Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Ano: 2018 Banca: CIEE Órgão: TJ-DFT Prova: CIEE - 2018 - TJ-DFT - Estágio - Nível Médio |
Q1318791 Português
Em “Ilumine-se o campo para o futebol na aldeia”, a palavra sublinhada classifica-se, morfologicamente, como:
Alternativas
Q1312946 Português

Quanto ao uso do pronome relativo, coloque C (certo) ou E (errado) nos itens e assinale a alternativa correta:


( ) O pronome relativo que retoma substantivos que designam pessoas, objetos, lugares e períodos de tempo.

( ) O pronome relativo o qual (e flexões) tem a mesma função de que, mas é usado, em geral, para evitar ambiguidades.

( ) O pronome relativo quem retoma substantivos que se referem a pessoas, é antecedido por preposição.

( ) O pronome relativo onde retoma substantivos que se referem a lugares.

( ) O pronome relativo cujo (e flexões) retoma substantivos relativos a pessoas ou objetos, estabelecendo relação de posse. 

Alternativas
Q1312943 Português

Leia o texto seguinte para responder à próxima questão.


Eu sei que vou te amar. (Tom Jobim e Vinícius de Moraes)


Eu sei que vou te amar

Por toda a minha vida eu vou te amar

Em cada despedida eu vou te amar

Desesperadamente, eu sei que vou te amar

E cada verso meu será

Pra te dizer que eu sei que vou te amar

Por toda minha vida.


Eu sei que vou chorar

A cada ausência tua eu vou chorar

Mas cada volta tua há de apagar

O que esta ausência tua me causou.

Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver

À espera de viver ao lado teu

Por toda a minha vida.

Quanto à canção, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1310329 Português
Assinale a opção em que há a correta identificação do pronome destacado no exemplo e o seu referente.
Alternativas
Q1309485 Português

“É difícil ser adolescente: para uns sou criança, para outros sou adulto, pouco me veem como realmente sou.”

Os pronomes indefinidos na frase acima são:

Alternativas
Q1309483 Português
São pronomes demonstrativos invariáveis:
Alternativas
Q1306242 Português

Analise os Cartuns abaixo para responder a questão.



A respeito do Cartum 1, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1306238 Português
Leia o texto e responda a questão.

A MÁQUINA DO MUNDO - CARLOS DRUMMOND DE
ANDRADE

E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,

assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,

a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de

teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,

olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,

essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo

se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo."

As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge

distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos

e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber

no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,

e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:

e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,

tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.

Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,

a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;

como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face

que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,

passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes

em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,

baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.

A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,

se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.

Referência Bibliográfica:
ANDRADE, Carlos Drummond. Claro Enigma. 13ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1998.
A respeito das ideias presente no poema de Carlos Drummond de Andrade, assinale V para Verdadeiro e F para Falso. “(...) Abriu-se em calma pura, e convidando quantos sentidos e intuições restavam a quem de os ter usado os já perdera
e nem desejaria recobrá-los, se em vão e para sempre repetimos os mesmos sem roteiro tristes périplos,
convidando-os a todos, em coorte, a se aplicarem sobre o pasto inédito da natureza mítica das coisas…” I - ( ) - Na palavra Abriu-se o termo se é um pronome. II - ( ) - Quando o poeta diz “(...) a quem de os ter usado os perdera...”, a palavra em destaque está conjugada no tempo verbal do Pretérito Mais-Que-Perfeito. III - ( ) - Na passagem ―(...) a se aplicarem sobre o pasto inédito...” a palavra em destaque é um artigo. IV - ( ) - Na passagem ―(...) quantos sentidos e intuições restavam...” a palavra em destaque está conjugada no tempo verbal do Pretérito Perfeito.
Alternativas
Q1306039 Português
INSTRUÇÃO: O texto abaixo compõe a parte escrita de uma propaganda do evento Rock in Rio 2017. Leia-o para responder à questão.

A música tem gênero.
Mas não se importa
com o gênero de ninguém.
A música não escolhe
quem escuta pela cor da pele.
Nem pelo corte de cabelo.
A música fala todas as línguas.
A música não julga.
Não condena. A música acolhe.
A música aceita.
Se você parar para ver,
a música é tudo o que
o mundo deveria ser.

O que o mundo separa
a música aproxima.

(Revista Veja, ed. 2549.)  
A respeito da construção dos sentidos da propaganda, analise as afirmativas.
I - Em Se você parar para ver, o pronome de tratamento remete a um leitor específico, não a qualquer leitor da propaganda. II - A frase final constitui a síntese das ideias apresentadas ao longo do texto: a função benéfica da música contrapondo-se ao que o mundo faz de não benéfico. III - O trecho A música fala todas as línguas. refere-se ao quanto a música atinge em todo o mundo, em qualquer língua em que é composta. IV - A predominância dos verbos no presente do indicativo indica que as ações atribuídas à música têm caráter habitual e aspecto durativo, de permanência.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1306035 Português
A família pode fazer muito pelos filhos: educá-los para que respeitem as diferenças, para que sejam honestos e justos, para que sejam virtuosos, respeitosos, solidários e muito mais. Entretanto, o grupo familiar deve ter conhecimento de seus limites. Mais do que nunca, hoje vale muito o provérbio africano “É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança”, não é mesmo? E a nossa grande aldeia global não caminha lá muito bem. Por isso, é necessário dialogar com os filhos a respeito de tudo o que eles aprendem, observam, testemunham fora de casa. [...] A educação que damos aos filhos é a melhor herança que podemos deixar-lhes, mas não é vacina contra nada. (SAYÃO, R. Revista Veja, ed. 2546. Adaptado.)
Sobre os recursos linguísticos usados para a construção da coesão do texto, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q1305996 Português
Sobre os recursos expressivos utilizados no texto, analise as afirmativas.
I - Os termos metade, primeiro e segundo (linhas 1 e 2) são exemplos de numerais. II - O pronome essa (linha 5) refere-se ao levantamento realizado pelo IBGE. III - Em É fundamental orientar os mais novos (linhas 9), o termo novos exerce a função de substantivo nesse contexto. IV - São exemplos de adjetivos: alcoólica (linha 2), recente (linha 2), adolescentes (linha 4) e internacionais (linha 5).
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q1305422 Português

Cem cruzeiros a mais

Fernando Sabino


Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado cem cruzeiros e mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.

Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:

– Tenham paciência, mas está na hora do meu café. Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior – não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar-se o expediente.

No dia seguinte era o primeiro da fila:

– Olha aqui: o senhor ontem me deu cem cruzeiros a mais.

– Eu?

Só então reparou que o funcionário era outro.

– Seu colega, então. Um de bigodinho.

– O Mafra.

– Se o nome dele é Mafra, não sei dizer.

– Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos

eu e o Mafra. Não fui eu. Logo…

Ele coçou a cabeça, aborrecido:

– Está bem, foi o Mafra. E daí?

O funcionário lhe explicou com toda urbanidade que não podia responder pela distração do Mafra:

– Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!

O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou, indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria. 

– O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.

– Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem cruzeiros a mais.

Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então?

Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil cruzeiros a troco de quê?

– Mil não: cem. A troco de devolução.

– Troco de devolução. Entenda-se.

– Pois devolvo e acabou-se.

– Só com o chefe. O próximo!

O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-se que deveria redigir um ofício historiando o fato e devolvendo o dinheiro.

– Já que o senhor faz tanta questão de devolver.

– Questão absoluta.

– Louvo o seu escrúpulo.

– Mas o nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – suspirou ele.

– Quem disse isso?

– Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria, parece.

– O Araújo. Ele disse isso, é? Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!

– Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.

– Impossível: tem de dar entrada no protocolo.

Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.

No trecho: “...fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.” Considerando as classes de palavras e o contexto, o termo “a” (atirou-a) é um/uma:
Alternativas
Q1304352 Português

O Orgulho e a Vaidade

O orgulho é a consciência (certa ou errada) do nosso próprio mérito; a vaidade, a consciência (certa ou errada) da evidência do nosso próprio mérito para os outros. Um homem pode ser orgulhoso sem ser vaidoso, pode ser ambas as coisas, vaidoso e orgulhoso, pode ser — pois tal é a natureza humana — vaidoso sem ser orgulhoso. É difícil à primeira vista compreender como podemos ter consciência da evidência do nosso mérito para os outros, sem a consciência do nosso próprio mérito. Se a natureza humana fosse racional, não haveria explicação alguma. Contudo, o homem vive a princípio uma vida exterior, e mais tarde uma interior; a noção de efeito precede, na evolução da mente, a noção de causa interior desse mesmo efeito. O homem prefere ser exaltado por aquilo que não é, a ser tido em menor conta por aquilo que é. É a vaidade em ação.

Fernando Pessoa, in “Da Literatura Europeia”

Analise as afirmativas abaixo:


1. Para pluralizar os substantivos no grau diminutivo, terminados em –zinho, coloca-se a palavra primitiva no plural, retira-se o “s” dessa palavra e acrescenta-se o sufixo diminutivo seguido de “s”. As palavras “mulherezinhas” e “coronelzinhos” são corretos exemplos dessa regra.


2. Estão corretos os seguintes plurais dos substantivos compostos: “guarda-roupas; guardas- -civis; sambas-enredo”.


3. Estão corretos os plurais das seguintes expressões: “blusas azul-marinho; lentes côncavo- -convexas; meninos surdos-mudos”.


4. Está correta a seguinte frase: “Ente mim e ti não há qualquer divergência”.


5. Quanto ao emprego dos pronomes de tratamento, pode-se dizer que esta frase está correta, se dirigida a um vereador de sua cidade: “Vossa Senhoria podeis dar vosso parecer sem qualquer inconveniente”.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1300604 Português

Leia a tirinha.

Imagem associada para resolução da questão

Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ).

( ) O termo “na mediocridade”, no primeiro quadrinho completa o sentido do verbo “cair”.

( ) Na frase “A ciência me chama”, a palavra “me” é pronome pessoal e tem, neste contexto, a função de sujeito.

( ) Em “vou comprar uma máquina de tricô”, o sujeito está subentendido.

( ) A frase “quando eu crescer” infere uma ideia de tempo.

( ) A expressão de Mafalda no segundo quadrinho deve-se ao fato de ela perceber que seu amigo sabe utilizar de forma consistente os recursos da Internet.


Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q1299749 Português
Assinale a frase correta quanto ao uso dos pronomes de tratamento e da crase.
Alternativas
Q1294817 Português

assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que se apresentam.

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Alternativas
Q1294816 Português

assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que se apresentam.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1294344 Português
Sobre o uso das conjunções, das locuções conjuntivas e dos pronomes relativos, analise as assertivas que seguem:

I. Na linha 08, visto que introduz uma oração adverbial causal, exprimindo causa, motivo, razão; no contexto, uma vez que poderia substituir essa locução adequadamente.
II. Tanto na linha 10 quanto na 13 evidenciam-se conjunções integrantes.
III. Na linha 26, em nas quais, o pronome relativo faz referência à informação que o precede.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1293119 Português
Texto para a questão.

     Língua  é  produto  do  meio  social  e,  uma  vez  constituída,  tem  um  papel  ativo  no  processo  de  conhecimento e comportamento do homem. A língua não é  uma  nomenclatura,  que  se  sobrepõe  a  uma  realidade   pré‐categorizada, ela é que classifica a  realidade. Tomemos  um exemplo: em português, chama‐se de posse a investidura,  por  exemplo,  na  presidência  da  República;  em  inglês,  inauguration; em  francês, investiture. A palavra portuguesa  dá  ideia  de  assenhorear‐se  de  alguma  coisa,  de  domínio;  a  inglesa  indica  apenas  começo;  a  francesa  diz  respeito  ao  recebimento de uma função. Esses termos têm, sem dúvida,  relação com a maneira como concebemos o poder do Estado. 

     A  língua  desenvolve‐se  historicamente  e,  uma  vez  constituída, impõe aos falantes uma maneira de organizar o  mundo.  Quando  Wilhelm  von  Stock  traduzia  Antero  de  Quental para o alemão, escreveu ao poeta português sobre a  dificuldade  de  verter  para  o  alemão  o  soneto  Mors‐Amor,  porque as duas figuras alegóricas – o Amor e a Morte – têm  gêneros  diferentes  nas  duas  línguas  (o amor/ die  Liebe –  a  morte/der  Tod).  Responde  Antero  que  “esse  é  um  caso  interessante de influência da língua sobre a imaginação”, pois  representam a morte como mulher os falantes de uma língua  em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.

José Luiz Fiorin. Língua, discurso e política. In: Alea: Estudos   Neolatinos, v. 11, n.º 1, p. 148‐165, 2009. 
A respeito dos aspectos linguísticos do trecho “‘esse é um caso interessante de influência da língua sobre a imaginação’, pois representam a morte como mulher os falantes de uma língua em que a palavra para designá‐la é feminina e como homem aqueles que falam um idioma em que o termo é masculino.”, é correto afirmar que
Alternativas
Q1293116 Português

Texto para a questão. 



José Luiz Fiorin (org.). Introdução à Linguística. v. 1 e 2.

São Paulo: Contexto, 2006 (com adaptações).

No que se refere às formas linguísticas usadas no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
8441: D
8442: A
8443: B
8444: D
8445: A
8446: A
8447: A
8448: A
8449: B
8450: B
8451: B
8452: C
8453: E
8454: E
8455: D
8456: C
8457: A
8458: E
8459: E
8460: C