Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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É preciso construir nossa vida de modo que cada momento seja significativo (7º parágrafo).
Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:

Uma guerreira contra a escravidão
Por Roger Lerina

(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto
adaptado especialmente para esta prova).
Atenção: Leia os Textos 01 e 02 para responder à questão.
Texto 01

(Disponível em: https://site.sabesp.com.br/site/interna/)
Texto 02
O homem não disse nada (3º parágrafo)
Ao se transpor o trecho acima para a voz passiva, a forma verbal resultante será:
No trecho acima, a narradora-personagem relata fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está indicado pela seguinte forma verbal:
Aquilo por que vivi
Três paixões, simples, mas irresistivelmente fortes, governaram-me a vida: o anseio de amor, a busca do conhecimento e a dolorosa piedade pelo sofrimento da humanidade. Tais paixões, como grandes vendavais, impeliram-me para aqui e acolá, em curso instável, por sobre profundo oceano de angústia, chegando às raias do desespero.
Busquei, primeiro, o amor, porque ele produz êxtase – um êxtase tão grande que, não raro, eu sacrificava todo o resto da minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Ambicionava-o, ainda, porque o amor nos liberta da solidão – essa solidão terrível através da qual a nossa trêmula percepção observa, além dos limites do mundo, esse abismo frio e exânime.
Com paixão igual, busquei o conhecimento. Eu queria compreender o coração dos homens. Gostaria de saber por que cintilam as estrelas. E procurei apreender a força pitagórica pela qual o número permanece acima do fluxo dos acontecimentos. Um pouco disto, mas não muito, eu o consegui.
Amor e conhecimento, até ao ponto em que são possíveis, conduzem para o alto, rumo ao céu. Mas a piedade sempre me trazia de volta a terra. Ecos de gritos de dor ecoavam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desvalidos a constituir um fardo para seus filhos, e todo o mundo de solidão, pobreza e sofrimentos, convertem numa irrisão o que deveria de ser a vida humana. Anseio por aliviar o mal, mas não posso, e também sofro.
Eis o que tem sido a minha vida. Tenho-a considerado digna de ser vivida e, de bom grado, tornaria a vivê-la, se me fosse dada tal oportunidade.
(Bertrand Russel. Autobiografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967. Adaptado.)
Considerando a manutenção da correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“se produz” (linha 31) por é produzido
Considerando a manutenção da correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“há” (linha 17) por fazem
Julgue o item, referente a aspecto linguístico do texto.
O segmento “que não apreciem tanto assim” (linha 30),
construído com verbo no modo subjuntivo, exprime uma
conjectura, e não uma realidade.

Acerca do texto IV, utilizado na sequência de textos motivadores apresentados na proposta de redação da questão anterior, pode-se afirmar que:
Viajando
Viajar é a melhor coisa do mundo. Não importa para que lugar. Sair de onde você está e passar um tempo em outro, pra mim, já é suficiente. Claro que há lugares e lugares. Os brasileiros estão viajando, cada vez mais. Você, com certeza, já ouviu alguém dar o chilique que: em Nova York, agora, só tem brasileiro! Paris é um bairro nosso! Miami já faz parte da grande Salvador! Buenos Aires é de verdade a capital do Brasil.
Mas tem um lugar que o brasileiro não costuma ir muito, que é o melhor de todos: o Brasil. Existe algum preconceito bobo na cabeça do brasileiro de que chique mesmo é ir pra Europa. Acho que chique mesmo é você conhecer o seu país de cabo a rabo! Um dos argumentos é que viajar para fora é o mesmo preço de uma viagem para o Nordeste. Ué, e daí? Você pode se divertir muito mais no Nordeste, tenha certeza.
Se você já visitou os Lençóis Maranhenses, sabe do que estou falando. Um dos lugares mais lindos e diferentes do mundo. As pessoas, com razão, dizem que aqui nós não temos estrutura, os lugares são de difícil acesso, mas vou te dizer, faz um pouco parte da graça do passeio.
Claro que queremos um mínimo e que isso não pode ser justificativa para a precariedade dos nossos cartões‐postais, mas ter que pegar um bugre e desbravar as ruas de terra/pedra de Fernando de Noronha, para chegar a uma praia deslumbrante como a do Sancho sem nenhum quiosque vendendo nem uma água é muito legal.
Sou do ponto de vista de que a praia se fosse azulejada, com água doce e ar condicionado não seria o paraíso, seria a cozinha do seu apartamento. O Rio está caríssimo, é verdade, mas Grumari é de graça, a Lapa é de graça, o Aterro é de graça, Copacabana, Ipanema, a pedra da Gávea, a Floresta da Tijuca, é tudo “de grátis”! Foz do Iguaçu deixa Niagara Falls no chinelo. Mas lá é que é legal, é nos States, né? As dunas móveis de Natal, o Pantanal, Bonito, a Chapada, a Amazônia...
O sonho de todo gringo é vir passar uma semana na floresta Amazônica. A maioria dos brasileiros acha floresta um programa de índio (mas adora passar 8 horas no trânsito pra ir ao Guarujá. Vai entender.). Temos dois dos melhores museus do mundo aqui no Brasil, um no Recife e outro em Minas. Inhotim é o maior museu a céu aberto de todos e das coisas mais impressionantes que eu já vi de artes plásticas, sonoras e visuais. Quando comento sobre ele, 95% das pessoas não têm ideia do que estou falando. Não vou nem entrar no quesito gastronomia para não humilhar qualquer país do planeta. Não estou falando tudo isso querendo dizer que ir ao Egito é bobagem, e que não vale a pena visitar Tóquio ou o Camboja. O que eu quero dizer é que, entre Barcelona e Roma, vale a pena descobrir o que é o Jalapão. Reserve dez dias do seu ano para viajar pelo Brasil. Você não vai se arrepender. Até porque, se é pra esbarrar com brasileiro nos Estados Unidos, esbarra com brasileiro por aqui mesmo, que tá tudo em casa!
(Fábio Porchat. Estadão Cultura. Em: 11/2014. Adaptado.)
O Pavão, Rubem Braga
Eu considerei a glória de um pavão ostentando
o esplendor de suas cores; é um luxo imperial.
Mas andei lendo livros; e descobri que aquelas
cores todas não existem na pena do pavão. Não
há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas
d'água em que a luz se fragmenta, como em um
prisma. O pavão é um arco-íris de plumas. Eu
considerei que este é o luxo do grande artista,
atingir o máximo de matizes com o mínimo de
elementos. De água e luz ele faz seu esplendor;
seu grande mistério é a simplicidade.
Considerei, por fim, que assim é o amor, oh!
minha amada; de tudo que ele suscita e
esplende e estremece e delira em mim existem
apenas meus olhos recebendo a luz de teu
olhar. Ele me cobre de glórias e me faz
magnífico.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho do
Futuro do Presente do Indicativo.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho na
voz passiva.
Analise: “Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da
Silva (PT), os dois favoritos à corrida presidencial, já
usam coletes à prova de balas em eventos públicos.”
E assinale a alternativa correta.