Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à tirinha.
( ) A palavra saia (no 1º e 3º quadros) são exemplos de homônimos perfeitos.
( ) Pleonasmo é uma das funções da linguagem usada persuadir o interlocutor.
( ) A palavra fora (no 1º e 3º quadros) são exemplos de parônimos.
( ) O referente do pronome ela (2º quadro) é identificado pela linguagem não verbal (1º quadro).
( ) A charge aponta dois sentidos possíveis para a sentença Saia pra fora.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Relacione classe de palavras (Coluna 1) com palavras do texto (Coluna 2).
Coluna 1
(1) Substantivo.
(2) Adjetivo.
(3) Verbo.
(4) Pronome.
Coluna 2
( ) ‘Italianos’ (linha 13).
( ) ‘Onda’ (linha 29).
( ) ‘Presentear’ (linha 03).
( ) ‘Seus’ (linha 04)
( ) ‘Trabalhadores’ (linha 25).
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?
“…não os alijam da sociedade brasileira, mas os
identificam…”
Em relação aos pronomes átonos, são feitas as seguintes observações sobre esse trecho:
1. Poderíamos colocar o primeiro pronome após o verbo. Isso resultaria na seguinte forma: alijam-nos. Tal colocação pronominal não incorreria em infração à norma culta.
2. Poderíamos colocar o segundo pronome também após o verbo. Isso resultaria na seguinte forma: identificam-nos. Tal colocação estaria de acordo com a norma culta.
3. Poderíamos substituir tais pronomes, nos dois casos, pelo oblíquo LHES, e isso não estaria em desacordo com a norma culta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda a questão, que a ele se refere.
Texto 02

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística de composição do texto 02.
I- Os termos “talvez” “quase” e “pelo menos” funcionam como operadores argumentativos.
II- A expressão “muito melhor” foi usada para reforçar uma ideia expressa anteriormente.
III- Os tempos presente e futuro do presente do modo indicativo foram usados na construção do texto.
IV- A locução conjuntiva “se” poderia substituir a conjunção “já que”, sem alteração de sentido.
V- O verbo “contentar-se” é pronominal, o pronome “se”, portanto, é parte integrante do verbo.
Estão CORRETAS as afirmativas
- Você lembra quando não existia internet?
- Rossandro Klinjey
Para aqueles que se lembram dos dias em que conversas espontâneas em lojas e sorrisos não solicitados eram a
norma, a era pré-smartphone, quando a internet ainda era apenas um sonho, foi mágica. Se o auge da sua infância envolvia
ouvir sua mãe gritando na rua: “tá na hora do jantar”, ou inventar aventuras apenas com sua imaginação, você
provavelmente nutre uma relação de amor e ódio com seu “telefone inteligente”, esse dispositivo maravilhoso com conexão
à internet que nos permite andar em cidades que não conhecemos, pedir comida ou comprar roupa com um clique. Enfim,
como sobrevivíamos sem Waze e o delivery?
E, sim, eles podem encontrar quase tudo para nós, de um novo amor a uma refeição saborosa. Mas, por mais que
tentem, ainda não conseguem substituir um abraço caloroso. Muito menos uma conversa olho no olho, ou entender as
sutilezas do coração humano. Um brinde à ironia de um mundo onde podemos estar a um clique de tudo, exceto da
genuína conexão entre gente de verdade.
Com a ascensão dos smartphones e das redes sociais, ultrapassamos as barreiras de tempo e espaço, inclusive na
internet, reconectando-nos com amigos de infância, colegas de escola e parentes em outros países em tempo real. É uma
viagem incrível quebrar as limitações do relógio e da geografia com apenas um toque. Quem poderia resistir a tal fascínio?
Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada
um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento. [...]
E assim ficamos presos, quase acreditando que havíamos perdido a capacidade de retornar à nossa humanidade.
Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência
íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.
Não por acaso, atualmente, observa-se uma busca por reconexão com o mundo real, uma tentativa de compensar o
empobrecimento dos nossos relacionamentos, que se tornaram superficiais.
Que venham esses novos/velhos tempos, e que venham logo, pois é estando presente que a gente vive o melhor de
nós.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/voce-lembra-quando-nao-existia-internet/. Acesso em: 30 set. 2024. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto: “Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfológica e sintática dessa passagem.
I- A vírgula depois de “externas” foi usada, de acordo com a norma, para separar a expressão adverbial “Na busca por experiências externas”, que se encontra deslocada.
II- O uso do sinal indicativo de crase em “à nossa vida”, de acordo com a norma, é facultativo, tendo em vista a presença do pronome possessivo feminino “nossa”.
III- Os pronomes “aquela” e “que” são anafóricos uma vez que constroem coesão, pois retomam o termo “a convivência íntima”.
IV- O uso da próclise em “aquela que nos permite” de acordo com a norma, é obrigatório, pois a palavra “que” é atrativa.
V- Os termos “que” e “e” foram usados como conjunções subordinativas, uma vez que ligam orações e constroem a coesão.
Estão CORRETAS as afirmativas
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfológica e sintática dessa passagem.
I- A vírgula depois de “externas” foi usada, de acordo com a norma, para separar a expressão adverbial “Na busca por experiências externas”, que se encontra deslocada.
II- O uso do sinal indicativo de crase em “à nossa vida”, de acordo com a norma, é facultativo, tendo em vista a presença do pronome possessivo feminino “nossa”.
III- Os pronomes “aquela” e “que” são anafóricos uma vez que constroem coesão, pois retomam o termo “a convivência íntima”.
IV- O uso da próclise em “aquela que nos permite” de acordo com a norma, é obrigatório, pois a palavra “que” é atrativa.
V- Os termos “que” e “e” foram usados como conjunções subordinativas, uma vez que ligam orações e constroem a coesão.
Estão CORRETAS as afirmativas
_______ é exatamente o que eu precisava para resolver o problema. (refere-se a algo que está próximo do falante)
Aquele livro é ótimo, mas _______ que você me emprestou está ainda melhor. (refere-se a algo que foi mencionado anteriormente e está relativamente próximo do ouvinte)
Olhe para _______ que está sobre a mesa. Eu achei que você gostaria de ver. (refere-se a algo que está visível, mas não diretamente na mão do falante ou ouvinte)
Eu não entendi _______ que você quis dizer no seu último e-mail. (refere-se a algo que foi mencionado anteriormente e está distante no contexto da conversa)
Assinale a alternativa que apresenta as respostas corretas para cada lacuna:
Conexão
Por Tulio Milman

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/tulio-milman/noticia/2024/10/conexaocm2md3q1y008y012dwg0qnzn7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda a questão, que a ele se referem.
Texto 01
Você lembra quando não existia internet?
Rossandro Klinjey
Para aqueles que se lembram dos dias em que conversas espontâneas em lojas e sorrisos não solicitados eram a norma, a era pré-smartphone, quando a internet ainda era apenas um sonho, foi mágica. Se o auge da sua infância envolvia ouvir sua mãe gritando na rua: “tá na hora do jantar”, ou inventar aventuras apenas com sua imaginação, você provavelmente nutre uma relação de amor e ódio com seu “telefone inteligente”, esse dispositivo maravilhoso com conexão à internet que nos permite andar em cidades que não conhecemos, pedir comida ou comprar roupa com um clique. Enfim, como sobrevivíamos sem Waze e o delivery?
E, sim, eles podem encontrar quase tudo para nós, de um novo amor a uma refeição saborosa. Mas, por mais que tentem, ainda não conseguem substituir um abraço caloroso. Muito menos uma conversa olho no olho, ou entender as sutilezas do coração humano. Um brinde à ironia de um mundo onde podemos estar a um clique de tudo, exceto da genuína conexão entre gente de verdade.
Com a ascensão dos smartphones e das redes sociais, ultrapassamos as barreiras de tempo e espaço, inclusive na internet, reconectando-nos com amigos de infância, colegas de escola e parentes em outros países em tempo real. É uma viagem incrível quebrar as limitações do relógio e da geografia com apenas um toque. Quem poderia resistir a tal fascínio? Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento. [...]
E assim ficamos presos, quase acreditando que havíamos perdido a capacidade de retornar à nossa humanidade. Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.
Não por acaso, atualmente, observa-se uma busca por reconexão com o mundo real, uma tentativa de compensar o empobrecimento dos nossos relacionamentos, que se tornaram superficiais.
Que venham esses novos/velhos tempos, e que venham logo, pois é estando presente que a gente vive o melhor de nós.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/voce-lembra-quando-nao-existia-internet/. Acesso em: 30 set. 2024. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto: “Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfológica e sintática dessa passagem.
I- A vírgula depois de “externas” foi usada, de acordo com a norma, para separar a expressão adverbial “Na busca por experiências externas”, que se encontra deslocada.
II- O uso do sinal indicativo de crase em “à nossa vida”, de acordo com a norma, é facultativo, tendo em vista a presença do pronome possessivo feminino “nossa”.
III- Os pronomes “aquela” e “que” são anafóricos uma vez que constroem coesão, pois retomam o termo “a convivência íntima”.
IV- O uso da próclise em “aquela que nos permite” de acordo com a norma, é obrigatório, pois a palavra “que” é atrativa.
V- Os termos “que” e “e” foram usados como conjunções subordinativas, uma vez que ligam orações e constroem a coesão.
Estão CORRETAS as afirmativas

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/tulio-milman/noticia/2024/10/conexaocm2md3q1y008y012dwg0qnzn7.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas são registradas no mar do Nordeste, onde não passam de 26°C, diz.
O pronome 'isso' refere-se:

Com base na estrutura e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.
Na linha 17, o pronome “se” evidencia a indeterminação do sujeito da forma verbal “observou”.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfológica e sintática dessa passagem.
I- A vírgula depois de “externas” foi usada, de acordo com a norma, para separar a expressão adverbial “Na busca por experiências externas”, que se encontra deslocada.
II- O uso do sinal indicativo de crase em “à nossa vida”, de acordo com a norma, é facultativo, tendo em vista a presença do pronome possessivo feminino “nossa”.
III- Os pronomes “aquela” e “que” são anafóricos uma vez que constroem coesão, pois retomam o termo “a convivência íntima”.
IV- O uso da próclise em “aquela que nos permite” de acordo com a norma, é obrigatório, pois a palavra “que” é atrativa.
V- Os termos “que” e “e” foram usados como conjunções subordinativas, uma vez que ligam orações e constroem a coesão.
Estão CORRETAS as afirmativas
Texto 03

Disponível em: https://tirinhasinteligentes.tumblr.com/. Acesso em: 28 set. 2024. Adaptado.
Se eu fosse você
Dizem que você se torna seu ascendente depois da meia-idade. Eu sou de escorpião, meu ascendente é peixes. O curioso é que a minha esposa é exatamente o meu contrário: ela é de peixes com ascendente em escorpião.
A máxima tem vigorado em nossa casa. Invertemos os papéis, o que é um tanto estranho. Virei Glória Pires, ela virou Tony Ramos. A franquia "Se Eu Fosse Você" entrou em nosso casamento.
Sempre fui vingativo, passional, sangue quente. Ela sempre foi da paz, do "larga disso", da diplomacia.
Agora sou eu que tenho que dissuadi-la de aceitar uma provocação, ou de mergulhar de cabeça numa briga, ou de entrar com uma ação quando nota um desrespeito aos direitos do consumidor. Houve a troca sumária de espíritos e de comportamento.
Eu era o primeiro a explodir, atualmente me aparto e respiro fundo. A temperatura do meu coração teve o decréscimo de cinco graus. Percebo até um arrepio na nuca, como nunca antes. Não faço mais escândalos em filas, em engarrafamentos, naqueles tempos parados da existência.
Transformei-me num conciliador. Logo eu, outrora insensível para a compaixão, acostumado a traçar planos maquiavélicos, lentos e inclementes de represália. A paz dos astros se infiltrou em meu sangue. Venho experimentando essa inédita fraqueza na minha nova versão e sofro, inclusive, de pena de Beatriz, pois adotou a minha sina escorpiana.
Quando conversamos, as diferenças são galopantes e cômicas. Ela rouba as minhas falas, eu roubo as falas dela. Talvez a astrologia tenha nos proporcionado a mais enraizada empatia amorosa: colocar-se no lugar do outro.
Finalmente ela entende o que eu sentia, e eu entendo o que ela sentia. Nosso entendimento cresceu. Tem mais silêncio, tem mais espaço no silêncio, e o silêncio é mais cúmplice.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado. ]
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/se-eu-fosse-voce -1.3348553



