Questões de Concurso
Sobre morfologia - verbos em português
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Julgue o item que se segue.
Verbos em português não podem ser usados no
imperativo negativo.
Julgue o item a seguir.
Verbos regulares seguem um padrão de conjugação,
enquanto os verbos irregulares têm conjugações
diferentes e, muitas vezes, irregulares.
Julgue o item a seguir.
Verbos em português não podem ser usados no
imperativo negativo.
I. Permutando-se o verbo “haver” pelo verbo “existir” nos versos Mas não houve dia em que te não sentisse dentro de mim: / (Não havia ainda automóveis), tem-se como resultado, respectivamente: “existiu” e “existiam”.
II. Admite transposição para a voz passiva a frase E os adultos conversavam de cadeira nas calçadas.
III. Na 1ª estrofe, a palavra madrasta está empregada em sentido figurado.
Está correto o que se afirma APENAS em
Julgue o item subsequente.
Verbos regulares seguem um padrão de conjugação,
enquanto os verbos irregulares têm conjugações
diferentes e, muitas vezes, irregulares.
Julgue o item subsequente.
Verbos em português não podem ser usados no
imperativo negativo.
Julgue o item que se segue.
Os verbos auxiliares – como “ser”, “estar” e “ter” – são
usados para auxiliar na conjugação de outros verbos.
Julgue o item subsequente.
A forma “pôr” recebe acento circunflexo para indicar que
se trata de uma preposição, enquanto o verbo é grafado
sem acento: “por”.
Julgue o item subsequente.
Em FIZÉSSEMOS, o SSE e o MOS são, respectivamente,
desinência verbal modo-temporal e desinência verbal
número-pessoal.
Julgue o item subsequente.
Na manchete de jornal “Homem morre após colidir moto
em carro na PE-180, em São Bento do Una”, de abril de
2022, fica claro o uso do verbo no presente do indicativo,
denotando que o fato ainda irá acontecer.
Julgue o item subsequente.
Os verbos auxiliares – como “ser”, “estar” e “ter” – são
usados para auxiliar na conjugação de outros verbos.
“Talvez, posta no papel, a ideia perca um pouco do seu poder de susto. Mas não posso garantir nada.”
É correto afirmar que o verbo em destaque está conjugado no

A INACREDITÁVEL HISTÓRIA DO PRIMEIRO CARRO DE SÍLVIO SANTOS

Pela descrição de Carlos Alberto, primeiro carro de Sílvio Santos era como esse modelo Fotos: Richard Spiegelman - Flickr
Esta história foi contada pelo humorista Carlos Alberto da Nóbrega, no Flow Podcast, como o primeiro carro comprado por Silvio Santos. À época, no ano de 1957 ou 1958, o apresentador do humorístico A Praça é Nossa cursava Direito em Santos, cidade onde o Dodge 1939, almejado pelo jovem Senhor Abravanel, estava à venda.
Ao que a história dá a entender, Sílvio Santos não dirigia naquela época, ou não tinha habilitação, já que Carlos Alberto foi solicitado para levar o Dodge 1939 até a cidade de São Paulo. O primeiro fato surreal é que o hoje milionário,dono do SBT, chegou a Santos a bordo de um ônibus da Viação Cometa por volta das 11 horas.
O Dodge 1939 pertencia ao jogador de futebol Del Vechio, do Santos Futebol Clube, que antecedeu Pelé. Carlos Alberto e Sílvio Santos foram até São Vicente, na Baixada Santista, para comprar o carro. “Quando cheguei na casa dele (Del Vechio), vi o carro e falei “Sílvio, você não vai levar esse carro!, porque ele estava um bagaço”, contou o humorista.
Carlos Alberto disse que o Dodge 1939 era um conversível, mas sequer tinha cor definida: “Não era marrom, era ferrugem. Não tinha cor, mas o Sílvio comprou.” O apresentador da “Praça” não se lembra qual era a moeda vigente na época, muito menos quanto Sílvio Santos pagou pelo “possante”, mas garante que foi muito barato, tipo uns 5 mil.
O carro podia estar em um estado deplorável, mas, no auge dos seus 20 anos, Carlos Alberto tratou de abrir a capota do conversível (manualmente!). Se a ideia era “ficar bonito”, o estado do carro não permitiu tal façanha. “O motor estava ruim e eu falei “Sílvio, esse carro não vai subir a serra'”, temeu.
As portas do Dodge 1939 estavam tão bambas, que Sílvio Santos precisava segurá-las com os braços abertos. Para isso, o jovem Abravanel precisava ficar pertinho de Carlos Alberto no banco inteiriço do veículo. O humorista se lembra que estava na Praia do Gonzaga quando, na frente de um bar, um frequentador viu a cena e soltou um palavrão, contou às gargalhadas.
Mas tudo pode piorar. Eis que começou a chover, com a capota do conversível aberta. “Eu falei pro Silvio que, se a gente parasse o carro, não íamos mais sair. Ele foi para o banco de trás, eu diminuí a marcha, e ele conseguiu fechar”. Ao imaginar essa cena envolvendo Sílvio Santos, os apresentadores do podcast, Igor Coelho e Cris Paiva, deram boas risadas.
O melhor é como essa epopeia acabou. Por incrível que pareça, o carro conseguiu chegar em São Paulo. Carlos Alberto explica que, no fim do Largo do Arouche, onde ficava a Rádio Nacional, destino da dupla, existia uma “cena” de compra e venda de carros. Ao passar ali, Sílvio Santos recebeu uma proposta pelo Dodge 1939.
O jovem Abravanel pediu para Carlos Alberto parar o carro. O comprador perguntou quanto ele queria e Sílvio Santos disse algo como R$ 7 mil. “O cara pagou, nós fomos a pé para a Rádio Nacional e ele ganhou R$ 2 mil em duas horas”, concluiu Carlos Alberto.
Disponível em: https://www.vrum.com.br/aceleradas/silvio-santos-primeiro-carro/ Acesso em: 02 mar. 2023 (Adaptado)