Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: IBC
Q1231807 Português
A política do pão e circo
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.   Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.   Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.   A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.   Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.
Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
Em todas as alternativas abaixo é possível identificar o elemento des- como prefixo, EXCETO em
Alternativas
Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: IBC
Q1231594 Português
A política do pão e circo
Na Roma antiga, a escravidão na zona rural fez com que vários camponeses perdessem o emprego e migrassem. O crescimento urbano acabou gerando problemas sociais e o imperador, com medo de que a população se revoltasse com a falta de emprego e exigisse melhores condições de vida, acabou criando a política “panem et circenses”, a política do pão e circo. Esse método era muito simples: todos os dias havia lutas de gladiadores nos estádios (o mais famoso foi o Coliseu) e, durante os eventos, eram distribuídos alimentos (trigo, pão). O objetivo era alcançado, já que ao mesmo tempo em que a população se distraía e se alimentava, também esquecia os problemas e não pensava em rebelar-se. Foram feitas tantas festas para manter a população sob controle que o calendário romano chegou a ter 175 feriados por ano.   Essa situação ocorrida na Roma antiga é muito parecida com a do Brasil atual. Aqui o crescimento urbano gerou, gera e continuará gerando problemas sociais. A quantidade de comunidades (também conhecidas como favelas) cresce desenfreadamente, e a condição de vida da maioria da população é difícil. O nosso governo, tentando manter a população calma e tentando evitar que as massas se rebelem, criou o “Bolsa Família”, entre outras bolsas, que engambela as economicamente desfavorecidas e deixa todos que recebem o agrado muito felizes e agradecidos. O motivo de dar dinheiro ao povo é o mesmo dos imperadores ao darem pão aos romanos. Enquanto fazem maracutaias e pegam dinheiro público para si, distraem a população com mensalidades gratuitas.   Esses programas sociais até fariam sentido se também fossem realizados investimentos reais na saúde, na educação e na qualificação da mão-de-obra, como cursos profissionalizantes e universidades gratuitas de qualidade para os jovens. Aquela velha frase “não se dá o peixe, se ensina a pescar” pode ser definida como princípio básico de desenvolvimento em qualquer sociedade. E, em vez dos circos romanos, dos gladiadores lutando no Coliseu, temos nossos estádios de futebol e seus times milionários. O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios. O efeito político também é o mesmo nas duas épocas: os problemas são esquecidos e só pensamos nos resultados das partidas.   A saída dessa dependência é a educação, e as escolas existem em nosso país, mas há muito que melhorar. Os alunos deveriam sair do Ensino Médio com uma profissão ou com condições e oportunidades de cursar o nível superior gratuitamente e assim garantir seu futuro e o de seus descendentes. Proporcionar educação de qualidade é um dever do estado, é nosso direito, mas estamos acomodados e acostumados a ver estudantes de escolas públicas sem oportunidades de avançar em seus estudos e consideramos o nível superior como algo para poucos e privilegiados (apenas 5% da população chega lá). Precisamos mudar nossos conceitos e ver que nunca é tarde para exigirmos nossos direitos.   Somente com educação e cultura os brasileiros podem deixar de precisar de doações e, assim, desligar-se desse vínculo com o “pão e circo”, pois esses são os meios para reduzir a pobreza. Precisamos de governos que não se aproveitem das carências de seu povo para obter crescimento pessoal, e sim para crescer em conjunto.   Texto adaptado de <http://www.artigonal.com/politica-artigos/a-politicado- pao-e-circo-84140.html>. Acesso em 17 ag 2009.
“O brasileiro é apaixonado por esse esporte assim como os romanos iam em peso com suas melhores roupas assistir às lutas nos seus estádios.” 
A expressão destacada no fragmento acima apresenta sentido de
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1226604 Português
Leia o texto para responder à questão   Pequisa aponta que mulheres solteiras sentem atração por parceiros das outras 90% da amostra feminina se interessou por "homem comprometido". Estudo foi publicado no "Journal of Experimental Social Psychology".
Pesquisadores debatem há anos se homens ou mulheres têm maior probabilidade de se envolver na "caça aos comprometidos". Algumas pesquisas indicaram que os homens têm uma tendência maior a perseguir as parceiras dos outros. Mas será que esse resultado se deu porque os homens têm mais tendência a admitir que agem dessa forma?   

Agora, existem evidências experimentais de que mulheres solteiras são particularmente atraídas pelos parceiros das outras, segundo um relatório publicado no "Journal of Experimental Social Psychology", por suas psicólogas sociais, Melissa Burkley e Jessica Parker of Oklahoma State University.   

Observando que as mulheres solteiras geralmente reclamam que "homem bom já tem dona", as psicólogas se perguntaram: "esta percepção é na verdade baseada no fato de que homens comprometidos são percebidos como bons?"   

Para investigar, os pesquisadores realizaram testes com homens e mulheres graduados – alguns envolvidos em relacionamentos, outros solteiros – sobre seu parceiro romântico ideal.   

Depois, foi dito a cada um dos participantes do experimento que ele ou ela foi "combinado" por um computador com um parceiro parecido. Foi mostrada a cada pessoa uma foto de uma pessoa atraente do sexo oposto (todas as mulheres viram a mesma foto, assim   
como todos os homens).
Foi dito à metade dos participantes que seu par já estava envolvido com outra pessoa, enquanto a outra metade soube que seu par estava solteiro. Depois, perguntou-se aos participantes sobre seu nível de interesse no par.   

Para os homens e mulheres que já estavam envolvidas em relacionamentos, não fez muita diferença se o par era solteiro ou comprometido. Porém, mulheres solteiras mostraram uma preferência clara pelo homem comprometido.   

Quando o homem foi descrito como solteiro, 59% das mulheres solteiras tiveram interesse nele. Quando o mesmo homem foi descrito como comprometido, 90% das mulheres ficaram interessadas.   

As pesquisadoras escrevem: "segundo uma pesquisa recente, a maioria das mulheres que saem à caça de homens comprometidos não acha que a solteirice ou comprometimento do alvo têm um papel importante na sua decisão de querer abordá-los, mas nosso estudo mostra que essa ideia é falsa. Mulheres deste estudo ficaram significativamente mais interessadas no alvo quando ele era comprometido. Pode ser que o homem comprometido demonstre uma capacidade de se envolver e, de alguma forma, suas qualidades já foram 'previamente atestadas' por outra mulher."   

Segundo Burkley, "há muitas explicações possíveis para nossos resultados. São necessárias mais pesquisas para identificar exatamente por que mulheres solteiras preferem homens comprometidos", disse.   
"Nosso laboratório atualmente está conduzindo estudos para tentar averiguar as diferentes explicações possíveis para nossas descobertas."
Texto adaptado de < http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1281489- 5603,00- PEQUISA+APONTA+QUE+MULHERES+SOLTEIRAS+SENTEM+ATRACAO+POR+PARCEIROS+DAS+OUTR.html>. Acesso em 23 ag 2009. 

Assinale a alternativa em que o elemento para NÃO foi analisado corretamente.
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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1204832 Português
TEXTO I:
A gente se acostuma a criticar os jovens por eles serem pouco educados, os homens por serem arrogantes, as mulheres por serem chatas, os governos por serem omissos ou incompetentes, quando não mal-intencionados. Políticos sendo acusados de corrupção é tão trivial que as exceções se vão tornando ícones, ralas esperanças nossas. Onde estão os homens honrados, os cidadãos ilustres e respeitados, que buscam o bem da pátria e do povo, independentemente de cargos, poder e vantagens? 
(Lya Luft. Revista Veja, 11 de março de 2009, edição 2103/fragmento)
O vocábulo “por”, repetido várias vezes no primeiro período do texto, tem por finalidade linguística e textual expressar posteriormente:
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: INES
Q1193067 Português
Leia o texto para responder à questão “Um novo laboratório a ser construído em Valinhos, no interior paulista, será o primeiro do país a testar indivíduos para verificar se são capazes de suportar viagens espaciais. O segundo astronauta brasileiro, porém, não será um humano, e sim um microorganismo. Como ainda não foi encontrado nenhum planeta similar à terra no universo... Folha de S. Paulo, 5 de agosto de 2009. Ciência, A16.
O elemento como, acima mencionado, pode ser substituído, sem prejuízo lógico-semântico, por todas as locuções conjuntivas abaixo, EXCETO por
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Ano: 2009 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Santa Bárbara - MG
Q1187798 Português
Leia, atentamente, o seguinte texto.
                                                                                           MEUS FILHOS, MEUS BENS                                                                                                                                       Rosely Sayão
Uma leitora me contou que tem o hábito de assistir a novelas, mesmo sem gostar muito, porque as considera um passatempo bom para relaxar do estresse do trabalho.
Depois de jantar com o filho de seis anos e colocá-lo para dormir, essa mãe tem o costume de sentar-se em frente à TV e acompanhar o desenrolar das tramas da novela das nove. As cenas da ficção que a afetaram violentamente foram as relacionadas à história de um casal recém-separado que briga pela guarda da filha.
O que deixou nossa leitora muito perturbada foi ter se dado conta de que ela mesma tem vivido essa história e ainda não havia percebido: só percebeu depois de se envolver e de se identificar com os personagens.
Essa mulher separou-se recentemente do pai de seu filho e, desde o rompimento do casamento, está enfrentando uma situação muito semelhante à que viu na novela. Ela e o pai do menino têm brigado, inclusive na Justiça, para obter a guarda do menino e, ao mesmo tempo, impedir que o outro desfrute da companhia da criança.
O que ela não havia pensado até então, e foi ao assistir a algumas cenas da novela é que passou a refletir a respeito, é que tudo o que tem feito pode estar prejudicando o seu filho. E é esse o tema de nossa conversa de hoje.
Casamentos, divórcios e recasamentos são acontecimentos cada vez mais comuns no tempo em que vivemos. No século 21, esses fatos não causam espanto. As novas famílias resultantes dessas uniões e desuniões fazem parte do nosso cotidiano.
Mas há ainda um número muito grande de ex-casais que, à semelhança de nossa leitora e dos personagens da novela, ainda usam o filho como um instrumento para atingir o ex-parceiro. Por que será que isso ocorre?
Talvez o fato de o filho, hoje, ser considerado um bem leve o ex-casal a disputar a posse dele. Crianças e adolescentes passam, então, a ocupar o mesmo lugar que as coisas materiais ocupam após a dissolução conturbada de um casamento.
Longas batalhas judiciais são travadas para que cada uma das partes sinta que não saiu perdendo muito após o rompimento, não é verdade?
Mas os filhos sofrem com isso porque, primeiramente, nada podem fazer para sair da situação criada por seus pais. E quando tal situação ocorre, certamente eles é que saem perdendo.
Eles perdem a confiança em um dos pais ou em ambos e perdem também a segurança e a proteção de que tanto precisam. Os filhos são levados a assumir a defesa de um dos lados e perdem, principalmente, um direito que ninguém deveria poder tirar deles: o de crescer em companhia de seus pais, mesmo que eles não estejam mais juntos.
Quem tem filhos precisa saber que assumiu um compromisso para o resto da vida. Seu casamento pode terminar, mas o vínculo com a mãe ou o pai de seus filhos não deveria terminar nunca. Além disso, é importante lembrar, também, que um filho não é um bem sobre o qual se pode obter a posse.
Parece que as crianças que nascem no mundo da diversidade têm se adaptado muito bem às mudanças pelas quais a família vem passando. Mas assistir aos pais brigando pela sua guarda não pode fazer bem a elas.
Os mais novos precisam de nossos cuidados e, para honrar esse compromisso assumido, os pais precisam, de qualquer maneira, agir com maturidade.
                                                                                                                                                                                             Folha de São Paulo, 19 fev. 2013. Todas as palavras destacadas abaixo têm natureza substantiva, EXCETO
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Q608508 Português
O texto a seguir é referência para a questão.

                                                                    Memória é o que não vai faltar

     O disco holográfico, desenvolvido pela GE, armazena 500 gigabytes e custa, proporcionalmente, menos que um disco blu-ray.

                                                                                                                                                                                   Thomaz Favaro

Assinale a alternativa que pode substituir a expressão sublinhada no trecho abaixo sem alterar o sentido original:
“Se o disco holográfico conseguir reduzir parte desses gastos, talvez consiga, afinal de contas, desencadear sua própria revolução tecnológica.”
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Ano: 2009 Banca: AOCP Órgão: DESENBAHIA Prova: AOCP - 2009 - DESENBAHIA - Advogado |
Q544339 Português

Obrigado, Tarso Genro

O ministro dá refúgio a terrorista condenado, cria terremoto diplomático e é acusado de agir movido só por ideologia – mas pode ter tido boas razões 

A decisão do titular da Justiça, Tarso Genro, de conceder refúgio político ao italiano Cesare Battisti abriu uma fenda diplomática nas relações do Brasil com a Itália e empurrou o ministro para o paredão: Tarso, metralharam seus críticos, teria se precipitado e tomado a decisão com base em simpatias ideológicas. Faz sentido. Battisti foi condenado em seu país à prisão perpétua pela morte de quatro pessoas quando encabeçava um grupo extremista de esquerda, os Proletários Armados pelo Comunismo (PAC). Ao recusar-se a extraditá-lo para a Itália como criminoso, optando por abrigá-lo no Brasil na condição de perseguido político, Tarso Genro dispensou o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e contrariou dois pareceres, ambos emitidos por órgãos técnicos e insuspeitos: o Comitê Nacional para os Refugiados e a Procuradoria-Geral da República. Além disso, o ministro já havia dado mostras recentes de que, se ninguém o segura, ele se deixa facilmente levar pelo caminho obscuro das convicções esquerdistas. Em outubro, ele propôs a revisão da Lei da Anistia com o intuito de punir torturadores do regime militar, um surto de revanchismo e inoportunidade que provocou reações até mesmo dentro do governo. Tarso só recuou depois de um puxão de orelhas dado pelo presidente Lula. Tudo isso somado contribuiu para que se concluísse que a concessão do refúgio ao italiano foi mais uma das reações ideológicas automáticas do ministro. Nesse caso, no entanto, a hipótese de que Tarso Genro tenha tomado uma decisão correta não pode ser descartada sem um exame mais minucioso. 

Battisti nega que tenha participado ou ordenado os assassinatos pelos quais foi condenado. “Não matei ninguém e abandonei o grupo quando o PAC se decidiu pela luta armada”, vem repetindo Battisti há mais de dez anos. Tarso afirma ter estudado o processo do italiano a fundo, durante seus quatorze dias de férias de fim de ano (é de esperar agora que tenha o mesmo cuidado quando lhe chegar às mãos um processo contra alguém acusado de ter sido torturador da ditadura). Diz ter terminado a análise convencido de que “exceções legais”, criadas pelo estado italiano no ambiente de convulsão social que aquele país vivia no fim dos anos 70, podem ter prejudicado a defesa de Battisti. Cita como exemplo o fato de sua condenação ter se baseado unicamente no depoimento de uma pessoa – Pietro Mutti, também integrante do PAC, que fez suas acusações no contexto de um programa de delação premiada. Se o ministro estiver certo, terá ajudado a reparar uma injustiça que dificilmente poderia ser corrigida pela Justiça italiana, uma vez que Mutti mudou de identidade e hoje vive em lugar não sabido. Se estiver errado, porém, terá deixado à solta um assassino que executou pessoas apenas por discordarem de sua organização terrorista. Tarso deixou a porta aberta para rever o caso se surgirem provas mais contundentes contra o italiano.

Texto extraído da Revista Veja, edição 2096, ano 42, n. 3, de 21 de janeiro de 2009. p. 73

Quanto à relação de sentido expressa pelas conjunções/locuções conjuntivas destacadas, assinale a alternativa INCORRETA.
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Ano: 2009 Banca: UFRRJ Órgão: UFRRJ Prova: UFRRJ - 2009 - UFRRJ - Assistente Administrativo |
Q515565 Português
Os elementos de coesão “Além do mais” (segundo balão) e “mas” (terceiro balão) podem assumir, respectivamente, nas frases que articulam, o valor de
Alternativas
Q509084 Português
Analise as afirmativas e coloque V(verdadeiro) ou F (falso):

( ) O pronome oblíquo “as" (linha 34) refere- se a “salas equipadas" (linhas 31 e 32).

( ) Entre o segundo e o terceiro parágrafo existe uma relação de oposição, estabelecida pelo contectivo “Por outro lado" (linha 44).

( ) O pronome oblíquo “o" (linha 53) refere- se a “livro didático"(linhas 52 e 53).

( ) A conjunção adversativa “mas" (linha 10) poderia ser substituída por contudo, sem alteração de sentido na oração.

( ) O conectivo “embora" (linha 24) estabelece relação de causalidade entre as orações.

A alternativa que completa corretamente a sequência, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q509080 Português
Analise as afirmativas abaixo e coloque V(verdadeiro) ou F(falso):

( ) As palavras micreiros (linha 1), funkeiros (linha 9) e interneteiro (linha 21) são formadas por derivação sufixal.

( ) O vocábulo Dança (linha13) está empregado no sentido denotativo.

( ) As palavras BBS, internet, modem, interface (linhas 13 e 14) e acessar (linha 15) são consideradas neologismos semânticos.

( ) A expressão seu objeto de culto (linha 6) refere-se ao microcomputador.

( ) Atribuiu-se à expressão “Eu abortei!" (linha 27) o sentido de interrupção (espontânea ou proposital) da gravidez, por isso o mal-entendido mencionado no texto.

A alternativa que completa corretamente a sequência, de cima para baixo, é:

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Ano: 2009 Banca: IESES Órgão: IFC-SC Prova: IESES - 2009 - IFC-SC - Auxiliar de Biblioteca |
Q498521 Português
A derivação regressiva pode ser encontrada em qual alternativa?
Alternativas
Q493390 Português
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Djalma A. de M. Filho. Geografia da fome: clínica de paisagens ou epidemiologia crítica? In: Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, 2008 (com adaptações).


Julgue o item que se segue acerca das estruturas linguísticas e dos sentidos do texto.

Na linha 5, caso se inserisse a preposição de logo após a palavra “concepção" não haveria prejuízo para o sentido original do trecho e as normas gramaticais seriam preservadas.
Alternativas
Q493387 Português
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Lilia B. Schraiber. Saúde e Sociedade.São Paulo, 1992 (com adaptações).



Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto, julgue o item a seguir.

Em “por reportar-se duplamente à esfera" ( l.27), o emprego do acento indicativo de crase justifica-se pelo fato de o verbo “reportar-se" exigir complemento preposicionado e a palavra “esfera" admitir o artigo definido feminino.
Alternativas
Q492207 Português
Considere seguintes informações sobre as palavras do texto certas (C) ou erradas (E):

I. Se retirarmos o sufixo da palavra infelizmente (linha 31) ela mudará de classe gramatical.

II -O sufixo da palavra baixissimo (linha 30) conferiu ao adjetivo baixo a mudança para classe gramatical de advérbio de intensidade.

III - A palavra teve (linha 55) e um exemplo de abreviação.

IV. As palavras arrogância (linha 38), existencial (linha 49) e preconceituoso (linha 62) , foram adicionados sufixos que transformaram essas palavras em adjetivos.

Assinale a sequência correta.
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Q492205 Português
Das seguintes palavras do texto, assinale a que, ao retirar-se o acento, continua sendo uma palavra com significado na lingua portuguesa e não muda de classe gramatical:
Alternativas
Q492200 Português
Considere as seguintes informações sobre as palavras do texto certas (C) ou erradas (E):

I. A locução conjuntiva mas também (linha 64) pode ser substituida por mês entanto sem que haja alteração do contexto.

II. A palavra que (linha 34) nao pode ser substituida pela conjunção porquanto porque e um pronome relativo.

III. A palavra se (linha 61) e uma conjunção condicional enquanto que na linha 65 é um pronome.

IV. A palavra se (linha 25) e uma particula apassívadora
Alternativas
Q487105 Português
TEXTO II

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TEXTO III


                  imagem-003.jpg




A respeito da palavra “assim”, no último balão da história em quadrinho, pode-se afirmar que é um(a)
Alternativas
Q487104 Português

TEXTO II


Imagem associada para resolução da questão


As histórias em quadrinhos caracterizam-se por provocar humor em quem as lê. Na tirinha “ Gente Fina”, o efeito de humor é gerado, especialmente, pelo emprego das palavras “um” (no segundo balão) e “dois” (no quarto balão), que possuem a classificação gramatical, respectivamente, de

Alternativas
Q487101 Português
TEXTO I

                  Minha Pátria é minha língua, Mangueira meu grande amor
                                                                                    (Samba-Enredo 2007
)

Quem sou eu
Tenho a mais bela maneira de expressar
Sou Mangueira...uma poesia singular
Fui ao Lácio e nos meus versos canto à última flor
Que espalhou por vários continentes
Um manancial de amor
Caravelas ao mar partiram
Por destino encontraram Brasil...
Nos trazendo a maior riqueza
A nossa língua portuguesa
Se misturou com o tupi, tupinambrasileirou
Mais tarde o canto do negro ecoou
E assim a língua se modificou

Eu vou dos versos de Camões
As folhas secas caídas de Mangueira
É chama etema, dom da criação
Que fala ao pulsar do coração

Cantando eu vou
Do Oiapoque ao Chuí ouvir
A minha pátria e minha língua
Idolatrada obra-prima te faço imortal
Que enriqueceram a tua história
Ó meu Brasil...
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Hoje a herança portuguesa nos conduz
À Estação da Luz!

Vem no vira da Mangueira vem sambar
Meu idioma tem o dom de transformar
Faz do Palácio do Samba uma casa portuguesa
É uma casa portuguesa com certeza

Pode-se afirmar que a terminação do termo “tupinambrasileirou” insere-o na classe dos
Alternativas
Respostas
27121: B
27122: E
27123: B
27124: A
27125: B
27126: A
27127: C
27128: E
27129: A
27130: A
27131: A
27132: D
27133: E
27134: C
27135: D
27136: A
27137: A
27138: E
27139: A
27140: E