Questões de Concurso Comentadas sobre morfologia - pronomes em português

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Q3183667 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.


Na linha 13, o pronome “Muitos” remete a “fósseis”.

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Q3182980 Português

Morcegos infestam escolas indígenas no Xingu construídas para compensar Belo Monte



(Disponível em: apublica.org/2024/11/morcegos-tomam-escolas-indigenas-feitas-para-compensar-belomonte/– texto adaptado especialmente para esta prova).

Tendo em vista o trecho “Há relatos de outros casos de infestação, porém eles não foram documentados”, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação das palavras sublinhadas.
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Q3180883 Português
O domínio das regras gramaticais é fundamental para digitadores que trabalham com produção e revisão de textos. Além de garantir a clareza da comunicação, o conhecimento gramatical evita erros que possam comprometer a credibilidade do conteúdo. Considere um profissional que está digitando um relatório técnico e precisa revisar questões de concordância verbal e nominal, uso correto de pronomes e pontuação.

Com base nesse cenário, assinale a alternativa CORRETA. 
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Q3180755 Português
As classes de palavras desempenham papéis fundamentais na construção das frases, com cada uma delas cumprindo uma função específica dentro da oração.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre as classes de palavras e suas funções nas frases.
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Q3178795 Português

No tocante a pronome, relacione a Coluna I com a Coluna II e indique a alternativa correta.


Coluna I.


A- Pronome substantivo.

B- Pronome adjetivo.

C- Pronome de tratamento.

D- Pronome relativo.


Coluna II.


1- Este moço é meu irmão.

2- O preconceito racial é um problema que faz parte da Sociedade Brasileira.

3- Nem tudo está perdido.

4- Sua Excelência volta hoje para São Paulo.

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Q3177265 Português

Texto para a questão.


“Maior qualidade que Ronaldo tinha era o pai que ele era”, diz amiga de representante comercial que estava em avião que caiu em Vinhedo 




Internet: <g1.globo.com> (com adaptações)

Segundo a gramática normativa, a oração “Te amarei para sempre”, que encerra o texto, deveria prever, quanto à colocação do pronome átono “te”, o emprego da
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Q3176235 Português
Referindo-se a pronome demonstrativo, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Indica que o carro está perto da pessoa que fala.
B- Indica que o carro está perto da pessoa com quem falo, ou afastado da pessoa que fala.
C- Diz que o carro está afastado da pessoa que fala e daquela com quem falo.
D- Pronome demonstrativo invariável.

Coluna II.
1- Compro esse carro.
2- Isto.
3- Compro este carro.
4- Compro aquele carro.
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Q3175341 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Até breve

    Há temperamentos urbanos por nascimento, mas há, igualmente, os temperamentos rurais. Uns só podem viver no asfalto, embalam-se com o escapamento das lambretas, escutam a voz dos anjos no rádio do vizinho e vão para a fila da carne como para festinha de aniversário. O rural, ao contrário, só consegue viver na cidade como escafandrista debaixo d’água: de vez em quando carece ir à tona, a fim de se livrar da pressão; doses ilimitadas de cidade são, para tal gente, perigo de morte certa, bolha de ar no sangue, pulmão achatado, colapso periférico. Que fazer se sou um desses — se aqui em casa somos rurais?
    Eis por que esta semana me parto, em procura do retiro sertanejo de todos os anos. Alguns meses passaremos entre céu e terra, sem edifícios nem ruas, nem lotações, nem política, nem literatos, nem teatro, nem cinema; nenhum dos encantos da civilização a prejudicar o indispensável recolhimento pelo qual a alma chora e que o corpo não dispensa, sob pena de morrer ou enloucar e sair brizolando por aí, atirando pedra em quem não merece.
    Dirá quem não gosta de mim que isso é folga, que lugar de cronista é no asfalto, e que só se podem comentar acontecimentos estando no meio deles. E eu responderei que folgados têm muitos, mas não sou desses, minha lei e minha fé é o esforço e o sofrimento; e lembrarei também a verdade elementar de que não há perspectiva sem distância, e se há uma coisa neste país de que carecemos tanto quanto de divisas fortes, é de perspectiva. Vivemos dentro demais dos acontecimentos, somos absorvidos por eles, sugestionados por eles, exacerbados por eles. Eles é que nos arrastam, não somos nós que os esmiuçamos. [...] Envolvida pela fofoca, o transitório, o gás néon, perde a gente aqui os olhos de ver as grandes coisas.
    E tem mais: lembremo-nos de que hoje em dia já não há isolamento campestre que nos afaste do noticiário. Na selva mais perdida basta um pequeno transistor para nos transformar na testemunha auditiva da história. [...] Que vale a distância quando temos as asas do rádio? [...]
    Vocês aqui, e nas outras cidades grandes, pensam que são os únicos seres vivos do mundo
— ou pelo menos do só mundo que interessa. Talvez, talvez contudo, ainda sobre muito mundo por aí. Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro, por causa dos holofotes que só botam luz no pessoal do balé. Porém, há mais gente do lado de lá do que do lado de cá. Deixem-me ir para lá um pouquinho, para ver se lhes mando o eco do que vocês cantam, para lhes dizer na verdade se vocês funcionam e estão vivos. Lá para onde eu vou tem milhões, sim, milhões mais de povo do que aqui. Vocês não sabem deles, mas eles sabem de vocês. A comparação da plateia é certa: lindo pode ser o espetáculo, mas sem plateia não tem razão de ser; só da plateia é que parte a ovação ou a pateada.
    Meu Deus, estou falando tão bobo, cheia de imagens e de charadas, mas é isso — preciso mesmo sair de baixo da pressão, limpar o sangue. Sentiram o drama? O doutor bota aqui a lei do arroz, do açúcar ou da carne — deixem a gente ir ver como é que essa lei funciona lá no roçado onde o arroz nasce! [...] Enfim, enfim, as desculpas são muitas, mas a verdade é uma: está chovendo no Ceará que é uma beleza... Adeus, Guanabara, adeus!


QUEIROZ, R. de. Até breve. O cruzeiro. (Adaptado). Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19085/ate- breve>.

Analise o seguinte excerto, com especial atenção aos pronomes enumerados:
“Vivemos dentro demais dos acontecimentos, somos absorvidos por eles(1), sugestionados por eles(2), exacerbados por eles(3). Eles(4) é que nos arrastam, não somos nós que os esmiuçamos”.
Ainda que se apresentem de uma mesma forma, os pronomes em destaque desempenham funções sintáticas diferentes. Por essa razão, classificam- se, respectivamente, como:
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Q3174739 Português
As frases abaixo mostram uma nova forma de escritura que evita a presença de um pronome relativo.
Assinale a frase em que essa nova forma se mostra inadequada.
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Q3174394 Português
Em relação ao uso dos pronomes para substituir substantivos, analisar os itens.

I. Minha irmã é muito querida, pois ela nunca briga comigo.
II. Esse cara é aviador, ela já viajou muito por aí.
III. A Daniela achou a viagem muito legal, embora ela goste de ficar em casa.

Está CORRETO o que se afirma:
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Q3174161 Português

Sancionada lei que restringe uso de celular em escolas de

todo o país 


        Crianças e adolescentes não poderão mais utilizar de forma indiscriminada aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares, nas escolas públicas e privadas de educação básica de todo o país. É o que determina a Lei 15.100, de 2025, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada no Diário Oficial da União neste 14 de janeiro.


        Ficam proibidos de usar os aparelhos eletrônicos portáteis (celulares e tablets, entre outros), durante todo o período na escola, os estudantes matriculados na educação infantil, no ensino fundamental e no ensino médio. Em sala de aula, o uso dos celulares só será permitido para fins pedagógicos ou didáticos, mediante orientação dos professores.


        A norma foi aprovada pelo Congresso Nacional com o objetivo de salvaguardar a saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, diante da usual utilização de celulares por parte dos estudantes durante o perído de estudo nas salas de aula e nos momentos que deveriam ser destinados à socialização, como recreio ou intervalos entre as aulas.


        A nova lei teve origem no PL 4.932/2024, projeto de lei de autoria do deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS). No Senado, a proposta teve como relator o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que defendeu a iniciativa diante do “pleno conhecimento dos impactos que o uso do celular tem na vida das pessoas, mas ainda em adolescentes”. Após amplo debate, o Senado aprovou a proposta às vésperas do recesso.


— Em todos os lugares do mundo onde se apresentou a medida de restrição de uso de aparelhos celulares, houve melhoria do desempenho escolar, melhoria da disciplina na escola e redução do bullying — afirmou Alessandro Vieira durante a discussão do projeto no Plenário do Senado.


         Com a sanção da matéria, o senador Humberto Costa (PT-PE) destacou, em suas redes sociais, que “celular nas escolas, agora, somente para uso pedagógico”.


         Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) disse que, com a nova lei, “damos um passo importante para garantir a concentração e o aprofundamento do aprendizado dos estudantes, além de retomar o vínculo e o respeito”.


         Com um dos maiores índices mundiais de celular por habitante, o Brasil também é um dos líderes em tempo de tela em todo o mundo — estima-se uma média de uso de pelo menos nove horas diárias.


         Essa realidade já afeta crianças e adolescentes. A pesquisa TIC Kids Online, do Comitê Gestor da Internet no Brasil, estima que 95% das pessoas entre 9 a 17 anos seriam usuárias de internet, principalmente por meio de aparelho portátil (97%). Em 2023, de acordo com o levantamento, 24% dos entrevistados manifestaram que começaram a se conectar com a rede ainda na primeira infância, ou seja, até seis anos de idade. Estimou-se também que 88% dos usuários de 9 a 17 anos possuíam redes sociais, percentual que chegava a 99% entre os jovens de 15 a 17 anos.


Fonte: Agência Senado

No trecho "Em todos os lugares do mundo onde se apresentou a medida de restrição de uso de aparelhos celulares...", qual é a função morfossintática da expressão “onde”? 
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Q3173835 Português
A influência das emoções na direção defensiva

   Dirigir pode parecer algo simples, mas exige bastante das nossas capacidades mentais. É importante lembrar que, em todo o contexto em que participamos e convivemos, nossos valores, emoções e__________ de mundo nos levam a agir de determinada maneira e a julgar os outros por suas atitudes.

   Muitas vezes, temos a tendência de ser severos no julgamento dos erros alheios, mas tolerantes com nossas próprias falhas. Por exemplo, situações como disputa por vagas de estacionamento, falhas de comunicação (vidros fechados e escuros) e de interpretação podem gerar conflitos. Mesmo que a outra pessoa não tenha a __________de nos agredir ao ocupar a vaga que estávamos aguardando, podemos agir de forma agressiva, sem refletirmos sobre outras possibilidades que tenham motivado esse comportamento, além da ideia de que ela deseja nos prejudicar.

   Somos influenciados pelo nosso estado emocional. Emoções e traços de personalidade (jeito de perceber os fatos, __________da realidade, capacidade de empatia, percepção do risco, habilidade de adiar a busca por desejos) interferem nas escolhas e ações que adotamos. Nesse sentido, ser defensivo também significa entender que as pessoas podem estar estressadas, com medo, raiva, ansiedade, e que devemos ser tolerantes.

   Na verdade, esses sentimentos se somam. Por exemplo: um indivíduo que não dormiu bem à noite, logo pela manhã, iniciou uma discussão com um filho e, em seguida, lembrou−se do trabalho estressante que tem de realizar naquele dia. Esse sujeito estará menos tolerante e muito mais propenso a se irritar quando outro condutor fizer alguma manobra inadequada que, porventura, o afete, do que uma pessoa que teve uma noite de sono reparador e começou o dia sem maiores problemas e/ou conflitos.


Fonte: DETRAN/RS. 2022. Adaptado.
Na expressão “o afete”, o pronome “o” (4º parágrafo) representa que expressão anteriormente expressa?
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Q3173778 Português
A importância do lazer para nossa saúde e bem−estar


       O lazer é uma área que vem crescendo em estudos e em investimentos também.

     É uma ideia advinda dos fins do século XIX e início do XX, quando momentos de trabalho e de lazer puderam ser aliados. Uma grande indústria em torno das atividades de lazer é construída a cada dia que passa, mas o fato é que ter momentos de lazer contribui para a qualidade de vida e, principalmente, para a saúde.

     A preocupação com o trabalho e com a correria do dia a dia faz com que muitos imaginem que momentos de lazer são somente quando realmente saímos da rotina, viajamos, mas eles podem estar em todos os momentos do dia a dia.

      Para alguns, ele pode ser um descanso, uma mera válvula de escape, e para outros ele pode ser momento de construir boas relações, de adquirir conhecimento, fazer alguma coisa diferente.

    O fato é que combater o estresse físico, mental e psicológico se alia à boa saúde. As atividades de lazer são formas de divertimento, descanso ou desenvolvimento que podem trazer inúmeros benefícios, não só para sua saúde física, como para sua saúde mental e psicológica, que são tão importantes quanto a saúde física.


Temporada Livre. Adaptado.
De acordo com o texto, o pronome “ele”, referido no 4º parágrafo, refere−se a qual termo? 
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Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: CFBM Prova: Ibest - 2025 - CFBM - Motorista |
Q3173587 Português
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa que apresenta a forma correta de abreviar o pronome de tratamento "Vossa Excelência".
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Q3173126 Português
O uso da próclise (pronome antes do verbo) não está correto em qual das alternativas abaixo? 
Alternativas
Q3172744 Português
A ênclise está aplicada em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa apenas em:
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Q3172714 Português
Não se usa próclise (pronome antes do verbo) em qual das alternativas abaixo?
Alternativas
Q3172417 Português
Santinho

(Luiz Fernando Veríssimo)

    Me lembro com clareza de todas as minhas professoras, mas me lembro de uma em particular. Ela se chamava Dona Ilka. Curioso: por que escrevi “Dona Ilka” e não Ilka? Talvez por medo de que ela se materializasse aqui ao meu lado e exigisse o “Dona”, onde se viu tratar professora pelo primeiro nome, menino? No meu tempo ainda não se usava o “tia”. Elas podiam ser boas e até maternais, mas decididamente não eram nossas tias. A Dona Ilka não era maternal. Era uma mulher pequena com um perfil de passarinho. Um pequeno passarinho loiro. E uma fera.

    Eu era aluno “bem-comportado”. Era um vagabundo, não aprendia nada, vivia distraído. Mas comportamento, 10. Por isto até hoje faço verdadeiras faxinas na memória, procurando embaixo de tudo e em todos os nichos a razão de ter sido, um dia, castigado pela Dona Ilka. Alguma eu devo ter feito, mas não consigo lembrar o quê. O fato é que fui posto de castigo. Que consistia em ficar de pé num canto da sala de aula, com a cara virada para a parede. (Isto tudo, já dá pra ver, foi mais ou menos lá pela Idade Média.) Mas o que eu nunca esqueci foi a Dona Ilka ter me chamado de “santinho do pau oco”.

   Ser bem-comportado em aula não era uma decisão minha nem era nada de que me orgulhasse. Era só o meu temperamento. Mas a frase terrível da Dona Ilka sugeria que a minha boa conduta era uma simulação. Eu era um falso. Um santo falsificado! Depois disso, pelo resto da vida, não foram poucas as vezes em que um passarinho imaginário com perfil de professora pousou no meu ombro e me chamou de fingido. Os santinhos do pau oco passam a vida se questionando.

    Já outra professora quase destruiu para sempre qualquer pretensão minha à originalidade literária. Era para fazer uma redação em aula sobre a ociosidade, e eu não tinha a menor ideia do que era ociosidade. Se a palavra fora mencionada em aula tinha certamente sido num dos meus períodos de devaneio, em que o corpo ficava ali, mas a mente ia passear. E então, me achando formidável, fiz uma redação inteira sobre um aluno que precisa fazer uma redação sobre a ociosidade sem saber o que é isso, sua agonia e finalmente sua decisão de fazer uma redação sobre um aluno que precisa fazer uma redação sobre a ociosidade, etc. a professora chamou a atenção de toda a classe para a minha redação. Eu era um exemplo de quem acha que com esperteza pode-se deixar de estudar e por isto estava ganhando um zero exemplar. Só faltou me chamar de original do pau oco.

    Enfim, sobrevivi. No ginásio, todos os professores eram homens, mas não me lembro de nenhuma marca que algum deles tenha deixado. As relações com as nossas pseudomães, no primário, eram mais profundas. As duas histórias que eu contei não têm nenhuma importância. Mas olha as cicatrizes. 
[Questão inédita] Quanto à colocação pronominal, marque a alternativa em que a próclise não é obrigatória.
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Q3172304 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O que é angústia

      Um rapaz fez-me essa pergunta difícil de ser respondida. Pois depende do angustiado. Para alguns incautos, inclusive, é palavra que se orgulham de pronunciar como se com ela subissem de categoria – o que também é uma forma de angústia.

       Angústia pode ser não ter esperança na esperança. Ou conformar-se sem se resignar. Ou não se confessar nem a si próprio. Ou não ser o que realmente se é, e nunca se é. Angústia pode ser o desamparo de estar vivo. Pode ser também não ter coragem de ter angústia – e a fuga é outra angústia. Mas angústia faz parte: o que é vivo, por ser vivo, se contrai.

      Esse mesmo rapaz perguntou-me: você não acha que há um vazio sinistro em tudo? Há sim. Enquanto se espera que o coração entenda.


LISPECTOR, C. O que é angústia. Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018, p. 535.
A flexão da forma verbal “acha”, em “você não acha que há um vazio sinistro em tudo?”, indica a:
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Q3172302 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


O que é angústia

      Um rapaz fez-me essa pergunta difícil de ser respondida. Pois depende do angustiado. Para alguns incautos, inclusive, é palavra que se orgulham de pronunciar como se com ela subissem de categoria – o que também é uma forma de angústia.

       Angústia pode ser não ter esperança na esperança. Ou conformar-se sem se resignar. Ou não se confessar nem a si próprio. Ou não ser o que realmente se é, e nunca se é. Angústia pode ser o desamparo de estar vivo. Pode ser também não ter coragem de ter angústia – e a fuga é outra angústia. Mas angústia faz parte: o que é vivo, por ser vivo, se contrai.

      Esse mesmo rapaz perguntou-me: você não acha que há um vazio sinistro em tudo? Há sim. Enquanto se espera que o coração entenda.


LISPECTOR, C. O que é angústia. Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018, p. 535.
Analise a colocação pronominal dos excertos apresentados a seguir:

I. Ou não se confessar nem a si próprio.
II. Mas angústia faz parte: o que é vivo, por ser vivo, se contrai.
III. Enquanto se espera que o coração entenda.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, nos casos apresentados, a ênclise não é vetada apenas em:
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Respostas
1521: E
1522: A
1523: A
1524: D
1525: A
1526: D
1527: A
1528: A
1529: C
1530: D
1531: A
1532: A
1533: D
1534: A
1535: D
1536: D
1537: D
1538: A
1539: C
1540: B