Questões de Concurso Sobre morfologia em português

Foram encontradas 27.805 questões

Q760897 Português

Texto para a questão a seguir.


Atente a essas considerações:


I) A forma verbal “ia” (linhas 6 e 10) reflete o uso coloquial do verbo “ir” nessa situação de comunicação, forma habitual da fala, porém rejeitada pela gramática, que orienta o emprego da forma “iria”.

II) O pronome “se” empregado na linha 16 expressa ideia de reflexividade para o verbo que o precede.

III) O verbo “mover” (linha 1) encontra-se devidamente flexionado no pretérito perfeito, por se referir a uma ação ocorrida no passado referente ao facão do personagem.

IV) O substantivo “arma” (linha 3) expressa uma função em oposição ao substantivo “troço” (linha 3) referindo-se ao objeto que no momento é descrito no texto.


Das assertivas acima, são consideradas CORRETAS as que se apresentam nos itens

Alternativas
Q760697 Português
O elemento mórfico em destaque está inadequadamente identificado na palavra da opção
Alternativas
Q760696 Português
Está correta a classificação da palavra destacada da frase da opção
Alternativas
Q760695 Português
Há um substantivo epiceno na frase da opção
Alternativas
Q760484 Português

Texto 2-

Aristóteles, o defensor da instrução para a virtude

O primeiro lógico via na escola o caminho para a vida pública e o exercício da ética

De todos os grandes pensadores da Grécia antiga, Aristóteles (384-322 a.C.) foi o que mais influenciou a civilização ocidental. Até hoje o modo de pensar e produzir conhecimento deve muito ao filósofo. Foi ele o fundador da ciência que ficaria conhecida como lógica e suas conclusões nessa área não tiveram contestação alguma até o século 17. Sua importância no campo da educação também é grande, mas de modo indireto. Poucos de seus textos específicos sobre o assunto chegaram a nossos dias. A contribuição de Aristóteles para o ensino está principalmente em escritos sobre outros temas.

As principais obras de onde se podem tirar informações pedagógicas são as que tratam de política e ética. "Em ambos os casos o objetivo final era obter a virtude", diz Carlota Boto, professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. "Em suas reflexões sobre ética, Aristóteles afirma que o propósito da vida humana é a obtenção do que ele chama de vida boa. Isso significava ao mesmo tempo vida do bem e vida harmoniosa." Ou seja, para Aristóteles, ser feliz e ser útil à comunidade eram dois objetivos sobrepostos, e ambos estavam presentes na atividade pública. O melhor governo, dizia ele, seria "aquele em que cada um melhor encontra o que necessita para ser feliz".

http://revistaescola.abril.com.br/formacao/aristoteles- 428110.shtml

Os termos do período em destaque estão devidamente classificados, no que tange à análise morfossintática, nas alternativas abaixo, exceto em:
“De todos os grandes pensadores da Grécia antiga, Aristóteles (384-322 a.C.) foi o que mais influenciou a civilização ocidental.”
Alternativas
Q760414 Português

Leia o texto

No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau. Há liberdades que não podem ser toleradas. Uma vez conheci uma senhora que afirmava não se dever proibir coisa alguma a uma criança, pois deve desenvolver sua natureza de dentro para fora. “E se a natureza a levar a engolir alfinetes?”, indaguei; lamento dizer que a resposta foi puro vitupério. No entanto, toda criança abandonada a si mesma, mais cedo ou mais tarde, engolirá alfinetes, tomará veneno, cairá de uma janela alta ou doutra forma chegará a mau fim. Um pouquinho mais velhos, os meninos, podendo, não se lavam, comem demais, fumam até enjoar, apanham resfriados por molhar os pés, e assim por diante – além do fato de se divertirem importunando anciãos, que nem sempre possuem a capacidade de resposta de Eliseu1 . Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta. Deve existir um elemento de disciplina e autoridade; a questão é até que ponto, e como deve ser exercido.

RUSSEL, Bertrand. Ensaios Céticos. 2 ed. São Paulo, Nacional, 1957, p. 146. Apud FIORIN, José Luís e SAVIOLI, Francisco Platão. In. Para entender o texto – leitura e redação. Ed. Ática, 2000. 

Em “No ensino, como em outras coisas, a liberdade deve ser questão de grau”, o termo em destaque poderia ser substituído, sem alterar o sentido, por
Alternativas
Q760405 Português

Texto 2 –  Origem da palavra administração 

Do latim minus, que significa “menos”.

É difícil acreditar, mas a raiz etimológica de “administração” está na palavra latina minus, que significa literalmente “menos”. 

Este termo evoluiu para minor, um superlativo que é traduzido para “menor”.

Com o tempo, minor se transformou em minister, para se referir aos “servos” e “criados”. No entanto, mais tarde, a conotação deste termo passou a ser utilizado para “sacerdotes”, “servos de Deus” ou “servos religiosos”.

Esta palavra possuía um sentido de “desempenhar um cargo importante” ou “servir a uma personalidade importante”. Em outras palavras, consistia em “administrar” ou “organizar algo”. 

Para somar o sentido de “desempenho de uma atividade”, foi anexado o prefixo AD, que significa “junto”. Assim sendo, administer – administrar – significa “servir ou ajudar junto a…” (uma instituição, governo, empresa e etc).

Após a definição do conceito moderno de administração, o termo entrou para o dicionário da língua portuguesa através do latim administratìo, evoluindo depois para amenistraçom e aministraçon (século XIV). 

A palavra chegou à grafia atual – administração – apenas a partir do século XV. 

Fonte: http://www.dicionarioetimologico.com.br/administracao/ (adaptado)

Ainda de acordo com o texto, o termo “menor” foi um superlativo dado a “menos”. Com base nisso, a forma adjetiva em destaque representa adequadamente o superlativo da palavra que está entre parênteses na alternativa
Alternativas
Q760402 Português
Quanto ao uso, no texto, do sufixo “inha” nas expressões “negrinha”, “arrumadinha”, “perninhas” e “menininha”, todas possuem um valor relacionado a 
Alternativas
Q760289 Português

Texto 1:

A intolerância

Não conseguimos acolher o que nos parece incomum

Lisandra Pioner


A questão refere-se ao texto 1.

Com base no contexto em que estão inseridas, marque a opção em que as palavras sublinhadas pertencem a categorias gramaticais diferentes, ou seja, não pertencem à mesma categoria gramatical.
Alternativas
Q760196 Português

O último verso de cada estrofe deste poema de Carlos Drummond de Andrade estabelece uma relação diferenciada em relação aos demais versos da mesma estrofe. Para responder a questão, leia o poema seguinte:

                              CONSOLO NA PRAIA

Vamos, não chores...

A infância está perdida.

A mocidade está perdida.

Mas a vida não se perdeu.


O primeiro amor passou.

O segundo amor passou.

O terceiro amor passou.

Mas o coração continua.


Perdeste o melhor amigo.

Não tentaste qualquer viagem.

Não possuis casa, navio, terra.

Mas tens um cão.


Algumas palavras duras,

em voz mansa, te golpearam.

Nunca, nunca cicatrizam.

Mas, e o humour?

(ANDRADE, Carlos Drummond de. Reunião. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980.)

Escolha a opção que explica o sentido o último verso de cada estrofe desse poema em relação aos demais:
Alternativas
Q760145 Português
Assinale a alternativa em que o vocábulo é corretamente segmentado em todos os seus morfemas:
Alternativas
Q760144 Português
No texto aparece o substantivo “Choro” (linha 24). Na distinção entre o substantivo “choro” e o verbo “choro”, os sons representados pela letra o da sílaba tônica constituem
Alternativas
Q760091 Português
Leia a frase com atenção: “Essa afirmação, uma vez compreendidos os símbolos, é tida como falsa”. Assinale a palavra que substitui adequadamente a expressão grifada na frase:  
Alternativas
Q760079 Português

Leia os textos I, II e III, abaixo, para responder à questão: 


Texto I

Salão de Beleza

Zeca Baleiro 


Se ela se penteia eu não sei
Se ela usa maquiagem eu não sei
Se aquela mulher é vaidosa eu não sei
Eu não sei, eu não sei

Vem você me dizer que vai a um salão de beleza
Fazer permanente massagem rinsagem
Reflexo e otras cositas más (2x)

Baby você não precisa de um salão de beleza
Há menos beleza num salão de beleza
A sua beleza é bem maior do que qualquer beleza de
qualquer salão (2x)  

Mundo velho e decadente mundo
Ainda não aprendeu a admirar a beleza
A verdadeira beleza
A beleza que põe mesa
E que deita na cama
A beleza de quem come
A beleza de quem ama
A beleza do erro
Do engano
Da imperfeição

Belle belle como Linda Evangelista
Linda Linda como Isabelle Adjani
Ai bela morena ai morena bela
Quem foi que te fez tão formosa
É mais linda que a rosa
Debruçada na janela  


Texto II 

Revista Pasta, São Paulo: Clube de Criação de São Paulo, n. 4, p. 53, jun. / jul. 2006.


*Antigamente mulher bonita era avião. 

 Hoje é ultraleve.  

Texto III  


*Meninas, já selecionamos quem passou em nosso padrão de beleza... 

 Observe: “Meninas, já selecionamos quem passou no nosso padrão de beleza...” (2º quadrinho). Nesse trecho, o segmento destacado tem valor semântico  
Alternativas
Q760008 Português

CONSIDERE O TEXTO ABAIXO, PARA RESPONDER À QUESTÃO.

Uma vida no aeroporto

Expulso do Irã e sem visto para ficar na Europa, ele viveu 18 anos no aeroporto Charles de Gaulle 

O filme O Terminal (2004), estrelado por Tom Hanks, conta a história de Viktor Navorski, um homem que passa nove meses preso no aeroporto internacional John F. Kennedy depois que seu país, a fictícia Krakozhia, passa por um golpe de estado e deixa de existir. O filme é baseado na história real do apátrida Merham Nasseri, que viveu por 18 anos no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Depois de participar de manifestações contra o governo do Irã, sua terra natal, e passar quatro meses preso e sendo torturado, Nasseri foi expulso do país. Pediu asilo a várias nações europeias, mas não conseguiu. Em 1988, para evitar sua deportação da Bélgica, ele tomou um voo para Paris – onde disse que seus documentos haviam sido roubados. Sem documentos, ele não poderia ser expulso. Mas também não poderia sair do aeroporto. Ele passou a morar no terminal 1. Sempre acordava às 5h. Nesse horário, quando os banheiros do aeroporto ficavam vazios, aproveitava para fazer higiene pessoal. Para manter as roupas limpas, contava com a solidariedade de funcionários de lojas do aeroporto, que se ofereciam para lavar as peças – e também davam dinheiro para Nasseri se alimentar.

Em 1999, a França deu um passaporte a Nasseri. Mas aconteceu o inesperado: Nasseri se negou a assinar os papeis. Preferiu continuar vivendo no aeroporto. “Nesse momento entendi que ele havia perdido o contato com a realidade”, afirmou na época seu advogado, Christian Bourguet. O apátrida permaneceu no aeroporto até julho de 2006, quando teve um problema de saúde e foi hospitalizado. Em 2007, teve alta do hospital – e desde então vive, como um anônimo, em uma casa de caridade no centro de Paris. 

(Superinteressante, maio de 2014, p. 49)

Na palavra “apátrida”, o prefixo a acrescenta ao significado do substantivo “pátria” a ideia de:
Alternativas
Q759668 Português
Em que exemplo “um” funciona como artigo?
Alternativas
Q759667 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “muito” não é advérbio:
Alternativas
Q758876 Português

      A noite baixou de supetão e uma friagem seca cobriu as cercanias do gentio do Ouro e de Xique-Xique, a umas boas léguas das barrancas do São Francisco, em que o arraial se esconde pelo meio dos montes. Esconde-se porque é um arraial fora da lei, cafua de bandidos, jagunços fugidos e cangaceiros, onde ninguém dorme nu e sem arma na mão e só se entra com permissão. Agora que a caatinga recolheu suas plantas ferozes debaixo do manto de sereno e até a poeira das três ruas assentou, nada se vê senão a iluminação amarelada de alguns lampiões, atravessando os quadradinhos formados pelas varas das paredes dos casebres de sopapo. Rua do Meio acima, uma fogueira arde no alpendre do casarão arruinado, de paredes de alvenaria e telhado ainda prestante, que todos chamam de Tapera do Andrade, embora ninguém saiba o motivo. A história do Arraial de Santo Inácio é desconhecida, assim como é desconhecida a maior parte da história destas paragens e do povo que nelas habita.

                                           (João Ubaldo Ribeiro, Viva o povo brasileiro. Adaptado)

Na passagem – A noite baixou de supetão –, a expressão destacada expressa circunstância de
Alternativas
Q758874 Português

                       

Na fala do segundo quadrinho – Aposto que é porque ele fica muito feroz quando nota que tem alguém estranho em casa. –, as conjunções destacadas introduzem relações de sentido respectivamente de
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNRIO Órgão: IF-PA Prova: FUNRIO - 2016 - IF-PA - Revisor de Texto |
Q758308 Português

O jornal O Globo, na edição de 30/03/2016, publicou a seguinte notícia: “A partir de medições que apontaram discrepâncias nos serviços de terraplanagem de obras no Complexo Esportivo de Deodoro, a 3 ª Vara Criminal do Rio determinou o bloqueio de R$ 128,5 milhões que seriam pagos pela Caixa Econômica Federal às empreiteiras OAS e Queiroz Galvão.” A manchete, irônica e criativa, tinha apenas uma palavra, DUVIDEODORO, formada pela junção do verbo “duvidar” e do substantivo “Deodoro”, sob a influência da forma popular “duvideodó”.

A mídia costuma usar esse recurso para denominar fatos que são notícia. Nas opções abaixo, há cinco dessas palavras. Assinale a única que não é formada pelo mesmo processo das demais.

Alternativas
Respostas
22541: A
22542: D
22543: A
22544: E
22545: C
22546: E
22547: C
22548: A
22549: B
22550: B
22551: E
22552: A
22553: D
22554: B
22555: B
22556: D
22557: B
22558: B
22559: E
22560: A