Questões de Concurso
Sobre morfologia - pronomes em português
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Com base nas estruturas linguísticas e no vocabulário empregados no texto, julgue o item seguinte.
A substituição de “no qual” (linha 7) por onde manteria a coesão entre as ideias e a correção textual.
I. “É preciso chamar atenção dos homens para o autocuidado. Homem não é super-herói, eles precisam quebrar o mito de serem fortes o tempo todo.”
II. “É preciso prestar atenção no corpo e ficar atento aos sinais que ele envia.”
Assinale a alternativa que apresenta corretamente os substantivos que os pronomes destacados acima estão substituindo.
Condições pós-covid ainda têm diagnóstico e tratamento difícil no Brasil


Assinale a alternativa em que a alteração do segmento acima tenha sido feita em total obediência à norma culta.
Condições pós-covid ainda têm diagnóstico e tratamento difícil no Brasil


No período acima, o pronome destacado desempenha papel
Leia o texto a seguir:
A vida dá voltas
Sou um tipo meio fatalista. Acho que a vida dá voltas. Um amigo meu, Luís, casou-se com Cláudia, uma mulher egoísta. Ele era filho único, de mãe separada e sem pensão. Durante algum tempo, a mãe de Luís foi sustentada pelo próprio tio, um solteirão. Quando este faleceu, começaram as brigas domésticas: Cláudia não admitia que Luís desse dinheiro à mãe. Ele era um rapaz de classe média. Por algum tempo, arrumou trabalhos extras para ajudar a idosa.
Convencido pela esposa, ele mudou-se para longe. Visitava a mãe uma vez por ano. Para se livrar da questão financeira, Luís convenceu a mãe a vender o apartamento. Durante alguns anos, ela viveu desse dinheiro. Muitas vezes, lamentava a falta do filho, mas o que fazer? Luís, sempre tão ocupado, viajando pelo mundo todo, não tinha tempo disponível. Na casa da mãe, faltou até o essencial. E ela faleceu sozinha.
O tempo passou. Hoje, Luís, antes um profissional disputado, está desempregado. Foi obrigado a se instalar com a família na casa dos sogros, onde é atormentado diariamente. A filha de Luís e Cláudia cresceu e saiu de casa. Quer seguir seu próprio rumo!
Luís não tem renda, nem bens. Está quase se divorciando. Ficou fora do mercado de trabalho. O que vai acontecer? A filha cuidará dele? Tenho dúvidas, porque ele não a ensinou com seu próprio exemplo.
A vida é um eterno ciclo afetivo. Em uma época todos nós somos filhos. Em outra, tornamo-nos pais: é a nossa vez de cuidar de quem cuidou de nós.
(Walcyr Carrasco)
Disponível em: http://vejasp.abril.com.br. Acesso em 25.09.2024. Adaptado)
Leia o texto a seguir:
A vida dá voltas
Sou um tipo meio fatalista. Acho que a vida dá voltas. Um amigo meu, Luís, casou-se com Cláudia, uma mulher egoísta. Ele era filho único, de mãe separada e sem pensão. Durante algum tempo, a mãe de Luís foi sustentada pelo próprio tio, um solteirão. Quando este faleceu, começaram as brigas domésticas: Cláudia não admitia que Luís desse dinheiro à mãe. Ele era um rapaz de classe média. Por algum tempo, arrumou trabalhos extras para ajudar a idosa.
Convencido pela esposa, ele mudou-se para longe. Visitava a mãe uma vez por ano. Para se livrar da questão financeira, Luís convenceu a mãe a vender o apartamento. Durante alguns anos, ela viveu desse dinheiro. Muitas vezes, lamentava a falta do filho, mas o que fazer? Luís, sempre tão ocupado, viajando pelo mundo todo, não tinha tempo disponível. Na casa da mãe, faltou até o essencial. E ela faleceu sozinha.
O tempo passou. Hoje, Luís, antes um profissional disputado, está desempregado. Foi obrigado a se instalar com a família na casa dos sogros, onde é atormentado diariamente. A filha de Luís e Cláudia cresceu e saiu de casa. Quer seguir seu próprio rumo!
Luís não tem renda, nem bens. Está quase se divorciando. Ficou fora do mercado de trabalho. O que vai acontecer? A filha cuidará dele? Tenho dúvidas, porque ele não a ensinou com seu próprio exemplo.
A vida é um eterno ciclo afetivo. Em uma época todos nós somos filhos. Em outra, tornamo-nos pais: é a nossa vez de cuidar de quem cuidou de nós.
(Walcyr Carrasco)
Disponível Disponível em: http://vejasp.abril.com.br. Acesso em 25.09.2024. Adaptado)
Leia a tirinha e responda a questão abaixo:

Assinale a alternativa que apresenta a classificação morfológica dos termos da citação abaixo:
“Você já leu eles?”
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I, julgue o próximo item.
Seria mantida a correção gramatical do quarto parágrafo do texto caso a forma pronominal “os”, em “e publicou-os em forma de livro”, fosse deslocada para imediatamente antes da forma verbal “publicou” — e os publicou.
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item que se segue.
A forma pronominal “a” empregada no trecho “que a escreve ou lê” (primeiro período do terceiro parágrafo) se refere ao termo “a ficção”, no mesmo período.
Coluna I.
A- Pronomes de tratamento.
B- Pronomes possessivos.
C- Pronomes demonstrativos.
D- Pronomes indefinidos.
Coluna II.
1- São palavras que dão ideia de posse de algo.
2- São palavras com sentido vago, (impreciso), ou que expressam quantidade indeterminada.
3- São empregados quando se quer fazer referência a alguém, ou falar diretamente com alguém. Esses pronomes, geralmente, estão ligados à posição social ou ao cargo que uma pessoa ocupa.
4- Em geral, são empregados para determinar o lugar, o tempo, ou o espaço em relação a algo, ou a alguém. São classificados em variáveis e invariáveis.
Beethoven era surdo, o que, pelo visto, não lhe fazia diferença. Django Reinhardt, imortal guitarrista do jazz, tinha dois dedos paralisados na mão esquerda. E a Harold Lloyd, um dos grandes da comédia no cinema mudo americano, faltavam dois na direita — e foi sem eles que escalou um edifício em Nova York em seu filme “O Homem-Mosca” (1923), fazendo ele próprio quase todas as cenas.
Numere os parênteses conforme a nomenclatura de cada pronome
1. “o” 2. “que” 3. “lhe” 4. “eles” 5. “seu” 6. “todas”
( ) possessivo ( ) indefinido ( ) relativo ( ) pessoal oblíquo tônico ( ) demonstrativo ( ) pessoal oblíquo átono
A ordem correta é