forma limitada pelo grande público a “ações ecológicas” ou “menos poluentes”. A boa notícia é que marcas que se assumem como sustentáveis já são vistas de forma mais positiva pelos consumidores, ainda que não entendam exatamente o que isso queira dizer. A má notícia é que a limitação do conceito no imaginário coletivo interfere negativamente no entendimento do que é “desenvolvimento sustentável”.

É importante termos em mente que a essência da definição de sustentável está em perpetuar o planeta, sendo diretamente associada a palavras como legado, continuidade e equilíbrio. Para haver o desenvolvimento sustentável pleno, é necessário planejamento e, acima de tudo, reconhecer que os recursos naturais são finitos. A permanência do mundo como conhecemos depende de como conseguimos gerenciar nossos impactos no presente e no futuro próximo. Os recursos são finitos e todos somos responsáveis pela conservação dos mesmos. Entretanto, pode ser difícil compreender quais ações estão sendo feitas, na prática, e que possam garantir esta continuidade.

Para esclarecer esse ponto desenvolvemos este artigo com o objetivo de apresentar a definição de desenvolvimento sustentável, que movimentos as empresas estão realizando e o papel do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) nesse contexto. Confira!

 

O que é desenvolvimento sustentável?

O desenvolvimento sustentável é aquele capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem colocar em risco a capacidade de atender as gerações futuras. Por isso, conforme já citado neste artigo, a definição está vinculada aos termos “legado” e “continuidade”. Em resumo, desenvolvimento sustentável também diz respeito à necessidade de repensar hábitos de consumo e produção, focando em qualidade (como produzimos, o que, por que e para quem) em vez de quantidade, com uso de matérias-primas que sejam provenientes de fontes limpas e verdes, além da adoção de mecanismos de mitigação e compensação, e o aumento da reutilização e da reciclagem.

Desenvolver-se de forma sustentável, seja em pequena esfera (no contexto de uma empresa, por exemplo), ou em larga esfera (no contexto de um país), pressupõe possibilitar às pessoas, agora e futuramente, atingir um nível satisfatório de desenvolvimento socioeconômico e cultural fazendo uso razoável dos recursos naturais, de forma a não os esgotar para as próximas gerações.

Para conquistar tais resultados é necessário planejamento, bem como o entendimento de que os recursos são finitos. Por isso, não podemos confundir desenvolvimento sustentável com crescimento econômico, uma vez que este último costuma depender do consumo crescente de energia e recursos naturais. A grande diferença deste pensamento está em promover o equilíbrio entre os objetivos de desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e a conservação ambiental.

 

Que movimentos estão sendo feitos em prol do desenvolvimento sustentável?

A preocupação da comunidade internacional com os limites do desenvolvimento do planeta é uma realidade, e dentro deste contexto existem grandes ações sendo realizadas como o Acordo de Paris e os ODS (Objetivos do Desenvolvimento Sustentável), e também ações do cotidiano de cada um de nós e também das empresas.

 

Entenda melhor:

Sobre o Acordo de Paris

O Acordo de Paris, firmado na COP 21 (Conferência das Partes, promovida pela ONU), passou a valer a partir de 4 de novembro de 2016, e traz um compromisso e plano de ações a serem desenvolvidas pelos países para combater as mudanças climáticas. Para a entrada em vigor do acordo, que substituiu a partir de 2020, o Protocolo de Kyoto, 55 países que representam 55% das emissões de gases de efeito estufa precisavam ratificá-lo. Isso aconteceu em 4 de novembro de 2016. Até junho de 2017, 195 países assinaram o acordo, e 147 destes, entre eles o Brasil, ratificaram-no.

 

O que são ODS?

ODS é a sigla para Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, surge em 2015 e faz parte do documento “Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” publicado pela ONU. O documento é composto, entre outros itens, por 17 ODS que visam a melhoria da qualidade de vida das pessoas, preservando o ecossistema e garantindo prosperidade econômica.

 

Principais movimentações das empresas em relação ao desenvolvimento sustentável

Apesar da conscientização de que as mudanças não são opcionais, mas primordiais, ainda existe a necessidade de maior adaptação do setor empresarial. Aderir ao desenvolvimento sustentável vai muito além de ser bom para o planeta: a mudança de atitudes garante a continuidade dos negócios.

Em 2022, 70% dos brasileiros acreditavam que o aquecimento global prejudica a todos, e 90% deles também acreditam que com o passar dos anos aumentará ainda mais os desastres provocados por alterações climáticas. Em pesquisa realizada no Brasil, dos 100 líderes empresariais dos maiores grupos corporativos presentes em diferentes setores, 99% acreditam que a sustentabilidade é importante ou muito importante para os negócios e que as empresas desempenham papel imprescindível para viabilizar a mudança de modelo. A pesquisa reforça a tese de que os grandes desafios econômicos, ambientais e sociais podem e devem ser transformados em oportunidades.

Diversas empresas já estão trabalhando com o modelo de Economia Circular, no entanto, as empresas enfrentam um desafio crescente para expandir e criar valor em meio a um cenário de instabilidade e escassez no fornecimento de recursos, com elevação de custos e incertezas nos negócios.

A chave para gerir este desafio está na Economia Circular, modelo alternativo que dissocia crescimento de utilização de recursos escassos, pois possibilita o desenvolvimento econômico dentro dos limites dos recursos naturais e promove a oportunidade às empresas de inovar.

O conceito consiste em um ciclo de desenvolvimento positivo contínuo que preserva e otimiza o capital natural, a produção de recursos e minimiza riscos sistêmicos, administrando estoques finitos e fluxos renováveis.

De forma mais prática, entre os modelos de negócio da economia circular está a extensão do ciclo de vida de produtos, que visa estender o ciclo de vida útil de mercadorias e seus componentes por meio de reparo, upgrade e revenda. Para elucidar melhor o conceito e os outros modelos de negócio propostos pela economia circular, basta acessar este documento. (...)

 

Acessível em https://cebds.org/desenvolvimento-sustentavel-o-que-e-e-objetivos/

Observe o emprego da partícula “a” nas orações abaixo:
I. “Para a entrada em vigor do acordo, que substituiu a partir de 2020, o Protocolo de Kyoto, 55 países que representam 55% das emissões de gases de efeito estufa precisavam ratificá-lo”.
II. “A pesquisa reforça a tese de que os grandes desafios econômicos, ambientais e sociais podem e devem ser transformados em oportunidades”. 
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Q3755822 Português
A carga de doenças atribuíveis aos distúrbios mentais nas Américas é alta e crescente. Transtornos mentais, neurológicos e por uso de substâncias são responsáveis por mais de um terço dos anos vividos com incapacidade e quase um quinto de todos os anos de vida ajustados por incapacidade na região. Entre 2000 e 2019, a taxa de mortalidade por tais transtornos aumentou em 89% e a taxa de anos vividos com incapacidade aumentou em 10%. Os distúrbios mentais também se configuram como fatores de risco para o suicídio, que por si só levou 100 mil vidas na região no ano 2021. De modo desconcertante, a taxa de suicídio aumentou em 17% entre 2000 e 2021 nas Américas, que foi a única das regiões delineadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a experimentar um aumento neste período. A pandemia de COVID19 agravou ainda mais a situação da saúde mental, ampliando os fatores de risco conhecidos para os distúrbios mentais, como isolamento social, desemprego, pobreza e violência, e interrompendo os já frágeis sistemas e serviços de saúde mental. No ano 2020, os transtornos depressivos maiores e os transtornos de ansiedade aumentaram em aproximadamente 35% e 32%, respectivamente, na América Latina e no Caribe devido à pandemia.

Disponível em: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/ article/view/10890/20615. Acesso em: 06 de out. 2025. Fragmento adaptado.
Preencha as lacunas com o artigo definido adequado.

Não entendi muito bem sua explicação sobre _____ libido. Esqueceram de acrescentar _____ cal à argamassa de reboco. Reclamei porque _____ sabonetes não estavam no lugar em que deviam estar. Somente a troca do treinador poderá erguer _____ moral dos jogadores. A fumaça espalha-se pela casa porque _____ chaminé foi mal construída.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmenteas lacunas do texto.
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Q3755042 Português
A questão refere-se ao TEXTO a seguir:


A vida é selvagem
Ailton-Krenak


A vida é selvagem. Esse é um elemento essencial para um pensamento que tem me provocado: como a ideia de que a vida é selvagem poderia incidir sobre a produção do pensamento urbanístico hoje? É uma convocatória a uma rebelião do ponto de vista epistemológico, de colaborar com a produção de vida. Quando falo que a vida é selvagem, quero chamar a atenção para uma potência de existir que tem uma poética esquecida, abandonada pelas escolas, formadoras de profissionais que perpetuam a lógica de que a civilização é urbana, de que tudo fora das cidades é bárbaro, primitivo – e que a gente pode tacar fogo.

Como atravessar o muro das cidades? Quais possíveis implicações poderiam existir entre comunidades humanas que vivem na floresta e as que estão enclausuradas nas metrópoles? Pois se a gente conseguir fazer com que continuem existindo florestas no mundo, existirão comunidades dentro delas. Eu vi um número que a World Wide Fund for Nature (WWF) publicou em um relatório, dizendo que 1,4 bilhão de pessoas no mundo dependem da floresta, no sentido de ter uma economia ligada a ela. Não é a turma das madeireiras, não: é uma economia que supõe que os humanos que vivem ali precisam de floresta para viver.

A antropóloga Lux Vidal escreveu um trabalho muito importante sobre habitações indígenas, no qual relaciona materiais e conceitos que organizam a ideia de habitat equilibrado com o entorno, com a terra, o Sol, a Lua e as estrelas. Um habitat que está integrado ao cosmos, diferente desse implante que as cidades viraram no mundo. Aí eu me pergunto: como fazer a floresta existir em nós, em nossas casas, em nossos quintais? Podemos provocar o surgimento de uma experiência de florestania começando por contestar essa ordem urbana sanitária ao dizer: eu vou deixar o meu quintal cheio de mato, quero estudar a gramática dele. Como eu acho no meio do mato um ipê, uma peroba rosa, um jacarandá? E se eu tivesse um buritizeiro no quintal?
Assinale a opção em que o sufixo forma um adjetivo. 
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Q3754978 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Espírito original do SUS é vital para o país


     O Sistema Único de Saúde (SUS) entrou em vigor há 35 anos, dois anos após ter sido criado a partir da Constituição Federal de 1988. Lançado como resposta a um clamor por justiça social e igualdade no acesso à saúde, o sistema foi inspirado nos princípios da universalidade, integralidade e equidade, e, não se pode negar, tornou-se um dos maiores sistemas públicos de saúde do planeta.

    Atualmente, é responsável por cerca de 75% dos atendimentos de saúde no país, segundo o governo federal. Ele abrange desde o atendimento básico até procedimentos de alta complexidade, como transplantes de órgãos – área em que o Brasil é o segundo maior do mundo em volume de transplantes públicos, atrás apenas dos Estados Unidos.

     Não é à toa que a revista americana Newsweek divulgou seu ranking anual dos melhores hospitais do mundo em 12 especialidades médicas e o Brasil marcou presença com 22 instituições – sendo sete públicas e 15 privadas. O levantamento considerou recomendações de profissionais de saúde, dados de acreditação e certificações, e indicadores de resultados percebidos pelos pacientes, como melhora dos sintomas e satisfação com o tratamento recebido.

   Vale destacar também o protagonismo do SUS durante a pandemia da covid-19. Em um dos momentos mais críticos da história recente, o sistema liderou a campanha de vacinação que alcançou mais de 80% da população com esquema primário completo, reafirmando a expertise do país em campanhas de imunização em massa. O modelo, inclusive, já foi elogiado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    No entanto, especialistas daqui e de fora também apontam suas fragilidades. A desigualdade no acesso – especialmente em áreas rurais e periféricas –, os longos tempos de espera e a fragmentação dos serviços são vistos como entraves à eficiência do sistema. Da mesma forma, preocupa a dificuldade para o fortalecimento do setor primário – voltado para a prevenção e, portanto, mais estratégico do ponto de vista da saúde pública.

     Outro problema crônico é o subfinanciamento. Segundo dados do Conselho Nacional de Saúde, o Brasil investe cerca de 9,6% do PIB em saúde, mas apenas 3,9% são recursos públicos, nível inferior à média de países com sistemas universais.

     Aos 35 anos, é hora de resgatar o espírito original do Sistema Único de Saúde – um sistema público, gratuito, eficiente e humano. Para isso, não basta só vontade política. É preciso coragem para enfrentar interesses corporativos e colocar a vida acima do lucro. Afinal, trata-se de um lema do SUS: “Saúde é direito de todos e dever do Estado”.


(Editorial. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 19.09.2025. Adaptado.)
Assinale a alternativa em que entre as preposições destacadas se estabelece o sentido de intervalo.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: CPRM Provas: FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Administração | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Análise e Desenvolvimento de Sistemas | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Comunicação - Produção e divulgação de conteúdo visual & gráfico | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Biblioteconomia | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Contabilidade | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Arquitetura | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Física | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Geografia | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Design Gráfico | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Arquivologia | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Agronômica | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Geoprocessamento | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Letras | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Museologia | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Química | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Biologia | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Direito | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Cartografia | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Comunicação - Produção e divulgação de conteúdo audiovisual | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Educação | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Comunicação - Produção e divulgação de conteúdo textual | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Civil | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Elétrica | FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Eletrônica |
Q3754724 Português
As questões da prova de Língua Portuguesa referem-se ao TEXTO a seguir:

O Brasil na crise do clima
Dimas Ramalho

Chuvas apocalípticas no Rio Grande do Sul, secas extremas no Pantanal e na Amazônia, inundações recordes em países da Ásia e da Europa, ondas de calor mortíferas nos quatro cantos do mundo. São gritantes os sinais de que algo está profundamente errado no clima planetário.
Nem todo mundo entende, porém, que por trás desse fenômeno alarmante está a mão do homem. Após décadas de estudos e medições, não resta dúvida de que a causa do aquecimento global são os gases do efeito estufa emitidos por seres humanos, a maior parte deles proveniente da queima de petróleo e seus derivados.
Com a elevação da temperatura média do globo, tornam-se mais frequentes os chamados eventos climáticos extremos, com consequências tremendas para as populações humanas e os ecossistemas naturais. Segundo a pesquisa Datafolha, 77% da população brasileira vivenciou recentemente algum evento desse tipo.
Por mais que os efeitos da mudança climática venham ficando cada dia mais evidentes no planeta, enfrentar as suas causas tem-se mostrado uma tarefa imensamente complexa. A principal razão é que reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa implica uma mudança radical na matriz energética global, ainda amplamente baseada no petróleo.
Nessa verdadeira corrida contra o tempo, o Brasil curiosamente desponta de maneira singular. Por aqui, as principais fontes de poluição não provêm, como nas outras grandes economias do mundo, de atividades industriais e da queima de combustíveis fósseis, mas do desmatamento.
A floresta derrubada libera na atmosfera todo o carbono armazenado na madeira, nas folhas e nas raízes quando é queimada ou apodrece sobre o solo. Já a atividade pecuária, além de relevante indutor do desmatamento na Amazônia, libera, por meio da digestão dos ruminantes, o metano, um dos gases que mais potencializam o efeito estufa.
Hoje, felizmente, boa parte dos produtores já entendeu isso, e vêm investindo no aumento da produtividade no campo e ampliando a chamada agricultura de baixo carbono. Um agronegócio com consciência ambiental combinado a um combate firme do desmatamento por parte dos governos forma uma aliança poderosa, que beneficiará o Brasil e o mundo. 
Assinale a opção em que a palavra formada não se estrutura a partir de uma derivação regressiva. 
Alternativas
Q3754621 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão: 



Em relação à fala do primeiro quadro “Achei que você tinha dito que berinjela fatiada reduziria minha cintura.”, a forma verbal que substitui “tinha dito” e o sentido expresso por “reduziria” são, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3754563 Português
Texto para a questão.


    Imagine um time de futebol atacado por um surto enlouquecedor, em que os jogadores saem marcando gol desvairadamente contra a própria equipe. É isso o que o corpo faz quando acometido por doenças autoimunes. O sistema de defesa do organismo (sistema imunológico) deixa de reconhecer o próprio corpo e, em vez de combater apenas inimigos, como certos vírus e bactérias, passa a atacar células ou tecidos saudáveis do organismo.

    Não é à toa que as doenças autoimunes tanto assustam. De início, o paciente tem dificuldade para compreender que, além de vítima, é “autor” desse mecanismo de agressão. Já os médicos também não compreendem por que as células de defesa do corpo perdem o controle. As doenças autoimunes não têm cura, mas há remédio para os sintomas, e os novos tratamentos têm dado esperança aos pacientes.

    A incidência de doenças autoimunes tem aumentado. Duplicou nos últimos 40 anos – também não se sabe por que, mas há quem credite esse fato ao aprimoramento nos diagnósticos e à precisão dos testes laboratoriais. O fato é que, só nos Estados Unidos, são 50 milhões de pessoas por ano diagnosticadas com uma doença desse tipo. Em todo o mundo, médicos e pesquisadores presumem que 15% a 20% da população seja atingida, e a maior parte das vítimas são mulheres.

    Uma das hipóteses para a causa das doenças, segundo o imunologista Momtchilo Russo, presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, é a da higiene. “Como hoje as pessoas não desenvolvem tantas infecções, que talvez regularizassem a ação do sistema imunológico, nossas células de defesa poderiam estar superativadas”. Por outro lado, alguns estudos revelam que as doenças infecciosas é que afetariam o funcionamento do sistema imunológico. “Na febre reumática, sabe‑se que o organismo ataca células do coração, pois as confunde com um aminoácido presente na bactéria estreptococo”, diz a imunologista Myrthes Toledo Barros, do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas (SP).

    Hipóteses à parte, sabe‑se que, para desenvolver uma doença autoimune, são necessárias três condições, explica Scheinberg. A primeira é ter predisposição genética para a doença. A segunda é o problema ser desencadeado por um fator do ambiente externo, como exposição ao sol, no caso do lúpus, ou situação estressante, no caso da psoríase. Já a terceira, mais óbvia, é haver desequilíbrio das células do sistema imunológico.


Internet: <desenbahia.ba.gov.br> (com adaptações).

A palavra do texto que pertence à classe dos numerais é
Alternativas
Q3754559 Português
Texto para a questão.


    Imagine um time de futebol atacado por um surto enlouquecedor, em que os jogadores saem marcando gol desvairadamente contra a própria equipe. É isso o que o corpo faz quando acometido por doenças autoimunes. O sistema de defesa do organismo (sistema imunológico) deixa de reconhecer o próprio corpo e, em vez de combater apenas inimigos, como certos vírus e bactérias, passa a atacar células ou tecidos saudáveis do organismo.

    Não é à toa que as doenças autoimunes tanto assustam. De início, o paciente tem dificuldade para compreender que, além de vítima, é “autor” desse mecanismo de agressão. Já os médicos também não compreendem por que as células de defesa do corpo perdem o controle. As doenças autoimunes não têm cura, mas há remédio para os sintomas, e os novos tratamentos têm dado esperança aos pacientes.

    A incidência de doenças autoimunes tem aumentado. Duplicou nos últimos 40 anos – também não se sabe por que, mas há quem credite esse fato ao aprimoramento nos diagnósticos e à precisão dos testes laboratoriais. O fato é que, só nos Estados Unidos, são 50 milhões de pessoas por ano diagnosticadas com uma doença desse tipo. Em todo o mundo, médicos e pesquisadores presumem que 15% a 20% da população seja atingida, e a maior parte das vítimas são mulheres.

    Uma das hipóteses para a causa das doenças, segundo o imunologista Momtchilo Russo, presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, é a da higiene. “Como hoje as pessoas não desenvolvem tantas infecções, que talvez regularizassem a ação do sistema imunológico, nossas células de defesa poderiam estar superativadas”. Por outro lado, alguns estudos revelam que as doenças infecciosas é que afetariam o funcionamento do sistema imunológico. “Na febre reumática, sabe‑se que o organismo ataca células do coração, pois as confunde com um aminoácido presente na bactéria estreptococo”, diz a imunologista Myrthes Toledo Barros, do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas (SP).

    Hipóteses à parte, sabe‑se que, para desenvolver uma doença autoimune, são necessárias três condições, explica Scheinberg. A primeira é ter predisposição genética para a doença. A segunda é o problema ser desencadeado por um fator do ambiente externo, como exposição ao sol, no caso do lúpus, ou situação estressante, no caso da psoríase. Já a terceira, mais óbvia, é haver desequilíbrio das células do sistema imunológico.


Internet: <desenbahia.ba.gov.br> (com adaptações).

Na frase “Não é à toa que as doenças autoimunes tanto assustam.”, a expressão “à toa” é
Alternativas
Q3754372 Português
Texto para a questão.


    A mentira existe desde o começo da civilização. O uso político da maledicência também não é novidade dos nossos tempos. Na Roma Antiga, por volta de 33 a.C., Otaviano empreendeu uma campanha difamatória contra Marco Antônio, colocando sua lealdade à Roma em dúvida por causa do amor dele por Cleópatra. O casal, por sua vez, contra‑atacou questionando as origens de Otaviano, porque ele era parente de Júlio César apenas por parte de mãe. Até moedas foram cunhadas por Otaviano e Marco Antônio, cada uma com imagens que os favoreciam nesse esforço de propaganda.

    O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais, de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.

    Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. O professor defende que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”

    Já a palavra “desinformação” tem um sentido mais amplo, que abarca as diferentes formas de difusão de informações mentirosas pela internet. Em inglês, há três palavras para o fenômeno: disinformation, para informações falsas criadas com a intenção de causar dano; misinformation, para informações erradas divulgadas sem o objetivo de causar dano; e malinformation, para informações corretas, mas divulgadas de forma descontextualizada com o propósito de causar dano.


Internet: <tre‑go.jus.br> (com adaptações).
Na frase “Já a palavra ‘desinformação’ tem um sentido mais amplo, que abarca as diferentes formas de difusão de informações mentirosas pela internet.”, uma palavra que se classifica como preposição é
Alternativas
Q3754370 Português
Texto para a questão.


    A mentira existe desde o começo da civilização. O uso político da maledicência também não é novidade dos nossos tempos. Na Roma Antiga, por volta de 33 a.C., Otaviano empreendeu uma campanha difamatória contra Marco Antônio, colocando sua lealdade à Roma em dúvida por causa do amor dele por Cleópatra. O casal, por sua vez, contra‑atacou questionando as origens de Otaviano, porque ele era parente de Júlio César apenas por parte de mãe. Até moedas foram cunhadas por Otaviano e Marco Antônio, cada uma com imagens que os favoreciam nesse esforço de propaganda.

    O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais, de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.

    Segundo Eugênio Bucci, professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP, “fake news é a falsificação da forma notícia. Parece ser uma notícia jornalística, mas não é”. O professor defende que não se deve usar a expressão como sinônimo de mentira. “Fake news são um tipo historicamente datado de mentira. São uma criação do século XXI, que frauda a forma notícia a partir das plataformas sociais e das tecnologias digitais que favorecem a difusão massiva de enunciados”, explica. “As fake news não existem desde sempre.”

    Já a palavra “desinformação” tem um sentido mais amplo, que abarca as diferentes formas de difusão de informações mentirosas pela internet. Em inglês, há três palavras para o fenômeno: disinformation, para informações falsas criadas com a intenção de causar dano; misinformation, para informações erradas divulgadas sem o objetivo de causar dano; e malinformation, para informações corretas, mas divulgadas de forma descontextualizada com o propósito de causar dano.


Internet: <tre‑go.jus.br> (com adaptações).
Uma palavra adequada para caracterizar o substantivo “notícias”, em termos de concordância, é 
Alternativas
Respostas
3561: C
3562: E
3563: E
3564: E
3565: C
3566: A
3567: A
3568: E
3569: D
3570: B
3571: A
3572: A
3573: E
3574: B
3575: C
3576: E
3577: E
3578: E
3579: E
3580: B