Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Q3767092 Português
Assinale a opção que apresenta a correta justificativa para a flexão do termo destacado no trecho “os lábios de novo e a cara circulados de sangue” (linha 10). 
Alternativas
Q3767090 Português
Os artigos – definidos e indefinidos –, para além de sua função morfológica e sintática, estabelecem efeitos de sentido específicos. Analise os trechos “Era um quintal ensombrado (linha 01) e “[...] a casca vermelha” (linha 02) em relação aos diferentes efeitos de sentido gerados pelos artigos e assinale a afirmação verdadeira. 
Alternativas
Q3767088 Português
No trecho: “As macieiras tinham maçãs temporãs” (linha 02), a palavra destacada é formada pelo processo de 
Alternativas
Q3766844 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
Em “Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo”, a palavra “adepto” é um substantivo que está no gênero ________ e no número ________, podendo ser substituída, sem alterar o sentido expresso no texto, por _________.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas acima?
Alternativas
Q3766842 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho “Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas”, as palavras “decentes” e “nítidas” são __________ que concordam em gênero e número com “fotos”.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna? 
Alternativas
Q3766841 Português
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Geração da imperfeição: o erro fazia parte da nossa rotina

    Pertenço à geração da imperfeição. Quem tem mais de 40 anos vai entender a minha sentença.
    Nada no passado era límpido, cristalino, harmônico. Nem as imagens, nem os sons.
    O erro fazia parte da nossa rotina. Esperávamos o ruído. Aceitávamos os rascunhos. Nossa tecnologia previa as dissonâncias. Havia chuvisco na televisão.
    Havia canção parada no vinil, obrigando-nos a colocar a agulha para frente para sair da repetição. Havia os grunhidos das fitas K-7 quando o rolo escapava das roldanas e era mascado pelo aparelho toca-fitas, o que nos exigia rebobinar a fita com caneta Bic. Havia fogão que dependia dos fósforos. Havia as gralhas na folha escrita na máquina de escrever, apagadas devidamente com liquid paper, que apenas aumentava os borrões com as manchas brancas. Havia as ligações telefônicas com linhas cruzadas. Havia as transmissões de rádio com chiado. Havia o preenchimento do cheque com a pior caligrafia possível.
    Dávamos um desconto.
  Talvez o meu antecedente com as falhas tenha gerado a minha convivência pacífica com as péssimas fotografias.
    Não ligo para como eu vou sair nos retratos. Sou adepto de uma maneira anacrônica e extinta de enxergar o mundo, sem sofrer com a beleza e o resultado final, mais preocupada com a informação. É um traço marcante de minha faixa etária.
    Fui criado na época da revelação. Como eram poses contadas na máquina — 12, ou 24, ou 36 —, reveladas em papel no estúdio, não tínhamos como reclamar.
    Eu me acostumei com olhos vermelhos, com a sombra da mão no visor, com registros tremidos, com cabeças cortadas. Você pagava, inclusive, pelas fotos ruins. Não tinha essa de só levar as fotos razoáveis, decentes, nítidas.
   Num flagrante da família, ninguém olhava para o mesmo ponto. Restavam desavisados que voavam distraídos com as pupilas e se perdiam no momento de “olhar o passarinho”.
    Por isso, não reclamo de nenhuma selfie ou pose na era do celular.
Já minha esposa jamais se mostra satisfeita, principalmente quando sou eu que estou atrás da lente.
    Detectando a minha inaptidão digital, e ultrapassando o seu papel de modelo, Beatriz começou a me dirigir nos bastidores:
    — Agora me pegue caminhando, agora use o ângulo de baixo, agora o de cima, agora o de lado.
    Eu me ajoelho, eu me deito no chão, eu subo em pedras, eu me esfolo, mas não adianta: nunca consigo lhe agradar.
    Diante de cartões postais, como Torre Eiffel, eu sei que irei sofrer, que a beleza do lugar custará caro para mim: gastarei horas buscando acertar uma única fotografia para ela.
    No fim, Beatriz observará o acervo de centenas de tentativas na telinha, excluirá todas e comentará com ironia:
    — Como fotógrafo, você é um ótimo escritor.
   Afora nosso DNA histórico de complacência aos defeitos, não exercitamos a paciência, muito menos a vaidade.
    Existe alguma mulher feliz no planeta com as fotos feitas pelo seu marido quarentão, cinquentão?
    Duvido, esses homens tiram fotos com igual capricho com que passam o protetor solar na esposa.

Autor: Fabrício Carpinejar - GZH (adaptado).
No trecho “Esperávamos o ruído”, a palavra “ruído” é um substantivo: 
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Q3766780 Português

Leia o texto seguinte para responder à questão abaixo:


Dentre


Marcos Bagno


        Se existe algo perfeitamente inútil, no que diz respeito aos usos da língua, é reverter um processo de mudança que já se concluiu. Nenhum brasileiro vai voltar a fazer, por exemplo, a diferença entre mui e muito, que existiu no passado, quando se usava mui diante de adjetivos e advérbios (mui bonita, mui depressa) e muito diante de nomes (muita gente, muitos meninos). Com o tempo, a forma única muito se impôs, transformando o mui em relíquia do passado, que algumas pessoas ainda hoje usam para obter um efeito humorístico. Diversas línguas conservam essa diferença, como o espanhol, por exemplo, em que o uso diferenciado de muy e mucho é obrigatório, causando alguma dificuldade para os aprendizes brasileiros de castelhano.


        Por causa dessa irreversibilidade é que tenho uma dó danada dessa gente que, em livros, jornais, revistas, programas de televisão ou em sites de internet, se esforça por ensinar o emprego supostamente correto de dentre, tentando uma diferença no que diz respeito ao uso dessa palavra em oposição à forma entre. Diferença que – estão aí os milhões de exemplos para confirmar – não existe mais na consciência dos falantes, nem mesmo dos letrados.


        A presença do de em dentre (de + entre) indica que, originalmente, essa palavra, era usada em situações em que o verbo exigia a preposição de, e os puristas sempre alegam que dentre é equivalente a “do meio de”. Por exemplo:


        (a) Margarida foi eleita a mais bonita dentre as alunas da turma


         ➜   Alguém de fora tirou Margarida do meio da turma e elegeu ela como a mais bonita


        (b) Margarida foi eleita a mais bonita entre as alunas da turma

               

           As próprias alunas, numa decisão interna, elegeram Margarida a mais bonita da turma


        Com isso, estatisticamente, os usos de dentre seriam muito menos frequentes que os de entre, preposição que a gente emprega o tempo todo. No entanto, parece que os falantes decidiram descartar aquela antiga diferença – demasiado sutil – para estabelecer uma nova, talvez mais precisa e fácil de identificar: empregar dentre sempre que se fizer referência a uma multiplicidade de opções, e entre em todos os demais casos.


        Veja que ninguém diz “O Rio Paraíba do Sul serve de divisa dentre o estado do Rio e Minas Gerais”, “Não existe mais amor dentre Ana e José”, “Apareça aqui em casa dentre as 5 e 6 da tarde” etc. Ninguém comete esses erros. Mas todo mundo diz – e escreve – “dentre todas as casas do bairro, esta é a mais antiga”, “dentre os muitos candidatos a prefeito, só um é negro”, “dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você” (...)


        Fica evidente, portanto, que já passou da hora de revisores, corretores de vestibular e outros profissionais que vivem de caçar erros deixarem de lado essa bobagem de querer eliminar os usos supostamente errados de dentre. É trabalho em vão. A velha e inoperante diferença entre as duas palavras se tornou mais um daqueles saberes esotéricos sobre a língua que não têm nenhum respaldo na realidade dos usos e que, quando apresentados ao falante comum, só servem para fazer ele se sentir ignorante, quando a ignorância está mesmo em quem se recusa a ver que a língua muda e que lugar de fóssil é museu. 


(Fonte: BAGNO, Marcos. Não é errado falar assim! Em defesa do Português Brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial, 2009, p. 135-136.) 

De acordo com o texto anterior, estão corretos todos os exemplos que demonstram a nova acepção do uso de “dentre” na contemporaneidade, EXCETO
Alternativas
Q3766506 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Analise as assertivas a seguir sobre o processo de formação da palavra MITOLÓGICO.



I. O processo de formação da palavra é o de derivação sufixal.



II. No processo de formação da palavra, altera-se a classe gramatical da palavra primitiva.



III. A inclusão do prefixo “mito” à palavra primitiva permitiu a sua formação.



É correto o que se afirma em 

Alternativas
Q3766500 Português

CAIXA DE PANDORA


                                                      



CAMPOS, Tiago Soares. A caixa de Pandora. Brasil Escola. Disponível em:

https://brasilescola.uol.com.br/mitologia/a-caixa-pandora.htm.

Acesso em: 26 abr. 2025.   

Assinale a opção que apresenta a correta relação entre o termo destacado, a classe de palavras à qual ele pertence e a função sintática que desempenha. 
Alternativas
Q3766260 Português

Responda à questão com base no seguinte texto:




Autor: Orlandeli 

Com base nos enunciados da charge, analise as afirmações a seguir quanto à classe gramatical, à acentuação e à estrutura sintática:

I. A palavra mais, na charge, pertence à classe gramatical dos advérbios.
II. A única palavra acentuada da charge — combustível — é proparoxítona.
III. Na oração Utilizem fontes de energia e combustível mais limpas, o sujeito é composto, considerando que o verbo está no plural.

Pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3766239 Português
Analise a frase abaixo:
•    Ao meio-dia e ..............................., as visitas estarão ............................... esgotadas.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3766104 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como atravessar os dissabores do dia a dia com humor e leveza


Sorrir não apaga os problemas, mas pode torná-los mais leves e menos sufocantes



Têm situações que parecem tão caóticas, difíceis e desgastantes que as únicas respostas emocionais são estresse, desânimo e ansiedade. Mas, um tempo depois, quando tudo se acalma, as risadas aparecem ao relembrar a experiência. Nesse momento, é tão fácil perceber como tudo poderia ter sido vivido com mais criatividade, humor e leveza. Se é possível fazer essa análise depois que as situações já passaram, por que não tentar aplicar a leveza como lema de vida?



Ressignificar as situações


O bom humor é um recurso muito importante para a saúde mental. "Estudos da neuropsicologia mostram que o riso e os estados emocionais positivos aumentam a liberação de neurotransmissores como a dopamina e a serotonina, que melhoram tanto a regulação do estresse quanto a capacidade de adaptação", explica a neuropsicóloga Aline Graffiette.



Por isso, essas pessoas tendem a lidar com adversidades de forma mais flexível, de modo a preservar a energia emocional para buscar soluções. Rir de si mesmo ou de uma situação é uma forma de ressignificar o que aconteceu. Sabe aqueles momentos que você diz: "Que bom que agora posso rir da situação?". Nesse momento o cérebro interrompe o ciclo de autocrítica e reduz a ativação da amígdala (que faz o processamento de emoções e respostas de ameaça). Assim, através das risadas, acontece uma sensação de alívio e abertura de novas perspectivas. [...]



Como desenvolver atitudes mais leves


O bom humor e a leveza cotidiana não surgirão depois de decorar todas as "piadas prontas" do mundo. É necessário prática e ferramentas emocionais. "A prática da atenção plena, a gratidão diária, o convívio social positivo e até atividades prazerosas simples, como ouvir música ou caminhar, treinam o cérebro para buscar estados emocionais equilibrados", aponta Aline. "Pequenos rituais de humor, como compartilhar uma piada, ouvir algo engraçado ou escrever sobre o que deu errado de forma irônica, ajudam a aliviar tensões."



Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise.



"Primeiro, aceite que o aborrecimento faz parte da condição humana. A partir daí, é possível escolher não se identificar completamente com ele. Transformar algo frustrante em narrativa, piada ou partilha com alguém de confiança já é um modo de ressignificar", destaca o psicanalista e neuropsicólogo Jorge Guedes. "A leveza não elimina o sofrimento, mas o torna habitável, menos solitário e mais humano."



É importante lembrar que leveza e bom humor não são sinônimos de irresponsabilidade. Ou seja, não é negar os fatos, mas enfrentá-los sem peso emocional excessivo. Usar o humor como forma de evitar compromissos e negar a realidade está longe de ser uma leveza consciente e emocionalmente estável.



(Disponível em: https://vidasimples.co/saude-emocional/como-atravessar-os-dissabores-do-dia-a-dia-com-humor-e-leveza/. Acesso em: 03 nov. 2025. Adaptado.)

"Mudar o foco diante dos problemas também é uma ótima oportunidade. Em vez de dar ênfase ao problema, treine o modo de olhar para a solução e o aprendizado. Dessa forma, o cérebro entende que nem todo contratempo é uma crise."


A partir do excerto, não isoladamente, mas dentro do texto, analise as sentenças a seguir:


I.O advérbio também tem uma função importante: ele indica uma inclusão, ou seja, a inserção de uma ideia nova. Nesse contexto, tem o mesmo sentido de "da mesma forma".


II."Em vez de" estabelece, entre as informações que a expressão articula, a ideia de substituição. Esse uso está coerente no excerto e em relação a todo o texto, trabalhando com a noção de instigar o leitor a fazer escolhas diante das situações-problema do dia a dia.


III.A expressão "dessa forma" possibilita ao leitor recuperar algo já mencionado, no caso, a ideia imediatamente anterior, e apresentar uma ideia nova que a complementa. Assim, o leitor pode interpretar o parágrafo compreendendo que, ao mudar o foco por meio do treinamento do olhar, é possível apresentar outras compreensões ao cérebro a respeito dos contratempos.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3765989 Português

Relacione as colunas a seguir, classificando corretamente cada tipo de pronome:


COLUNA I


1. Pronome demonstrativo.

2. Pronome relativo.

3. Pronome possessivo.


COLUNA II

(__) Estou amando este livro.


(__) A Aline não viu o meu notebook.


(__) Rafael, você pegou o caderno que estava aqui?


Assinale a alternativa que indica a correta sequência: 



Alternativas
Q3765988 Português

Considere o exemplo abaixo:


A sala de Clarice é tão bonita quanto a sala de Ruth.


Assinale a alternativa que indica a correta flexão do adjetivo em relação ao grau comparativo: 



Alternativas
Q3765987 Português

Leia o trecho a seguir:


Um caquizeiro foi plantado na Fazenda Santa Elisa ao lado de dois gigantescos pés de lichia que há mais de cinquenta anos vivem no final de um gramado. (...) O caquizeiro vai crescer em boa companhia, aprendendo da tranquilidade e bondade das árvores já velhas que serão suas mestras.”


ALVES, Rubem. Do universo à jabuticaba. 4. ed. São Paulo: Planeta do Brasil. 2025. p. 12.


Com relação às classes de palavras, analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta:


I. Os termos “Um” e “O”, destacados no texto acima, são classificados como artigos.


II. O primeiro é o artigo definido “Um”, que generaliza o caquizeiro, e o segundo é o artigo indefinido “O”, que especifica o mesmo caquizeiro. 



Alternativas
Q3764813 Português
O ambiente de artesanato deve ser mantido sempre ___________ e ___________ , prevenindo acidentes e facilitando o acesso aos materiais.

Assinale a alternativa no qual os termos completam corretamente as lacunas no texto acima:
Alternativas
Q3764615 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adamastor - O Estranho Homem Puro


    “O de que eu não gosto é, exatamente, tudo o de que os outros não gostam e têm medo de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne Mansfield.

     Adamastor é um homem magro, seco, que usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso, camisa de malha de algodão, preta, meias de longo curso e botinas de cano curto. Eis Adamastor, o estranho homem puro de quem o único juiz é a sensibilidade:

    Não sente o menor carinho por velhos e crianças de colo. Para ele, homem que dança muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a não ser que seja de balé, precisa dançar apenas direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado inglês. As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir falar e acha que todo bom orador é, no fundo, mau pai de família. Não tem a menor admiração por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos. Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos da canela. Acha, Adamastor, que os homens devem usar meias tão compridas que, sendo preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que andem logo sem meias e de sapatilhas “sete vidas”. Está absolutamente certo de que homem de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese de que mulher não deve fazer samba e desafia quem lhe mostre um samba, realmente bonito, feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É generoso com os autores das canções, mas abomina aqueles que usam as expressões “própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior desprezo pelas pessoas que sabem consertar isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: “antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem dizendo que “o adversário é um adversário cem por cento” e terminam com “o meu boa-tarde para minha senhora e minha mãe”. Sobre o tratamento “minha senhora” e a palavra “telespectadores” não quer nem falar. Acha que as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de mudo, porque mudo não tem palavra.


MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
Releia o trecho:

“Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: ‘antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores’”.

Nesse trecho, “boa-tarde” seria corretamente flexionado no plural da seguinte forma:
Alternativas
Q3764544 Português

TEXTO


Oi, Chico!


Clarice Lispector 


                                                         


As palavras destacadas no trecho “Achava eu que esta inclinação (que é motivo de troça de meus amigos) era um pouco do infantilismo meu [...]” (linhas 08-10) classificam-se, respectivamente, como  
Alternativas
Q3764543 Português

TEXTO


Oi, Chico!


Clarice Lispector 


                                                         


No trecho “Pois se Chico tem candura, e você acha que também tenho […]” (linhas 30-31), aparecem formas flexionadas de verbos e nomes. Considerando os processos de flexão verbal e nominal empregados no trecho em análise, assinale a afirmação verdadeira. 
Alternativas
Q3764541 Português

TEXTO


Oi, Chico!


Clarice Lispector 


                                                         


Considerando os processos de formação e a estrutura morfológica das palavras “alvoroçada” (linha 27) e “simpática”, (linha 28) é correto afirmar que 
Alternativas
Respostas
3461: A
3462: D
3463: C
3464: D
3465: C
3466: A
3467: A
3468: B
3469: B
3470: B
3471: A
3472: A
3473: C
3474: B
3475: B
3476: A
3477: A
3478: A
3479: C
3480: A