Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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Disponível em: https://www.unisaudemarau.com.br/informativos/ver/43/campanha-da-vacina-antigripal-2020?v=%2Finformativos.
Acesso em: 20 ago. 2022.
A frase “vacine-se!” pode ser classificada como do tipo
Enfim, depois de tanto erro passado Tantas retaliações, tanto perigo Eis que ressurge noutro o velho amigo Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado Com olhos que contêm o olhar antigo Sempre comigo um pouco atribulado E como sempre singular comigo.
MORAES, Vinicius de. Soneto do amigo. Disponível em: https://www.pensador.com/soneto_do_amigo/. Acesso em: 15 ago. 2022.
O que justifica a forma de registro do termo grifado é a
• .................. sete horas, a rua estava muito escura.
•Os deputados estavam na iminência de .................. embora do plenário.
• .................. duas noites que não durmo!
• Setecentos gramas de queijo .................. um exagero para esta pizza!
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
Para a questão, considere o texto abaixo.
A tendência slow na alimentação
Pode parecer que não, mas a ideia de fast food está ficando um tanto ultrapassada e tem perdido espaço no mercado e no cotidiano das pessoas.
Criado e desenvolvido em 1986 pelo jornalista italiano Carlo Petrini, o conceito de Slow Food deu abertura a um novo estilo de vida que caminha contra a maré “fast” que a humanidade criou ao longo das décadas. Mesmo que já tenha mais de trinta anos de existência, o movimento ganhou mais aderentes de alguns anos para cá.
Ao contrário da comida pronta em 3 minutos, o Slow Food abre mão de preparos e refeições rápidos e “protocolados”. Essa história de almoçar um lanche qualquer em 15 minutos, engolindo o mais rápido possível e nem sentindo o que está comendo não acontece no Slow Food. Comer é fundamental para viver. A forma como o ser humano se alimenta tem profunda influência no que o rodeia: na paisagem, na biodiversidade da terra e nas suas tradições.
Os gastrônomos mais experientes defendem a ideia de que é impossível ignorar as fortes relações entre prato e planeta. Porém, apesar da grande aderência do movimento no universo gastronômico, são poucos os chefs que conseguem segui-lo, porque demanda muito mais tempo e trabalho, por conta do respeito ao tempo de cocção de cada ingrediente para extrair o melhor dele.
“Melhorar a qualidade da alimentação e arranjar tempo para a saborear são maneiras bem simples de tornar o cotidiano mais prazeroso”. Essa é a filosofia do Slow Food.
Em 1989, o movimento tornou-se uma associação internacional sem fins lucrativos. Atualmente, conta com mais de 100.000 membros e tem escritórios na Itália (onde localiza-se a sede internacional, na cidade de Bra), Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países.
A organização opera em todas as esferas, desde as locais até as mundiais, junto de instituições internacionais como a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação.
O princípio básico do movimento é o direito ao prazer da alimentação, utilizando produtos artesanais de qualidade especial, produzidos de forma que respeite tanto o meio ambiente quanto as pessoas responsáveis pela produção, os produtores.
A nutricionista Gabriela Albiero explica a relação direta que o movimento tem com a agricultura e com o respeito ao tempo da natureza. “Isto acontece para que se reduza a tendência de padronizar o alimento (industrializado) e que nós consumidores saibamos o que estamos consumindo. A organização quer promover o apreço do que se ingere, a qualidade e como é feito o alimento, desde a sua produção até o consumo”, define a nutricionista.
Fonte: Texto adaptado de https://digitais.net.br/2017/06/a-tendencia-slow-na-alimentacao/. Acesso em: 20 jul 2022.
Leia o texto abaixo para responder a questão;
Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia
Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.
O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.
Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.
"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.
Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.
De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.
No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.
Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.
O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.
Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27
*Denise-nome fictício
Leia o texto abaixo para responder a questão;
Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia
Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.
O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.
Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.
"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.
Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.
De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.
No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.
Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.
O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.
Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27
*Denise-nome fictício
Leia o texto abaixo para responder a questão;
Ensino remoto na pandemia: os alunos ainda sem internet após um ano de pandemia
Toda terça-feira, Denise*, de 9 anos, acorda, pega o celular e começa a estudar online. Este é o único dia da semana que ela tem essa oportunidade, porque é o dia de folga da mãe.
O motivo é que a mãe, de 26 anos, é a única da casa que tem um smartphone.
Principal fonte de renda de uma família numerosa, ela disse que não tem condições de comprar um celular, tablet ou computador para a filha estudar nos outros dias da semana.
"Eu até cogitei comprar um telefone para ela, mas eu recebo um salário mínimo e pago quase R$ 200 só de luz. Eu compro o celular ou comida. O celular mais simples não custa menos de R$ 500, fora a internet. Hoje, nossa prioridade é ir no mercado para repor o que precisa", afirmou à BBC News Brasil.
Esse caso ocorre na maior e mais rica cidade do Brasil, mas ilustra o que atinge o país inteiro, segundo especialistas ouvidos pela reportagem. Mesmo depois de mais de um ano do início da pandemia causada pelo coronavírus, professores de escolas públicas dizem que ainda não há uma estrutura adequada para os alunos aprenderem a distância.
De acordo com um levantamento do Unicef, o Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para a Infância, em novembro de 2020, quase 1,5 milhão de crianças e adolescentes de 6 a 17 anos não frequentavam a escola (remota ou presencialmente) no Brasil. Outros 3,7 milhões de estudantes matriculados não tiveram acesso a atividades escolares e não conseguiram estudar em casa.
No total, 5,1 milhões tinha acesso à educação. Entre essas crianças e adolescentes sem educação, 41% tinham de 6 a 10 anos de idade; 27,8% tinham de 11 a 14 anos; e 31,2% tinham de 15 a 17 anos.
Em São Paulo, 667 mil estudantes de 6 a 17 anos ficaram sem estudar em 2020, o que representa 9,2% das crianças e adolescentes em idade escolar no Estado.
O Departamento de Ciência Política da Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) avaliaram a eficiência dos planos de educação remota de Estados e capitais.
Os resultados, mensurados entre março e outubro de 2020, mostram um cenário bem ruim: a nota média dos planos estaduais no Índice de Educação a Distância foi de 2,38 (de 0 a 10) e de 1,6 para os das capitais.
Fonte: https://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2021/ 05/03/ensino-remoto-na-pandemia-os-alunos-ainda-sem-internet-apos-um-ano.htm em 03/05/2021 - 18h27
*Denise-nome fictício
Considere o texto abaixo para responder à questão.
Ao longo do século passado, era comum que aqueles que apresentassem comportamento considerado excêntrico, estranho ou afastado de alguma forma do padrão moral vigente fossem encaminhados, por autoridade médica ou mesmo policial, a um hospital psiquiátrico. Foi um período de muitas vidas desperdiçadas, porque o encarceramento, muitas vezes, era determinado por motivos que nem remotamente poderiam ser qualificados como questões psiquiátricas.
Três casos, entre tantos, foram emblemáticos no Hospital Psiquiátrico do Juquery, em Franco da Rocha, São Paulo, onde mais tarde trabalhei: as internações, entre o final da década 1940 e o início da década de 1950, de uma japonesa de 19 anos apenas porque não conseguia falar português; de uma jovem de 17 anos, por solicitação de um juiz que a acusava de “meretriz”; e de um rapaz de 18 anos, por ser epilético. Eles têm em comum o fato de que nunca mais deixaram o Juquery.
Outro exemplo das situações absurdas é a história da criança que nasceu na unidade, filha de uma paciente, foi adotada e depois „devolvida‟ ao hospital. A menina peregrinou por instituições de abrigo a menores até retornar definitivamente ao Juquery, na década de 1960. Transformada em um grande asilo de indesejáveis, destino de muitos rotulados como pacientes psiquiátricos, a unidade era a derradeira morada de quase todos que ali estavam. Muitos funcionários diziam que, de lá, só se saía com alta celestial [...].
https://cienciahoje.org.br/artigo/retrocessos-na-politica-de-saude-mental/. Adaptado
Fonte: Disponível em: https://www.jornalpp.com.br/noticias/brasil/coleta-de-dados-do-censodemografico-2022-comeca-em-1o-de-agosto/. Acesso em: 30 jan. 2022. (Texto adaptado) De acordo com a modalidade escrita formal da língua portuguesa, essa imagem, exibida em uma notícia jornalística, acompanha os seguintes título e subtítulo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
DIFERENÇAS ENTRE A INTERPRETAÇÃO E A COMPREENSÃO DE TEXTOS
(1º§) A compreensão e a interpretação de texto dependem do contexto de produção, além do conhecimento de mundo e dos conhecimentos linguísticos e literários do(a leitor(a). Interpretação de texto consiste em explicar um texto. Para isso, é necessário que, antes, o(a) leitor(a), o tenha compreendido.
(2º§) A compreensão e a interpretação de texto seguem um percurso. Nesse percurso, entre o processo inconsciente de compreensão e a ação consciente de interpretação da obra, ele(a) vai depender do conhecimento de mundo. Além dos conhecimentos linguísticos e/ ou literários para encontrar o(s) sentido(s) do texto e explicá-lo(s), tudo requer também bom nível de concentração de atenção. Pense nestes detalhes que são imprescindíveis!
(3º§) A compreensão e a interpretação de texto têm a visão de alguns pesquisadores que as consideram "compreensão" e "interpretação" como uma coisa só. Já outros entendem que esses termos não são apenas sinônimos, mas que possuem diferenças entre si. É o caso do linguista Vilson J. Leffa, o qual defende que "compreender é relacionar", pois cada texto é "um quebra-cabeça que precisa ser montado".
(4º§) Assim, a compreensão depende do(s) contexto(s), de forma que o sentido, no processo de leitura, só é alcançado a partir da interação entre o texto e o(a) leitor(a). Porém, o(a) leitor(a) conta com seu conhecimento de mundo, além de seu conhecimento linguístico, para "montar o quebra-cabeça", de forma rápida, instantânea e inconsciente.
(5º§) Segundo Leffa, interpretar "é explicar para o leitor de que modo cada quebra-cabeça pode ser montado". Assim, a interpretação seria um processo consciente, associado ao ato de explicar o texto. Então, para sermos mais claros, compreensão seria ler e entender um texto. Mas a interpretação seria explicar o objetivo desse texto, o motivo de ele ter sido produzido.
(6º§) Entende-se, portanto, que: interpretação de texto é o ato de explicar um texto após a sua compreensão. A compreensão e a interpretação dependem, principalmente, do contexto. Há diferenças na interpretação de um texto literário e de um texto não literário. A interpretação de texto nos eventos em busca de uma vaga, a exemplo do Enem ou de um concurso público, exige do(a) candidato(a), além de conhecimento de mundo, conhecimentos linguísticos e literários. A compreensão é um processo inconsciente, já a interpretação, um processo consciente.
(7º§) Você compreendeu? Leia com atenção e aproveite sua bagagem cultural para conseguir interpretar algo que está lendo ou mesmo ouvinte. Aproprie-se do contexto!
(https://brasilescola.uol.com.br/redacao/a-interpretacao-textual.htm) - (Adaptado)
Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou falso (F):
(__) A repetição da expressão: "A compreensão e a interpretação de texto" exemplifica uso de anáfora.
(__) O acento circunflexo de: "têm" deve-se à concordância do verbo na terceira pessoa do plural.
(__) O (6º§) inicia com verbo de segunda conjugação no presente do modo indicativo seguido de pronome pessoal oblíquo enclítico.
(__) O período: "A compreensão é um processo inconsciente, já a interpretação, um processo consciente". - está escrito com exemplo de paradoxo comprovado com uso do prefixo "in".
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão
DIFERENÇAS ENTRE A INTERPRETAÇÃO E A COMPREENSÃO DE TEXTOS
(1º§) A compreensão e a interpretação de texto dependem do contexto de produção, além do conhecimento de mundo e dos conhecimentos linguísticos e literários do(a leitor(a). Interpretação de texto consiste em explicar um texto. Para isso, é necessário que, antes, o(a) leitor(a), o tenha compreendido.
(2º§) A compreensão e a interpretação de texto seguem um percurso. Nesse percurso, entre o processo inconsciente de compreensão e a ação consciente de interpretação da obra, ele(a) vai depender do conhecimento de mundo. Além dos conhecimentos linguísticos e/ ou literários para encontrar o(s) sentido(s) do texto e explicá-lo(s), tudo requer também bom nível de concentração de atenção. Pense nestes detalhes que são imprescindíveis!
(3º§) A compreensão e a interpretação de texto têm a visão de alguns pesquisadores que as consideram "compreensão" e "interpretação" como uma coisa só. Já outros entendem que esses termos não são apenas sinônimos, mas que possuem diferenças entre si. É o caso do linguista Vilson J. Leffa, o qual defende que "compreender é relacionar", pois cada texto é "um quebra-cabeça que precisa ser montado".
(4º§) Assim, a compreensão depende do(s) contexto(s), de forma que o sentido, no processo de leitura, só é alcançado a partir da interação entre o texto e o(a) leitor(a). Porém, o(a) leitor(a) conta com seu conhecimento de mundo, além de seu conhecimento linguístico, para "montar o quebra-cabeça", de forma rápida, instantânea e inconsciente.
(5º§) Segundo Leffa, interpretar "é explicar para o leitor de que modo cada quebra-cabeça pode ser montado". Assim, a interpretação seria um processo consciente, associado ao ato de explicar o texto. Então, para sermos mais claros, compreensão seria ler e entender um texto. Mas a interpretação seria explicar o objetivo desse texto, o motivo de ele ter sido produzido.
(6º§) Entende-se, portanto, que: interpretação de texto é o ato de explicar um texto após a sua compreensão. A compreensão e a interpretação dependem, principalmente, do contexto. Há diferenças na interpretação de um texto literário e de um texto não literário. A interpretação de texto nos eventos em busca de uma vaga, a exemplo do Enem ou de um concurso público, exige do(a) candidato(a), além de conhecimento de mundo, conhecimentos linguísticos e literários. A compreensão é um processo inconsciente, já a interpretação, um processo consciente.
(7º§) Você compreendeu? Leia com atenção e aproveite sua bagagem cultural para conseguir interpretar algo que está lendo ou mesmo ouvinte. Aproprie-se do contexto!
(https://brasilescola.uol.com.br/redacao/a-interpretacao-textual.htm) - (Adaptado)
Analise as assertivas com verdadeiro (V) ou falso (F):
(__) As palavras: "linguístico" e "rápida" - diferem quanto à quantidade de sílabas gramaticais, mas convergem na classificação da tonicidade e por serem adjetivos.
(__) Em: "e explicá-lo(s), tudo requer também bom nível de concentração de atenção".
(__) Se o verbo de: "Pense nestes detalhes" - for conjugado na segunda pessoa do plural no mesmo modo imperativo afirmativo, obtém-se corretamente: "Pensai nestes detalhes".
(__) O período: "Cada texto é "'um quebra-cabeça'" - conota jogo com diversas e diferentes peças que devem ser ligadas de modo a formar um todo".
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
“Uma hora da noite eles se iam e eu ficava só, sem o perdão de sua presença a todas as aflições do dia, como a última luz na varanda Em relação ao uso do verbo destacado, aponte a alternativa que apresenta a CORRETA conjugação:
A alternativa que apresenta um verbo no PRESENTE DO INDICATIVO é: