Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Q1773443 Português
No período “ Agarraram-no, para que fosse conduzido à casa.”, o pronome átono encontra-se, em relação ao verbo:
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Q1769647 Português
Leia com atenção: “Ela ficou com o terceiro lugar.” O item destacado na frase acima é:
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Q1769349 Português

INSTRUÇÂO: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO



Analise o trecho retirado do Texto. “Tudo por causa da abdominoplastia que ela fez há cinco anos, quando não pensava em ter mais um bebê.” (linhas 7 a 9) Na frase a partícula “que” destacada assume a função morfológica de:
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Q1766248 Português

População está envelhecendo? Imigrantes podem ser a solução, segundo o FMI

Luiz Felipe de Alencastro



Disponível em https://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/luiz-felipe-alencastro/2018/04/11/fmi-faz-alerta-sobreenvelhecimento-populacional-e-imigracao.htm Acessado em 25/08/2018 

A palavra grifada NÃO é pronome em
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Q1762722 Português
O pronome de tratamento usado para dirigir-se a reitores de universidades é:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2018 - UFMG - Auxiliar Administrativo |
Q1762007 Português

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao Texto , a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO

   Quem passou por alguma praia recentemente talvez tenha se deparado com um fenômeno comum, mesmo nas regiões mais remotas do litoral brasileiro: o lixo. Em uma caminhada de uns dez minutos que fiz no litoral de Santa Catarina no começo de janeiro, por exemplo, encontrei garrafas pet, latinhas de cerveja e de energéticos, canudinhos, plásticos de picolé. Fui recolhendo o que achei até que, sozinha, eu não tinha mais braços suficientes para tanto lixo acumulado.

   O problema é que quando a maré sobe, ou quando chove, tudo aquilo que se acumula na areia vai para o mar – e causa um estrago danado. Já há, inclusive, estudos que mostram que até 2050 os Oceanos terão mais plásticos do que peixes.

   Por que as pessoas jogam lixo na praia? Fiz essa pergunta alto para quem estava lá comigo entre latinhas e pacotes de batata frita e tive como resposta o mesmo que você deve ter pensado: “as pessoas não têm educação”. Ok. Então vamos entender o que isso significa.

   “Não ter educação” e, por causa disso, jogar lixo na praia, na rua e nos espaços públicos, pode ser entendido como falta de conhecimento. Não aprendi algo, por isso tenho uma determinada atitude por desconhecimento dos impactos do que eu faço. As pessoas, em tese, não saberiam que aquele lixo plástico jogado na areia inevitavelmente vai parar no mar. Tampouco saberiam que o peixe pode ingerir esse plástico, então você “come o plástico” simplesmente porque come o peixe. É a ideia de “cadeia alimentar”, que aparece na escola no ensino fundamental e pode ser tema até de vestibular. Não me parece, no entanto, que o lixo naquela praia seja um caso de falta de conhecimento. Chuto dizer que a maioria das pessoas que estava lá em Santa Catarina – e que jogou latinha de cerveja por onde passou – tinha passado pelas aulas de biologia da escola. Aquelas pessoas provavelmente tinham diploma de ensino superior – ou até alguma pós-graduação. Cruzei com gente opinando sobre política e ostentando um português elegante – ou falando outras línguas, como espanhol e alemão.

   O problema pode estar no formato da nossa educação. Aprendemos conceitos importantes de maneira muito teórica e temos aulas expositivas focadas em livros didáticos com pouca experimentação. Pode ser que aquelas pessoas da praia tenham conhecimento ambiental, mas não internalizaram os conceitos aprendidos. Trocando em miúdos: quem joga uma sacola plástica na areia da praia pode até acertar uma questão do Enem sobre poluição ou cadeia alimentar, por exemplo, mas talvez não compreenda completamente que aquele seu próprio lixo interfere no ecossistema do qual faz parte.

    Mais: pessoas altamente instruídas no Brasil podem ter baixíssima noção de cidadania, do que é ser cidadão, de regras de divisão de espaços públicos. Talvez porque estejam viciadas pelos hábitos de gerações anteriores, que jogavam lixo na praia, as pessoas seguem fazendo o mesmo. Ou então aquelas pessoas estão mais acostumadas a ambientes privados e controlados, e acreditam que sempre haverá alguém para limpar o rastro que se deixa por aí.

   Aqui, vamos das aulas de ciências à sociologia. Será que estamos discutindo o suficiente, na escola, sobre a formação sociocultural brasileira, que é impregnada pela ideia de “ser servido”? E debatemos o quanto isso afeta, inclusive, o nosso próprio ecossistema?


RIGHETTI, Sabine. Disponível em:

<http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2018/01/31/lixo-na-praiamostra-que-precisamos-muito-mais-do-que-educacao/>. Acesso em: 1 fev. 2018.

Em relação à construção linguística do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: UFMG Órgão: UFMG Prova: UFMG - 2018 - UFMG - Auxiliar Administrativo |
Q1762006 Português

INSTRUÇÃO: A questão refere-se ao Texto , a seguir. Leia-o com atenção, antes de respondê-la.


TEXTO

   Quem passou por alguma praia recentemente talvez tenha se deparado com um fenômeno comum, mesmo nas regiões mais remotas do litoral brasileiro: o lixo. Em uma caminhada de uns dez minutos que fiz no litoral de Santa Catarina no começo de janeiro, por exemplo, encontrei garrafas pet, latinhas de cerveja e de energéticos, canudinhos, plásticos de picolé. Fui recolhendo o que achei até que, sozinha, eu não tinha mais braços suficientes para tanto lixo acumulado.

   O problema é que quando a maré sobe, ou quando chove, tudo aquilo que se acumula na areia vai para o mar – e causa um estrago danado. Já há, inclusive, estudos que mostram que até 2050 os Oceanos terão mais plásticos do que peixes.

   Por que as pessoas jogam lixo na praia? Fiz essa pergunta alto para quem estava lá comigo entre latinhas e pacotes de batata frita e tive como resposta o mesmo que você deve ter pensado: “as pessoas não têm educação”. Ok. Então vamos entender o que isso significa.

   “Não ter educação” e, por causa disso, jogar lixo na praia, na rua e nos espaços públicos, pode ser entendido como falta de conhecimento. Não aprendi algo, por isso tenho uma determinada atitude por desconhecimento dos impactos do que eu faço. As pessoas, em tese, não saberiam que aquele lixo plástico jogado na areia inevitavelmente vai parar no mar. Tampouco saberiam que o peixe pode ingerir esse plástico, então você “come o plástico” simplesmente porque come o peixe. É a ideia de “cadeia alimentar”, que aparece na escola no ensino fundamental e pode ser tema até de vestibular. Não me parece, no entanto, que o lixo naquela praia seja um caso de falta de conhecimento. Chuto dizer que a maioria das pessoas que estava lá em Santa Catarina – e que jogou latinha de cerveja por onde passou – tinha passado pelas aulas de biologia da escola. Aquelas pessoas provavelmente tinham diploma de ensino superior – ou até alguma pós-graduação. Cruzei com gente opinando sobre política e ostentando um português elegante – ou falando outras línguas, como espanhol e alemão.

   O problema pode estar no formato da nossa educação. Aprendemos conceitos importantes de maneira muito teórica e temos aulas expositivas focadas em livros didáticos com pouca experimentação. Pode ser que aquelas pessoas da praia tenham conhecimento ambiental, mas não internalizaram os conceitos aprendidos. Trocando em miúdos: quem joga uma sacola plástica na areia da praia pode até acertar uma questão do Enem sobre poluição ou cadeia alimentar, por exemplo, mas talvez não compreenda completamente que aquele seu próprio lixo interfere no ecossistema do qual faz parte.

    Mais: pessoas altamente instruídas no Brasil podem ter baixíssima noção de cidadania, do que é ser cidadão, de regras de divisão de espaços públicos. Talvez porque estejam viciadas pelos hábitos de gerações anteriores, que jogavam lixo na praia, as pessoas seguem fazendo o mesmo. Ou então aquelas pessoas estão mais acostumadas a ambientes privados e controlados, e acreditam que sempre haverá alguém para limpar o rastro que se deixa por aí.

   Aqui, vamos das aulas de ciências à sociologia. Será que estamos discutindo o suficiente, na escola, sobre a formação sociocultural brasileira, que é impregnada pela ideia de “ser servido”? E debatemos o quanto isso afeta, inclusive, o nosso próprio ecossistema?


RIGHETTI, Sabine. Disponível em:

<http://abecedario.blogfolha.uol.com.br/2018/01/31/lixo-na-praiamostra-que-precisamos-muito-mais-do-que-educacao/>. Acesso em: 1 fev. 2018.

No trecho: “Então vamos entender o que isso significa”, o termo em destaque refere-se
Alternativas
Q1761305 Português

TEXTO I

Solitude: o lado bom da solidão


    Para alguns, sinônimo de tristeza, para outros apenas uma opção de vida. Os seres humanos são animais sociais por natureza, uma vez que, desde os primeiros instantes de vida, já são naturalmente instruídos ao contato e interação com os demais. Muitos julgam a solidão como algo ruim, como ter uma grande decepção amorosa, por exemplo, mas nem sempre ela precisa ser caracterizada como negativa.

    A solidão pode ajudar a amadurecer, fazendo com que as pessoas possam ter calma e maturidade para resolver problemas que surjam. Quem age assim tem grande probabilidade de conhecer a raiz da situação e solucionar adversidades com os próprios meios, sem depender de ninguém para isso, tornando-se uma pessoa mais independente, emocionalmente forte e com uma maior autoestima.

    SOLITUDE

    Estar só nem sempre é uma forma triste de viver: pode ser uma escolha positiva de vida. Os que optam por momentos assim vivem o que é conhecido como solitude, caracterizada quando a pessoa considera-se a melhor companhia de si mesma. O recolhimento em si potencializa o conhecimento da autoessência e potencializa a solução de problemas.

    Segundo o psicólogo Domingos Sávio Rodrigues, essa forma de vida é adotada por opção e pelo desejo de se entender com as próprias situações. "Isso [a solitude] é uma atitude adotada pela modernidade. É o ato de se sentir bem consigo mesmo sem ter a necessidade de precisar de outras pessoas para dividir os problemas ou a felicidade. É um meio de sobrevivência em que o indivíduo acaba se conhecendo mais e se preparando para os problemas colocados pela vida", explica o profissional.

    Na solitude deseja-se entender, de alma aberta, o que afeta e faz falta. Ainda segundo Rodrigues, a solitude torna o ser humano mais cuidadoso com a própria vida e a leveza, alcançada por meio dela, faz com que as pessoas sintam-se melhores para entender a voz da alma.

http://www20.opovo.com.br/app/revistas/saude/2017/06/13/notrsaude,3680675/solitude-o-lado-  bom-da-solidao.shtml. 

Com relação às regras de colocação pronominal do padrão culto da Língua Portuguesa, sabe-se que o pronome oblíquo “SE”, na frase “...sem depender de ninguém para isso, tornando-se uma pessoa mais independente...,”, está nessa posição porque: 
Alternativas
Q1758945 Português

O texto abaixo servirá de subsídio para a questão.


E o seu nível de corrupção, como vai?


Millôr Fernandes


    Dizem por ai que todo homem tem seu preço. Há quem vá mais longe afirmando que alguns homens são vendidos a preço de banana. Sempre esperei, na vida, o dia da Grande Corrupção, e confesso, decepcionado, que ele nunca veio. A mim só me oferecem causas meritórias, oportunidades de sacrifício, salvações da Pátria ou pura e frontalmente a hedionda tarefa de lutar contra a corrupção. Enquanto eu procuro desesperadamente uma oportunidade, as pessoas e entidades agem comigo de tal forma que às vezes chego a duvidar de que a corrupção exista. Mas, falar em corrupção, como anda a sua? Vendendo saúde ou combalida e atrofiada como a minha? (...)

Pronomes são palavras que acompanham os substantivos, podendo substituí-los (direta ou indiretamente), retomá-los ou se referir a eles. Alguns exemplos de tipos de pronome são: pessoais, possessivos, demonstrativos, interrogativos, relativos e indefinidos. Um exemplo disso pode ser observado na oração a seguir. Observe: “Enquanto eu procuro desesperadamente uma oportunidade, as pessoas e entidades agem comigo de tal forma que às vezes chego a duvidar de que a corrupção exista.”


Assinale a alternativa na qual a palavra em destaque não pode ser classificada como um pronome:

Alternativas
Q1757245 Português
O emprego do pronome “me” em “Me passa o link...”
Alternativas
Q1757244 Português
No trecho “Isso é besteira”, o termo destacado é
Alternativas
Q1757178 Português

INSTRUÇÃO: Leia este cartum (Texto 2) para responder à questão.



Considerando a classe gramatical das palavras da fala no cartum (Texto 2), assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1754750 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê- las.

TEXTO


“Um em cada cinco moradores das capitais brasileiras é obeso, aponta pesquisa do Ministério da Saúde.” (Título do Texto). Em relação às classes gramaticais das palavras do trecho retirado do Texto, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1754749 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê- las.

TEXTO


A língua portuguesa apresenta a faculdade de contrair determinadas classes de palavras em um único termo. Assim, o termo “do” (linha 8) é composto pela contração de:

Alternativas
Q1753806 Português
INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao TEXTO a seguir. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO

“Muitos pais se desesperam com seus filhos adolescentes que passam o dia...” (linhas 1 e 2).
É correto afirmar que a partícula “que” destacada possui função morfológica de:
Alternativas
Q1753720 Português

INSTRUÇÃO: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê- la.


Sobre a regência verbal, concordância e colocação pronominal, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1753407 Português

INSTRUÇÃO: A questão dizem respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê- las.


“Autoridades de saúde disseram que esquilos que vivem perto da casa da criança no condado de Elmore...” (linhas 11 a 13). É correto afirmar que as partículas “que” destacadas possuem função morfológica, respectivamente, de:

Alternativas
Q1753404 Português

INSTRUÇÃO: A questão dizem respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê- las.


Assinale a alternativa em que a alteração sugerida de substituição de termo não acarreta erro gramatical ou que corrige erro existente no Texto:

Alternativas
Q1752865 Português
Instrução: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO


“Antibióticos, por outro lado, são pouco recomendados contra tosse – simplesmente porque, na maioria dos casos, eles não ajudam a combater os sintomas." (linhas 4 a 7). Analisando o termo destacado, pode-se afirmar que na frase exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1752863 Português
Instrução: A questão diz respeito ao TEXTO. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

TEXTO


Analise as afirmativas abaixo relativas ao Texto.


I - A partícula “que” (linha 11) exerce função morfológica de pronome relativo no contexto em que está inserida;

II - A partícula “que” (linha 22) exerce função morfológica de conjunção integrante no contexto em que está inserida;

III - A forma verbal “explica” (linha 21) encontra-se no mesmo tempo e modo do verbo sublinhado na oração a seguir: “Naquela manhã, ela permaneceu calada.”.

Alternativas
Respostas
8761: A
8762: B
8763: B
8764: D
8765: B
8766: A
8767: C
8768: A
8769: A
8770: B
8771: C
8772: B
8773: A
8774: B
8775: B
8776: D
8777: A
8778: D
8779: D
8780: C