Questões de Concurso Sobre morfologia em português

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Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115334 Português
Assinale a opção incorreta a respeito do uso das expressões verbais na organização das ideias do texto.

Imagem 010.jpg
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115332 Português
Em relação ao emprego das estruturas linguísticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q115253 Português
São palavras que se encontram no masculino, EXCETO:
Alternativas
Q115252 Português
Assinale a única palavra que se encontra no diminutivo:
Alternativas
Q114950 Português
Acerca das estruturas do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Na linha 5, o vocábulo “por”, em suas duas ocorrências, pertence à mesma classe de palavras.

II – Na linha 4, a expressão “as duas” tem como referentes as palavras “professor” e “professar” (linha 1).

III – Caso o vocábulo “a” (linha 18) fosse substituído por à, seria mantida a correção gramatical, já que, neste caso, o uso do sinal indicativo de crase é facultativo.

IV – No texto, o verbo “lembrar” (linha 11), por apresentar- se na forma pronominal, é transitivo indireto.

V – A palavra “sob” (linha 18) pode ser substituída por sobre, sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, já que ambas são preposições.

Estão certos apenas os itens
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: DER-RO Prova: FUNCAB - 2010 - DER-RO - Analista de Sistemas |
Q114635 Português
Assinale a ideia expressa pela locução grifada abaixo.
Mesmo que a estrada seja privatizada, ela é uma permissionária ou concessionária do poder público e, como tal, está enquadrada no Código de Proteção e Defesa do Consumidor.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: DER-RO Prova: FUNCAB - 2010 - DER-RO - Analista de Sistemas |
Q114633 Português
Indique a opção em que, no texto, a mudança de posição do determinante grifado acarreta tanto mudança de sentido quanto de classe gramatical.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: DER-RO Prova: FUNCAB - 2010 - DER-RO - Analista de Sistemas |
Q114632 Português
Assinale a opção em que as palavras grifadas foram, correta e respectivamente, classificadas entre parênteses.

Alternativas
Q112039 Português
Por que temos a sensação de que, em
nosso País, há impunidade? Existem muitas
respostas para essa pergunta, mas nos
cingiremos a uma delas: o fato de que, atualmente,
a liberdade é regra e a prisão exceção.
Todas as nossas leis penais e processuais
penais partem dessa premissa. A constrição da
liberdade somente tem lugar quando há grave
violação ao pacto social, por sermedida extrema e
demasiadamente aflitiva.
Mas nem sempre foi assim. A História é
pródiga em nos mostrar como o valor liberdade,
tão eclipsado em determinados períodos, cresceu
e foi, aos poucos, reconhecido como inerente à
condição humana, tendo ampliado seus vetores
para outras direções e deixado de ser protegido
apenas quanto ao aspecto da liberdade de ir e vir.
Com efeito, é por uma razão de ordem
existencial – o ideal do homem livre – e não
jurídica, que nossas leis primam pela utilização da
prisão como último recurso. Assim, apenas em
modalidades estritamente previstas em lei, o
Estado, e somente o Estado, pode impor a pena
das penas: o cárcere.
Beccaria chegou a afirmar que “um roubo
praticado semuso de violência apenas deveria ser
punido com uma pena em dinheiro. É justo que
aquele que rouba o bemde outremseja despojado
do seu.”Mas reconheceu a dificuldade damedida:
“Contudo, se o roubo é comumente o crime da
miséria e da aflição, se esse crime apenas é
praticado por essa classe de homens infelizes,
para os quais o direito de propriedade (direito
terrível e talvez desnecessário) apenas deixou a
vida como único bem, as penas em dinheiro
contribuirão tão-somente para aumentar os
roubos, fazendo crescer o número de mendigos,
tirando o pão a uma família inocente para dá-lo a
umrico talvez criminoso.”
O nosso legislador, por uma questão de
política criminal certamente não inspirada em
Beccaria, apenou o crime de roubo coma privação
de liberdade. Mas para que uma pessoa seja
presa por isso, deverá ser, antes de tudo,
submetida a umdevido processo legal.
Trata-se da prisão decorrente de sentença
penal condenatória. Esta modalidade de prisão é
factível quando, após um processo regular e
válido, com ampla defesa e contraditório, a
autoridade judicial, devidamente investida em seu
cargo, condena um indivíduo por um crime cuja
pena cominada seja privativa de liberdade.
Ainda assim, a efetiva prisão somente será
possível quando o processo transitar em julgado,
ou seja, quando não couber mais recurso da
decisão. Isso porque, em nosso País, seguindo a
esteira processualista mais moderna, não há
necessidade de recolhimento ao cárcere para
apelar, em virtude do princípio constitucional da
presunção da inocência.
Uma vez decretada a procedência da
acusação, ou seja, tendo o Estado reconhecido a
justa causa para a pretensão punitiva através de
uma sentença condenatória, dá-se início ao
cumprimento da pena, com seus diferentes
regimes.
Em suma, esta é a prisão que se justifica
pelo cometimento de um crime, cuja autoria e
ma t e r i a l i d a d e r e s t a r am d e v i d ame n t e
comprovadas por meio de um processo judicial
j u s t o .
(A R A G Ã O , D a p h n e P o l i s e l . I n :
http://curiofisica.com.br/index.php/direito/processual-
penal/prisao-e-liberdade-i-2#more-2377)

O sentido do enunciado altera-se com a substituição da locução empregada no texto por qualquer das formas sugeridas em:
Alternativas
Q112004 Português
Quanto à classificação morfológica, está correto:
Alternativas
Q112001 Português
No primeiro quadrinho, a construção textual apresenta uma ideia:
Alternativas
Q111997 Português
Quanto à classe gramatical, não é correta a classificação do termo na alternativa:
Alternativas
Q111995 Português
No primeiro quadrinho, quanto a “ más vibrações", pode-se afirmar que:
Alternativas
Q110853 Português
Em: “...as seguradoras obrigam o cliente a fazer um check-up médico que pode detectar, entre outros males, o tabagismo. ” , as palavras grifadas pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:
Alternativas
Q110844 Português
Marque a opção que substitui o elemento grifado no período abaixo, semalteração de sentido.

Oaumento dos impostos sobre o tabaco pode desagradar aos fumantes, mas vai contribuir para a saúde dos brasileiros. mas
Alternativas
Q110779 Português
                    Se telefonar, não dirija

       O uso de telefones celulares revolucionou a comunicação
entre as pessoas de forma que muitos esqueceram como
vivíamos sem este aparelho fundamental à evolução da
espécie. Tão logo um cidadão adquire o santo instrumento
da felicidade humana, imediatamente se torna seu escravo.
Viciado em fazer ligações e responder imediatamente a
chamados.
      Qualquer dúvida, por mais banal que seja, torna-se uma
urgência inadiável. A mão se estende rapidamente ao celular.
A ligação é feita. Alívio geral. Na maior parte do dia, isso,
além de cômico, não faz muito mal. Exceto ao bolso.
      Caso a pessoa esteja dirigindo, no entanto, falar ao
telefone pode se transformar em tragédia. O estudo de
dados científicos realizado há cinco anos demonstrou,
claramente, a relação entre o uso do telefone celular e o
aumento do risco de acidentes automobilísticos graves.
      A maioria dessas pesquisas aponta para um momento de
4 a 5,9 vezes maior chance de o motorista se distrair e bater
o carro. Recentemente, foram disseminados ao redor do
mundo aparelhos capazes de garantir ao motorista a
possibilidade de continuar a sua conversa telefônica sem
precisar segurar o celular com uma das mãos. Os famosos
métodos hands free, ou mãos livres: são fones de ouvido
ligados diretamente ao telefone ou a tecnologia blue tooth,
conectados sem fio, e ainda equipamentos viva-voz. Todos
permitem telefonar mantendo as mãos ao volante.
      O problema parecia ter sido resolvido, mas estudos
publicados recentemente chamam a atenção para o perigo
dessas tecnologias. Umas pesquisa realizada na
Universidade do Arizona, em Phoenix, demonstrou que o
emprego de equipamentos hands free não conseguiu reduzir
de forma clara os riscos de acidentes automobilísticos. Basta
falar ao telefone, segurando ou não o aparelho, que este
risco aumenta em mais de quatro vezes. O estudo demons-
trou que dirigir enquanto se fala ao telefone tem o mesmo
nível de risco de acidentes que dirigir bêbado, intoxicado por
etanol.
      O problema do uso do celular ao volante não é das mãos,
mas de cérebro. Problema de foco e atenção. Quando um
indivíduo fala ao telefone, ele mobiliza uma parte importante
do cérebro, responsável pela capacidade de atenção.
      Os especialistas em segurança de trânsito sugerem leis
para banir totalmente o uso do celular ao volante dos carros.
Vai ser uma guerra contra os lobbies da indústria dos
celulares e de seus acessórios.

(Carta Capital, julho 2009)

Celular é um adjetivo que se transformou em substantivo masculino, em função da elipse do vocábulo telefone, que antecedia esse adjetivo. O caso em que houve o mesmo é:
Alternativas
Q110777 Português
                    Se telefonar, não dirija

       O uso de telefones celulares revolucionou a comunicação
entre as pessoas de forma que muitos esqueceram como
vivíamos sem este aparelho fundamental à evolução da
espécie. Tão logo um cidadão adquire o santo instrumento
da felicidade humana, imediatamente se torna seu escravo.
Viciado em fazer ligações e responder imediatamente a
chamados.
      Qualquer dúvida, por mais banal que seja, torna-se uma
urgência inadiável. A mão se estende rapidamente ao celular.
A ligação é feita. Alívio geral. Na maior parte do dia, isso,
além de cômico, não faz muito mal. Exceto ao bolso.
      Caso a pessoa esteja dirigindo, no entanto, falar ao
telefone pode se transformar em tragédia. O estudo de
dados científicos realizado há cinco anos demonstrou,
claramente, a relação entre o uso do telefone celular e o
aumento do risco de acidentes automobilísticos graves.
      A maioria dessas pesquisas aponta para um momento de
4 a 5,9 vezes maior chance de o motorista se distrair e bater
o carro. Recentemente, foram disseminados ao redor do
mundo aparelhos capazes de garantir ao motorista a
possibilidade de continuar a sua conversa telefônica sem
precisar segurar o celular com uma das mãos. Os famosos
métodos hands free, ou mãos livres: são fones de ouvido
ligados diretamente ao telefone ou a tecnologia blue tooth,
conectados sem fio, e ainda equipamentos viva-voz. Todos
permitem telefonar mantendo as mãos ao volante.
      O problema parecia ter sido resolvido, mas estudos
publicados recentemente chamam a atenção para o perigo
dessas tecnologias. Umas pesquisa realizada na
Universidade do Arizona, em Phoenix, demonstrou que o
emprego de equipamentos hands free não conseguiu reduzir
de forma clara os riscos de acidentes automobilísticos. Basta
falar ao telefone, segurando ou não o aparelho, que este
risco aumenta em mais de quatro vezes. O estudo demons-
trou que dirigir enquanto se fala ao telefone tem o mesmo
nível de risco de acidentes que dirigir bêbado, intoxicado por
etanol.
      O problema do uso do celular ao volante não é das mãos,
mas de cérebro. Problema de foco e atenção. Quando um
indivíduo fala ao telefone, ele mobiliza uma parte importante
do cérebro, responsável pela capacidade de atenção.
      Os especialistas em segurança de trânsito sugerem leis
para banir totalmente o uso do celular ao volante dos carros.
Vai ser uma guerra contra os lobbies da indústria dos
celulares e de seus acessórios.

(Carta Capital, julho 2009)

“Caso a pessoa esteja dirigindo, no entanto, falar ao telefone pode se tornar uma tragédia”; a conjunção sublinhada pode ser substituída por todos os conectivos abaixo, mantendo-se o sentido original, exceto em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: FIOCRUZ Provas: FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Segurança da Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquivologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia de Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - TI - Sistemas de Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biossegurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Fisioterapia Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacologia Aplicada a Produtos Naturais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte à Infra-estrutura Tecnológica da Pesquisa | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Eletrônica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Mecânica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Entomologia e Outros Artrópodes | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Estatística | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Experimentação Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacocinética | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacotécnica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacovigilância | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Flexografia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Genômica Funcional e Sequenciamento de DNA | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Geoprocessamento | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Gestão de Informação Bibliográfica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico alergista e imunologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Informação Científica e Imagem em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Malacologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Manutenção de Coleções Biológicas em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Micobactérias | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Neonatologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Nutrição | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação de Laboratório de Nível de Segurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação e Manutenção de Plataformas Tecnológicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica - Ensaios Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Processamento Final de Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Fitomedicamentos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Virais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Programação Visual | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteção Radiológica e Radiometria | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteômica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Psicologia da Criança e do Adolescente | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Síntese Química de Derivados Orgânicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte Tecnológico em Anatomia Patológica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Terapia Intensiva Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Uroginecologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Virologia Aplicada a Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Zoologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório II | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Análises Físico-Químicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico anestesiologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura e Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Aspectos Regulatórios de Estudos Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Assistência Farmacêutica Hospitalar | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Bacteriologia da Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular e Molecular Aplicada à Virologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Molecular de Microorganismos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório I | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Boas Práticas de Laboratório | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Ciências Sociais e Saúde nas Fronteiras | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Citogenética Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Conservação, preservação e restauração | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Controle Microbiológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Culicídeos Vetores | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Embalagem | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Insumos Biológicos para a Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Bacteriológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Difusão Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Divulgação Científica em Museus | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Endoscopia Digestiva | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Enfermagem do Trabalho | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Civil | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Elétrica |
Q110503 Português
No título do texto ocorre o seguinte fato gramatical:
Alternativas
Q109722 Português
Convivas de boa memória

Há dessas reminiscências que não descansam antes que a pena ou a língua as publique. Um antigo dizia arrenegar
de conviva que tem boa memória. A vida é cheia de tais convivas, e eu sou acaso um deles, conquanto a prova de ter a
memória fraca seja exatamente não me acudir agora o nome de tal antigo; mas era um antigo, e basta.
Não, não, a minha memória não é boa. Ao contrário, é comparável a alguém que tivesse vivido por hospedarias, sem
guardar delas nem caras nem nomes, e somente raras circunstâncias. A quem passe a vida na mesma casa de família,
com os seus eternos móveis e costumes, pessoas e afeições, é que se lhe grava tudo pela continuidade e repetição.
Como eu invejo os que não esqueceram a cor das primeiras calças que vestiram! Eu não atino com a das que enfiei
ontem. Juro só que não eram amarelas porque execro essa cor; mas isso mesmo pode ser olvido e confusão.
E antes seja olvido que confusão; explico-me. Nada se emenda bem nos livros confusos, mas tudo se pode meter
nos livros omissos. Eu, quando leio algum desta outra casta, não me aflijo nunca. O que faço, em chegando ao fim, é
cerrar os olhos e evocar todas as coisas que não achei nele. Quantas ideias finas me acodem então! Que de reflexões
profundas! Os rios, as montanhas, as igrejas que não vi nas folhas lidas, todos me aparecem agora com as suas águas,
as suas árvores, os seus altares, e os generais sacam das espadas que tinham ficado na bainha, e os clarins soltam as
notas que dormiam no metal, e tudo marcha com uma alma imprevista.
É que tudo se acha fora de um livro falho, leitor amigo. Assim preencho as lacunas alheias; assim podes também
preencher as minhas.

(Assis, de Machado. Dom Casmurro – Editora Scipione – 1994 – pág. 65)

O emprego da palavra “o” em “O que faço, em chegando ao fim...” (3º§) é o mesmo que se encontra em:
Alternativas
Q109434 Português
Assinale a alternativa incorreta acerca do texto I.
Alternativas
Respostas
26881: C
26882: A
26883: E
26884: A
26885: A
26886: E
26887: A
26888: C
26889: B
26890: B
26891: C
26892: A
26893: E
26894: C
26895: C
26896: C
26897: C
26898: A
26899: B
26900: B