Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 16.313 questões
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A vida e a alegria retornam ao Museu de Arte de Blumenau (MAB). Na quarta e quinta-feira desta semana, dias 10 e 11 de novembro, setenta crianças com idades entre 4 e 6 anos, dos CEIs Alberto Stein e Teresa Raquel de Araújo, prestigiaram ____ obras em exposição na segunda temporada do ano. Acompanhados pelas professoras, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer a Exposição TransformAção, da artista Belíria Boni.
As visitas foram planejadas pelas professoras que desenvolveram projeto onde as crianças tiveram oportunidade de acompanhar a metamorfose da borboleta. Conheceram o desenvolvimento do processo desde a fase dos ovos até chegar ____ final, com o aparecimento das borboletas. A aula prática foi possível com a utilização do "borboletário".
Antes da visita, as crianças assistiram ____ vídeo tour da exposição "TransformAção. A mediação foi conduzida pela equipe do MAB com a participação da artista Belíria Boni. "As 7 mil borboletas instaladas na Galeria Municipal de Arte/Sala Alberto Luz serviram de inspiração para abordar temas como meio ambiente, biodiversidade e cuidados com a natureza", comentou a gerente do museu, Mia Ávila. "Além dessa roda de conversa, as crianças participaram de atividades de pintura de dobraduras de borboletas e dançaram ouvindo a música Lagarta Comilona, do professor Shauan Bencks, que narra a trajetória da lagarta até se tornar a borboleta, de forma lúdica e animada. Todos foram presenteados com dobraduras de borboletas feitas pela artista Belíria Boni."
Na próxima segunda-feira, dia 15 de novembro, [...] o MAB abrirá no horário das 10h ____ 16h. [...]
Disponível em: caas-noo-mueeu-deare665 .gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/borboletas-encantam-crianacas-no-museu-de-arte65 . Acesso em 12/nov/2021. [adaptado]
I."A mediação foi conduzida pela equipe do MAB..." (verbo IR na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo)
II."Todos foram presenteados com dobraduras..." (verbo IR na terceira pessoa do plural do pretérito mais que perfeito do indicativo)
III."A aula prática foi possível..." (verbo SER na terceira pessoa do singular do pretérito imperfeito do indicativo)
IV."As visitas foram planejadas pelas professoras..." (verbo SER na terceira pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo)
É CORRETO o que se afirma em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A vida e a alegria retornam ao Museu de Arte de Blumenau (MAB). Na quarta e quinta-feira desta semana, dias 10 e 11 de novembro, setenta crianças com idades entre 4 e 6 anos, dos CEIs Alberto Stein e Teresa Raquel de Araújo, prestigiaram ____ obras em exposição na segunda temporada do ano. Acompanhados pelas professoras, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer a Exposição TransformAção, da artista Belíria Boni.
As visitas foram planejadas pelas professoras que desenvolveram projeto onde as crianças tiveram oportunidade de acompanhar a metamorfose da borboleta. Conheceram o desenvolvimento do processo desde a fase dos ovos até chegar ____ final, com o aparecimento das borboletas. A aula prática foi possível com a utilização do "borboletário".
Antes da visita, as crianças assistiram ____ vídeo tour da exposição "TransformAção. A mediação foi conduzida pela equipe do MAB com a participação da artista Belíria Boni. "As 7 mil borboletas instaladas na Galeria Municipal de Arte/Sala Alberto Luz serviram de inspiração para abordar temas como meio ambiente, biodiversidade e cuidados com a natureza", comentou a gerente do museu, Mia Ávila. "Além dessa roda de conversa, as crianças participaram de atividades de pintura de dobraduras de borboletas e dançaram ouvindo a música Lagarta Comilona, do professor Shauan Bencks, que narra a trajetória da lagarta até se tornar a borboleta, de forma lúdica e animada. Todos foram presenteados com dobraduras de borboletas feitas pela artista Belíria Boni."
Na próxima segunda-feira, dia 15 de novembro, [...] o MAB abrirá no horário das 10h ____ 16h. [...]
Disponível em: caas-noo-mueeu-deare665 .gov.br/secretarias/fundacao-cultural/fcblu/borboletas-encantam-crianacas-no-museu-de-arte65 . Acesso em 12/nov/2021. [adaptado]
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/cientistas-chilenos-encontram-ossil-de-um-pterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/cientistas-chilenos-encontram-fossil-de-um-pterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chile.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram- ossil-de-umpterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior
Desafio para área das máquinas que pensam é criar tecnologias que não destruam a humanidade
A IA (inteligência artificial) é uma das tecnologias mais poderosas já criadas pela humanidade. O termo virou pop e passou a ser o que especialistas chamam de "buzzword", ou "palavra da moda". Por ajudar no marketing de produtos, está em todo lugar, às vezes com um significado distorcido.
O conceito gira em torno de um sistema computacional que tenta imitar o poder de aprendizagem do ser humano e até tomar decisões.
Qualquer pessoa que faz uma busca na internet se depara com a inteligência artificial. É essa tecnologia que sugere os termos a completar uma pesquisa, entende o que se quis dizer e lista os resultados de acordo com aquilo que julga ser mais relevante para o perfil do usuário.
[...]
Na prática, permite que uma busca por "onde comer" entenda que o interessado quer, na verdade, endereços próximos mesmo sem ele ter escrito o termo "restaurante". Para fazer tal trabalho, uma quantidade imensurável de dados de todas as pesquisas feitas no mundo são armazenados e analisados para que a IA possa aprender com os padrões existentes ali.
As aplicações são diversas e incluem conversar com pessoas para realizar atendimentos de banco, configurar aplicativos de GPS, ajudar na detecção de doenças, analisar contratos, combater vírus de computador, alertar para desastres naturais, escolher os assuntos vistos nas redes sociais e controlar aviões.
Para alguns especialistas, a IA pode ser a última tecnologia que a humanidade precisará criar. Ela própria se encarregará de criar novas ferramentas. O outro lado da moeda é que esse poder todo, sem cuidado, pode significar o fim do ser humano. Daí surgem desafios para progredir com o máximo de segurança.
Entidades como a ONU, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e a União Europeia trabalham em documentos para servir de base para um uso ético, com limites, da inteligência artificial. Gigantes como Amazon, Facebook, Google, IBM e Microsoft criam regras próprias para evitar um uso indiscriminado enquanto uma legislação sobre o assunto não aparece. A China trava uma guerra velada com os EUA pelo domínio da tecnologia. O país asiático é o exemplo mais emblemático no uso de IA para vigilância. Nas universidades pelo mundo, grupos de estudo tentam ajudar a estabelecer os limites para IA, enquanto seus laboratórios investem na expansão das fronteiras de sua capacidade.
"Todos os atores pertinentes devem assumir sua responsabilidade e trabalhar em colaboração para identificar e lidar com necessidades e riscos mais urgentes", diz o grego Konstantinos Karachalios, diretor-geral do IEEE-SA (braço para a criação de padrões técnicos do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos, principal órgão do mundo para debater tecnologia e sociedade). Karachalios ressalta ser importante que a sociedade seja inserida nesse debate. Para fazer isso, porém, é necessário entender o que é inteligência artificial. HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
HERNANDEZ, Raphael. Inteligência Artificial muda a vida de todos, para melhor e para pior. 20.fev.2020 às 2h00.
Disponível em: <https://temas.folha.uol.com.br/inteligencia-artificial/introducao/inteligencia-artificial-muda-a-vida-de-todospara-melhor-e-para-pior.shtml>. Acesso em: 15 ago. 2020.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chille.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram-ossil-de-um-pterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
CIENTISTAS CHILENOS ENCONTRAM FÓSSIL DE UM PTEROSSAURO NO ATACAMA
Réptil voador habitou o planeta Terra no período jurássico há cerca de 160 milhões de anos atrás
Uma equipe de cientistas chilenos identificou pela primeira vez, no deserto do Atacama, restos fósseis de um pterossauro, um dragão voador que habitou esta região do norte do país durante o período Jurássico, há cerca de 160 milhões de anos, informou, nesta sexta-feira (10), a Universidade do Chile.
O grupo de pesquisadores da Universidade do Chile descobriu, durante uma expedição realizada em 2009, alguns restos fósseis muito bem preservados de uma espécie desconhecida, que podia ser um animal pré-histórico marinho do período Jurássico.
O fóssil foi encontrado na localidade de Cerritos Bayos, a 30 km da cidade de Calama, em pleno deserto do Atacama. O local tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas.
Mas análises posteriores determinaram que se tratava de um pterossauro perto da idade adulta, pertencente à subfamília Ramphorhynchinae, do qual foi encontrado o úmero esquerdo, uma possível vértebra dorsal e dois fragmentos de uma falange de asa, todos preservados em três dimensões.
Cerritos Bayos tem sido uma região de importantes descobertas paleontológicas. A mesma equipe descobriu em 2020 plesiossauros dos gêneros Muraenosaurus e Vinialesaurus e também os primeiros restos de pliossauros (parentes dos plesiossauros, mas com crânios grandes e pescoço curto), lembrou a Universidade do Chille.
Disponível em: https://noticias.r7.com/tecnologiae-ciencia/cientistas-chilenos-encontram-ossil-de-um-pterossauro-no-atacama-10092021 (adaptado)
Leia a tira para responder à questão.


Texto para responder a questão.
Às vezes me parece que uma epidemia pestilenta tenha atingido a humanidade inteira em sua faculdade mais característica, ou seja, no uso da palavra, consistindo essa peste da linguagem numa perda de força cognoscitiva e de imediaticidade, como um automatismo que tendesse a nivelar a expressão em fórmulas mais genéricas, anônimas, abstratas, a diluir os significados, a embotar os pontos expressivos, a extinguir toda centelha que crepite no encontro das palavras com novas circunstâncias.
Não me interessa aqui indagar se as origens dessa epidemia devam ser pesquisadas na política, na ideologia, na uniformidade burocrática, na homogeneização dos mass- -media ou na difusão acadêmica de uma cultura média. O que me interessa são as possibilidades de salvação. A literatura (e talvez somente a literatura) pode criar os anticorpos que coíbam a expansão desse flagelo linguístico.
Gostaria de acrescentar não ser apenas a linguagem que me parece atingida por essa pestilência. As imagens, por exemplo, também o foram. Vivemos sob uma chuva ininterrupta de imagens; os media todo-poderosos não fazem outra coisa senão transformar o mundo em imagens, multiplicando-o numa fantasmagoria de jogos de espelhos – imagens que em grande parte são destituídas da necessidade interna que deveria caracterizar toda imagem, como forma e como significado, como força de impor-se à atenção, como riqueza de significados possíveis. Grande parte dessa nuvem de imagens se dissolve imediatamente como os sonhos que não deixam traços na memória; o que não se dissolve é uma sensação de estranheza e mal-estar.
Mas talvez a inconsistência não esteja somente na linguagem e nas imagens: está no próprio mundo. O vírus ataca a vida das pessoas e a história das nações torna todas as histórias informes, fortuitas, confusas, sem princípio nem fim. Meu mal-estar advém da perda de forma que constato na vida, à qual procuro opor a única defesa que consigo imaginar: uma ideia da literatura.
(CALVINO, Ítalo. Seis propostas para o próximo milênio. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.)
Leia o texto com atenção e responda as questões de 1 a 11.
Candeeiro familiar
Nas noites de minha meninice
existe um grande candeeiro amigo,
que sobre a vasta mesa de jantar
ilumina o meu serão antigo.
As doces sombras dos meus se projetavam
na parede branquinha do salão.
O primeiro cinema que eu conheci
foram essas sombras de carvão.
À procura do velho candeeiro
vinham asas da mata se queimar;
vinham de longe insetos viageiros,
borboletas de forma singular.
O candeeiro era a lanterna mágica,
que me fazia na parede branca
o homem grande que eu queria ser
e de que sou uma sombra, apenas uma sombra.
A ventania às vezes surpreendia
as janelas abertas do meu lar,
e então as doces sombras se moviam,
trêmulas, trêmulas a bailar.
Quem é lá? perguntavam.
- É a ventania que lá forte está.
E com o vento, como que entravam,
e se espalhavam pelos vãos da sala,
a mãe-preta, o pai joão, toda a senzala,
todas as sombras que não vivem mais.
Jorge de Lima
Os verbos da 1ª estrofe no presente do indicativo mostram que o autor se refere a um (uma)
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na linha 38, caso se substituísse ‘virem’ por ‘transformar-se’, visando à correção e do período e à manutenção do tempo verbal, a alteração correta seria:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Como a alfabetização sofreu na pandemia: 'criança que já deveria saber ler ainda não domina o abc'
Por Paula A. Idoeta
- Na turma da professora Ana Carolina Guimarães, há, hoje, desde crianças que já
- conseguem ler textos com facilidade até os alunos que, aos 8 ou 9 anos de idade, ainda ______
- criaram familiaridade com todas as letras do alfabeto. O cenário da volta às aulas preocupou a
- professora do 3° ano do ensino fundamental I na Escola Estadual São Bento, em Belo Horizonte
- (MG) – que por enquanto está funcionando em modelo híbrido, em que as crianças alternam
- entre uma semana na escola e uma semana no ensino remoto.
- A preocupação da professora se deve ao fato de que, em condições normais, na 3ª série,
- as crianças já costumam estar na fase final do aprendizado básico de leitura e escrita.
- Crianças vulneráveis de 5 a 10 anos de idade – as que cursam o final da educação infantil
- e todo o ensino fundamental I – foram um grupo particularmente sensível às dificuldades dos
- mais de 18 meses de ensino a distância na pandemia. É porque elas estão em uma fase ______
- de seu desenvolvimento escolar: a da alfabetização e da consolidação da leitura, da escrita e dos
- fundamentos matemáticos. Nessa idade, elas ..... pouca autonomia no ensino remoto, e,
- portanto o contato próximo delas com os professores fez muita falta.
- Em abril, uma pesquisa divulgada pela Unicef e a organização Cenpec Educação apontou
- que a faixa etária correspondente ao ensino fundamental I foi a mais afetada pela ________
- escolar durante a pandemia. "Isso engloba desde crianças que não estavam matriculadas nas
- escolas ou que, no último mês (antes da pesquisa), não tinham tido nenhum tipo de contato com
- sua escola, nem por ou por acesso às aulas online. E o vínculo com a escola é importantíssimo",
- explica Anna Helena Altenfelder, presidente do Cenpec.
- Além disso, o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus
- indicadores de ensino – e embora estivesse aquém do ideal, repetidamente superava as metas
- oficiais de desempenho na grande maioria dos estados brasileiros.
- Agora, a pandemia reverteu, pelo menos temporariamente, essa universalização, e corre
- o risco de trazer retrocessos conquistados ao longo de décadas, aponta o economista Marcelo
- Neri – diretor do FGV Social e especialista em mensuração de desigualdades – o qual identificou
- que a taxa de evasão escolar nas idades de 5 a 9 anos era de apenas 1,39% em 2019, mas
- subiu para 5,5% no final de 2020 – o maior aumento percentual entre todas as faixas etárias.
- "Era a faixa etária onde a gente havia tido grandes avanços não apenas na universalização, a
- partir dos anos 1990, mas também na aprendizagem", diz Neri à BBC News Brasil.
- O economista explica que, para além do fato de muitas crianças dessa idade estarem na
- delicada fase de alfabetização, elas também são desproporcionalmente mais afetadas pela
- desconectividade e pela pobreza no Brasil.
- Não à toa a evasão observada por Neri foi mais aguda nas regiões mais remotas e carentes
- do país (principalmente na região Norte), e entre a população negra, também
- desproporcionalmente afetada pela desigualdade social e de renda.
- Agora, uma preocupação de especialistas e educadores é que as lacunas na alfabetização
- durante a pandemia, caso não sejam enfrentadas, virem uma bola de neve que prejudique o
- desempenho das crianças nas etapas seguintes de ensino.
- "E para aprender a ler e escrever elas precisam de experiências pedagógicas intencionais
- e de interações (com adultos e entre si) que não aconteceram na quantidade necessária durante
- a pandemia".
- Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao
- longo de sua vida, prossegue a educadora, sobretudo porque elas ainda ..... bastante tempo de
- anos escolares pela frente.
- "Um trabalho consistente certamente é capaz de resgatar essas competências de leitura
- e escrita. (...). É algo possível e que sabemos fazer no Brasil. Mas as escolas não farão isso
- sozinhas, os professores vão precisar de apoio".
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Observando a flexão e o emprego do verbo ‘ter’ no Presente do Indicativo, para que o preenchimento das lacunas pontilhadas das linhas 13 e 44 esteja correto e adequado, analise as assertivas a seguir:
I. Em ambas as ocorrências, a forma verbal deverá ser flexionada na terceira pessoa do plural.
II. A forma verbal deverá ser acentuada, recebendo, para tanto, o acento circunflexo.
III. Nas respectivas situações de ocorrência, a presença exclusiva de um único pronome pessoal reto como sujeito garante que a forma verbal deva ser flexionada no singular.
Quais estão corretas?