Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
Foram encontradas 15.605 questões
I. Há um verbo de ligação. II. Há um substantivo próprio. III. Há somente um artigo definido e um artigo indefinido.
Pode-se afirmar que:
A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.
Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.
Sobre a classe gramatical dos verbos, leia as assertivas:
I. Em Não tornava, o verbo está conjugado no pretérito imperfeito do indicativo.
II. Os verbos andando e explicar, considerando a forma nominal, estão, respectivamente, no gerúndio e no infinitivo.
III. O verbo perdia, quanto à transitividade, pode ser classificado como transitivo direto.
Pode-se afirmar que:
A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.
Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.
Previsões de Nostradamus: asteroide e fim de todo o mundo
Astrólogo e médico francês, segundo dizem, Nostradamus predisse alguns dos eventos mais importantes dos últimos séculos. Suas previsões foram assustadoramente precisas.

Fonte: Pixabay© Fornecido por Tech Break.
Diz-se até que ele sabia que John F. Kennedy seria assassinado e que os ataques terroristas de 11 de setembro no World Trade Center, em Nova York, aconteceriam.
E Nostradamus tem algumas profecias terríveis para os tempos atuais.
Aqui, estão suas principais profecias sobre o que os próximos tempos podem nos reservar.
Ele acredita que a Terra será atingida por uma fome de proporções bíblicas. Esta é outra de suas previsões sobre o fim do mundo, que começa com o aumento dos terremotos e a disseminação de vírus - algo que todos nós sabemos muito sobre estes anos. Outro indicador, de acordo com Nostradamus, é uma fome massiva, de um tamanho que o mundo nunca viu antes.
Ele disse: "Depois de um grande problema para a humanidade, um maior está preparado. O Grande Motor renova as eras: chuva, sangue, leite, fome, aço e peste são o fogo do céu visto, uma longa faísca correndo."
Enormes danos serão causados ao nosso planeta por agora, afirma Nostradamus, por enormes tempestades solares. O horóscopo anual afirma que ele disse: "Veremos a água subindo e a terra caindo sob ela." Conforme a devastação se manifesta em todo o mundo, o médico diz que haverá migração em massa e as pessoas que vivem na Terra começarão a lutar pelos poucos recursos naturais restantes. Isso também levará à guerra em todo o planeta.
Não apenas o mundo sofrerá o impacto de um cometa. Nostradamus também disse que isso poderia causar um grande número de desastres naturais. Ele escreveu: "No céu, vê-se fogo e uma longa trilha de faíscas."
Depois de 2020, a última coisa de que precisamos é outro desastre natural; no entanto, ele prevê más notícias se você mora na Califórnia. Nostradamus afirma que um grande terremoto atingirá os Estados Unidos e a Califórnia é o local descrito como o alvo.
A ascensão da tecnologia no século XXI é algo a que todos estamos nos acostumando com a Inteligência Artificial na maioria de nossas casas e minúsculos computadores em nossos bolsos.
Mas, de acordo com Nostradamus, isso realmente aumentará a partir de agora com os soldados tendo chips implantados em seus cérebros.
Aparentemente, esses novos super soldados serão necessários para salvar a raça humana e liderarão as forças armadas.
(Disponível em: Previsões de Nostradamus: Asteroide e 'fim de todo o
mundo' (msn.com). Adaptado)
"E Nostradamus tem algumas profecias terríveis para os tempos atuais".
Conjugando o verbo no pretérito mais que perfeito do indicativo, assinale a alternativa CORRETA.
Previsões de Nostradamus: asteroide e fim de todo o mundo
Astrólogo e médico francês, segundo dizem, Nostradamus predisse alguns dos eventos mais importantes dos últimos séculos. Suas previsões foram assustadoramente precisas.

Fonte: Pixabay© Fornecido por Tech Break.
Diz-se até que ele sabia que John F. Kennedy seria assassinado e que os ataques terroristas de 11 de setembro no World Trade Center, em Nova York, aconteceriam.
E Nostradamus tem algumas profecias terríveis para os tempos atuais.
Aqui, estão suas principais profecias sobre o que os próximos tempos podem nos reservar.
Ele acredita que a Terra será atingida por uma fome de proporções bíblicas. Esta é outra de suas previsões sobre o fim do mundo, que começa com o aumento dos terremotos e a disseminação de vírus - algo que todos nós sabemos muito sobre estes anos. Outro indicador, de acordo com Nostradamus, é uma fome massiva, de um tamanho que o mundo nunca viu antes.
Ele disse: "Depois de um grande problema para a humanidade, um maior está preparado. O Grande Motor renova as eras: chuva, sangue, leite, fome, aço e peste são o fogo do céu visto, uma longa faísca correndo."
Enormes danos serão causados ao nosso planeta por agora, afirma Nostradamus, por enormes tempestades solares. O horóscopo anual afirma que ele disse: "Veremos a água subindo e a terra caindo sob ela." Conforme a devastação se manifesta em todo o mundo, o médico diz que haverá migração em massa e as pessoas que vivem na Terra começarão a lutar pelos poucos recursos naturais restantes. Isso também levará à guerra em todo o planeta.
Não apenas o mundo sofrerá o impacto de um cometa. Nostradamus também disse que isso poderia causar um grande número de desastres naturais. Ele escreveu: "No céu, vê-se fogo e uma longa trilha de faíscas."
Depois de 2020, a última coisa de que precisamos é outro desastre natural; no entanto, ele prevê más notícias se você mora na Califórnia. Nostradamus afirma que um grande terremoto atingirá os Estados Unidos e a Califórnia é o local descrito como o alvo.
A ascensão da tecnologia no século XXI é algo a que todos estamos nos acostumando com a Inteligência Artificial na maioria de nossas casas e minúsculos computadores em nossos bolsos.
Mas, de acordo com Nostradamus, isso realmente aumentará a partir de agora com os soldados tendo chips implantados em seus cérebros.
Aparentemente, esses novos super soldados serão necessários para salvar a raça humana e liderarão as forças armadas.
(Disponível em: Previsões de Nostradamus: Asteroide e 'fim de todo o
mundo' (msn.com). Adaptado)
A ascensão da tecnologia no século XXI é algo a que todos estamos nos acostumando.
Assinale a opção CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Grande Barreira de Corais da Austrália sofre 'branqueamento massivo'
Reconhecida como Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Grande Barreira de Corais da Austrália está sofrendo um "branqueamento massivo", devido às altas temperaturas do mar - alertou o órgão que administra a reserva marinha.
Uma inspeção aérea mostrou que esse fenômeno tem ocorrido em vários recifes, "confirmando um episódio massivo de branqueamento, o quarto desde 2016", anunciou a Autoridade do Parque Marinho da Grande Barreira de Corais.
Os cientistas afirmam que a mudança climática e o consequente aquecimento dos oceanos estão entre as principais causas do branqueamento dos corais, que acontece quando esses organismos, submetidos ao estresse térmico, expulsam as algas que vivem em seus tecidos e dão a eles suas cores brilhantes.
Os corais podem se recuperar desse branqueamento, embora precisem de tempo e de temperaturas mais moderadas, disse este órgão.
"Os padrões climáticos nas próximas duas semanas continuam sendo críticos para determinar o alcance global e a severidade do branqueamento de coral no Parque Marinho", afirmou.
Lar de cerca de 1.500 espécies de peixes e 4.000 tipos de moluscos, a Grande Barreira de Corais da Austrália é o maior sistema de recifes do mundo, com uma extensão de mais de 2.300 quilômetros ao longo da costa nordeste da Austrália.
Esta notícia surge quatro dias depois do início de uma missão da Unesco para determinar se este ecossistema listado como Patrimônio da Humanidade está sendo suficientemente protegido pelo governo australiano da mudança climática.
Este relatório deve servir ao Comitê do Patrimônio Mundial para decidir, em junho, se deve colocar este ecossistema na lista de lugares "ameaçados".
De acordo com a diretora-executiva do órgão australiano de ação climática Climate Council, Amanda McKenzie, os oceanos do mundo atingiram temperaturas recordes no ano passado. Para ela, a única maneira de enfrentar o problema é combater a mudança climática.
Um aumento médio de +1,5°C acima dos níveis pré-industriais deixaria mais de 99% dos recifes de coral do mundo sem condições de se recuperarem das ondas de calor marinhas cada vez mais frequentes, como advertiu um grupo de pesquisadores, no mês passado, no periódico PLOS Climate.
(Disponível em: https://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/grande
-barreira-de-corais-da-austr%C3%A1lia-sofre-branqueamento-massivo/arAAVu8F6?ocid=winp1taskbar. Adaptado.)
Assinale a opção CORRETA quanto à morfologia das palavras.
Assinale a opção que apresenta a frase que tem estrutura passiva.
No que concerne às ideias e aos sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
A alternância entre a primeira e a terceira pessoas do
discurso, ao longo do texto, reflete a oscilação da
personagem-narradora em sua relação consigo mesma:
ora sente-se próxima e dona de si, ora sente-se distante
e apartada de si mesma.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Os fora-fila
Todos os dias, milhões de brasileiros perdem horas preciosas em filas de ônibus, e reclamam corretamente dos oportunistas fura-fila. Poucos percebem os fora-fila: os que usam carros privados e os que não têm dinheiro nem vale-transporte. Há séculos, muitos brasileiros fazem fila para obter o que precisam, enquanto outros não têm direito nem mesmo de esperar em fila, por falta absoluta de dinheiro; enquanto outros não precisam se submeter a filas porque têm muito dinheiro.
Por causa das ineficiências econômicas, a palavra "fila" caracteriza o dia a dia dos brasileiros, mas por causa da injustiça social não se percebe os que estão fora das filas, de um lado e outro da escala de rendas. Alguns porque não precisam se submeter a elas, graças a privilégios e dinheiro, outros porque não têm o direito de entrar nelas. No meio, imprensados, os da fila, ignorando os extremos. Nós nos acostumamos a ver com naturalidade os que não precisam e ainda mais os que não conseguem entrar nas filas, por tratá-los como invisíveis.
No setor da saúde, nos indignamos com os que tentam furar a fila para tomar vacina, mas não percebemos a injustiça quando furam a fila ao usar dinheiro para o atendimento médico de um pediatra para o filho, de um dentista e de profissionais de todas as outras especialidades que não estão disponíveis no SUS, com a urgência necessária. Apesar do nome, o sistema nacional de saúde não é único: de um lado, tem o SUS com suas filas; e, do outro, o SEP - Sistema Exclusivo de Saúde - sem fila para os que podem pagar.
Todos condenamos os fura-fila do SUS para tomar vacina, mas todos aceitamos que se fure a fila nas demais especialidades médicas, inclusive cirurgias, por meio do uso do dinheiro. Em alguns casos, há reclamação quando a fila se organiza por um pequeno papel numerado, mas não se protesta quando, perto dali, o atendimento é imediato, porque no lugar do papel com o número da fila usa-se papel moeda. Aceita-se furar fila graças ao dinheiro. Nem se considera como fura fila. São os fora-fila, aceitos por convenção de que o dinheiro pode comprar saúde.
Na moradia, alguns entram na fila do programa Minha Casa Minha Vida; outros não precisam, compram diretamente a casa que desejam e podem; outros também não entram na fila, porque não têm as mínimas condições de financiamento.
O mesmo vale para a educação. Em função do Coronavírus, o Brasil descobriu que algumas boas escolas, em geral pagas e caras, com ensino remoto, computadores e internet em casa, permitem que alguns cheguem ao ENEM com mais possibilidade de aprovação do que outros. Apesar de que a aprovação é conquistada pelo mérito do concorrente, os aprovados se beneficiaram da exclusão de muitos concorrentes ao longo da educação de base.
A desigualdade na qualidade da escola desiguala o preparo entre os candidatos, como uma forma de empurrar alguns para fora e outros para a frente da fila. De certa forma, alguns furaram a fila para ingresso na universidade, por pagarem uma boa escola ainda na educação de base. E não há reclamação porque os fora da fila são invisíveis, porque não concluíram o Ensino Médio, ou concluíram um Ensino Médio sem qualidade que não lhes deu condição sequer de sonhar fazer o ENEM.
Tanto quanto os que não podem pagar o transporte público não entram na fila do ônibus, os analfabetos (12 milhões de brasileiros) não entram na fila do ENEM para ingresso na universidade. Foram excluídos da formação, por falta de oportunidade para desenvolver o talento no momento oportuno da educação de base, e, por isso, ficam impedidos de disputar, por mérito, uma vaga na universidade.
Ninguém fura fila para chegar à seleção brasileira de futebol, porque todos tiveram a mesma chance. A seleção é pelo mérito, graças ao fato de que a bola é redonda para todos, independentemente da renda.
Temos a preocupação de assegurar os mesmos
direitos para obter vacina, não o mesmo direito para
a qualidade e a urgência no atendimento de saúde
e de educação, independentemente da renda e do
endereço da pessoa. Nem ao menos consideramos
que há injustiça em furar fila usando dinheiro para
ter acesso à educação e à saúde de qualidade. É
como se fosse normal furar fila por se ter muito
dinheiro e normal ficar fora da fila por falta total de
dinheiro. No meio, ficam os que, por pouco dinheiro,
ficam na fila e se indignam com os que tentam
desrespeitar a ordem, sem atentar para os fora da
fila nos carros, ou os fora da fila caminhando. Os
primeiros aceitamos pelas leis do mercado, os
outros tornamos invisíveis.
Texto para a questão.
A cidade

Texto para a questão.
A cidade

Leia o fragmento abaixo.
“[...] em relação às crianças moradoras de condomínios brasileiros, é senso comum a afirmação de que elas são espacialmente confinadas. No entanto, os relatos das famílias mostram1 que elas desfrutam de muita mobilidade pelo condomínio, pela cidade e fora dela, além de experimentarem diversos meios de transporte, embora pouco andem2 a pé e quase nunca desacompanhadas.
Na cidade de Belo Horizonte, nos últimos anos, tem sido3 comum a realização, nesses estratos sociais, de festas infantis “em trânsito”. Seja em uma boatebus ou em uma luxuosa limusine, as crianças comemoram com os amigos dentro de um veículo em circulação, com parada em pontos da cidade para fotos. Assim, a mobilidade, mais do que o confinamento, é que parece4 caracterizar a socialização dessas crianças, para quem o domínio do espaço é favorecido por práticas multiespaciais. No entanto, esses diversos deslocamentos não garantem5 a essas crianças vivências e relações diversificadas. Ao contrário: embora os deslocamentos sejam intensos, os espaços frequentados são, assim como os condomínios, fortemente selecionados e monitorados. [...]”
CARVALHO, Cibele Noronha de; NOGUEIRA, Maria Alice. “Nascer em berço de ouro”: o quarto infantil como instância socializatória. Educação & Sociedade, Campinas, v. 41, e234058, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/Dnc9NfW8x4443rSbZx63wpQ/?format=pdf &lang=pt. Acesso em: 10 mar. 2022.
Assinale a alternativa que apresenta uma explicação correta sobre a concordância dos verbos assinalados nesse fragmento.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho anterior.
Aprimorar a saúde mental e física, prevenir doenças, ajudar a suportar o estresse, lidar com sentimentos de impotência e racionalizar fracassos de modo mais positivo e produtivo: são essas as promessas de um amplo leque de técnicas que, baseadas na ciência, podem adequar-se a necessidades ou circunstâncias de qualquer um. Algumas visam alterar estilos cognitivos e emocionais — ou seja, como racionalizar as causas de sucessos e fracassos —, outras se concentram em repetir chavões de autoafirmação. Há ainda técnicas voltadas para treinar a esperança — pensamento orientado por objetivos em que as pessoas percebem que podem produzir itinerários para metas desejadas e a motivação necessária para segui-los —, praticar a gratidão e o perdão ou cultivar o otimismo — uma diferença individual variável que reflete em que medida as pessoas mantêm expectativas favoráveis sobre o futuro. Em síntese, todos esses métodos compartilham alguns atributos. De um lado, são feitos sob medida para um consumo rápido; de outro lado, dizem proporcionar retornos rápidos e mensuráveis em troca de pouco investimento e esforço.
Edgar Cabanas. Happycracia: fabricando cidadãos felizes.
Trad. Humberto do Amaral. São Paulo: Ubu Editora, 2022 (com adaptações).
Considerando as ideias e as propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item que se segue.
Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do
texto caso a forma verbal “Há” (terceiro período) fosse
substituída por Existe.
“Se dirigir, não beba!”
Esse cartaz aconselha que
“Tomar dois comprimidos após as refeições.”
Essa instrução significa que o comprador deve tomar

