Questões de Concurso Sobre morfologia - pronomes em português

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Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: PM-SP Prova: FGV - 2023 - PM-SP - Cabo PM |
Q2566621 Português
Problemas da segurança pública


“Esse trabalho científico se destina a realizar uma análise sobre a situação da segurança pública do Brasil, enfatizando suas falhas. Sendo abordada a violência que assola o meio social, bem como o sentimento de impunidade. Dessa forma, são apresentados os aspectos que envolvem esse serviço público, como o trabalho da polícia e o sistema das prisões. Além disso, é evidenciada a política brasileira que se torna um empecilho à garantia de uma sociedade mais segura. É importante ressaltar que nesse trabalho será evidenciada a violência que tem como praticantes agentes que delinquem reiteradamente e que são réus de diversos processos penais.”


(Jus.com.br / 28-07-2015)
“Esse trabalho científico se destina a realizar uma análise sobre a situação da segurança pública do Brasil, enfatizando suas falhas.” Nesse período do texto, o pronome demonstrativo “esse” pode ser substituído por “este”, mesmo não sendo obrigatória a substituição.

Assinale a frase abaixo em que o demonstrativo “esse” deve ser obrigatoriamente substituído por “este”.
Alternativas
Q2564328 Português
Texto para a questão.


Estátua clássica de Hércules com quase 2.000 anos é encontrada na Grécia



Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/estatua-classica-de-hercules-com-quase-2-000-anos-e-encontrada-na-grecia/
“A escavação também revelou uma estrutura ornamentada que se acredita ser uma fonte (...). (linha 8)
“Referindo-se a um texto medieval, “A Pátria”, que fala sobre Constantinopla, Dunn explicou (...)”. (linha 27)
Acerca do uso dos pronomes nos excertos acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2563926 Português
Texto para a questão.
A Chinela Turca


Considere o seguinte excerto do texto:
“Que bom vento o trouxe a Catumbi a semelhante hora? perguntou Duarte, dando à voz uma expressão de prazer, aconselhada não menos pelo interesse que pelo bom-tom”. (linhas 15 e 16)
Podemos considerar, no mesmo, a ocorrência de
Alternativas
Q2563924 Português
Texto para a questão.
A Chinela Turca


Considere o seguinte excerto do texto:
“Ir simplesmente ajudando a natureza.”. (linha 28)
Assinale a alternativa que contém a palavra “a” de mesma classe gramatical que o trecho acima.
Alternativas
Q2563922 Português
Texto para a questão.
A Chinela Turca


Considere o seguinte excerto do texto:
“Tinha jus o major a todos os respeitos”. (linha 10)
Assinale a alternativa que contém o mesmo tipo de pronome que o da oração acima. 
Alternativas
Q2563918 Português
Texto para a questão.
A Chinela Turca


Considere o seguinte excerto do texto:
    “Descanse que ainda hoje dançará duas ou três valsas com ela, se a tem, ou com elas”. (linhas 45 e 46)
Assinale a alternativa que contém o fenômeno e a justificativa acerca do uso do pronome oblíquo “a” destacado no trecho acima.
Alternativas
Q2557586 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(Texto)




De acordo com a morfologia dos pronomes, bem como sua colocação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2557220 Português
Há inadequação de colocação pronominal na seguinte alternativa:
Alternativas
Q2556668 Português
SOMOS GENTE







LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005. P.137. Fragmento. 
A referenciação faz parte do processo de organização coesiva de um texto. Portanto, sobre o uso do pronome referencial negritado em “Que sociedade esquisita esta nossa”, atesta-se que
Alternativas
Q2550770 Português

No que diz respeito à colocação pronominal, considere as frases abaixo. 


I. Nunca deixe-me só.

II. Onde me viste?

III. Deixar-te-ia ir se você pedisse.

IV. Estudar é dedicar-se.



Há erro em:

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Q2545774 Português
Pertencer

    Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
    Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
    Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
    Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso.
    Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de “solidão de não pertencer” começou a me invadir como heras num muro.
    Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética.
    É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos – e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
    Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força – eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
    Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e, no entanto, premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
    A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver.


(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Editora Rocco. 1999. Adaptado.)  
No texto, é necessário o emprego de alguns mecanismos coesivos em sua concatenação. Dentre eles destaca-se como elemento de função anafórica o indicado em: 
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Q2545273 Português
As formas verbais “Eu me preocupo e Você se preocupa“ são pertinentes a um verbo chamado reflexivo em que o pronome pessoal é parte integrante dele. Identifique nas afirmações abaixo, as alternativas em que há forma verbal com idêntica classificação.

I. Pessoas vivem se queixando da vida porque não aprenderam a olhar a beleza do presente que o Criador nos oferta todos os dias.
II. Todos os dias, os garis se levantam cedo a fim de fazerem seu trabalho, higienizando as ruas e, às vezes, nem um bom dia recebem.
III. O prepotente se arroga o direito de evidenciar seu poder, mostrando arrogância no seu porte e no seu falar.
IV. Alguns homens reclamam, diante do trabalho que têm de se barbear a fim de irem assumir seu mister.

Estão corretas apenas 
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Q2537705 Português
TEXTO: NA SUBIDA DOS DEGRAUS DO MUNDO

Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo.,

Mas não se esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida. Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.

Não se deve pular os degraus da vida e ir direto para as coisas grandes, não é assim que funciona! Direcione as suas ideias com calma e sabedoria.

Procure, acima de tudo, ser gente, eu também vou tentar.

Ei! Você...não vá embora.

Eu preciso dizer que te adoro, simplesmente porque você existe.


(Charles Chaplin)
(Degraus-Pensador) - (Adaptado)
Marque a alternativa com exemplos de pronomes, sendo um pessoal do caso reto e um possessivo.
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Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532145 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

O que acordou o menino tarde da noite não foram os palavrões, estava acostumado a dormir com barulho, mas o chute na caixa de papelão, uma embalagem de geladeira largada na calçada havia dois dias que lhe servia de cama. (...) Permaneceu imóvel, silencioso, à escuta, coração batendo forte, até certificar-se, pela natureza dos sons, de não estar sendo alvo de predadores. Esticou o pescoço para fora da caixa e espiou. Cuidava de não fazer ruído, estratégia de sobrevivente. O homem saíra bêbado do restaurante e tentava ajudar uma mulher cheia de dourados a entrar no carro estacionado a pouco mais de dois metros da caixa. Na verdade, era ela quem o ajudava. O homem, já entrado em anos e em álcool, além de tropeçar nas pernas da mulher, ameaçava cair em cima da caixa. Com muito esforço, aboletou-se no banco ao lado do motorista, deixando a perna do lado de fora, presa entre o meio-fio e o carro, e não parecia preocupado em recolhê-la. A mulher assumira o lugar do motorista e estava para dar partida no carro não fosse o fato de a chave estar no bolso dele, que, por sua vez, estava com a porta aberta e a perna do lado de fora. O menino desinteressara-se da cena e estava prestes a recolher a cabeça quando viu a carteira de dinheiro no bolso de trás da calça do homem, quase inteiramente para fora, num equilíbrio precário, pronta para ser colhida. Manteve a posição de vigia e esperou.

Luiz Alfredo Garcia-Roza. Achados e perdidos. São Paulo: Companhia das
Letras, edição digital.
O pronome sublinhado no trecho "que lhe servia de cama" refere-se
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2023 - USP - Técnico Administrativo |
Q2532134 Português
Leia o seguinte trecho e observe atentamente as orações introduzidas pela palavra "que":

"Uma moça que (1) professasse ideias filosóficas a respeito do  amor e do casamento diria que (2) os impulsos do coração estavam antes de tudo. Rosina não era inteiramente avessa aos impulsos do coração e à filosofia do amor; mas tinha ambição de figurar alguma cousa, morria por vestidos novos e espetáculos frequentes, gostava enfim de viver à luz pública. Tudo isso podia dar-lhe, com o tempo, o rapaz de nariz comprido, que (3) ela antevia já na direção da casa em que (4) trabalhava; o Ernesto porém era difícil que (5) passasse do lugar que (6) tinha no arsenal, e em todo caso não subiria muito nem depressa".
Fonte: MACHADO DE ASSIS, S. M. "Ernesto de tal" in Histórias da meianoite. Rio de Janeiro: Garnier. 1989. pp. 83.
A palavra "que" funciona como o pronome relativo em:
Alternativas
Q2531431 Português

Leia o texto a seguir:


Nova vacina da dengue chega a clínicas privadas na semana que vem; saiba quanto custará


Produto é o segundo imunizante contra a doença a receber registro no Brasil, mas o primeiro de uso amplo na população independentemente de infecção prévia pelo vírus; eficácia em testes clínicos foi de 80%


Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março, a vacina contra a dengue da farmacêutica japonesa Takeda deve estar disponível nas clínicas privadas de vacinação a partir da semana que vem, ao custo de R$ 350 a R$ 500 por dose, informou a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC). O imunizante, batizado de Qdenga, teve eficácia de 80% nos estudos clínicos.

É a segunda vacina contra a doença a receber registro no Brasil, mas a primeira de uso amplo na população independentemente de infecção prévia pelo vírus da dengue. Isso porque a primeira, do laboratório francês Sanofi Pasteur e aprovada no País em 2015, só pode ser aplicada em quem já contraiu algum sorotipo da dengue porque aumenta a ocorrência da forma grave da doença em pessoas nunca antes infectadas pelo vírus.

A vacina da Sanofi Pasteur tem ainda como limitação a faixa etária para qual é indicada: 9 aos 45 anos, enquanto a Qdenga pode ser usada por pessoas de 4 a 60 anos. O imunizante da empresa japonesa protege contra os quatro sorotipos do vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Por definição da Anvisa, a vacina deverá ser administrada via subcutânea em esquema de duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações. Com isso, o preço do esquema completo de vacinação ficará entre R$ 700 e R$ 1 mil no Brasil.

Os preços máximos foram definidos pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) e variam de acordo com a carga tributária de cada Estado. Esses valores referem-se ao valor que poderá ser cobrado pelo laboratório farmacêutico ao vender o produto para clínicas privadas. No caso do Estado de São Paulo, o preço definido pela CMED é de R$ 379,40. 

O valor final ao consumidor é acrescido ainda, segundo a ABCVAC, do serviço prestado no estabelecimento: atendimento, triagem, análise da caderneta de vacinação, orientações pré e pós-vacina, entre outros.

O Ministério da Saúde ainda não definiu se a vacina será disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS). Para que isso aconteça, o produto deve passar por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) em processo que costuma levar ao menos seis meses e que avalia não só a eficácia e a segurança do produto, mas também seu custo-benefício.

Histórico

De acordo com a Takeda, os estudos clínicos da Qdenga tiveram 28 mil participantes, com acompanhamento de mais de quatro anos dos voluntários da última fase do estudo. Além da eficácia geral de 80,2%, o imunizante alcançou 90,4% de proteção contra hospitalizações pela doença 18 meses após a vacinação. A Qdenga é feita com vírus vivo atenuado do sorotipo 2 da dengue.

“A demonstração da eficácia da vacina Qdenga tem suporte principalmente nos resultados de um estudo de larga escala, de fase 3, randomizado e controlado por placebo, conduzido em países endêmicos para dengue com o objetivo de avaliar a eficácia, segurança e imunogenicidade da vacina”, justificou a Anvisa ao anunciar a aprovação, em março.

A Takeda entrou com pedido de registro na Anvisa em 2021. O processo, segundo a agência, foi demorado porque foram solicitados dados complementares. A vacina “segue sujeita ao monitoramento de eventos adversos por meio de ações de farmacovigilância sob a responsabilidade da empresa”.

A vacina do Instituto Butantan, única a entrar na fase final de estudos além dos produtos da Sanofi e Takeda, registrou 79,6% de eficácia nos testes de fase 3, conforme dados preliminares, mas só deverá ter sua pesquisa concluída e resultados finais conhecidos em 2024.


Fonte: https://www.estadao.com.br/saude/nova-vacina-da-dengue-chega-a-clinicas-privadas-na-semana-que-vem-dose-custara-de-350-a-500-nprm/. Acesso em 22/06/2023


No trecho “A vacina da Sanofi Pasteur tem ainda como limitação a faixa etária para qual é indicada” (3º parágrafo), o elemento destacado substitui o termo: 
Alternativas
Q2531364 Português

Leia o texto a seguir:


Por que não dormir direito faz seu cérebro ‘comer ele mesmo’?


Estudos têm apontado consequências diretas de uma rotina de sono ruim em mecanismos fisiológicos do órgão e na sua estrutura


Para muitos, os benefícios de ter uma rotina adequada de sono, com duração de 7 a 9 horas por noite, podem ser restritos a uma maior disposição no dia a dia. Porém, a ciência tem apontado um número cada vez maior de impactos diretos de se dormir mal em mecanismos de diferentes órgãos do corpo humano, levando a riscos maiores de problemas como doenças cardiovasculares e até mesmo casos de Alzheimer.


A área que mais tem sido estudada é o cérebro, o que cientistas afirmam ser a parte mais afetada pela privação de sono. Um dos trabalhos mais marcantes, conduzido por pesquisadores do Laboratório de Neuroimagem dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos (NIH), publicado no periódico PNAS, investigou justamente a relação com o Alzheimer – forma mais comum de demência.


Na pesquisa, foram recrutados 20 participantes saudáveis que tiveram imagens cerebrais feitas após duas noites: uma em que dormiram de forma normal e outra em que permaneceram acordados. Os resultados mostraram que apenas uma noite de sono ruim já foi suficiente para se observar um aumento da proteína beta-amiloide, cujo acúmulo no cérebro é um dos mecanismos associados à doença. O crescimento foi constatado na região do hipocampo, “que é considerada entre as áreas mais sensíveis à neuropatologia do Alzheimer”, escreveram os pesquisadores.


‘Comer a si mesmo’


Uma das causas para a proteína não ser devidamente eliminada na falta de sono, e passar a formar placas no cérebro, pode ser algo descoberto em outro estudo, de pesquisadores da Universidade Politécnica de Marche, na Itália.


Publicado no periódico Journal of Neuroscience, o trabalho analisou o cérebro de camundongos após três cenários: um sono de 6 a 8 horas, um de apenas 5 horas e uma noite de privação, em que os animais não dormiram. Os resultados mostraram que não ter o sono adequado levou a um aumento de um processo chamado fagocitose astrocítica.


Os astrócitos são células de sustentação dos neurônios, e a fagocitose é a absorção celular de moléculas biológicas. No dia a dia, esse mecanismo quebra as ligações entre os neurônios (sinapses), mas é positivo pois promove uma limpeza de circuitos desnecessários e favorece a reconstrução de conexões cerebrais.


No entanto, quando intensificado pelas noites mal dormidas, o processo começa a consumir sinapses saudáveis que não deveriam ser eliminadas, levando o cérebro a “comer” a si mesmo. “Mostramos pela primeira vez que partes das sinapses são literalmente consumidas pelos astrócitos devido à perda de sono”, disse a neurocientista Michele Bellesi, responsável pelo estudo, ao portal New Scientist na época da divulgação.


Para ela, isso pode ser uma das explicações por trás da neurodegeneração que faz com que as proteínas danosas da doença de Alzheimer se acumulem no cérebro, e o indivíduo passe a viver os sintomas de déficit cognitivo. Além disso, outros trabalhos mostraram ainda mais impactos da privação de sono no órgão.


Um deles, publicado no ano passado na revista científica Communications Biology, analisou dados de 37 mil britânicos e comparou o sono com a estrutura cerebral. Eles observaram que aqueles que dormiam menos de 6 a 8 horas apresentavam um volume significativamente menor de massa cinzenta em 46 de 139 regiões do cérebro analisadas. 


“Essas descobertas destacam a importante relação entre o fator de estilo de vida modificável da duração do sono e a cognição, bem como uma associação generalizada entre o sono e a saúde estrutural do cérebro”, escreveram os pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido, no estudo.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2023/06/por-que-nao-dormir-direito-faz-seu-cerebro-comer-ele-mesmo.ghtml. Acesso em 22/06/2023

No trecho “Para ela, isso pode ser uma das explicações por trás da neurodegeneração que faz com que as proteínas danosas da doença de Alzheimer se acumulem no cérebro, e o indivíduo passe a viver os sintomas de déficit cognitivo” (8º parágrafo), o elemento destacado cumpre a função de:
Alternativas
Q2531318 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão. 


Texto 2




Disponível em: <https://twitter.com/mdassisonline/status/1696920653394329633?t=YkA1e IlSAg6PDXGHhuycKw&s=08>. Acesso em: 03 set. 2023.

Em “Olavo Bilac curou-se com Bromil”, há o exemplo de colocação pronominal denominada
Alternativas
Q2530930 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.

Na rota do hidrogênio sustentável

O Brasil está entre os países mais bem posicionados para a produção em larga escala de hidrogênio de baixa emissão de carbono, combustível com alto poder calorífico apontado como importante vetor para a transição energética. O país tem potencial técnico para gerar 1,8 gigatonelada de hidrogênio por ano, sendo por volta de 90% desse volume com uso de energias renováveis. Os dados integram o Plano Decenal de Expansão de Energia 2031, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME).
O estudo identifica diversas fontes e rotas tecnológicas para a produção de hidrogênio de baixo carbono, considerado por muitos especialistas o combustível do futuro, por sua capacidade de auxiliar na descarbonização do planeta. É esperado que ele venha a substituir o uso de combustíveis fósseis em setores da economia como o de transportes e de indústrias intensivas em energia (siderúrgicas, metalúrgicas e cimenteiras). Os combustíveis fósseis são responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa (GEE), associados ao aquecimento global e às mudanças climáticas.
Hidrogênio de baixa emissão de carbono é a nova terminologia empregada pela Agência Internacional de Energia (IEA) para designar o hidrogênio (H2) produzido por diferentes rotas com emissão nula ou reduzida de dióxido de carbono (CO2). Integram esse grupo o hidrogênio produzido a partir da reforma do etanol e de outros biocombustíveis ou biomassas (resíduos agrícolas ou florestais); o hidrogênio gerado a partir da eletrólise da água com uso de fontes renováveis (eólica, solar, hidráulica) ou de energia nuclear; o hidrogênio resultante do processo de reforma térmica do gás natural com captura, sequestro e uso de carbono (CCUS); o hidrogênio natural, que pode ser extraído do solo, entre outros.
De acordo com o Programa Nacional de Hidrogênio (PNH2), do governo federal, os projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono já anunciados somam cerca de US$ 30 bilhões. Analistas e pesquisadores do setor energético consultados por Pesquisa FAPESP mostram-se otimistas quanto ao protagonismo do país nesse novo mercado. "O Brasil reúne as condições necessárias para ser um dos líderes globais do setor", avalia o especialista em energias renováveis Ricardo Ruther, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e coordenador de uma recém-inaugurada usina experimental de produção de hidrogênio verde (H2V) − o produzido por meio da eletrólise da água − da instituição.
"Temos abundância de fontes renováveis de energia eólica e solar, essenciais para a produção de hidrogênio sustentável; um mercado organizado, competitivo e dinâmico de geração de energia elétrica por fontes renováveis; um parque industrial que pode absorver a produção em larga escala de hidrogênio; e relativa proximidade com o mercado europeu, para onde o combustível será exportado", afirma.
A atenção que se dá ao hidrogênio combustível se explica pelo fato de seu poder calorífico ser cerca de três vezes superior ao do gás natural, da gasolina ou do diesel. Embora abundante no Universo, o hidrogênio raramente é achado de forma isolada, mas está presente no etanol (C2H6O), no metano (CH4) e em outros combustíveis fósseis, além da água (H2O). Para isolar a molécula de hidrogênio e utilizá-la como energia para mover veículos automotores ou em procedimentos industriais, esses compostos precisam ser submetidos a processos químicos.

Retirado e adaptado de: VASCONCELOS, Yuri. Na rota do
hidrogênio sustentável. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível
em: https://revistapesquisa.fapesp.br/na-rota-do-hidrogenio-
sustentavel/ Acesso em: 08 nov., 2023.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Na rota do hidrogênio sustentável":
Embora abundante no Universo, o hidrogênio raramente é achado de forma isolada, mas está presente no etanol (C2H6O), no metano (CH4) e em outros combustíveis fósseis, além da água (H2O). Para isolar a molécula de hidrogênio e utilizá-la como energia para mover veículos automotores ou em procedimentos industriais, esses compostos precisam ser submetidos a processos químicos.
Poderiam substituir a expressão em destaque, sem prejuízo ao enunciado, os seguintes elementos:
I. os compostos
II. estes compostos
III. eles
IV. os referidos compostos
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2530677 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3
Papos

- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
- O quê?
[...]
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender.
Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é
elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me
entenderem. Ou
entenderem-me?
[...]
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
[...].

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Papos. Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/NzIwMzEy/>. Acesso em: 01 abr. 2023.
No trecho “- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?”, o interlocutor faz uma crítica aos usos da colocação pronominal valendo-se do recurso da
Alternativas
Respostas
4041: B
4042: A
4043: B
4044: A
4045: D
4046: C
4047: B
4048: A
4049: B
4050: A
4051: A
4052: E
4053: D
4054: C
4055: E
4056: D
4057: B
4058: C
4059: B
4060: A