Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q287049 Português
O pronome se, em relação ao verbo, desempenha o mesmo papel que se verifica em “se indignar” (L. 7) em

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Q286758 Português
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Com base no texto acima, julgue os itens de 7 a 13.
A partícula “que” (L.4) poderia ser corretamente substituída por aos quais. Nesse caso, a preposição é exigida pela presença, na oração, da forma verbal “fornecem” (L.4) e o emprego do plural é obrigatório porque o pronome retoma “poderes da República” (L.3).
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Ano: 2012 Banca: FGV Órgão: PC-MA Prova: FGV - 2012 - PC-MA - Delegado de Polícia |
Q285967 Português
"No momento em que começa a existir essa transformação política e social, a compreensão da sociedade como um ambiente conflitivo, no qual os problemas da violência e da criminalidade são complexos(...)"

A presença do pronome demonstrativo essa na primeira frase desse segmento mostra que
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Q283711 Português
                                               DE FORMAÇÃO DE OPINIÃO

Não, não vou falar da moça que estava no Canadá, cujo nome não digo para não me aliar ao tam-tam dos tambores da fl oresta. O que pode nos interessar é a frase emitida pela agência que cuida da sua imagem – sim, já tem agência – dizendo que sua agenciada vai se “posicionar como a formadora de opinião que tem potencial para ser.” E qual é o potencial necessário para ser formador de opinião? No passado, a carteirinha de formador de opinião só era dada em função da sabedoria. Ouviam-se os sábios. Não havendo sábios disponíveis, ouvia-se, emitida pelos mais velhos, a voz da experiência. Um certo saber era necessário, fosse ele específi co ou generalizado. Depois, deixou de ser. Nos anos em que trabalhei em publicidade, fi z várias campanhas imobiliárias com atores. Sempre os mais famosos, os que estavam nas telas da TV. Nenhum deles entendia coisa alguma do mercado de imóveis ou sequer pediu que lhe fosse mostrada e explicada a planta dos apartamentos que estava ajudando a vender. Ainda assim, sua presença era uma garantia de sucesso. Para formar a opinião alheia não é necessário sequer ter uma opinião própria relevante. No lugar da sabedoria entrou a imagem. A imagem não é a pessoa. A imagem não precisa sequer corresponder exatamente à pessoa. A imagem é um replicante, construído, às vezes com grande técnica, a partir da pessoa. Como é, então, que acreditamos nas recomendações feitas por alguém que, em termos de gente, é o equivalente a uma bolsa Vuitton vinda do Paraguai? O mecanismo é fascinante. Se queremos uma opinião jurídica, procuramos um advogado; se queremos uma opinião de saúde, procuramos um médico; e para opinar sobre o projeto de uma ponte fazemos recurso a um engenheiro. Mas na hora de comprar um apartamento ou um carro, dois projetos de peso que empenham parte relevante do nosso orçamento, deixamos que nossa opinião seja formada por uma imagem, um quase fantasma. E seguimos o gosto de fantasmas na compra do sabonete, na preferência por uma marca, na escolha do esmalte de unhas. Não sei se Lilia Cabral já fez publicidade de massa de rejunte para azulejos ou de válvula para descarga de banheiro, sei porém que seria um sucesso, embora todos estejam cientes de que não é ela quem entende de obra e de material de construção, é Griselda, e Griselda só existe na novela e no imaginário das pessoas. Então, o que forma opinião não é sequer a imagem. É a ação da imagem sobre o imaginário. No fi m das contas, tudo se passa na nossa própria cabeça. E o que os marqueteiros fazem é estudar nossa cabeça – não uma por uma, porque isso roubaria o mercado de trabalho dos psicanalistas, mas por amostragens – para criar imagens conformes a ela e aos desejos que a habitam, imagens que aceitaremos de braços abertos, implorando por suas opiniões. E a sabedoria, onde fi ca? Se não vier em roupa de gala, se não avançar no red carpet, se não for muito alardeada antes e durante por todas as mídias sociais e nem tanto, se não estiver no Canadá, coitada!, ninguém a quererá, ninguém dirá para ela ai se eu te pego! Bem pensa Carlinhos Brown, que, no discurso para o possível Oscar, dirá às crianças que não copiem seus ídolos, porque “o conhecimento não está nos ídolos. Ídolo cuida de sua carreira (...). Escutem seus pais!”. Marina Colasanti, (Estado de Minas, 09/02/2012)
O termo destacado está adequadamente substituído por um pronome oblíquo em:
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Q282899 Português
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Com base na leitura do texto acima, julgue os itens seguintes.
De acordo com a organização das informações do texto, na linha 2, o pronome “seus”, empregado como recurso de coesão, refere-se ao antecedente “patrimônio”.
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Q282143 Português
De acordo com a norma-padrão, o exemplo do Texto I em que a substituição do termo destacado por um pronome pessoal resultaria em um caso de próclise obrigatória é:

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Q281998 Português
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Com base nas informações e nas estruturas linguísticas do texto,
julgue os próximos itens.
Ao se substituir “onde” (L.9) por quando, muda-se a referência de lugar para a referência à situação, à ocasião, preservando-se a correção gramatical do período.
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Q281996 Português
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Com base nas informações e nas estruturas linguísticas do texto,
julgue os próximos itens.
Pelos sentidos do texto, depreende-se que o pronome “sua” (L.5) retoma, por coesão, o antecedente “dos produtos” (L.4).
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Q281980 Português
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Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
itens de 1 a 7.
Em “por lhe ter rejeitado” (L.1-2), o pronome “lhe” corresponde à expressão a ele.
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Q281935 Português
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Julgue os itens seguintes, relativos ao texto acima.
A expressão pronominal “em que” (L.8) poderia ser substituída corretamente pelo pronome cuja.
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Q281934 Português
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Julgue os itens seguintes, relativos ao texto acima.
O pronome que inicia o segundo parágrafo refere-se às ideias expressas em todo o parágrafo que o antecede.
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Q281392 Português
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Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
itens de 1 a 9.
A colocação pronominal no português do Brasil é variável, por isso, em “quase se não pode extratar nada” (L.21-22), estaria gramaticalmente correta qualquer uma destas opções: quase não se pode extratar nada ou quase não pode-se extratar nada.
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Q281389 Português
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Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto, julgue os
itens de 1 a 9.
Por terem como referente a palavra “concidadãos” (L.1), os pronomes empregados em “pedindo-lhes” (L.1) e “dispensando-os” (L.3) poderiam ser intercambiados, sem prejuízo para os sentidos e a correção gramatical do texto.
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Q281344 Português
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 10.

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Assinale a alternativa em que a expressão em destaque pode ser substituída pelo pronome “lhe", como na frase: “Quando encontrei Ricardo, não lhe disse que alguém lhe telefonara".
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Q280975 Português
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Com base no texto acima, julgue o item a seguir.
A correção gramatical do período ficaria prejudicada caso se substituísse o termo “aquela” (L.24) por a.
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Q280722 Português
Assinale a opção incorreta em relação ao uso das estruturas linguísticas do texto.

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Q280719 Português
Assinale a opção que preenche as lacunas do texto a seguir de maneira gramaticalmente correta.

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Q279966 Português
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Com relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima,
julgue os próximos itens.
O pronome “essa” (L.10) está empregado em referência à informação “queda de 2,13%” (L.9).
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Q279372 Português

                             

Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o  item  subsecutivo.

A oração “que a metrópole deixasse de ser tão centralizadora em suas políticas” (L.10-11) exerce a função de complemento direto da forma verbal “esperava” (L.10).

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Q278066 Português
                                             A vida de um homem normal

Uma noite, voltando de metrô para casa, como fazia cinco vezes por semana, onze meses por ano, ele ouviu uma voz. Estava exausto, com o nó da gravata frouxo no pescoço, o colarinho desabotoado, a cabeça jogada para trás, o walkman a todo o volume e os fones enterrados nos ouvidos. De repente, antes mesmo de poder perceber a interrupção, a música que vinha ouvindo cessou sem explicações e, ao cabo de um breve silêncio, no lugar dela surgiu uma voz que ele não sabia nem como, nem de quem, nem de onde. Ergueu a cabeça. Olhou para os lados, para os outros passageiros. Mas era só ele que a ouvia. Falava aos seus ouvidos. Recompôs-se. A voz lhe disse umas tantas coisas, que ele ouviu com atenção, que era justamente o que ela pedia. Poderia ter cutucado o vizinho de banco. Poderia ter saído do metrô e corrido até em casa para anunciar o fato extraordinário que acabara de acontecer. Poderia ter sido tomado por louco e internado num hospício. Poderia ter passado o resto da vida sob o efeito de tranquilizantes. Poderia ter perdido o emprego e os amigos. Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera. Poderia não ter tido os filhos e os netos que acabou tendo. Poderia ter fundado uma seita. Poderia ter feito uma guerra. Poderia ter arregimentado seus seguidores entre os mais simples, os mais fracos e os mais idiotas. Poderia ter sido perseguido. Poderia ter sido preso. Poderia ter sido assassinado, crucificado, martirizado. Poderia vir a ser lembrado séculos depois, como líder, profeta ou fanático. Tudo por causa da voz. Mas entre os mandamentos que ela lhe anunciou naquela primeira noite em que voltava de metrô para casa, e que lhe repetiu ao longo de mais cinquenta e tantos anos em que voltou de metrô para casa, o mais peculiar foi que não a mencionasse a ninguém, em hipótese alguma. E, como ele a ouvia com atenção, ao longo desses cinquenta e tantos anos nunca disse nada a ninguém, nem à própria mulher quando chegou em casa da primeira vez, muito menos aos filhos quando chegaram à idade de saber as verdades do mundo. Acatou o que lhe dizia a voz. Continuou a ouvi-la todos os dias, sempre com atenção, mas para os outros era como se nunca a tivesse ouvido, que era o que ela lhe pedia. Morreu cinquenta e tantos anos depois de tê-la ouvido pela primeira vez, sem que ninguém nunca tenha sabido que a ouvia, e foi enterrado pelos filhos e netos, que choraram em torno do túmulo a morte de um homem normal. CARVALHO, Bernardo. A vida de um homem normal. In: Boa companhia: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 11-12.
O emprego do pronome lhe respeita algumas regras sintáticas, conforme ocorreu no trecho abaixo, retirado do Texto I. “Poderia ter vivido à margem, isolado, abandonado pela família, tentando convencer o mundo do que a voz lhe dissera." (L. 22-24)
O pronome lhe está também empregado de acordo com a norma-padrão no seguinte período:
Alternativas
Respostas
13121: E
13122: E
13123: B
13124: D
13125: E
13126: D
13127: C
13128: C
13129: C
13130: E
13131: C
13132: E
13133: E
13134: E
13135: E
13136: E
13137: D
13138: C
13139: E
13140: C