Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Um século de cinema*
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto XII, julgue (C ou E) o item seguinte.
Ainda considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto XI, julgue (C ou E) o item que se segue.
Nas expressões “seu preconceito” (l.45) e “seu
sarcasmo” (l. 45 e 46), o pronome possessivo remete a
referentes distintos.
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto XI, julgue (C ou E) o item a seguir.
Na frase “o arrastar na sombra denunciava-lhe prestígio
negativo” (l. 7 e 8), a substituição do pronome oblíquo “lhe”
por a ela prejudicaria a correção gramatical do texto.
Com relação aos aspectos linguísticos do texto X, julgue (C ou E) o item a seguir.
A locução pronominal “cada um” (l.7) poderia ser substituída
por cada uma, sem prejuízo para a correção gramatical e para
a coerência do texto, desde que “padronizados” e
“universalizados” (l.9) fossem flexionados no gênero feminino.
Com relação aos aspectos linguísticos do texto VII, julgue (C ou E) o item seguinte.
Na variedade culta da língua portuguesa falada ou escrita no
Brasil, além da ocorrência de expressões como “podem
assinalar-se” (l.1), em que o pronome aparece em ênclise à
forma verbal infinitiva, verifica-se a ocorrência de próclise a
essa forma verbal — podem se assinalar —, ambas
consideradas corretas pela gramática.

Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que segue.
Depreende-se dos sentidos do texto que o vocábulo “naquela” (ℓ.12) refere-se a “América” (ℓ.9).

Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que segue.
A correção gramatical do texto seria mantida caso fosse
suprimido o vocábulo “esta” no trecho “que da África
continuamente estão passando a esta América” (ℓ. 3 e 4),
embora o sentido desse trecho fosse alterado.

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item a seguir.
A substituição do vocábulo “daí” (ℓ.4) por donde manteria a
coesão e a correção gramatical do texto.
Texto CB2A1BBB

Com relação aos aspectos linguísticos do texto CB2A1BBB, julgue o próximo item.
Sem prejuízo da correção gramatical do texto, o termo “em
que” (ℓ.18) poderia ser substituído por na qual.
Nesses dois segmentos do texto vemos duas formas diferentes do mesmo pronome pessoal; assinale a opção em que a forma do pronome pessoal empregada está incorreta.
Texto 1.
Dado Preocupante
No primeiro semestre deste ano, 80 mil alunos deixaram de ingressar em faculdades particulares de todo o país, o que representa uma queda de 5% em relação ao mesmo período de 2017. Desde 2015, a fuga de ingressantes é de 20%. Juntos, Rio, Minas e Espírito Santo tiveram redução de 25,7% no número de calouros. O levantamento foi feito pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp) com 99 instituições. Desemprego, queda de renda, crise econômica, redução dos programas de financiamento estudantil são as razões apontadas pelo Semesp para a diminuição de matrículas. No Rio, a violência agrava o problema, porque desestimula quem estuda à noite.
(adaptado)
O Globo, 24/07/2018
“No primeiro semestre deste ano, 80 mil alunos deixaram de ingressar em faculdades particulares de todo o país...”
Assinale a opção em que o emprego do pronome demonstrativo sublinhado tem o mesmo valor do apresentado no segmento inicial.
Curamo-nos conjuntamente. (ℓ. 47)
Nesse trecho, há a ocorrência de um ênclise.
A justificativa que NÃO corresponde a essa colocação pronominal, de um modo geral, ocorre com o verbo no
Sabedoria de Sêneca
Entre as tantas reflexões sábias que o filósofo estoico Sêneca nos deixou encontra-se esta: “Deve-se misturar e alternar a solidão e a comunicação. Aquela nos incutirá o desejo do convívio social, esta, o desejo de nós mesmos; e uma será o remédio da outra: a solidão curará nossa aversão à multidão, a multidão, nosso tédio à solidão”. É uma proposta admirável de equilíbrio, válida tanto para o século I, na pujança do Império Romano em que Sêneca viveu, como para o nosso, em que precisamos viver. É próprio, aliás, dos grandes pensadores, formular verdades que não envelhecem.
Nesse seu preciso aconselhamento, Sêneca encontra a possibilidade de harmonização entre duas necessidades opostas e aparentemente inconciliáveis. O decidido amor à solidão ou a necessidade ingente de convívio com os outros excluem-se, a princípio, e marcariam personalidades radicalmente distintas. Mas Sêneca sabe que ambas podem ser insatisfatórias em si mesmas: a natureza humana comporta impulsos contraditórios. Por isso está no sistema filosófico dos estoicos a noção de equilíbrio como princípio inescapável para o que consideram, como o melhor dos nossos destinos, a “tranquilidade da alma”.
Esse equilíbrio supõe aceitarmos as tensões polarizadas de nossa natureza dividida e aproveitar de cada polaridade o que ela tenha de melhor: a solidão nos impulsiona para o reconhecimento de nós mesmos, para a nossa identidade íntima, para a diferença que nos identifica entre todos; a companhia nos faz reconhecer a identidade do outro, movida pela mesma força que constitui a nossa. Sêneca, ao reconhecer que somos unos em nós mesmos, lembra que essa mesma instância de unidade está em todos nós, e tem um nome: humanidade.
(Altino Sampaio, inédito)
Tratando do estado de solidão ou da necessidade de convívio, Sêneca vê no estado de solidão uma contrapartida da necessidade de convívio, assim como vê na necessidade de convívio uma abertura para encontrar satisfação no estado de solidão.
Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo-se os elementos grifados, na ordem dada, por:






