Questões de Concurso
Sobre morfologia em português
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O Brasil, que possui 12% da água doce do planeta, é um atorchave para um acordo bem-sucedido em Paris. Mas em meio a uma recessão econômica grave que irradia para todas as atividades, o país deve lutar para superar as barreiras estruturais, como a proliferação de organismos de controle do meio ambiente, a falta de capacitação profissional e a expansão urbana e agrícola, disse a OCDE.
O aquecimento e a seca que assolaram o norte da África há 5000 anos forçaram espécies ancestrais dos mosquitos a adaptar-se ______________ ambientes ____________ os homens armazenavam água.
A febre chicungunha, que emergiu na África, chegou ______Ásia e _______ Américas.
Como a história da dengue e da febre amarela, a do chicungunha é indissociável do comportamento humano. (5º parágrafo)
O chicungunha já é uma ameaça para nós, como demonstra a velocidade de disseminação na Bahia e no Amapá. (7º parágrafo)
As expressões em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de
TEXTO
O Brasil vai acolher o Mundial-2014. A menos de meio ano do arranque da prova, tudo faria supor que o clima dominante nos estádios fosse de festa.
Mas não é isso que tem acontecido. A crua realidade é que o Brasil lidera uma lista negra: é o país com mais mortos nos estádios de futebol (seguem-se Argentina e Itália).
2013 foi um ano sangrento nos estádios brasileiros, com 30 mortes decorrentes de confrontos.
Este saldo negro coloca o número de vítimas mortais nos recintos de futebol no Brasil nos últimos 25 anos muito perto das duas centenas.
No ano passado, o sinal de alarme já tinha sido dado, com os 23 mortos ocorridos. Entre 1999 e 2008 houve 42 mortes. A tendência de agravamento parece evidente.
Os distúrbios entre claques têm sido cada vez mais violentos e a utilização de armas de fogo explica a ocorrência de vítimas mortais. Mais de metade das mortes ocorridas nos últimos 25 anos decorreram de disparos de armas de fogo; cerca de meia centena por agressões e o resto por facadas, atropelamentos ou bombas.
Outro dado especialmente preocupante: perto de dois terços das mortes nos últimos 25 anos nos estádios brasileiros foram de jovens até aos 30 anos.
Estes números são tão assustadores que a
primeira pergunta a coloca é mesmo: por quê?
“Os distúrbios entre claques têm sido cada vez mais violentos e a utilização de armas de fogo explica a ocorrência de vítimas mortais. Mais de metade das mortes ocorridas nos últimos 25 anos decorreram de disparos de armas de fogo; cerca de meia centena por agressões e o resto por facadas, atropelamentos ou bombas”.
Nesse segmento do texto, o elemento que NÃO exemplifica o plural é:
TEXTO
O Brasil vai acolher o Mundial-2014. A menos de meio ano do arranque da prova, tudo faria supor que o clima dominante nos estádios fosse de festa.
Mas não é isso que tem acontecido. A crua realidade é que o Brasil lidera uma lista negra: é o país com mais mortos nos estádios de futebol (seguem-se Argentina e Itália).
2013 foi um ano sangrento nos estádios brasileiros, com 30 mortes decorrentes de confrontos.
Este saldo negro coloca o número de vítimas mortais nos recintos de futebol no Brasil nos últimos 25 anos muito perto das duas centenas.
No ano passado, o sinal de alarme já tinha sido dado, com os 23 mortos ocorridos. Entre 1999 e 2008 houve 42 mortes. A tendência de agravamento parece evidente.
Os distúrbios entre claques têm sido cada vez mais violentos e a utilização de armas de fogo explica a ocorrência de vítimas mortais. Mais de metade das mortes ocorridas nos últimos 25 anos decorreram de disparos de armas de fogo; cerca de meia centena por agressões e o resto por facadas, atropelamentos ou bombas.
Outro dado especialmente preocupante: perto de dois terços das mortes nos últimos 25 anos nos estádios brasileiros foram de jovens até aos 30 anos.
Estes números são tão assustadores que a
primeira pergunta a coloca é mesmo: por quê?
O sentido da frase “O realismo só gera certo pessimismo em uma primeira fase" (l. 24 e 25) seria alterado se o advérbio “só" fosse posposto à forma verbal “gera", da seguinte forma: O realismo gera só certo pessimismo (...).
A omissão da preposição “a" em “tomando por base a nós mesmos" (l.3) e em “A conclusão a que devemos chegar" (l.21) prejudicaria a correção gramatical desses dois trechos.
Desde a Antiguidade, a humanidade atribuiu propriedades medicinais às bebidas alcóolicas. Embora ao longo dos séculos tenha havido vários sábios e curandeiros que se opuseram à crença de que o álcool era um santo remédio, coube aos cientistas da segunda metade do século 19 provar isso. Um dos primeiros estudos que associa a bebida a problemas na saúde é de 1854.
De lá para cá, os efeitos nocivos do consumo exagerado ficaram bastante conhecidos. Por exemplo, provoca gastrite e úlcera, sobrecarrega o fígado e atrofia várias áreas do cérebro, contribuindo para o aparecimento da demência.
(Revista Dossiê Superinteressante. jan.2015. Adaptado)
Até um tempo atrás o cafezinho era tido como inimigo da boa saúde. O mesmo acontecia com a carne vermelha, o ovo, o chocolate – todos recentemente absolvidos, depois que pesquisas modernas descobriram novos (e saudáveis) componentes nesses alimentos. Ou desde que estudos mais abrangentes mostraram que ficar sem eles é pior do que consumi-los. Afinal, por que as conclusões da ciência mudam tanto?
Para começar, essas diferenças nos estudos não espantam os médicos – que, aliás, até esperam que elas ocorram. A medicina, assim como a nutrição, não é ciência exata. Nem sempre o que é verdade hoje será verdadeiro no futuro.
Um dos motivos para as mudanças é o avanço da tecnologia. Com o uso de computadores e da internet, é claro que resultados conseguidos nos anos 40, em estudos de colesterol, por exemplo, são bem menos exatos do que os atuais.
(Revista Dossiê Superinteressante. jan. 2015. Adaptado)
Morador flagra suposto descarte de entulho na zona sul de Ribeirão Preto
Restos ______________ poda e entulhos seriam deixados em terreno ______________ condomínios. Administradora diz ter aval da prefeitura ______________________ descarte, mas governo nega.
(http://goo.gl/d4aqut. Adaptado)
A vírgula une as duas orações deixando implícita uma relação de sentido que há entre elas. Tal relação pode ser entendida como de:
Considerando o texto, identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) O adjetivo fofos para bichinhos, no primeiro quadrinho, conota o sentido de delicado e bonito.
( ) palavra depois, no primeiro quadrinho, indica uma circunstância de tempo.
( ) a fala no segundo quadrinho está incorreta, pois a forma verbal preciso exige a preposição de.
Assinale a opção que apresenta os vocábulos que não pertencem à mesma família.
Acerca do período acima, assinale a única opção correta:
I - No trecho Falo de gente que enriqueceu, ou se aposentou, e que em teoria poderia festejar a liberdade com algumas garrafas de ociosidade, a expressão em destaque, empregada no sentido conotativo, sugere entretenimento, prazer.
II - No trecho Sempre à espera do dia em que a máquina libertaria os homens para o lazer., a forma verbal destacada expressa certeza com relação a expectativas futuras.
III - No primeiro parágrafo, o autor emprega predominantemente formas verbais no tempo presente do indicativo, para fazer referência a ações que fazem parte do seu cotidiano.
IV - No trecho Será que a infame frase o trabalho liberta, o adjetivo destacado corresponde, semanticamente, à locução adjetiva de mau gosto.
V - Hoje, não temos tempo nem escravos porque somos nós os escravos das nossas vidas., o substantivo escravos está no sentido denotativo nas duas vezes em que é empregado.
Está correto o que se afirma em

