Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q3433108 Português
Marque a alternativa em que os verbos completam corretamente a oração.

Sempre que eu _______, ela não me __________.
Alternativas
Q3432877 Português
Em qual alternativa o verbo destacado está empregado no passado?
Alternativas
Q3432798 Português

Leia o texto e responda a questão.



Irreverente e subversiva, seu nome é Rita Lee


Bianca Portugal



Na monarquia do rock nacional, o trono máximo sempre foi ocupado por uma mulher: Rita Lee. Ela faleceu no último dia 8/5, aos 75 anos, vítima de câncer de pulmão. Cantora, compositora e multiinstrumentista, a estrela revolucionou a música e também a sociedade como um todo. Ainda cedo, Rita levantou a bandeira do feminismo, lutando, dentro e fora do rock, contra o machismo vigente. Com letras questionadoras, alcançou o top five dos artistas que mais venderam discos na história do País, mas isso parecia pouco para ela. Rita sempre extrapolou o cenário musical, lançou pensamentos revolucionários em entrevistas e, principalmente, em seu dia a dia. A roqueira também encabeçou a defesa pelos direitos dos animais e, além do título de Rainha do Rock, que ela achava cafona, preferindo ser chamada de Padroeira da Liberdade, ostentava a alcunha de Rainha Vegana. Uma grande estrela, que desde os anos 1960 influencia gerações com seu talento, suas convicções e seu modo de viver. [...]


Fonte: https://caras.uol.com.br/revista/irreverente-e-subversiva-seu-nome-e-rita-lee.phtml




Marque a alternativa cujo verbo destacado está conjugado no passado.
Alternativas
Q3378409 Português

Observe o fragmento a seguir para responder à questão:


Espalhavam que os fiéis de Canudos estariam se armando para atacar cidades vizinhas e reinstaurar a monarquia: um golpe contra a República recém-instalada no país”. (Linhas 7-9) 


As formas verbais sublinhadas no trecho acima, no pretérito imperfeito do indicativo e no futuro do pretérito, exprimem, respectivamente: 


Alternativas
Q3374400 Português

ANDRADE, Carlos Drummond de. Para gostar de ler. v. 2. Crônicas.
São Paulo: Ática, 1995, pp. 54-7, com adaptações.

Com base nas informações do texto e nas estruturas morfossintáticas que o constituem, julgue (C ou E) o item a seguir. 


Na oração “a garotada respondeu em coro” (linha 7), a forma verbal sublinhada deveria, de acordo com a norma-padrão, estar empregada na terceira pessoa do plural. 

Alternativas
Ano: 2023 Banca: IDCAP Órgão: IASES Prova: IDCAP - 2023 - IASES - Agente Socioeducativo |
Q3283255 Português

REFLEXÃO SOBRE O "ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE"


(1º§)O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei 8069/90) foi fruto da necessidade da criação de uma Justiça especializada e cujo objetivo é de julgar as infrações cometidas pelos adolescentes entre doze e dezoito anos (artigo 2º) do ECA.


(2º§)O dicionário de Aurélio Buarque de Holanda conceitua o vocábulo adolescente como: aquele que está no começo, no início, que ainda não atingiu todo o vigor. Adolescentes são pessoas ainda em formação, cuja estrutura física e psíquica não atingiu sua plenitude, bem como a sua personalidade. Sendo assim, são pessoas especiais que merecem a criação de uma Justiça especializada, diferenciada daquela utilizada para adultos, haja vista, suas diferenças.


(3º§)Como seres especiais, cuja personalidade, intelecto, caráter estão ainda em formação a tarefa de redirecioná-los e reeducá-los é mais branda e menos trabalhosa, pois as crianças e os adolescentes são mais suscetíveis em assimilar as ditas orientações. Pense nisso, redobre sua atenção para com os seres humanos em formação! Eles merecem o nosso carinho!


(4º§)O ECA, portanto, prevê um tratamento diferenciado para os adolescentes infratores, classificando-os como pessoas especiais de direitos, procurando garantir que sua formação seja sólida e harmoniosa perante a sociedade, garantindo assim a retomada de uma vida social plena sem problemas ou incidentes, lastreados em valores éticos, sociais e familiares, afastando-os de uma vida pregressa gregária que não deve prevalecer, em nenhuma hipótese durante ao seu desenvolvimento, sob pena de se tornar um doente incurável.



(Reflexões sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente - Jus.com.br | Jus Navigandi) - (Adaptado)

Marque o que não se comprova na estrutura textual.
Alternativas
Q3247829 Português
    No luto, ninguém aguenta sua tristeza, a sua falta de vontade. Nem passou um mês da perda e os amigos já querem que você saia. Já querem que você converse animadamente. Já querem o seu riso de volta. Não entendem o processo. Não respeitam a solidão.

    O que mais você escuta é que deve seguir adiante. Para onde? Se os olhos estão voltados para o passado, para a saudade, para entender o que aconteceu. Não tem como tratar a morte de um ente querido, como se fosse um simples aborrecimento.

    Nossa vida não é mais a mesma, não tem como seguir como era antes. Quando morre quem você ama, quem você era morre junto. Você já é uma outra pessoa. Nem você mais se conhece.

    No luto, você vê que é uma mentira social, que as pessoas se habituam com a dor. Pois você sofre cada vez mais de saudade. O sofrimento de um mês da perda não muda depois de cinco anos, aliás só aumenta, pois você vai percebendo que a falta do ente querido é irreversível.

    Você cuida do canteiro estreito de uma lápide por não poder mais cuidar da extensão infinita de uma vida. No luto não dói somente o passado, mas o futuro que não ocorreu.

    “A morte desconstrói as nossas crenças, as nossas certezas, as nossas convicções. Você deixou de existir para alguém. E essa pessoa continua cada vez mais viva dentro de você.”

Fabrício Carpinejar 19/09/2023


(Disponível em https://www.em.com.br/app/noticia/ pensar/2023/09/15. Acesso em 13/10/2023)
Transpondo o trecho “A morte desconstrói as nossas crenças, as nossas certezas, as nossas convicções.” para voz passiva sintética e preservando a correção gramatical, tem-se a forma verbal
Alternativas
Q3218177 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

Histórias de superação são sempre emocionantes e inspiradoras. Porém, no caso das pessoas com deficiência, parece haver uma única narrativa possível. Filmes, comerciais, novelas, noticiários e outros são roteirizados, em geral, a partir da história de uma pessoa com impedimentos físicos, sensoriais ou intelectuais que, a partir do seu esforço individual, supera as desvantagens impostas por sua condição.

A forma verbal "parece”, destacada no excerto,
Alternativas
Q3214061 Português
Professor e estudantes criam jornal digital


CRUZ, Íris. Disponível em: <https://www.educacao.df.gov.br/professor-e- estudantes-criam-jornal-digital-em taguatinga/>. Acesso em: 19 out. 2023, com adaptações.

Considerando as informações do texto e as questões morfossintáticas que o constituem, julgue (C ou E) o item a seguir. 


No lugar da locução “já que” (linha 7), estaria correto o emprego da forma porque

Alternativas
Q3105957 Português
Festa de aniversário


Leonora chegou-se para mim, a carinha mais limpa deste mundo:
– Engoli uma tampa de Coca-Cola.
Levantei as mãos para o céu: mais esta, agora! Era uma festa de aniversário, o aniversário dela própria, que completava seis anos de idade. Convoquei imediatamente a família:
– Disse que engoliu uma tampa de Coca-Cola.
A mãe, os tios, os avós, todos a cercavam, nervosos e inquietos.
– Abra a boca, minha filha. Agora não adianta: já engoliu. Deve ter arranhado. Mas engoliu como? Quem é que engole uma tampa de cerveja? De cerveja não: de Coca-Cola. Pode ter ficado na garganta – urgia que déssemos uma providência, não ficássemos ali, feito idiotas. Tomei-a ao colo: – Vem cá, minha filhinha, conta só para mim. Você engoliu coisa nenhuma, não é isso mesmo?
– Engoli sim, papai – ela afirmava com decisão.
Consultei o tio, baixinho:
– O que é que você acha?
Ele foi buscar uma tampa de garrafa, separou a cortiça do metal:
– O que você engoliu: isto... ou isto?
– Cuidado que ela engole outra – adverti.
– Isto – e ela apontou com firmeza a parte de metal.
Não tinha dúvida: pronto-socorro. Dispus-me a carregá-la, mas alguém sugeriu que era melhor que ela fosse andando: auxiliava a digestão.
No hospital, o médico limitou-se a apalpar-lhe a barriguinha, cético:
– Dói aqui, minha filha?
Quando falamos em radiografia, revelou-nos que o aparelho estava com defeito: só no pronto-socorro da cidade.
Batemos para o pronto-socorro da cidade. Outro médico nos atendeu com solicitude.
– Vamos já ver isto.
Tirada a chapa, ficamos aguardando ansiosos a revelação. Em pouco o médico regressava:
– Engoliu foi a garrafa.
– A garrafa?! – exclamei. Mas era uma gracinha dele, cujo espírito passava ao largo da minha aflição: eu não estava para graças. Uma tampa de garrafa! Certamente precisaria operar – não haveria de sair por si mesma.
O médico pôs-se a rir de mim:
– Não engoliu coisa nenhuma. O senhor pode ir descansado.
– Engoli – afirmou a menininha.
Voltei-me para ela:
– Como é que você ainda insiste, minha filha?
– Que eu engoli, engoli.
– Pensa que engoliu – emendei.
– Isso acontece – sorriu o médico – até com gente grande. Aqui já teve um guarda que pensou ter engolido o apito.
– Pois eu engoli mesmo – comentou ela, intransigente.
– Você não pode ter engolido – arrematei, já impaciente. – Quer saber mais que o médico?
– Quero. Eu engoli, e depois desengoli – esclareceu ela.
Nada mais havendo a fazer, engoli em seco, despedi-me do médico e bati em retirada com toda a comitiva.

(SABINO, Fernando. A mulher do vizinho. Rio de Janeiro, RJ. 1962. Adaptado.) 
Assinale a alternativa cujo tempo verbal sublinhado encontra-se diferente dos demais. 
Alternativas
Q3105351 Português
Real digital se chamará Drex, confirma Banco Central

Nova tecnologia deverá chegar a correntistas apenas no fim de 2024.


        Moeda virtual que equivalerá ao dinheiro em circulação, o real digital se chamará Drex, confirmou nesta segunda-feira (7) o Banco Central (BC). O nome foi confirmado pelo economista do BC Fabio Araujo, coordenador da iniciativa, em live semanal da autoridade monetária no YouTube.

        Segundo o BC, cada letra do real digital equivale a uma característica da ferramenta. O “D” representa a palavra digital; o “R” representa o real; o “E” representa a palavra eletrônica; e o “X” passa a ideia de modernidade e de conexão, além de repetir a última letra do Pix, sistema de transferência instantânea criado em 2020.

    O Drex, informou o BC, facilitará a vida dos brasileiros. “A solução, anteriormente referida por Real Digital, propiciará um ambiente seguro e regulado para a geração de novos negócios e o acesso mais democrático aos benefícios da digitalização da economia a cidadãos e empreendedores”, destacou o órgão.

    Diferentemente das criptomoedas, cuja cotação é atrelada à demanda e à oferta e tem bastante volatilidade, o Drex terá o mesmo valor do real. Cada R$ 1 valerá 1 Drex, com a moeda digital sendo garantida pelo Banco Central, enquanto as criptomoedas não têm garantia de nenhuma autoridade monetária.

    Moeda de atacado, não de varejo, o Drex não será acessado diretamente pelos correntistas, mas por meio de carteiras virtuais atreladas a uma instituição de pagamento, como bancos e correspondentes bancários. O cliente depositará nessas carteiras o correspondente em reais e poderá fazer transações com a versão digital da moeda.

    Na prática, o Drex funcionará como um primo do Pix, mas com diferentes finalidades e escalas de valores. Enquanto o Pix obedece a limites de segurança e é usado, na maior parte das vezes, para transações comerciais, o Drex poderá ser usado para comprar imóveis, veículos e até títulos públicos. 

        Em testes desde o início do ano, o real digital deve estar disponível para a população só no fim de 2024. Em março, o BC escolheu a plataforma a ser usada nas transações. Nos últimos meses, a autoridade monetária habilitou 16 consórcios para desenvolverem ferramentas e instrumentos financeiros que serão testados no novo sistema.

    Previstos para começarem em setembro, os testes com os consórcios ocorrerão com operações simuladas e testarão a segurança e a agilidade entre o real digital e os depósitos tokenizados (ativos reais convertidos em digitais) das instituições financeiras.

    Os ativos a serem usados no projeto-piloto serão os seguintes: depósitos de contas de reservas bancárias, de contas de liquidação e da conta única do Tesouro Nacional; depósitos bancários à vista; contas de pagamento de instituições de pagamento; e títulos públicos federais. Os testes serão feitos em etapas, com as transações simuladas com títulos do Tesouro Nacional sendo feitas apenas em fevereiro do próximo ano.

(Conselho Federal dos Representantes Comerciais – CONFERE. Acesso em: 09/09/2023.)
Sobre o trecho “O cliente depositará nessas carteiras o correspondente em reais e poderá fazer transações com a versão digital da moeda.” (5º§), em relação aos aspectos gramaticais, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3083040 Português
É necessário acabar com o “jeitinho brasileiro” de uma vez por todas, mas como fazê-lo?
Em um processo de manter a coerência textual, houve a substituição do verbo acabar pelo fazer para evitar a repetição. O verbo fazer, nesse contexto, é utilizado como:
Alternativas
Q3083034 Português
Analise as frases e o comentário gramatical de cada uma delas nos itens abaixo.

I- Você me prometeu que seria feliz – o verbo em destaque está empregado no futuro do pretérito do modo indicativo e indica um fato posterior a um fato no passado.

II- Respondeu-lhe todos os questionamentos – a utilização do pronome lhe se dá porque o verbo responder no sentido de dar uma resposta a alguém é transitivo indireto.

III- O aluno e a aluna estudiosos conquistaram a vaga na universidade – há uma incorreção gramatical relacionada à concordância nominal porque o determinante deve concordar com o substantivo mais próximo.

Quanto aos comentários gramaticais, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3083005 Português
TEXTO 1


Leia o texto e responda as cinco questões seguintes

Crônicas (Sub)Urbanas: Ué, Lebron… você por aqui?

Eu só imagino a quantidade de vezes em que você não ouviu isso, Lebron. Porque afinal de contas, você não tinha sido feito para vencer na vida. Filho de mãe solteira, morando nos projetos de habitação em Akron, Ohio. Negro. A sociedade espera(va) te ver em um lugar diferente. De maneira que quando você muda as coisas e vai em outra direção, inevitavelmente a pergunta mais feita àquela época deve ter sido: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Virando capa de revista ainda no ensino médio. A grande promessa do basquete dos Estados Unidos. Você estava lá. Depois, na NBA de Jordan, Kobe, Shaq, Duncan, Nash, Nowitzki, Carter, Iverson, McGrady… você por ali?

Você tem noção, Lebron, que quando o mundo ouvia CD’s em discman, virava o flip dos seus celulares para mandar SMS, assistia DVDs, acessava internet banda larga em lan houses, postava fotos no MySpace e no Orkut e não fazia ideia do que era home office, você estava lá?

Deixando o resto do mundo de lado: você tem noção, Lebron, de que quando eu ainda usava aparelho, comprava jogo pirateado de Playstation, assistia desenhos e videoclipes na TV, mal fazia ideia do que era vestibular e, criminosamente, não jogava basquete há muito tempo, você estava lá?

Então peço desculpas por soar repetitivo, mas não posso deixar de perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”

Porque veja bem, Lebron Raymone James, um dos maiores clichês dos roteiros de Hollywood é um personagem soltando a mesma frase de efeito para justificar absolutamente qualquer tomada de decisão a partir dali. E a frase é sempre “o mundo mudou”. Mas quem sou eu para falar do mundo, não é mesmo? Porque quando a gente pensa que ele mudou, surge um terraplanista. Olha só o Kyrie Irving.

Bom, eu pelo menos saí da escola e tirei o aparelho. Voltei a jogar basquete. Tive birra com você por achar você “fominha” demais. Passei pra faculdade. Joguei cada vez mais basquete. Vi você levar os seus talentos para South Beach. Prometi a mim mesmo que se você ganhasse um título compraria uma camisa sua. Você ganhou dois. Comprei sua camisa. Esqueci a birra que tinha com você. Joguei mais basquete ainda. Me formei na faculdade. Vi você voltar pra casa em Cleveland, igual à época em que eu estava na escola. Vi você ter a sua própria escola. Vi outro título seu. Comprei outra camisa sua. Talvez eu devesse usar aparelho de novo. Talvez eu devesse voltar pra escola, mas do outro lado da sala de aula. Joguei menos basquete por causa do meu joelho. Vi você ir pra Los Angeles. Tive um podcast e escrevi uma coluna. O podcast parou. Fui pra faculdade de novo. Quero jogar mais basquete de novo.

E você ainda está por aqui.

Isso porque esse foi só eu. Imagina a quantidade de pessoas que andam por aí se perguntando “ué, Lebron… você por aqui?”. Certeza que foi a primeira coisa que passou pela cabeça do Iguodala antes daquele toco no título de 2016. Do Pernalonga também quando você foi fazer “Space Jam”. A minha namorada pensa a mesma coisa porque a todo e a qualquer momento você pode aparecer no meio da conversa sem aviso nenhum. Igual ao toco no título de 2016.

Mudar nunca é fácil, muito por conta da inevitabilidade da mudança. É difícil para mim e para muita gente se imaginar vivendo num mundo sem uma reportagem da Glória Maria, uma entrevista do Jô Soares e uma canção de Gal e Erasmo, por exemplo. É muito difícil. Então não culpe a gente por olhar para o lado e perguntar: “ué, Lebron… você por aqui?”.

Porque você segue aqui, Lebron James. Há vinte anos entregando o melhor. Há vinte anos buscando a grandeza. Há vinte anos elevando o patamar não só do jogo, mas da vida. Há vinte anos entre erros e acertos como qualquer ser humano, embora tenha horas em que a gente duvide. Há vinte anos tendo a excelência como padrão. Há vinte anos escrevendo o roteiro que, na madrugada do dia 7 para o dia 8 de fevereiro de 2023, ao se tornar o maior pontuador da história da NBA, me fez chorar igual criancinha e vibrar por alguém do outro lado do planeta que nem faz ideia de que eu existo. E quer saber por quê, Lebron?

Porque você sempre esteve aqui. E que sorte a nossa.


Renan Alonso – Autoria Independente.
Assinale a alternativa em que o trecho do texto não apresenta nenhum verbo.
Alternativas
Q3072043 Português
Responda à questão com base na seguinte tirinha:

Captura_de tela 2024-11-13 100406.png (444×142)

Autor: André Dahmer
Analise os verbos da frase abaixo e assinale a alternativa correta:
A Rússia confirmou a existência de uma arma que transforma pessoas em zumbis 
Alternativas
Q3072003 Português
Responda à questão com base na seguinte tirinha:

Captura_de tela 2024-11-13 100406.png (444×142)

Autor: André Dahmer 
Analise os verbos da frase abaixo e assinale a alternativa correta:
A Rússia confirmou a existência de uma arma que transforma pessoas em zumbis
Alternativas
Q3056947 Português

Ricardo Grandi Bianco. Internet: politize.com.br (com adaptações).

A respeito das ideias veiculadas no texto, julgue o item.


Na última oração do texto, a expressão “negacionismo climático” funciona sintaticamente como complemento da forma verbal “exista”, que está conjugada no presente do subjuntivo.

Alternativas
Q3056941 Português

Ricardo Grandi Bianco. Internet: politize.com.br (com adaptações).

A respeito das ideias veiculadas no texto, julgue o item.


Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “assumiu” (linha 4) estivesse flexionada na terceira pessoa do plural.

Alternativas
Q3046260 Português
Já ______ mais de cinco anos que ___________ 19 mil candidatos no processo seletivo para novos astronautas.
As palavras que completam corretamente a frase acima são:
Alternativas
Q3046257 Português
Que animais o homem já enviou ao espaço?

Animais no espaço: até moscas já foram enviadas para fora da Terra. 


Entre os terráqueos, o homem não foi o pioneiro no espaço. Mas foi o responsável por enviar várias espécies de animais antes de Yuri Gagarin e Neil Armstrong. Moscas, peixes, tartarugas, lesmas, minhocas e abelhas já tiveram sua experiência extraterrena. Até mesmo aranhas foram enviadas para testar suas habilidades de tecer uma teia em ambiente de microgravidade.


A viagem de animais ao espaço começou em 1947, quando os americanos enviaram moscas-das-frutas em uma cápsula. A partir de então, Rússia e EUA passaram a mandar animais maiores. Primatas eram os preferidos pelos astronautas (NASA/União Europeia), enquanto os cães eram os escolhidos dos cosmonautas (russos). Já na França, um gato ficou famoso por ser o primeiro, e único, felino escolhido para desbravar o cosmos.


Entre todos os animais que estiveram no espaço, a cadela Laika é a mais famosa. Em 4 de outubro de 1957, a era espacial teve início com o lançamento da Sputnik 1. Um mês depois, a cadela foi enviada ao espaço, a bordo da Sputnik 2, sem chances de retornar com vida. Embora sua morte tenha provocado revolta, Laika e os outros animais que ultrapassaram os limites terrenos abriram caminho para os humanos.


De acordo com Douglas Galante, doutor em Astronomia pelo Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), esse pioneirismo animal foi importante para entender os possíveis efeitos que o ambiente espacial poderia provocar nos seres humanos. “Um dos objetivos na época era o de enviar humanos ao espaço. Nesse cenário, as naves espaciais e os sistemas de manutenção de condições vitais no espaço foram testados sucessivamente, com animais maiores e mais complexos (dos insetos aos macacos), até que houvesse uma confiança grande o suficiente para enviar o primeiro astronauta”, argumenta.


Adaptado
https://www.terra.com.br
GHX Comunicação - maio/2013
“[...] Laika e os outros animais que ultrapassaram os limites terrenos abriram caminho para os humanos.” 3°§
É correto afirmar que o tempo verbal na frase acima é: 
Alternativas
Respostas
4661: B
4662: A
4663: C
4664: B
4665: E
4666: A
4667: C
4668: A
4669: C
4670: D
4671: C
4672: D
4673: A
4674: B
4675: C
4676: B
4677: E
4678: C
4679: A
4680: E