Questões de Concurso Sobre morfologia - verbos em português

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Q4218066 Português
Assinale a alternativa cujo espaço em branco pode ser preenchido corretamente com “são”, de acordo com a concordância lógica em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4218057 Português

Observe a letra da música a seguir para responder à questão. 


Algoritmo Íntimo

Criolo & Ney Matogrosso


Eu queria você aqui

Perto de mim

Quando a gente gosta, não dá pra esconder

Quando a gente ama, corpo fala

Coração quer explodir de amor

Eu (eu) sinto (sinto) tua falta (tua falta), bebê

Você é uma flor

Eu não sei se dá pra ver (uma flor) que eu vi

Que você viu a minha mensagem (minha mensagem)

Acho que sente que sinto

Que sente que sinto saudade (sinto saudade)

Mas não vou ficar na espera, na cela da tela

Toda a eternidade (toda a eternidade)


Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade

(te agarrar de verdade)

Me responde

Pra gente não se afastar mais

O tempo é danado

Muda o prumo e a prosa, meu bem (meu bem)

Meu corpo em chamas grita

E implora por teu abraço

Eu não sei se dá pra ver (volta) que eu vi

Que você viu a minha mensagem (minha mensagem)

Acho que sente que sinto

Que sente que sinto saudade (sinto saudade)

Mas não vou ficar na espera, na cela da tela

Toda a eternidade (toda a eternidade)

Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade

(te agarrar de verdade).


Fonte: https://www.letras.mus.br/ Acesso em 10/06/2026



Considere o verso:
"Quando a gente gosta, não dá pra esconder."
A respeito da concordância verbal empregada nesse trecho e de sua adequação à normapadrão, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4218004 Português
        Há muitos séculos, o homem começou a estudar os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar buscando a transmutação de metais. Outros buscavam o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem extratos de plantas e substâncias retiradas de animais, nossos primeiros químicos também já estavam procurando encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com seus experimentos, eles davam início a uma ciência que amplia constantemente os horizontes do homem. Com o tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver novas moléculas, a modificar a composição de materiais. A química foi se tornando mais e mais importante até ter uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem nos damos mais conta do que é ou não é química.

        Veículos totalmente recicláveis, construídos com materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço. Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com o solo, são degradados e se transformam em substâncias que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de alto rendimento energético e não‑poluentes. Substâncias capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.

        Voltada para o futuro, a indústria química investe grande parte do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram criadas embalagens que conservam alimentos e remédios por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias. Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma forma, será a indústria química que facilitará ao homem desenvolver processos e materiais que lhe permitirão assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações. Muito do futuro do homem e do planeta está sendo desenhado hoje pela química.

Internet:<abiquim.org.br>  (com adaptações).
No trecho “Da mesma forma, será a indústria química que facilitará ao homem desenvolver processos e materiais que lhe permitirão assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações.”, a forma verbal “permitirão” está no plural a fim de concordar com o
Alternativas
Q4218001 Português
        Há muitos séculos, o homem começou a estudar os fenômenos químicos. Os alquimistas podiam estar buscando a transmutação de metais. Outros buscavam o elixir da longa vida. Mas o fato é que, ao misturarem extratos de plantas e substâncias retiradas de animais, nossos primeiros químicos também já estavam procurando encontrar poções que curassem doenças ou que, pelo menos, aliviassem as dores dos pobres mortais. Com seus experimentos, eles davam início a uma ciência que amplia constantemente os horizontes do homem. Com o tempo, foram sendo descobertos novos produtos, novas aplicações, novas substâncias. O homem foi aprendendo a sintetizar elementos presentes na natureza, a desenvolver novas moléculas, a modificar a composição de materiais. A química foi se tornando mais e mais importante até ter uma presença tão grande em nosso dia a dia, que nós nem nos damos mais conta do que é ou não é química.

        Veículos totalmente recicláveis, construídos com materiais mais resistentes, porém mais leves do que o aço. Moradias seguras e confortáveis, erguidas rapidamente e de baixo custo. Produtos que, ao entrar em contato com o solo, são degradados e se transformam em substâncias que ajudam a recuperar a fertilidade da terra. Plantações de vegetais que produzem plásticos. Combustíveis de alto rendimento energético e não‑poluentes. Substâncias capazes de tornar inertes os esgotos de toda uma cidade. Recuperação de áreas devastadas por séculos de exploração. Sonhos? Não para a química, uma ciência que constantemente amplia as fronteiras do conhecimento.

        Voltada para o futuro, a indústria química investe grande parte do seu faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Foi a indústria química que, com as fibras sintéticas, permitiu ao setor têxtil ampliar a produção e baratear os preços das roupas. Com os plásticos, foram criadas embalagens que conservam alimentos e remédios por longos períodos, tubos resistentes à corrosão e peças e componentes utilizados pelas mais diferentes indústrias. Isto para ficar apenas em alguns exemplos. Da mesma forma, será a indústria química que facilitará ao homem desenvolver processos e materiais que lhe permitirão assegurar alimento, moradia e conforto às novas gerações. Muito do futuro do homem e do planeta está sendo desenhado hoje pela química.

Internet:<abiquim.org.br>  (com adaptações).
A respeito da forma verbal “aliviassem”, em “ou que, pelo menos, aliviassem as dores dos pobres mortais.”, é correto afirmar que ela apresenta
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Q4217938 Português
Leia a notícia a seguir, observando os verbos sublinhados:

Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Barbacena tem novo Comandante

Publicada em: 11/02/2026 10:59
Fonte: EPCAR, por Sargento Domingos
Edição: Agência Força Aérea, Tenente Myrea Calazans

        O Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Barbacena (DTCEA-BQ) realizou, no dia 10/02, a cerimônia militar de transmissão do cargo de Comandante, do Capitão Especialista em Serviços de Engenharia Leonardo José Copati ao Tenente Especialista em Serviços Administrativos Claudinei Moreira. A solenidade foi presidida pelo Comandante da Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), Brigadeiro do Ar André Luiz Alves Ferreira, e contou com a presença do Comandante Interino do Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA I), Coronel Aviador Felipe Moreira Faulhaber, e demais autoridades militares e civis. [...]

(Fonte: https://www.fab.mil.br/noticias)
Há uma diferença entre o tempo verbal empregado no título da notícia e os verbos utilizados no corpo do texto. Assinale a opção que explica corretamente o uso do presente do indicativo no título.
Alternativas
Q4217911 Português
Todo cuidado é pouco com as misturas caseiras para limpeza!

A combinação de produtos seguros pode levar a um resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.

        É comum ter em casa álcool e água sanitária para limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?

        Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem é que essas misturas podem ter um grande impacto na saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações e morte.

        A Anvisa está alerta e tem tomado providências para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o “Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”, projeto do Conselho Federal de Química e da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla), que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.

        É fundamental que todos tenham em mente que a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas no rótulo dos produtos. Deve‑se observar a indicação correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade de se utilizar equipamentos de proteção individual, como luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser adotadas em caso de acidentes.

        A regra número 1 é adquirir produtos regularizados. Isso porque esses produtos passaram por avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as orientações do fabricante. E agora, com a popularização das plataformas digitais e redes sociais, a regra número 3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos profissionais ou donas de casa.

Internet: <gov.br>  (com adaptações).
A forma verbal “devem ser adotadas” poderia ser substituída, sem alteração do sentido original nem prejuízo à correção gramatical do texto, por
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Q4217909 Português
Todo cuidado é pouco com as misturas caseiras para limpeza!

A combinação de produtos seguros pode levar a um resultado tóxico e colocar em risco a sua saúde.

        É comum ter em casa álcool e água sanitária para limpeza e desinfecção dos ambientes. Quando regularizados pela Anvisa e utilizados conforme as recomendações do fabricante, são dois produtos seguros. Mas você sabia que a mistura desses dois produtos pode resultar na criação do clorofórmio gasoso, um gás com alto poder de intoxicação?

        Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas caseiras que, supostamente, limpam com mais eficiência e com baixo custo financeiro. O que esses vídeos não dizem é que essas misturas podem ter um grande impacto na saúde das pessoas e dos animais, com riscos de internações e morte.

        A Anvisa está alerta e tem tomado providências para combater esses vídeos. Uma dessas iniciativas é o “Mistura Explosiva: limpando conceitos, clareando ideias”, projeto do Conselho Federal de Química e da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza (Abipla), que tem o apoio da Agência. O objetivo do projeto é conter a viralização dos vídeos que incentivam a sociedade a realizar misturas caseiras para limpeza e outras finalidades.

        É fundamental que todos tenham em mente que a manipulação de produtos de limpeza deve ser feita de acordo com as orientações estritas do fabricante, descritas no rótulo dos produtos. Deve‑se observar a indicação correta de uso, ou seja, a finalidade do produto, para que ele serve, os respectivos cuidados e se há a necessidade de se utilizar equipamentos de proteção individual, como luvas, máscara e óculos. Vale ressaltar que, também nos rótulos, é possível encontrar as providências que devem ser adotadas em caso de acidentes.

        A regra número 1 é adquirir produtos regularizados. Isso porque esses produtos passaram por avaliações que comprovaram sua eficácia e segurança para os usos aprovados. A regra número 2 é seguir à risca as orientações do fabricante. E agora, com a popularização das plataformas digitais e redes sociais, a regra número 3 é evitar misturinhas caseiras ensinadas por supostos profissionais ou donas de casa.

Internet: <gov.br>  (com adaptações).
No trecho “Sobram vídeos nas redes sociais sobre misturas caseiras”, o verbo encontra‑se no plural por concordar com
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Q4216630 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão


Algofobia


Trecho do livro “Sociedade paliativa” de autoria de Byung-Chul Han 


    “Dize tua relação com a dor, e te direi quem és!” Este ditado de Ernst Jünger pode ser extrapolado para a sociedade como um todo. A nossa relação com a dor mostra em que sociedade vivemos. Dores são cifras. Elas contêm a chave para o entendimento de toda a sociedade. Assim, cada crítica da sociedade tem de levar a cabo uma hermenêutica da dor. Caso se deixe a dor apenas a cargo da medicina, deixamos escapar o seu caráter de signo [Zeichencharakter].


    Hoje impera por todo lugar uma algofobia, uma angústia generalizada diante da dor. Também a tolerância à dor diminui rapidamente. A algofobia tem por consequência uma anestesia permanente. Toda condição dolorosa é evitada. Tornam-se suspeitas, entrementes, também as dores de amor. A algofobia se prolonga no social. Conflitos e controvérsias que poderiam levar a confrontações dolorosas têm cada vez menos espaço. A algofobia se estende também à política. A coação à conformidade e a pressão por consenso crescem. A política se orienta em uma zona paliativa e perde toda vitalidade. A “falta de alternativa” é um analgésico político. O “centro” difuso atua paliativamente. Em vez de debater e lutar pelos melhores argumentos, entregamo-nos à compulsão por sistema [Systemzwang]. Uma pós-democracia se anuncia. Ela é uma democracia paliativa. Por isso, Chantal Mouffe demanda uma “política agonística”, que não evita confrontações dolorosas. A política paliativa não é capaz de visões ou de reformas penetrantes. Ela prefere tomar analgésicos de curto efeito, que apenas aceleram disfunções e rejeições. A política paliativa não tem nenhuma coragem para a dor. Desse modo, o igual [das Gleiche] avança.


    Há uma mudança de paradigma no fundamento da algofobia atual. Vivemos em uma sociedade da positividade, que busca se desonerar de toda forma de negatividade. A dor é a negatividade pura e simplesmente. Também a psicologia segue essa mudança de paradigma e passa, da psicologia negativa como “psicologia do sofrimento”, para a “psicologia positiva”, que se ocupa com o bem-estar, a felicidade e o otimismo. Pensamentos negativos devem ser evitados. Eles devem ser substituídos imediatamente por pensamentos positivos. A psicologia positiva submete a própria dor a uma lógica do desempenho. A ideologia neoliberal da resiliência transforma experiências traumáticas em catalisadores para o aumento do desempenho. Fala-se até mesmo de crescimento pós traumático. O treino de resiliência como treino de resistência espiritual tem de formar, a partir do ser humano, um sujeito de desempenho permanentemente feliz, o mais insensível à dor possível.



A missão de felicidade da psicologia positiva e a promessa de um oásis de bem-estar medicamente produzível são irmanadas. A crise de opioides estadunidense tem [um] caráter paradigmático. Dela toma parte não apenas a cobiça material de uma empresa farmacológica. Antes há, em seu fundamento, uma suposição fatal para a existência humana. Só uma ideologia do bem-estar permanente pode levar a que medicamentos que eram originariamente usados na medicina paliativa sejam usados com grande pompa também nos saudáveis. Não por acaso o especialista em dor estadunidense David B. Morris já notava, décadas atrás: “Os americanos de hoje pertencem, provavelmente, à primeira geração da Terra que veem uma existência livre de dor como um direito constitucional. Dores são um escândalo”.



A sociedade paliativa coincide com a sociedade do desempenho. A dor é vista como um sinal de fraqueza. Ela é algo que deve ser ocultado ou ser eliminado por meio da otimização [wegzuoptimieren]. Ela não é compatível com o desempenho. A passividade do sofrer não tem lugar na sociedade ativa dominada pelo poder [Können]. Hoje se remove à dor qualquer possibilidade de expressão. Ela é, além disso, condenada a calar-se. A sociedade paliativa não permite avivar, verbalizar a dor em uma paixão.



A sociedade paliativa é, ademais, uma sociedade do curtir [Gefällt-mir]. Ela degenera em uma mania de curtição [Gefälligkeitswahn]. Tudo é alisado até que provoque bem-estar. O like é o signo, sim, o analgésico do presente. Ele domina não apenas as mídias sociais, mas todas as esferas da cultura. Nada deve provocar dor. Não apenas a arte, mas também a própria vida tem de ser instagramável, ou seja, livre de ângulos e cantos, de conflitos e contradições que poderiam provocar dor. Esquece-se que a dor purifica. Falta, à cultura da curtição, a possibilidade da catarse. Assim, sufocamo-la com os resíduos [Schlacken] da positividade, que se acumulam sob a superfície da cultura de curtição.



Fonte: Han, Byung-Chul. Sociedade paliativa: a dor hoje. 1.ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2021.

Considere o seguinte trecho: “O like é o signo, sim, o analgésico do presente. Ele domina não apenas as mídias sociais, mas todas as esferas da cultura. Nada deve provocar dor.” Sobre o verbo destacado em negrito, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4216340 Português
No texto a seguir, referente às atribuições do pedagogo, há uma série de infinitivos que poderiam ser substituídos por substantivos, sem modificação no sentido da frase.

Avaliar necessidades de aprendizagem, criar materiais didáticos, conduzir atividades educativas que promovam o crescimento profissional, desenvolver e implementar programas educacionais e de treinamento, focado na capacitação e desenvolvimento contínuo dos colaboradores.

Assinale a substituição que seria inadequada.
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Q4216163 Português
Os particípios ora funcionam como adjetivos, ora se mostram como parte de forma verbal composta.

Assinale a frase em que há erro de concordância porque a palavra sublinhada é particípio de um tempo composto de verbo.
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Q4215980 Português

O PUXADOR DE PALMAS 

Antonio Prata 


    Não sei se é verdade que ao bater as botas vemos um túnel de luz – e taí um mistério que não tenho pressa em desvendar. O que venho descobrindo empiricamente é que quando uma pessoa muito especial parte, cria um túnel de luz do lado de cá, ajudando os que ficam a fazer a passagem. Tem o susto, a dor, mas aos poucos vão surgindo as memórias, histórias engraçadas vão brotando e quando você vê, um papo que começou com “meus pêsames” termina em risada.


    Eu não conhecia direito o Marcão, mas ele era dessas pessoas que a gente não precisa conhecer direito pra conhecer bem. Vivia de guarda abaixada, o sorriso à mostra, principalmente quando falava da filha mais velha, Renatinha, minha amiga e colega de trabalho. Todo dia, há três anos, eu, a Renata, a Thais, o Chico e a Hela escrevemos uma série em longas reuniões Zoom. Quando o Marcão faleceu, não faz nem duas semanas, preparei-me pra uma Renata deprimida, calada: eu não contava com o túnel de luz. A cada dia a Renatinha traz uma história, uma memória, um traço do pai que nos leva às lágrimas ou às gargalhadas – não raro, ao mesmo tempo.


    Anteontem ela nos contou que um dos maiores orgulhos do Marcão era ser “puxador de palmas”. Ele era aquele cara que no teatro ou num show aplaude primeiro, forte, convicto, arrastando milhares atrás de si.


    Você pode achar que não há grande mérito em ser puxador de palmas. Que seria uma virtude caxias, tipo: ser o primeiro a chegar numa fila ou o primeiro a acordar na família. Nada disso.


    Pedro, meu querido cunhado, mencionou outro dia como o entusiasmo está fora de moda. O arrebatamento é tratado como uma fraqueza. Ficar enlevado é coisa de criança. No mundo das redes sociais, com as opiniões transformadas em commodities, nos tornamos todos “brokers” de nós mesmos, num “day-trade” infernal. Nos exibimos em tempo real nessas vitrines virtuais, ansiosos para que nosso valor seja estabelecido hora a hora pelo número de views, likes, reposts.


    Como todo mercado, é um terreno competitivo, hostil. Nos apresentamos, portanto, segurados pela ironia, alavancados pelo sarcasmo, contando com circuit breaker do cinismo. Sai um filme, um álbum novo, um livro, as pessoas consultam as opiniões de duas dúzias antes de dar um pio (ou, agora que mudou o nome, pontificar sobre o X da questão). Na dúvida, falam mal, como se não gostar decorresse de profunda atividade intelectual e o alumbramento de uma espécie de reflexo instintivo.


    Diametralmente oposto aos habitantes desta savana vital está o puxador de palmas. O puxador de palmas não tá na bolsa de valores, tá na praça, tá na roda. O que diz com o aplauso é “não importa o que o cês acharam, eu adorei!”. Uma mente amolecida pelo sol da savana veria no “puxador de palmas” um líder. Um influenciador. Talvez lançasse um livro de autoajuda: “Aplauda antes para ser aplaudido depois – como gerir pessoas e liderar equipes”.


    Não, amizade. O puxador de palmas não tá nem aí pro que os outros pensam, pra quem vem atrás, é o contrário. Ele é alguém que está à vontade dentro de si, despreocupado. Sua convicção não vem da análise macro e microeconômica das tendências culturais, vem do coração.


    Esse é o tipo de assunto que surge toda vez que a Renatinha, no meio da lida, evoca o Marcão, orgulhoso puxador de palmas. De repente, do pranto faz-se o riso. Das mãos espalmadas faz-se o encanto. Faz-se de um Zoom uma aventura errante. De repente, não mais que de repente.


Disponível em:

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2024/05/o-puxa

dor-de-palmas.shtml. Acesso em: 24 mar. 2026.

Assinale a alternativa em que a reescrita proposta para o trecho/termo destacado mantém a correção gramatical quanto à concordância verbal. 
Alternativas
Q4215922 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
A forma verbal “implicaria”, empregada no texto, resulta de processo morfológico de:
Alternativas
Q4215916 Português
Texto para a questão.


Antenor Teixeira de Almeida Júnior


    O debate contemporâneo sobre Inteligência Artificial tem sido marcado por entusiasmo tecnológico e promessas de ruptura histórica. No entanto, vozes dissonantes têm se destacado ao problematizar os limites conceituais e científicos dessas narrativas. Entre elas, sobressai a do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, cuja produção acadêmica e atuação pública têm questionado a própria nomenclatura atribuída aos sistemas computacionais atuais.

    Segundo Nicolelis, tem-se chamado de inteligência aquilo que, na prática, resulta de processos estatísticos sofisticados. Os sistemas de IA têm operado mediante correlações probabilísticas extraídas de grandes volumes de dados, sem que lhes tenha sido conferida compreensão, consciência ou intencionalidade. O cérebro humano, por sua vez, tem funcionado como um sistema orgânico, analógico e histórico, cuja capacidade cognitiva emergiu de milhões de anos de seleção natural.

    Nessa perspectiva, afirmar que tais sistemas são inteligentes implicaria ignorar que inteligência não se reduz a cálculo. Tratase de um fenômeno incorporado, situado e relacional, que não tem sido reproduzido por códigos digitais, ainda que estes venham sendo continuamente aprimorados. O que tem sido apresentado como autonomia cognitiva corresponde, na realidade, a uma simulação dependente de padrões previamente fornecidos.

    A crítica estende-se também ao caráter supostamente artificial dessas tecnologias. Os modelos computacionais têm dependido intensamente do trabalho humano, tanto na rotulagem de dados quanto no ajuste contínuo de resultados. Sem essa intervenção sistemática, tais sistemas deixariam de operar de modo funcional, o que evidencia sua fragilidade estrutural.

    Nicolelis tem advertido, ademais, para os efeitos culturais desse processo. A adoção acrítica dessas ferramentas pode levar à substituição do pensamento reflexivo por respostas automatizadas, empobrecendo a capacidade criativa e crítica dos indivíduos. Mais do que uma ameaça externa, o risco residiria na adaptação do humano à lógica da máquina.

    Conclui-se, portanto, que a chamada Inteligência Artificial deve ser compreendida como instrumento técnico, e não como entidade cognitiva autônoma. A precisão conceitual nesse debate torna-se indispensável para evitar simplificações retóricas e para preservar a complexidade do pensamento humano.
No segmento em que se afirma que o cérebro humano “tem funcionado” como sistema orgânico, a forma verbal composta exprime:
Alternativas
Q4215866 Português
A partir do trecho “Há ainda o “distúrbio global do desenvolvimento sem outra especificação”, que inclui indivíduos considerados dentro do espectro do autismo, com dificuldade de comunicação e de interação social, mas com sintomas insuficientes para inclusão em outras categorias do transtorno” (linhas 35 a 37), julgue os itens abaixo:

I. A vírgula após o vocábulo 'especificação' se justifica porquanto inicia uma oração explicativa;
II. A expressão 'dentro do' pode ser permutada, sem prejuízo sintático-semântico, por „como pertencentes ao‟;
III. A troca da forma verbal 'Há' pelo verbo „existir‟ não exigiria a flexão de número plural para este último.

Marque a opção CORRETA: 
Alternativas
Q4215428 Português

INFINITA ENQUANTO DURE


Lucília Diniz


     Por uma dessas indiscrições que a tecnologia permite, ficamos sabendo de uma conversa inusitada entre o presidente russo, Vladimir Putin, e o dirigente da China, Xi Jinping. Enquanto caminhavam em Pequim, os líderes falaram sobre a possibilidade de prolongar, ou até eternizar, a existência, por meio de transplantes de órgãos. Os dois septuagenários sentiam-se ainda muito jovens diante do que a tecnologia médica pode-lhes oferecer. Putin sempre divulgou imagens em que aparece praticando exercícios. Xi também é um notório fã de esportes, embora visivelmente mais discreto. Não me lembro de ter visto uma foto sua em que não usasse terno e gravata ou o traje tradicional chinês. Os líderes sabem, portanto, a relevância da atividade física, até porque precisam de muita energia para estar há tanto tempo à frente de duas enormes potências. Mas me espantou que a expectativa deles fosse a de recorrer a cirurgias para viver mais.


     Não é uma questão apenas de governantes poderosos. Nos últimos anos, alguns dos maiores investidores do planeta, do Vale do Silício a fundado res de empresas de tecnologia e biotecnologia, têm colocado bilhões de dólares em start-ups que prometem retardar ou reverter o envelhecimento, rejuvenescer células e desenvolver medicamentos capazes de ampliar não só a expectativa, mas a qualidade de vida. Há quem aposte em terapias celulares, quem veja na inteligência artificial a chave para descobrir novas drogas e até quem gaste for tunas em regimes pessoais para ter, aos 50, exames compatíveis com os de alguém de 20. 


É claro que a ideia de prolongar indefinidamente a existência não é nova. O fascínio da literatura com o potencial da ciência está em grandes obras da língua inglesa, que se tornaram clássicas justamente porque o tema é, com perdão da ironia, imortal. Temos o Frankenstein, em que o cientista obcecado em gerar vida no laboratório acaba criando um monstro. A busca pela juventude eterna é o mote de O Retrato de Dorian Gray, no qual uma pintura envelhece no lugar de seu dono. Mesmo o vampiro mais famoso de todos, o Drácula, é um ser que se eterniza à custa de sangue novo.


     Hoje, porém, o grau de realismo científico já ultrapassa a ficção. Ao mesmo tempo, surgem questões filosóficas: se a imortalidade estivesse ao alcance, qual você escolheria? A do corpo que se mantém jovem indefinida mente? A da mente que não perde memória nem clareza? Se você soubesse que jamais morreria, quais seriam suas prioridades na vida?


    Se tento responder, imagino que não gostaria de uma existência infinita sem a companhia das pessoas que amo. A minha escolha talvez recaísse sobre a eternidade da experiência afetiva, a possibilidade de atravessar gerações com os meus. Mas, no fundo, tenho para mim que o mais decisivo é viver bem a vida que se tem, sem jamais descuidar dela. Os cuidados preventivos de saúde, com boa alimentação e, sempre, o exercício, continuam sendo os pilares mais concretos para viver muito e, sobretudo, melhor. Foi graças à cultura de investir nesses cuidados que os avanços médicos nos proporcionaram o maior salto de qualidade de vida das últimas décadas. Que a vida possa, como o amor do poeta Vinicius de Moraes, ser infinita enquanto dure.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/ Acesso em: 06 jun. 2026.

Em: “A minha escolha talvez recaísse sobre a eternidade da experiência afetiva, a possibilidade de atravessar gerações com os meus”, o verbo “recaísse” está flexionado no 
Alternativas
Q4214961 Português
Asma: programa promove mudança de comportamento, estimula atividade física e reduz sintomas 


Uma intervenção baseada em entrevistas motivacionais, aconselhamentos e incentivos aumentou a atividade física entre pessoas com asma moderada e grave, apontam pesquisadores do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina (FM) da USP. Os participantes realizaram um programa de caminhadas, com metas estabelecidas semanalmente em conversa com os profissionais de saúde, até chegarem a ao menos 7.500 passos por dia, considerado nível ideal para diminuir os sintomas da doença.
As orientações mudaram o comportamento das pessoas com asma em direção a um estilo de vida mais ativo fisicamente, e a intervenção também reduziu sintomas de ansiedade e depressão. O artigo que descreve o trabalho recebeu o prêmio ERS Congress Sponsorship, da European Respiratory Society (ERS), em setembro, e foi publicado no periódico científico The Journal of Allergy and Clinical Immunology: In Practice.
Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito (sibilos), sensação de aperto no peito e tosse. “Um estudo anterior do nosso grupo de pesquisa sugere que as pessoas que caminham mais que 7.500 passos diários têm menos sintomas de asma”, afirma ao Jornal da USP o fisioterapeuta Fabiano Francisco de Lima, que conduziu o estudo realizado no Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC. “Sendo assim, o aumento da atividade física leva a essa melhoria.”
Durante o estudo, os pesquisadores usaram metas semanais para encorajar os participantes a atingirem seus objetivos. “O programa tinha oito sessões presenciais semanais, com duração de até 90 minutos”, relata o pesquisador. As entrevistas foram realizadas no HC. “Cada integrante recebeu um monitor de atividade física (smartwatch), disponível comercialmente, com um alarme que vibrava quando a meta diária recomendada de passos era atingida.”
A pesquisa incluiu 100 pessoas com asma moderada e grave, com média de idade de 52 anos, orientadas a realizar caminhadas diárias, que eram aumentadas até atingirem 7.500 passos. “O número de passos era monitorado no smartwatch pelo próprio paciente”, explica Lima. “Os participantes tinham uma meta individual diária de passos a ser atingida, que era ajustada semanalmente em conversas com cada um.”
Segundo o fisioterapeuta, os resultados do estudo mostram que é possível fazer com que as pessoas com asma aumentem os níveis de atividade física, o que contribui para a melhora do controle clínico e da qualidade de vida. “Dessa forma, é importante que os profissionais de saúde recomendem sua prática”, ressalta. “Os resultados mostram também que o perfil que melhor responde à intervenção comportamental são pessoas com asma que caminham menos e têm peso menor.” Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo sobre as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas com asma para realizar atividade física.


Fonte: https://jornal.usp.br/ciencias/asma-programa-promove-mudanca-decomportamento-estimula-atividade-fisica-e-reduz-os-sintomas/ (adaptado).
 A forma verbal presente no segmento “Para o futuro, os pesquisadores preparam um estudo”, identifica-se o tempo e o modo verbal empregados, podendo-se afirmar que se trata de:
Alternativas
Q4214750 Português
Leia o texto 2 para responder à questão:


Texto 2



Turismo e Gastronomia em Xinguara/PA


   Xinguara, no sul do Pará, é um destino que encanta pela autenticidade e pelo acolhimento típico do interior amazônico. A cidade se destaca não apenas pelo seu crescimento econômico, mas também por oferecer experiências únicas para quem busca conhecer a cultura regional. Entre ruas movimentadas, encontros comunitários e tradições locais, Xinguara revela um estilo de vida simples, porém vibrante, que conquista visitantes logo no primeiro contato.

   O lazer em Xinguara combina momentos de tranquilidade e convivência social. Praças, eventos locais e encontros entre amigos fazem parte da rotina da cidade, criando um ambiente caloroso e familiar. A proximidade com rios e paisagens naturais também contribui para experiências de descanso e contemplação, especialmente em períodos de veraneio, quando a região ganha ainda mais vida.

   Mas é na gastronomia que Xinguara surpreende de forma especial. A cidade oferece uma culinária rica, marcada principalmente pela qualidade das carnes e pelos sabores regionais. Nesse cenário, destaca-se o restaurante Primavera Gastronomia, um verdadeiro ponto de referência para moradores e visitantes. Localizado em uma área estratégica da cidade, o espaço se apresenta como mais do que um restaurante: é uma experiência gastronômica completa.

   O Primavera Gastronomia se destaca pela qualidade no atendimento e pela diversidade do cardápio, que combina pratos saborosos com um ambiente agradável e acolhedor. Seja para um almoço tranquilo, uma pausa durante a viagem ou um encontro entre amigos, o local oferece uma experiência que valoriza tanto o sabor quanto o conforto. Sua localização, próxima a pontos de parada e circulação, reforça seu papel como um dos principais espaços gastronômicos da cidade.

    A experiência, o próprio Thiago Lima, à frente do Primavera Gastronomia, resume o espírito do lugar: “A nossa ideia sempre foi oferecer mais do que comida. A gente quer que as pessoas se sintam bem, acolhidas, como se estivessem em casa. Xinguara tem esse calor humano, e o Primavera nasce justamente disso: boa comida, atendimento de qualidade e um espaço onde amigos e famílias possam viver bons momentos. Quem passa por aqui não leva só o sabor, leva também a experiência.”


(Revista TurGastronômico. Edição de Março de 2026, p. 11-12)
Considerando a oração “O Primavera Gastronomia se destaca pela qualidade no atendimento”, assinale a alternativa correta quanto à sua estrutura verbal.
Alternativas
Q4214444 Português

Abordando tipologia textual, leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.



( ) Discurso indireto: pronomes e flexão verbal em 1ª ou 2ª pessoa. Exemplo: - Quero estudar, disse a menina.


( ) Discurso direto: tempos verbais (ordenados em relação ao momento da fala), presente do indicativo, (A nota é a mesma, afirmou o professor); pretérito perfeito, (Tudo continuou na mesma, retrucou a mulher); futuro do presente, (A tarefa estará terminada, sentenciou o patrão); modo imperativo, (Não saia daqui, afirmou a mãe).


( ) Discurso indireto: pronomes e flexão verbal em 3ª pessoa. Exemplo: A criança disse que queria brincar.


( ) Discurso indireto: tempos verbais (em correlação com o tempo em que se situa o narrador), pretérito imperfeito, (O professor confirmou que a nota era a mesma); pretérito mais-que perfeito, (O médico disse que tudo permanecera como antes); futuro do pretérito, (A namorada sentenciou que tudo estaria terminado em pouco tempo); modo subjuntivo, (A secretária determinou que não entrasse na sala).

Alternativas
Q4213028 Português

INSTRUÇÃO: Leia este texto para responder à questão.



Dicionário arretado


 Obra investiga o léxico específico do Nordeste para termos comuns em todo o Brasil


“Cão chupando manga” pode significar “pessoa muito capacitada”. Dependendo da região do Brasil onde o leitor estiver, a afirmação talvez cause algum estranhamento já que é comum o uso daqueles termos para passar a ideia de algo horrível, no Sudeste do país, por exemplo. Mas é certo que “cão chupando manga” na Bahia tem sentido positivo e não pejorativo. É também verdade que, em Alagoas, Paraíba e Pernambuco, “cão de calçolão” é a expressão usada para dizer que uma coisa é horrorosa. Investigações sobre os significados de palavras e expressões nos estados da região nordeste compõem o dicionário do Nordeste (Editora Cepe, 700 páginas), trabalho do jornalista pernambucano Fred Navarro.


Revista Língua Portuguesa: gramática, narrativa, arte e cultura.

São Paulo: Ed. Segmento. Ano 9, n. 103. Maio 2014, p. 8.

Assinale a alternativa cujo verbo destacado tem a função de expressar uma ação em andamento, contínua ou inacabada, indicando um processo não concluído.
Alternativas
Q4212537 Português

Considere a tirinha do cartunista Alexandre Beck a seguir.



Na expressão "vendo pôr do sol", constante no último quadrinho da tirinha, considerando o contexto em que ela foi empregada, o sujeito da oração classifica-se como:
Alternativas
Respostas
261: B
262: C
263: C
264: D
265: A
266: D
267: A
268: C
269: B
270: C
271: E
272: A
273: D
274: D
275: B
276: B
277: E
278: D
279: A
280: A