Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q118478 Português
Considere os enunciados abaixo:

I. A locução “ao pé da letra” (linha 17) significa “literalmente”.

II. “Como se vê” (linha 37) retoma e reformula a informação anterior.

III. O “que” (linha 14), em suas duas ocorrências, pertence à categoria dos pronomes relativos.

IV. Quanto ao gênero, as palavras “poeta” (linha 1) e “mestre” (linha 32) são substantivos comuns-de- dois.

V. No penúltimo parágrafo do texto (linhas 34-38), a função de linguagem predominante é a metalinguística.

É falso o que se afirma em
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Q118475 Português
No que concerne às noções de sintaxe, é correto afirmar que o(a)

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Q117431 Português
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Em que opção o pronome pessoal oblíquo átono foi, de acordo com a norma culta da língua, INCORRETAMENTE colocado?
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Q116729 Português
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Acerca das ideias expressas no texto acima e de sua estrutura,
julgue os itens a seguir.

A expressão “em que” (L.2) pode ser substituída por onde sem que haja prejuízo para a correção gramatical do período.
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Q116299 Português
“Não defendo que nos fechemos.” (linha 27)

A palavra sublinhada será corretamente classificada como um pronome
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Q115932 Português

Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.

Galeano, E. Celebração da voz humana/2. In: ___. O livro dos abraços. L & PM, 1991. p. 23 (fragmento) 

Em “quem a obtenha” e “temos algo a dizer”, a palavra “a” presente nos dois fragmentos classifica-se, respectivamente, como
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Q115931 Português

Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.

Galeano, E. Celebração da voz humana/2. In: ___. O livro dos abraços. L & PM, 1991. p. 23 (fragmento) 

Em “...alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.”, os termos “que” e “celebrada” tal como estão empregados no fragmento pertencem, respectivamente, às classes de
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Q115796 Português
De acordo com as estruturas gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Na tira 1, as palavras “composição” e “conservação” são adjetivos empregados com função adverbial.
II – Na tira 1, o termo “mim” é um pronome oblíquo.
III – Na tira 2, a retirada do ponto após “Não” causaria prejuízo ao sentido do texto.
IV – Os termos “Imenso” e “Minúsculo” (tiras 1 e 2, respectivamente) são adjetivos e não possuem o mesmo sentido.

A quantidade de itens certos é igual a
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Q115792 Português
Com relação às estruturas linguísticas e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – A expressão “convicção” (linha 10) pode ser substituída por certeza sem causar prejuízo de sentido ao texto.

II – Em suas três ocorrências, o termo “que” (linhas 1 e 15) é um pronome relativo com função restritiva.

III – As duas vírgulas inseridas imediatamente após “Anaxágoras” (linha 13) e “depois” (linha 13) são obrigatórias.

IV – A substituição do termo “sobretudo” (linha 20) por contanto que não acarretaria prejuízo de sentido ao texto, já que os dois termos possuem valor adversativo.

V – A oração “Heráclito deitou-se” (linha 7) denota uma ação reflexiva cujo agente da ação é também paciente.

Estão certos apenas os itens
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Q115735 Português
Em qual das sentenças abaixo, o pronome lhe(s) substitui adequadamente a expressão entre parênteses?

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Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SMF-RJ Prova: ESAF - 2010 - SMF-RJ - Agente de Fazenda |
Q115339 Português
Assinale a opção que corresponde a erro gramatical inserido no texto.

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Q115180 Português
A educação possível 

A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e escolas é mais nociva do que  
uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. 

   Educação é algo bem mais amplo do que escola. Começa em casa, onde precisam ser dadas as primeiras informações  sobre o mundo (com criança também se conversa!), noções de postura e compostura, respeito, limites. Continua na vida  pública, nem sempre um espetáculo muito edificante, na qual vemos políticos concedendo-se um bom aumento em cima  dos seus já polpudos ganhos, enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes, e artistas fazendo  propaganda de bebida num momento em que médicos, pais e responsáveis lutam com a dependência química de milhares  de jovens. Quem é público, mesmo que não queira, é modelo: artistas, líderes, autoridades. Não precisa ser hipócrita nem  bancar o santarrão, mas precisa ter consciência de que seus atos repercutem, e muito.   Mas vamos à educação nas escolas: o que é educar? Como deveria ser uma boa escola? Como se forma e se mantém  um professor eficiente, como se preparam crianças e adolescentes para este mundo competitivo onde todos têm direito de  construir sua vida e desenvolver sua personalidade?
   É bem mais simples do que todas as teorias confusas e projetos inúteis que se nos apresentam. Não sou contra  colocarem um computador em cada sala de aula neste reino das utopias, desde que, muito mais e acima disso, saibamos  ensinar aos alunos o mais elementar, que independe de computadores: nasce dos professores, seus métodos, sua  autoridade, seu entusiasmo e seus objetivos claros. A educação benevolente e frouxa que hoje predomina nas casas e  escolas prejudica mais do que uma sala de aula com teto e chão furados e livros aos frangalhos. Estudar não é brincar, é  trabalho. Para brincar temos o pátio e o bar da escola, a casa.  
  Sair do primeiro grau tendo alguma consciência de si, dos outros, da comunidade onde se vive, conseguindo contar,  ler, escrever e falar bem (não dá para esquecer isso, gente!) e com naturalidade, para se informar e expor seu pensamento,  é um objetivo fantástico. As outras matérias, incluindo as artísticas, só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar,  escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.  
   No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de  conhecimentos deve aumentar. Mas não adianta saber história ou geografia americana, africana ou chinesa sem conhecer  bem a nossa, nem falar vários idiomas se nem sequer dominamos o nosso. Quer dizer, não conseguimos nem nos colocar  como indivíduos em nosso grupo nem saber o que acontece, nem argumentar, aceitar ou recusar em nosso próprio  benefício, realizando todas as coisas que constituem o termo tão em voga e tão mal aplicado: “cidadania”.  
   O chamado terceiro grau, a universidade, incluindo conhecimentos especializados, tem seu fundamento eficaz nos  dois primeiros. Ou tudo acabará no que vemos: universitários que não sabem ler e compreender um texto simples, muito  menos escrever de forma coerente. Universitários, portanto, incapazes de ter um pensamento independente e de aprender  qualquer matéria, sem sequer saber se conduzir. Profissionais competindo por trabalho, inseguros e atordoados, logo,  frustrados.  
   Sou de uma família de professores universitários. Fui por dez anos titular de linguística em uma faculdade particular.  Meu desgosto pela profissão – que depois abandonei, embora gostasse do contato com os alunos – deveu-se em parte à  minha dificuldade de me enquadrar (ah, as chatíssimas e inócuas reuniões de departamento, o caderno de chamada, o  currículo, as notas...) e em parte ao desalento. Já nos anos 70 recebíamos na universidade jovens que mal conseguiam  articular frases coerentes, muito menos escrevê-las. Jovens que não sabiam raciocinar nem argumentar, portanto  incapazes de assimilar e discutir teorias. Não tinham cultura nem base alguma, e ainda assim faziam a faculdade, alguns  com sacrifício, deixando-me culpada quando os tinha de reprovar.  
   Em tudo isso, estamos melancolicamente atrasados. Dizem que nossa economia floresce, mas a cultura, senhores, que  inclui a educação (ou vice-versa, como queiram...), anda mirrada e murcha. Mais uma vez, corrigir isso pode ser muito  simples. Basta vontade real. Infelizmente, isso depende dos políticos, depende dos governos. Depende de cada um de nós,  que os escolhemos e sustentamos.
(>Lya Luft. Veja. 23 de maio de 2007. Adaptado)

Os termos destacados a seguir constituem elementos coesivos por retomarem termos ou ideias anteriormente registrados, EXCETO:
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Q115094 Português
Considerando os aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção correta.

I – Caso o termo “?agrada” (linha 29) fosse substituído por fragada, o sentido do texto seria preservado, já que as duas palavras são homônimas.

II – O pronome relativo “que” (linha 7) possui função restritiva.

III – A forma verbal “vê” (linha 25) pode ser substituída por enxergam, já que, neste caso, poderia concordar com “turma” (linha 25), que tem valor coletivo.

IV – Na linha 20, o termo “passageiros” não está empregado com função adjetiva, tampouco possui o sentido de efêmeros.

V – A substituição da preposição “com” (linha 6) pela preposição de não manteria a regência correta.

A sequência correta é:
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Q115045 Português
A respeito dos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – O conector “que” (linha 2) introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, já que restringe um fato expresso na oração principal.
II – O emprego proclítico do pronome átono em “não nos consideram” (linha 20) é justificado por haver a atração de uma palavra de sentido negativo.
III – A inserção de uma vírgula imediatamente após “condição” (linha 8) e “Precisamos” (linha 11) acarretaria prejuízo gramatical ao texto.
IV – A forma verbal “têm” (linha 4) recebe acento circunflexo por se encontrar no plural, mas, neste caso, poderia também receber, facultativamente, o acento agudo.

A quantidade de itens certos é igual a
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Q114947 Português
A respeito dos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta.

I – O conector “que” (linha 2) introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, já que restringe um fato expresso na oração principal.

II – O emprego proclítico do pronome átono em “não nos consideram” (linha 20) é justi?cado por haver a atração de uma palavra de sentido negativo.

III – A inserção de uma vírgula imediatamente após “condição” (linha 8) e “Precisamos” (linha 11) acarretaria prejuízo gramatical ao texto.

IV – A forma verbal “têm” (linha 4) recebe acento circunflexo por se encontrar no plural, mas, neste caso, poderia também receber, facultativamente, o acento agudo.

A quantidade de itens certos é igual a
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Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: DER-RO Prova: FUNCAB - 2010 - DER-RO - Analista de Sistemas |
Q114638 Português
Assinale a opção em que o termo grifado foi INCORRETAMENTE substituído por um pronome oblíquo.

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Q112613 Português
Alguns pronomes recuperam referentes previamente instaurados nos textos. No último parágrafo, “ele” refere-se a
Alternativas
Q112556 Português
Pronomes auxiliam na progressão argumentativa. No primeiro parágrafo do texto, o pronome “ele”, repetido várias vezes, tem um mesmo referente. Que referente é esse?
Alternativas
Q112004 Português
Quanto à classificação morfológica, está correto:
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Q111997 Português
Quanto à classe gramatical, não é correta a classificação do termo na alternativa:
Alternativas
Respostas
13741: D
13742: C
13743: E
13744: E
13745: B
13746: B
13747: C
13748: C
13749: B
13750: A
13751: A
13752: D
13753: C
13754: C
13755: B
13756: C
13757: D
13758: B
13759: B
13760: A