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Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia em português

Foram encontradas 20.528 questões

Q3575686 Português
Jovem tem 4 colapsos no pulmão por conta de ‘vape’

    Um adolescente americano de 19 anos precisou ser levado ao hospital e fazer uma cirurgia no pulmão depois que o órgão sofreu quatro colapsos seguidos. Segundo a equipe médica, o problema foi acarretado pelo vício do jovem em fumar vape, um tipo de cigarro eletrônico. Draven Hatfield, de West Virginia, nos Estados Unidos, começou a fumar quando tinha apenas 13 anos, nos finais de semana. Mais tarde, usar o dispositivo se tornou um hábito de “todos os dias e o tempo todo”. Os médicos do hospital revelaram que os pulmões do rapaz pareciam de um “homem que fumava três maços de cigarros por dia há pelo menos 30 anos”.
    Hatfield começou a fumar vapes maiores, que têm mais potência e sabor, depois mudou para modelos descartáveis. “Pelo menos uma vez por dia eu o reabastecia, às vezes uma vez a cada dois dias. Mudei para os vapes descartáveis e provavelmente usei um desses a cada dois ou três dias. Eu não fumava antes de começar a vaporizar. Durante um período de um mês e meio, fumei e usei vape ao mesmo tempo — contou. Em dezembro de 2021, com apenas 17 anos, Hatfield foi para o hospital pela primeira vez após sentir fortes dores e cãimbras do lado esquerdo do peito. Ele foi diagnosticado com pneumotórax espontâneo, ou seja, quando o pulmão é invadido por bolhas de ar que se rompem e enchem o órgão de ar, dificultando a respiração. Segundo a equipe, esse é o início súbito de um pulmão em colapso. Os sintomas incluem dor aguda no peito, que piora com respiração profunda ou tosse, batimentos cardíacos acelerados e fadiga. Na maioria dos casos, a causa de um pulmão colapsado é desconhecida, mas fumar é um dos fatores de risco, e os especialistas creem que o vaping também pode ser.
    Dois meses depois, em dezembro de 2021, o pulmão direito do jovem também começou a apresentar os mesmos sintomas. Na ocasião, ele estava fumando o cigarro eletrônico. Foi quando pensou que seus problemas poderiam estar relacionados ao hábito e decidiu parar. —Apenas senti um pequeno estalo e, como já havia passado por isso, sabia o que era. Estava respirando de forma diferente e toda vez que eu engolia, sentia um pequeno beliscão — relatou. Mesmo parando de fumar, seu pulmão entrou em colapso uma quarta e última vez em fevereiro de 2022. Os médicos precisaram realizar uma cirurgia para remover as bolsas de ar do órgão. Hoje, Hatfield está bem, ainda se recupera das sequelas, como dores no peito, e faz campanha de conscientização para jovens pararem de usar os dispositivos. “Achei que vaporizar era melhor que fumar. Isso me fez perceber o quão perigoso os vapes podem ser” disse. Para parar de fumar, Hatfield disse que mascou chiclete de nicotina para “enganar a mente” até não sentir mais falta de vaporizar. Dados do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) mostram que quase um em cada dez alunos do ensino médio no país são fumantes de vapes, o dobro da proporção em 2014. Nos Estados Unidos, um em cada dez alunos do ensino fundamental usam os dispositivos.

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: Eu não fumava antes de começar a vaporizar. 
Alternativas
Q3575684 Português
Jovem tem 4 colapsos no pulmão por conta de ‘vape’

    Um adolescente americano de 19 anos precisou ser levado ao hospital e fazer uma cirurgia no pulmão depois que o órgão sofreu quatro colapsos seguidos. Segundo a equipe médica, o problema foi acarretado pelo vício do jovem em fumar vape, um tipo de cigarro eletrônico. Draven Hatfield, de West Virginia, nos Estados Unidos, começou a fumar quando tinha apenas 13 anos, nos finais de semana. Mais tarde, usar o dispositivo se tornou um hábito de “todos os dias e o tempo todo”. Os médicos do hospital revelaram que os pulmões do rapaz pareciam de um “homem que fumava três maços de cigarros por dia há pelo menos 30 anos”.
    Hatfield começou a fumar vapes maiores, que têm mais potência e sabor, depois mudou para modelos descartáveis. “Pelo menos uma vez por dia eu o reabastecia, às vezes uma vez a cada dois dias. Mudei para os vapes descartáveis e provavelmente usei um desses a cada dois ou três dias. Eu não fumava antes de começar a vaporizar. Durante um período de um mês e meio, fumei e usei vape ao mesmo tempo — contou. Em dezembro de 2021, com apenas 17 anos, Hatfield foi para o hospital pela primeira vez após sentir fortes dores e cãimbras do lado esquerdo do peito. Ele foi diagnosticado com pneumotórax espontâneo, ou seja, quando o pulmão é invadido por bolhas de ar que se rompem e enchem o órgão de ar, dificultando a respiração. Segundo a equipe, esse é o início súbito de um pulmão em colapso. Os sintomas incluem dor aguda no peito, que piora com respiração profunda ou tosse, batimentos cardíacos acelerados e fadiga. Na maioria dos casos, a causa de um pulmão colapsado é desconhecida, mas fumar é um dos fatores de risco, e os especialistas creem que o vaping também pode ser.
    Dois meses depois, em dezembro de 2021, o pulmão direito do jovem também começou a apresentar os mesmos sintomas. Na ocasião, ele estava fumando o cigarro eletrônico. Foi quando pensou que seus problemas poderiam estar relacionados ao hábito e decidiu parar. —Apenas senti um pequeno estalo e, como já havia passado por isso, sabia o que era. Estava respirando de forma diferente e toda vez que eu engolia, sentia um pequeno beliscão — relatou. Mesmo parando de fumar, seu pulmão entrou em colapso uma quarta e última vez em fevereiro de 2022. Os médicos precisaram realizar uma cirurgia para remover as bolsas de ar do órgão. Hoje, Hatfield está bem, ainda se recupera das sequelas, como dores no peito, e faz campanha de conscientização para jovens pararem de usar os dispositivos. “Achei que vaporizar era melhor que fumar. Isso me fez perceber o quão perigoso os vapes podem ser” disse. Para parar de fumar, Hatfield disse que mascou chiclete de nicotina para “enganar a mente” até não sentir mais falta de vaporizar. Dados do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS) mostram que quase um em cada dez alunos do ensino médio no país são fumantes de vapes, o dobro da proporção em 2014. Nos Estados Unidos, um em cada dez alunos do ensino fundamental usam os dispositivos.

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: Mudei para os vapes descartáveis e provavelmente usei um desses a cada dois ou três dias. 
Alternativas
Q3575454 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra apresente sufixo: 
Alternativas
Q3575453 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica da palavra em destaque no período: O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes.
Alternativas
Q3575452 Português
Limpeza da casa ajuda a evitar doenças, ensinam especialistas

    Há quem afirme que ficamos mais paranoicos com limpeza após a pandemia de coronavírus. Hábitos como higienizar as mãos com álcool em gel, lavar as compras do mercado e deixar calçados do lado de fora entraram no repertório usual de muita gente. Apesar dos números da Covid-19 terem diminuído, algumas dessas atitudes (e outros cuidados) devem ser mantidos em prol do bem estar dentro de casa, afirmam especialistas. Os microrganismos estão em toda parte. Ao pisar com o tênis no chão do apartamento, por exemplo, você está levando para o ambiente doméstico bactérias e outros potenciais patógenos. Esses agentes são causadores de doenças respiratórias, como asmas, pneumonia; de pele, como dermatites; ou até infecções intestinais, como diarreias. Recentemente, a imagem do banheiro do “BBB 23”, com o piso do box imundo, viralizou na internet. Trata-se justamente de um dos principais focos de agentes infecciosos em uma casa, ao lado do quarto e a cozinha.
    Mas com que frequência deve-se limpar essas partes? E como fazer para impedir a proliferação de bactérias, vírus e fungos? Limpar o banheiro é uma tarefa que muitos preferem procrastinar, porém o hábito é importante para a saúde, já que ali depositamos dejetos, fluidos orgânicos e fazemos a higiene pessoal. O cômodo exige mais cuidados com a limpeza do que outros locais da casa. Segundo um estudo realizado pelo Centro de Higiene e Saúde em Casa e Comunidade, do Simmons College, em Boston, EUA, em uma banheira há mais bactérias que causam infecções na pele do que em uma lata de lixo — foram encontrados 25% microrganismos do gênero, em comparação a 5% identificado na lixeira. “O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta. O ideal é fazer a limpeza completa, com desinfetantes específicos e água sanitária, ao menos uma vez por semana” afirma Gabriela Castro, microbiologista da Richet Medicina & Diagnóstico. 
    Algumas partes específicas merecem uma atenção ainda maior. O vaso sanitário, por exemplo, deve ser limpo de duas a três vezes por semana com agentes desinfetantes, dependendo de quantas pessoas usam a privada. A banheira e o box também devem ser higienizados de acordo com a frequência de uso. Se forem usados por uma pessoa, que toma de um a dois banhos por dia, recomenda-se uma limpeza uma vez por semana ou a cada 15 dias. As pias, por terem contato direto com fluidos da boca e nariz, também devem ser lavadas duas vezes por semana, enquanto os pisos, azulejos e armários (parte interna e externa), precisam ser higienizados uma vez por semana. ‘Para minimizar a proliferação de bactérias e fungos, algumas medidas podem ser adotadas. A ação de dar a descarga com a tampa fechada minimiza muito a formação de aerossóis, que são mecanismos pelos quais as bactérias e fungos são dispersados no meio ambiente, podendo ficar em suspensão no ar por até duas horas, sendo fonte potencial de contaminação’ recomenda Castro.
    Estudos apontam o espaço da cozinha como uma das áreas mais problemáticas da casa para a proliferação de bactérias e fungos —até mais do que o banheiro. Isso porque o espaço recebe todo o tipo de alimento cru, como carnes e frangos, e mesmo verduras e legumes não lavados podem conter larvas. O manuseio correto dos ingredientes é chave para evitar problemas. “Entre os lugares onde mais encontramos bactérias e fungos estão a esponja que faz a limpeza da louça, a pia, a geladeira, as gavetas dos vegetais, os botões do fogão e a alça do forno. São ambientes propícios para essa proliferação, com calor e umidade” alerta o infectologista José Cerbino, da Fiocruz. Especialistas afirmam que o melhor seria lavar as principais partes da cozinha e as mais usadas, como a pia e o fogão, enquanto a comida é preparada. O acumulo de lixo e utensílios sujos pode atrair moscas, baratas e proliferação de microrganismos patogênicos. “O grande vilão na cozinha é a contaminação cruzada, ou seja, usar os mesmos utensílios para coisas diferentes. Quando a faca que cortou o frango cru é utilizada para cortar os legumes e verduras, as bactérias da carne passam para os vegetais. Ela precisa ser limpa muito bem antes de ser usada em outro alimento” explica o chef Carlos Siffert, consultor da Escola Wilma Kövesi de Cozinha. Entre as principais patógenos encontrados na cozinha estão as bactérias do gênero Campylobacter e os parasitas Criptosporidium e Cyclospora cayetanensis, encontradas em carnes e alimentos contaminados que não foram preparados adequadamente. A conhecida Salmonella é outra fonte de infecção bacteriana encontrada na cozinha. “Não podemos esquecer dos cantinhos da pia, embaixo do fogão ou atrás da geladeira, onde o calor cria o ambiente perfeito para as baratas procriarem” diz Siffert. 

Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: O banheiro é um local onde a fonte de proliferação de fungos e bactérias é muito alta.
Alternativas
Q3575036 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.Este é um peixe de água doce.

II.Para sobremesa teremos uma torta holandesa.

III.Nem todos os homens de voz grossa seriam bons locutores.

IV.Esta senhora é muito impaciente.


Quais das afirmativas possuem uma locução adjetiva?

Alternativas
Q3574895 Português
Mãe britânica recolhe 2 toneladas de recicláveis

    Liz Pinfield-Wells estava prestes a alimentar seu filho pequeno, Albert, quando olhou para um saco plástico com comida de bebê em sua mão. “Uau, isso parece um monte de embalagem”, pensou Liz naquele dia, quatro anos atrás. “Comecei a pesquisar se ele pode ser reciclado.” A resposta era não. “É bastante limitado”, disse ela sobre o serviço de reciclagem em sua cidade, Telford, localizada em Shropshire, na Inglaterra. No Reino Unido, os municípios têm as próprias regras de reciclagem. Ela ficou perturbada com a ideia de jogar fora as bolsas, pensando que acabariam em um aterro sanitário ou incinerador. “Uma vez que você tem filhos, isso lhe dá uma perspectiva bem diferente do mundo”, disse Liz, mãe de três.
    Como as sacolas plásticas não foram incluídas no serviço de coleta da cidade – que não aceita sacolas plásticas, brinquedos de plástico duro, plástico bolha, papelão e chips, entre outros resíduos –, Liz começou a pesquisar alternativas. Ela encontrou uma notícia sobre uma família do Reino Unido que montou um local de coleta de lixo fora de sua casa em Nuneaton, cidade a 55 quilômetros de distância. Eles coletaram itens difíceis de reciclar, como cápsulas de café e escovas de dente, e enviaram para empresas de reciclagem, incluindo a americana TerraCycle, que transforma o lixo em matéria-prima. Liz ficou intrigada: “Eu pensei, esse é o tipo de coisa que eu poderia fazer aqui, pois tenho espaço”. Então, ela montou várias lixeiras na entrada de sua garagem e começou a avisar para vizinhos e amigos, informando que poderiam deixar certos itens de lixo, como bolsas de comida para bebê, sacos de salgadinhos, sacos de pão, tubos de Pringles e embalagens de biscoitos.
    Desde o início do esforço, em 2019, ela coletou quase 2 toneladas de resíduos que, de outra forma, provavelmente estariam em um aterro sanitário, flutuando em um rio ou incinerados. Como sugere o programa de reciclagem da TerraCycle, ela coleta e separa os resíduos, e a empresa cuida dos custos de envio e do processo de reciclagem. Não muito depois de Liz montar seu local de coleta improvisado, as pessoas paravam regularmente para deixar sua reciclagem. “É muito gratificante poder reduzir a quantidade de lixo que sua casa está produzindo”, disse Liz, que cuida de adultos com deficiências de desenvolvimento e aprendizado. Uma vez por mês, ela separa e pesa os resíduos para doá-los à TerraCycle ou outras empresas de reciclagem. “Nosso objetivo como organização é ser uma empresa de gerenciamento de resíduos que busca encontrar soluções circulares onde elas não existem hoje”, disse Tom Szaky, diretor e fundador da TerraCycle, que opera há 22 anos em 21 países. “Uma vez que as pessoas percebem que você pode reciclar todas essas coisas, é uma mudança de vida”, disse Liz.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, 20 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: Eu pensei, esse é o tipo de coisa que eu poderia fazer aqui, pois tenho espaço.
Alternativas
Q3574893 Português
Mãe britânica recolhe 2 toneladas de recicláveis

    Liz Pinfield-Wells estava prestes a alimentar seu filho pequeno, Albert, quando olhou para um saco plástico com comida de bebê em sua mão. “Uau, isso parece um monte de embalagem”, pensou Liz naquele dia, quatro anos atrás. “Comecei a pesquisar se ele pode ser reciclado.” A resposta era não. “É bastante limitado”, disse ela sobre o serviço de reciclagem em sua cidade, Telford, localizada em Shropshire, na Inglaterra. No Reino Unido, os municípios têm as próprias regras de reciclagem. Ela ficou perturbada com a ideia de jogar fora as bolsas, pensando que acabariam em um aterro sanitário ou incinerador. “Uma vez que você tem filhos, isso lhe dá uma perspectiva bem diferente do mundo”, disse Liz, mãe de três.
    Como as sacolas plásticas não foram incluídas no serviço de coleta da cidade – que não aceita sacolas plásticas, brinquedos de plástico duro, plástico bolha, papelão e chips, entre outros resíduos –, Liz começou a pesquisar alternativas. Ela encontrou uma notícia sobre uma família do Reino Unido que montou um local de coleta de lixo fora de sua casa em Nuneaton, cidade a 55 quilômetros de distância. Eles coletaram itens difíceis de reciclar, como cápsulas de café e escovas de dente, e enviaram para empresas de reciclagem, incluindo a americana TerraCycle, que transforma o lixo em matéria-prima. Liz ficou intrigada: “Eu pensei, esse é o tipo de coisa que eu poderia fazer aqui, pois tenho espaço”. Então, ela montou várias lixeiras na entrada de sua garagem e começou a avisar para vizinhos e amigos, informando que poderiam deixar certos itens de lixo, como bolsas de comida para bebê, sacos de salgadinhos, sacos de pão, tubos de Pringles e embalagens de biscoitos.
    Desde o início do esforço, em 2019, ela coletou quase 2 toneladas de resíduos que, de outra forma, provavelmente estariam em um aterro sanitário, flutuando em um rio ou incinerados. Como sugere o programa de reciclagem da TerraCycle, ela coleta e separa os resíduos, e a empresa cuida dos custos de envio e do processo de reciclagem. Não muito depois de Liz montar seu local de coleta improvisado, as pessoas paravam regularmente para deixar sua reciclagem. “É muito gratificante poder reduzir a quantidade de lixo que sua casa está produzindo”, disse Liz, que cuida de adultos com deficiências de desenvolvimento e aprendizado. Uma vez por mês, ela separa e pesa os resíduos para doá-los à TerraCycle ou outras empresas de reciclagem. “Nosso objetivo como organização é ser uma empresa de gerenciamento de resíduos que busca encontrar soluções circulares onde elas não existem hoje”, disse Tom Szaky, diretor e fundador da TerraCycle, que opera há 22 anos em 21 países. “Uma vez que as pessoas percebem que você pode reciclar todas essas coisas, é uma mudança de vida”, disse Liz.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, 20 de abril de 2023.
Assinale a alternativa que apresente o tipo de circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: Desde o início do esforço, em 2019, ela coletou quase 2 toneladas de resíduos que, de outra forma, provavelmente estariam em um aterro sanitário, flutuando em um rio ou incinerados. 
Alternativas
Q3574200 Português
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo advérbio em destaque no trecho: “... mais precisamente cor de canela ou castanho escuro, segundo ela - são as velas que sempre cercaram a imagem”. 
Alternativas
Q3574197 Português
Assinale a alternativa que apresente palavra formada por processo de prefixação e sufixação: 
Alternativas
Q3574001 Português
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo advérbio em destaque no período: O animal mais atingido é o boto vermelho, também conhecido como boto-cor-de-rosa, um dos principais símbolos da fauna amazônica. 
Alternativas
Q3573999 Português
Assinale a alternativa que apresente o processo de formação da palavra “força-tarefa”:
Alternativas
Q3573998 Português
Assinale a alternativa que apresente palavra formada por processo de prefixação e sufixação: 
Alternativas
Q3573436 Português

Analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso).


(__)A expressão: "pois é a janela para os nossos primeiros significantes" − temos uma conjunção coordenativa que enuncia ideia conclusiva e uma preposição que enuncia ideia de direção.


(__)No trecho: "A Língua materna desempenha um papel fundamental na vida das pessoas" − temos exemplos de concordâncias nominais e exemplo de concordância verbal.


(__)O trecho: "nem a primeira língua que se aprende" − tem o mesmo sentido semântico contextual de "nem a primeira língua que foi aprendida".


(__)No trecho explicativo: "língua nativa ou primeira língua (L1)" − temos uma conjunção coordenativa alternativa.




Marque a alternativa com a série correta.

Alternativas
Q3573424 Português

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA MATERNA NOS DIAS ATUAIS


(1º§) A Língua materna desempenha um papel fundamental na vida das pessoas, pois é a janela para os nossos primeiros significantes e para a relação com o meio, o que vai conferir com o seu desenvolvimento um sentimento de identidade e pertença a uma comunidade e às áreas geográficas que partilham a mesma forma de comunicação.


(2º§) Ser capaz de aprender ou dominar idiomas adicionais representa um grande salto para as pessoas que o dominam, pois nos permitirão explorar com mais facilidade a janela que outras culturas representam e sua integração com nosso ambiente e oportunidades.


(...)


(3º§) A Língua Materna, ou a Primeira Língua (L1), não é, necessariamente, a língua da mãe, nem a primeira língua que se aprende, tampouco trata de apenas uma língua. Normalmente, é a língua que aprendemos primeiro e em casa, através dos pais e familiares, também é frequentemente a língua da comunidade.


(4º§) Língua materna é chamada de idioma materno, língua nativa ou primeira língua (L1). Língua materna é aquela falada no país em que a pessoa nasceu e aprendeu a falar.


(5º§) A expressão língua materna provém do costume em que as mães eram as únicas a educar os seus filhos na primeira infância, fazendo com que a língua da mãe seja a primeira a ser assimilada pela criança, condicionando seu aparelho fonador àquele sistema linguístico.


Glossário: "Pertença" é substantivo feminino que significa aquilo que faz parte de algo, propriedade, atribuição, domínio particular de um ofício, cargo ou setor, ou qualquer coisa que está ligada à utilização de outra como complemento ou acessório. (Pertença - Dicio, Dicionário Online de Português)


(O que é língua materna e por que é tão importante? | Berlitz) − (Adaptado) - (Acesso 06.10.2023)

Sobre a frase "A importância da língua materna nos dias atuais" marque a alternativa com análise incorreta.

Alternativas
Q3572785 Português
Leia o texto para responder a questão.

Nova aposta de empresas, delivery na madrugada vai de chinelos a joias

Na esteira do consumo da madrugada, aplicativos de entrega como Rappi, iFood e Zé Delivery começaram a receber novos estabelecimentos que atendem até tarde da noite

    Há pouco mais de um ano, Felipe Santiago Calestini, de 30 anos, deixou o serviço de borracheiro para trabalhar na área de tecnologia do C6 Bank. Como analista de sistemas, ele teve de adaptar sua rotina ao turno da madrugada, algo que introduziu um novo hábito no seu dia a dia.
    Com menos tempo para cozinhar ou se deslocar até os estabelecimentos físicos, acabou virando um cliente assíduo dos aplicativos de entrega. “Antes da pandemia, dificilmente eu pedia comida em delivery. Estava acostumado a sair do trabalho e passar para pegar um lanche ou uma pizza. Agora, seja por ‘preguiça’ ou por comodidade, acabo comprando tudo pelo celular” conta.
    Foi durante a pandemia de covid-19 que os serviços de delivery usados atualmente por Calestini se consolidaram no dia a dia de milhares de brasileiros. O período de distanciamento social fez com que pessoas que nunca tinham usado a internet para fazer compras se rendessem aos pedidos virtuais.
    Depois de facilitar o consumo ao longo do dia, os aplicativos agora estão se tornando uma opção para os clientes mais notívagos que preferem comprar na madrugada sem que tenham de se deslocar até lojas de conveniência, mercados ou adegas que funcionam 24 horas e que vivem uma certa decadência.
    Na esteira do consumo da madrugada, aplicativos de entrega como Rappi, iFood e Zé Delivery começaram a receber novos estabelecimentos que atendem até tarde da noite. E se na pré-pandemia o consumo por meio de entregas estava restrito a lanches e pizzas, ele agora abarca de bebidas alcoólicas a itens de farmácia, de chinelos a joias, tudo ao alcance da palma da mão.
    [...]


Disponível em https://exame.com/negocios/nova-aposta-de-empresas-delivery-namadrugada-vai-de-chinelos-a-joias/
O plural de milhar é milhares, enquanto que o plural de mão é 
Alternativas
Q3572655 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?
Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo

Por Augusto Decker e Pedro Borg

    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.
     Por que sim?
    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.
    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.
    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.
    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos.
    Por que não? 
    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”
    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.
    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?” 

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Analise: “A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.” E assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3572435 Português
Leia o texto para responder a questão


Brasil pode ser a Arábia Saudita do hidrogênio verde e virar
referência no combustível do futuro
Condições favoráveis no mercado internacional e matriz
energética limpa do país devem contribuir para produção do
H2V


    Uma série de condições favoráveis pode tornar o Brasil líder em exportação de hidrogênio verde (H2V), classificado assim quando é obtido por meio de fontes renováveis. A afirmação foi feita no estudo Green Hydrogen Opportunity in Brazil, publicado em janeiro pela Roland Berger.

    A expectativa é de que o Brasil seja a referência do combustível sustentável, assim como a Arábia Saudita é no petróleo. E há algumas condições que indicam isso.

   A primeira delas é o resgate do protagonismo ambiental de outros tempos feito pelo Governo Federal. O segundo cenário, que também vem se confirmando, é a busca da Alemanha (principal economia europeia) pela transformação de sua matriz energia, que ainda depende muito de petróleo, gás e carvão.

   O terceiro ponto é mais difícil. É preciso que o consumo global de hidrogênio seja praticamente sextuplicado, passando dos atuais 90 milhões de toneladas por ano para 527 milhões de toneladas até 2050.

  Essa mudança deverá movimentar US$ 1 trilhão em todo o planeta, e o Brasil deverá ser responsável por R$ 150 bilhões, sendo R$ 100 bilhões em exportações.

  Com as complicações da guerra entre Rússia e Ucrânia, a Alemanha precisou acelerar a transformação da sua matriz energética. Vale ressaltar que a Rússia fornece boa parte do gás utilizado pelos alemães.

   Dessa forma, a maior economia da União Europeia lançou o primeiro edital para a compra de hidrogênio verde em contratos de dez anos.

  No entanto, a grande vantagem do Brasil está no uso de energias geradas em usinas hidroelétricas, eólicas ou solares. Dessa forma, enquanto a produção do hidrogênio verde tem custo entre US$ 3 e US$ 8 por kg (R$ 15 a R$ 41) no mercado internacional, no Brasil esse valor flutuaria entre US$ 2,2 e US$ 5,2 (de R$ 11 a R$ 28).

      [...]

Disponível em https://autoesporte.globo.com/um-so-planeta/noticia/2023/02/brasilpode-ser-a-arabia-saudita-do-hidrogenio-verde-e-virar-referencia-nocombustivel-do-futuro.ghtml 
O plural de bilhão é bilhões, enquanto que o plural de carvão é 
Alternativas
Q3571514 Português
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna. No âmbito de suas atribuições, o farmacêutico presta cuidados à saúde, em______ lugares e níveis de atenção, em serviços públicos ou privados. 
Alternativas
Respostas
8041: B
8042: A
8043: B
8044: E
8045: A
8046: D
8047: B
8048: D
8049: C
8050: D
8051: C
8052: B
8053: A
8054: C
8055: D
8056: B
8057: A
8058: B
8059: B
8060: A