Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Ano: 2017 Banca: ADVISE Órgão: CREA-SE Prova: ADVISE - 2017 - CREA-SE - Analista Técnico |
Q2995088 Português
As locuções verbais, a depender da conjugação, expressam matizes diferentes de tempo ou marcam cer-tos aspectos do desenvolvimento da ação. Nesse senti-do, assinale a oração na qual a locução verbal indica que a ação se realiza progressivamente ou por etapas sucessivas:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: ADVISE Órgão: CREA-SE Prova: ADVISE - 2017 - CREA-SE - Analista Técnico |
Q2995086 Português
Assinale a alternativa que apresenta um verbo des-provido de desinências verbais:
Alternativas
Q2873011 Português

" Não tem sentido, se observarmos como a mulher foi considerada no passado, até hoje pessoas defenderem a ideia de que a mulher não pode puxar uma cadeira." A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical , sintático e semântico , analise as afirmativas a seguir.

I. A forma verbal FOI CONSIDERADA está na voz passiva .

II. A oração "de que a mulher não pode puxar uma cadeira" completa o sentido de um elemento nominal.

III. O segmento NO PASSADO funciona como locução adjetiva.

Está correto apenas o que se afirma em:

Alternativas
Q2841141 Português

Aponte a alternativa que contém o verbo pertencente à terceira conjugação.

Alternativas
Q2841140 Português

. Em “Arnaldo foi quem trabalhou menos.”, o verbo em destaque exprime uma

Alternativas
Q2822482 Português

Assinale a alternativa em que o plural está aplicado incorretamente na frase:

Alternativas
Q2822472 Português

Em “João comprou o carro de Pedro”. O verbo comprar possui:

Alternativas
Q2822467 Português

Qual das alternativas abaixo está na voz passiva do verbo?

Alternativas
Q2819640 Português

“A loja faliu ano passado.”


Alguns verbos não possuem conjugação completa. Assinale a alternativa que é da mesma categoria do verbo “falir”:

Alternativas
Q2817244 Português

Considere o texto para responder às questões de 01 a 06:


Resumo da História do Porto de Santos

O marco oficial da ·inauguração do Porto de Santos é 2 de fevereiro e 1892, quando a então Companhia Docas de Santos - CDS entregou à navegação mundial os primeiros 260 m de cais, na área até hoje denominada do Valongo. Naquela data, atracou no novo e moderno cais o vapor "Nasmith", de bandeira inglesa.

Com a inauguração, iniciou-se também uma nova fase para a vida da cidade, pois os velhos trapiches e pontes fincados em terrenos lodosos foram sendo substituídos por aterros e muralhas de pedra. Uma via férrea de bitola de 1,60 m e novos armazéns para guarda de mercadorias compunham as obras do porto organizado nascente, cujo passado longínquo iniciara-se com o feitor Braz Cubas, integrante da expedição portuguesa de Martim Afonso de Souza, que chegou ao Brasil em janeiro de 1531.

Foi de Braz Cubas a ideia de transferir o porto da baía de Santos para o seu interior, em águas protegidas, inclusive do ataque de piratas, contumazes visitantes e saqueadores do povoado.

Escolhido o sítio denominado Enguaguaçu, no acesso do canal de Bertioga, logo se formou um povoado, motivo para a construção de uma capela e de um hospital, cujas obras se concluíram em 1543. O hospital recebeu o nome de Casa da Misericórdia de Todos os Santos. Em 1546, o povoado foi elevado à condição de Vila do Porto de Santos. Em 1550 instalou-se a Alfândega.

Por mais de três séculos e meio, o Porto de Santos, embora tivesse crescido, manteve-se em padrões estáveis, com o mínimo de mecanização e muita exigência de trabalho físico. Além disso, as condições de higiene e salubridade do porto e da cidade resultaram altamente comprometidas, propiciando o aparecimento de doenças de caráter epidêmico.

O início da operação, em 1867, da São Paulo Railway, ligando, por via ferroviária, a região da Baixada Santista ao Planalto, envolvendo estuário, melhorou substancialmente o sistema de transportes, com estímulo ao comércio e ao desenvolvimento da cidade e do Estado de São Paulo.

A cultura do café estendia-se, na ocasião, por todo o Planalto Paulista, atingindo até algumas áreas da Baixada Santista, o que pressionava as autoridades para a necessidade de ampliação e modernização das instalações portuárias. Afinal, o café poderia ser exportado em maior escala e rapidez.

Em 12 de julho de 1888, pelo Decreto nº 9.979, após concorrência pública, o grupo liderado por Cândido Gaffrée e Eduardo Guinle foi autorizado a construir e explorar, por 39 anos, depois ampliado para 90 anos, o Porto de Santos, com base em projeto do engenheiro Saboia e Silva. Com o objetivo de construir o porto. Os concessionários constituíram a empresa Gaffrée, Guinle & Cia., com sede no Rio de Janeiro, mais tarde transformada em Empresa de Melhoramentos do Porto de Santos e, em seguida, em Companhia Dos de Santos.

Inaugurado em 1892, o porto não parou de se expandir, atravessando todos os ciclos de crescimento económico do

País, aparecimento e desaparecimento de tipos de carga, até chegar ao período atual de amplo uso dos contêineres. Açúcar, café, laranja, algodão, adubo, carvão, trigo, sucos cítricos, soja, veículos, granéis líquidos diversos, em milhões de quilos, têm feito o cotidiano do porto, que já movimentou mais de 1 (um) bilhão de toneladas de cargas diversas, desde 1892.

Em 1980 com o término do período legal de concessão da exploração do porto pela Companhia Docas de Santos, o Governo Federal criou a Companhia Docas do Estado de S. Paulo-Codesp, empresa de economia mista, de capital majoritário da União.

Em 2013, o Porto de Santos superou a marca dos 114 milhões de toneladas movimentadas, antecipando em um ano a projeção base para 2014 que era a movimentação de 112,6 milhões de toneladas.

Texto adaptado disponível em: http.//www.portodesantos.com.br/historia.php. Acesso em 04/03/2017.

Considere o trecho: "A cultura do café estendia-se, na ocasião, por todo o Planalto Paulista, atingindo até algumas / áreas da Baixada Santista, o que pressionava as autoridades para a necessidade de ampliação· e modernização das instalações portuárias. Afinal, o café poderia ser exportado em maior escala e rapidez".

Os verbos grifados ("atingindo", "pressionava" e "poderia") encontram-se conjugados no _________, __________ e no ___________ respectivamente.

Os termos que melhor preenchem s lacunas acima são:

Alternativas
Q2816040 Português

Analise a frase a seguir: “Choram os desvios que cresceram no terreno fertilizado pela omissão.”.

Assinale o tempo e o modo verbal no qual se encontra a palavra sublinhada:

Alternativas
Q2810513 Português
Assinale a alternativa que está CORRETA quanto à flexão dos verbos:
Alternativas
Q2810502 Português
Em que alternativa, o presente do indicativo indica uma ação habitual?
Alternativas
Q2807809 Português
not valid statement found

Assinale a alternativa em que as palavras destacadas possuem, respectivamente, o mesmo tempo e modo verbal que as palavras em destaque no trecho abaixo.

Não podia, infelizmente, demorar-se em Riachinho. Só viera matar a saudade.

Alternativas
Q2801603 Português

Leia a charge a seguir, sem esquecer que esse é um gênero em que a criatividade linguística se reflete nas escolhas das palavras pelo autor e no modo como ele as emprega. Atente ainda para o fato de que a compreensão da charge é condicionada não apenas ao reconhecimento das informações expressas na superfície do texto, mas à apreensão dos implícitos. Pensando nisso, responda às questões (04) e (05):


http://www.ufjf.br/noticias/2017/01/18/10-charges-mostram-que-o-brasil-atual-e-coisa-do-passado/

A forma como o autor organiza as frases, ou seja, como combina as palavras, promove diferentes efeitos de sentido. Assim, classifique com verdadeiras (V) ou falsas (F) as explicações fornecidas a seguir em relação ao emprego de determinadas expressões.


( ) Na 1º ocorrência de “os dimenó”, correspondente a “os menores”, a flexão de número foi suprimida no substantivo “menor”, por já estar marcada no determinante “os”, recurso muito comum na linguagem coloquial.

( ) Nas duas ocorrências da expressão “dimenó”, o item “menor” se classifica como advérbio, o que se confirma pela ausência de flexão.

( ) O verbo “poder” em: “vão pudê ser” e “pudê aquisitivo” se comporta como núcleo da locução verbal e como forma verbal simples, respectivamente.

( ) Na 1º ocorrência de “os dimenó”, o item gramatical “os” é um artigo com função de determinante, e na 2º ocorrência é um pronome demonstrativo na função de sujeito, comprovando a pluralidade de uso de um mesmo vocábulo.

( ) O advérbio de inclusão “também” focaliza a locução verbal, deixando pressuposta a informação, de teor irônico, de que os menores apenas podiam cometer crimes, mas não podiam ser presos.


A alternativa que traz a sequência CORRETA é:

Alternativas
Q2800116 Português

Assinale a alternativa em que NÃO ocorre a voz passiva:

Alternativas
Q2794064 Português

Leia o poema seguinte para responder às próximas três questões.


Órion”- (Carlos Drummond de Andrade).


A primeira namorada, tão alta

Que o beijo não alcançava,

O pescoço não alcançava,

Nem mesmo a voz alcançava.

Eram quilômetros de silêncio.


Luzia na janela do sobradão.

Os quatro primeiros versos do poema têm apenas um verbo, e repetido: “alcançava,”, indicando ação, fato. Ele está conjugado no seguinte tempo e modo verbal:

Alternativas
Q2786201 Português

A alternativa que apresenta correta e respectivamente o plural das palavras: mão – escola – azul - coração está em:

Alternativas
Q2777724 Português

Qual a diferença entre robô, androide e ciborgue?


Robôs são máquinas que fazem tarefas pré-programadas de forma autônoma. Quando o robô tem aspecto humano é um androide. Já os ciborgues são híbridos: parte humanos, parte máquinas.


Disponível em: <super.abril.com.br/blog/oraculo/qual-a-diferenca-entre-robo-androide-e-ciborgue>. Acesso em: 04 abr. 2017.


No contexto, os verbos destacados possuem valores semânticos do presente do indicativo e sugerem noções

Alternativas
Q2775050 Português

Corpos emancipados, mentes subjugadas


1 _____ A indústria cultural, tão bem dissecada pela Escola de Frankfurt, retarda a emancipação humana ao

2 _ introduzir a sujeição da mente no momento em que a humanidade se livrava da sujeição do corpo. É longa a

3 _ história da sujeição do corpo, a começar pela escravidão que durou séculos, inclusive no Brasil, onde foi

4 _ considerada legal e legítima por mais de 358 anos.

5 _____ Não apenas escravos tiveram seus corpos sujeitados. Também mulheres. Faz menos de um século

6 _ que elas iniciaram o processo de apropriação do próprio corpo. A dominação sofrida pelo corpo feminino era

7 _ endógena e exógena. Endógena porque a mulher não tinha nenhum controle sobre o seu organismo, encarado

8 _ como mera máquina reprodutiva e, com frequência, demonizado. Exógena pelas tantas discriminações

9 _ sofridas, da proibição de votar à castração do clitóris, da obrigação de encobrir o rosto em países

10 _ muçulmanos à exibição pública de sua nudez como isca publicitária nos países capitalistas de tradição cristã.

11 _____ No momento em que o corpo humano alcançava sua emancipação, a indústria cultural introduziu a

12 _ sujeição da mente. A multimídia é como um polvo cujos tentáculos nos prendem por todos os lados. Tente

13 _ pensar diferente da monocultura que nos é imposta via programas de entretenimento! Se a sua filha de 20

14 _ anos disser que permanece virgem, isso soará como ridículo anacronismo; se aparecer no Big Brother

15 _ transando via satélite para o onanismo visual de milhões de telespectadores, isso faz parte do show.

16 _____ O processo de sujeição da mente utiliza como chibatas o prosaico, o efêmero, o virtual, o fugidio. E

17 _ detona progressivamente os antigos valores universais. Ética? Ora, não deixe escapar as chances de ter

18 _ sucesso e ficar rico, desde que sua imagem não fique mal na foto... Agora, tudo é descartável, inclusive os

19 _ valores. E todos somos impelidos à reciclagem perpétua - na profissão, na identidade, nos relacionamentos.

20 _____Nossos pais aposentavam-se num único emprego. Hoje, coitado do profissional que, ao oferecer-se

21 _ a uma vaga, não apresentar no currículo a prova de que já trabalhou em pelo menos três ou quatro empresas

22 _ do ramo! Eis a civilização intransitiva, desistorizada, convencida de que nela se esgota a evolução do ser

23 _ humano e da sociedade. Resta apenas dilatar a expansão do mercado.

24 _____ A tecnologia multimídia sujeita-nos sem que tenhamos consciência dessa escravidão virtual. Pelo

25 _ contrário, oferece-nos a impressão de que somos “imperadores de poltrona”, na expressão cunhada por

26 _ Robert Stam. Temos tanto “poder” que, monitor à mão, pulamos velozmente de um canal de TV a outro,

27 _ configurando a nossa própria programação. Já não estamos propensos a suportar discursos racionais e

28 _ duradouros. Pauta-nos a vertiginosa velocidade tecnológica, que nos mantém atrelados às conveniências do

29 _ mercado.

30 _____ Nossa boia de salvação reside, felizmente, na observação de Jean Baudrillard, de que o excesso de

31 _ qualquer coisa gera sempre o seu contrário. É o caso da obesidade. O alimento é imprescindível à vida, mas

32 _ em excesso afeta o sistema cardiovascular e produz outros defeitos colaterais.

33 _____ Há tanta informação que preferimos não mais prestar atenção nelas. A comunicação torna-se

34 _ incomunicação. Ou comunicassão, pois cassa-nos a palavra, tornando-nos meros receptores da avassaladora

35 _ máquina publicitária.

36 _____ Essa sujeição da mente vem no bojo da crise da modernidade que, desmistificada pela barbárie -

37 _ duas guerras mundiais, a incapacidade de o capitalismo distribuir riquezas, o fracasso do socialismo

38 _ soviético etc. -, passa a rejeitar todos os “ismos”. Os espaços da expressão da cidadania, como a política e o

39 _ Estado, caem em descrédito.

40 _____ Tudo e todos prestam culto a um único soberano: o mercado. É ele a Casa Grande que nos mantém

41 _ na senzala do consumo compulsivo, do hedonismo desenfreado, da dessolidariedade e do egoísmo.

42 _____ Felizmente iniciativas como o Fórum Social Mundial rompem o monolitismo cultural e abrem

43 _ espaço à consciência crítica e novas práticas emancipatórias.


BETTO Frei. Corpos emancipados, mentes subjugadas. Correio da Cidadania. http://www.correiocidadania.com.br/antigo/ed437/betto.htm

Há correspondência modo-temporal entre a forma verbal simples “introduziu” (L.11) e a composta

Alternativas
Respostas
10981: B
10982: C
10983: E
10984: A
10985: A
10986: D
10987: D
10988: B
10989: C
10990: C
10991: B
10992: B
10993: C
10994: A
10995: A
10996: A
10997: B
10998: D
10999: B
11000: D