Questões de Concurso Sobre intertextualidade em português

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Q281925 Português
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Com relação às ideias e a aspectos gramaticais do texto acima,
julgue os itens de 71 a 78.
No último período do excerto apresentado, ao referir-se à influência dos escritores na manutenção da denominada norma padrão, Machado de Assis revela-se preconceituoso, dado que postula que os textos literários sejam modelos de correção linguística e que aprimorem não só a linguagem, mas também a razão do povo.
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Q281350 Português
Leia o texto para responder às questões de números 12 a 14.

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Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula e o do sinal de dois pontos se dão pelos mesmos motivos de seus empregos no primeiro parágrafo do texto.
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Ano: 2012 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2012 - TJ-RS - Taquígrafo Forense |
Q269791 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Com a expressão cânone (L. 52), a autora do texto faz referência a
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Q261650 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões de 17 a 30.

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A alternativa em que a duplicidade de regência verbal documentada é INACEITÁVEL no português culto é a seguinte:

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Q251136 Português
De acordo com o texto, a inclusão das terras indígenas na conta com que se procura calcular a porcentagem de proteção do território amazônico justifica-se por

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Q248832 Português
Leia o texto abaixo para responder às questões 1 e 2.

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Infere-se das relações entre as ideias do texto que

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Q2894849 Português

Leia o texto “ Cigarra, Formiga & Cia” , de José Paulo Paes, para responder às questões de 1 a 6.


Cansadas dos seus papéis fabulares, a cigarra e a formiga resolveram associar-se para reagir contra a estereotipia a que haviam sido condenadas.

Deixando de parte atividades mais lucrativas, a formiga empresou a cigarra. Gravou-lhe o canto em discos e saiu a vendê-los de porta em porta. A aura de mecenas a redimiu para sempre do antigo labéu de utilitarista sem entranhas.

Graças ao mecenato da formiga, a cigarra passou a ter comida e moradia no inverno. Já ninguém a poderia acusar de imprevidência boêmia.

O desfecho desta refábula não é róseo. A formiga foi expulsa do formigueiro por lhe haver traído as tradições de pragmatismo à outrance e a cigarra teve de suportar os olhares de desprezo com que o comum das cigarras costuma fulminar a comercialização da arte.


[PAES, José Paulo Paes. Socráticas , BETA, pg. 490]

O texto dialoga com uma famosa fábula de Esopo, apresentando com ela o seguinte tipo de intertextualidade:

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Q605183 Português
Considere os textos abaixo para responder à questão.

No vidro traseiro de um carro particular, circulando pela cidade, encontram-se os seguintes dizeres:

I. Eu, Júlia, amo meu marido, o Carlos, que ama Lucas, nosso filho, que ama Laís, irmãzinha dele. Essa é a história de uma família feliz.

Logo abaixo, na lataria, encontra-se o seguinte adesivo: 

II. 

Considerados I e II, é correto afirmar:

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Q605178 Português
Considere os textos abaixo para responder à. 

− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia. 

    Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan. 


É correto afirmar que, no texto de Cristovão Tezza,
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Q605176 Português

Considere os textos abaixo para responder à questão. 

O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997. 

– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.

− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia. 


O texto acima constitui a unidade 53 da mesma obra de Dalton Trevisan. Considere o conjunto formado por essa unidade e a de número 57. Levando em conta os estudos linguísticos, discursivos e pedagógicos contemporâneos, o professor pode, adequadamente,
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Q196125 Português
Julgue o item subsecutivo, com relação a aspectos linguísticos do texto.

No terceiro parágrafo do texto, o emprego das aspas é desnecessário, visto que a transcrição do trecho de Octaciano Nogueira está integrada à sintaxe do parágrafo.
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Q119808 Português
Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
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Q2964487 Português

Lavar as mãos te deixa livre de culpas, literalmente

Então é por isso que Pôncio Pilatos lavou as mãos.


Se você tiver tomado uma decisão difícil e quer que ela seja cumprida, lave as mãos. Uma equipe de psicólogos descobriu que o simples ato de lavar as mãos faz após tomar uma decisão faz com que as pessoas se sintam mais confortáveis com as escolhas que fizeram, apagando todas as dúvidas sobre as escolhas cotidianas.

O estudo, da Universidade de Michigan, observou que o ato parece afastar as dúvidas de que a pessoa fez a coisa certa. A pesquisa aponta que pessoas que lavaram a mão logo após a tomada de uma decisão importante estavam felizes com suas escolhas, em comparação com aqueles que não o fizeram.

Um grupo de jovens estudantes foi avaliado para observar a preferência deles por CDs. Os jovens analisarem 30 capas de CD e eles escolheram 10 CDs que eles gostariam de possuir e classificaram pela preferência. O estudo então incluiu uma “recompensa” ao teste: que os estudantes escolhem ficar com o quinto ou sexto álbum da lista. Em seguida, metade dos participantes lavou as mãos. Os pesquisadores descobriram que aqueles que lavaram as suas mãos estavam mais felizes com sua decisão do que aqueles que não o fizeram. Kleyson Barbosa ­ 10 de maio de 2010.

Acesso em http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/lavar­as­maos­te­deixa­livre­de­ culpas­literalmente/

A intertextualidade é uma forma de diálogo entre textos, que pode se dar de forma mais implícita ou mais explícita e em diversos gêneros textuais. Qual das frases abaixo é um exemplo de intertextualidade?

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Q491190 Português
Quanto mais se lê, mais se amplia a competência para apreender o diálogo que os textos travam entre si por meio de referências, citações, alusões. A essa citação de um texto por outro, a esse diálogo entre os textos dá-se o nome de:
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Q198534 Português
A intertextualidade é um dos recursos usado por autores para mostrar a validade de seus argumentos, como acontece no texto 1. Nesse caso, a intertextualidade ocorre:
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Q112614 Português
Analise a imagem a seguir para responder à questão 06.

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A imagem reproduz uma obra de René Magritte, um dos principais artistas surrealistas belgas. Entre a pintura e o texto “O amor é cego – literalmente” há uma aproximação quanto


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Q39680 Português
                              O cosmopolita desenraizado

      Quando Edward Said morreu, em setembro de 2003, após batalhar por uma década contra a leucemia, era provavelmente o intelectual mais conhecido do mundo. Orientalismo, seu controvertido relato da apropriação do Oriente pela literatura e pelo pensamento europeu moderno, gerou uma subdisciplina acadêmica por conta própria: um quarto de século após sua publicação, a obra continua a provocar irritação, veneração e imitação. Mesmo que seu autor não tivesse feito mais nada, restringindo-se a lecionar na Universidade Columbia, em Nova York - onde trabalhou de 1963 até sua morte ?, ele ainda teria sido um dos acadêmicos mais influentes do final do século XX.

      Mas ele não viveu confinado. Desde 1967, cada vez com mais paixão e ímpeto, Edward Said tornou-se também um comentarista eloquente e onipresente da crise do Oriente Médio e defensor da causa dos palestinos. O engajamento moral e político não chegou a constituir um deslocamento da atenção intelectual de Said - sua crítica à incapacidade do Ocidente em entender a humilhação palestina ecoa, afinal, em seus estudos sobre o conhecimento e ficção do século XIX, presentes em Orientalismo e em obras subsequentes. Mas isso transformou o professor de literatura comparada da Universidade de Columbia num intelectual notório, adorado ou execrado com igual intensidade por milhões de leitores.

      Foi um destino irônico para um homem que não se encaixava em quase nenhum dos modelos que admiradores e inimigos lhe atribuíam. Edward Said passou a vida inteira tangenciando as várias causas com as quais foi associado. O "porta-voz" involuntário da maioria dos árabes muçulmanos da Palestina era cristão anglicano, nascido em 1935, filho de um batista de Nazaré. O crítico intransigente da condescendência imperial foi educado em algumas das últimas escolas coloniais que treinavam a elite nativa nos impérios europeus; por muitos anos falou com mais facilidade inglês e francês do que árabe, sendo um exemplo destacado da educação ocidental com a qual jamais se identificaria totalmente.

      Edward Said foi o herói idolatrado por uma geração de relativistas culturais em universidades de Berkeley a Mumbai, para quem o "orientalismo" estava por trás de tudo, desde a construção de carreiras no obscurantismo "pós-colonial" até denúncias de "cultura ocidental" no currículo acadêmico. Mas o próprio Said não tinha tempo para essas bobagens. A noção de que tudo não passava de efeito linguístico lhe parecia superficial e "fácil". Os direitos humanos, como observou em mais de uma ocasião, "não são entidades culturais ou gramaticais e, quando violados, tornam-se tão reais quanto qualquer coisa que possamos encontrar".

            (Adaptado de Tony Judt. "O cosmopolita desenraizado". Piauí, n. 41, fevereiro/2010, p. 40-43)

A afirmação de Edward Said, citada por Tony Judt no final do último parágrafo do texto, busca enfatizar a
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Q2917240 Português

Texto 3

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

a gente não quer só comida,

a gente quer comida, diversão e arte.

a gente não quer só comida,

a gente quer saída para qualquer parte.

(...)

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer dinheiro e felicidade.

a gente não quer só dinheiro,

a gente quer inteiro e não pela metade.

bebida é água.

comida é pasto.

você tem sede de quê?

você tem fome de quê?

ANTUNES, Arnaldo; FROMER, Marcelo; & BRITO, Sérgio.

Compare o conteúdo da frase de uso geral “dinheiro não traz felicidade” com os versos:


a gente não quer só dinheiro,/ a gente quer dinheiro e felicidade./ a gente não quer só dinheiro,/ a gente quer inteiro e não pela metade.


Sobre o processo de intertextualidade evidenciado no texto, pode-se afirmar que o poema

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Ano: 2007 Banca: FCC Órgão: ANS Prova: FCC - 2007 - ANS - Técnico em Regulação |
Q312396 Português
Atenção: As questões de números 1 a 9 baseiam-se no texto apresentado abaixo.

É impossível não nos maravilharmos com as inúmeras formas vivas. Basta darmos uma passeada num parque e olharmos para as árvores, flores, insetos, pássaros, cachorros e seus donos, e nos damos conta da incrível criatividade da vida em suas várias adaptações na água, terra e ar. À primeira vista, parece mesmo difícil que as asas de uma abelha, os olhos de um gato, as nadadeiras de um peixe tenham surgido por acaso, resultado de acidentes no nível molecular. Mas foi isso o que ocorreu, ao longo dos 3,5 bilhões de anos (no mínimo), desde que a vida surgiu na Terra. Darwin propôs sua teoria da evolução para dar conta do que percebeu ser, ao longo de observações cuidadosamente catalogadas em viagens pelo globo, a característica fundamental da vida: sua capacidade de se adaptar a ambientes diversos. Sua idéia de que as espécies variam no tempo devido a pequenas mudanças que são transmitidas de geração em gera- ção permanece essencialmente intacta. A seleção natural, como já diz o nome, seleciona, dentre as várias mudanças, as que beneficiam a espécie. Com isso, os benefícios são passados aos poucos para novas gerações, até que façam parte de toda a população. A grande inovação veio em torno dos anos 1950, com a biologia molecular. Ficou claro que as variações (ou mutações) ocorrem no nível molecular, nos genes. Com o mapeamento do genoma humano durante a última década, mais surpresas ocorreram. Esperava-se que espécies mais sofisticadas, como os humanos, teriam muito mais genes do que as mais simples, como os vermes. Bem, humanos têm praticamente tantos genes quanto ratos. Se o número de genes não mede a complexidade de uma espécie, o que, então, a determina? A resposta encontra-se num novo ramo da biologia molecular, que estuda como os genes se comportam durante o desenvolvimento de um embrião, como as alterações na atividade de cada um deles geram um ser complexo, seja ele uma mosca, um morcego ou uma baleia. Genes são essencialmente moléculas extremamente longas, como corredores cheios de portas. Os biólogos descobriram que certas moléculas funcionam como chaves que ligam ou desligam as partes dos genes responsáveis pela produção de enzimas específicas. À medida que o embrião evolui, diferentes portas são abertas e fechadas, cada uma responsável por parte de seu corpo. É como se o animal tivesse um mapa de seu desenvolvimento, que determina quais portas devem ser abertas ou fechadas seqüencialmente. O incrível é que todos os seres vivos têm genes similares. A variação da vida vem da ativação de partes diferentes dos genes e não de genes diferentes. A evolução da vida é conseqüência de muta- ções que ocorrem nas “portas” moleculares e não nos genes. Somos todos essencialmente o mesmo animal, variações sobre o mesmo tema. (Adaptado de Marcelo Gleiser. Folha de S. Paulo, Mais!, 7 de maio de 2006, p. 9)
A seleção natural (...) seleciona, dentre as várias mudanças, as que beneficiam a espécie. (2o parágrafo)
A paráfrase mais adequada para a frase acima está em:
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Q113408 Português
De acordo com as idéias e os aspectos sintático-semânticos do texto acima, julgue os próximos itens.
Com o emprego das formas verbais “conseguiriam” (Imagem 002.jpg.27) e “daria” (Imagem 002.jpg.28), sugere-se, no texto, que certamente há problemas no uso de equipamentos de informática mais baratos que não atendam às necessidades de trabalho dos usuários.
Alternativas
Respostas
581: E
582: A
583: B
584: D
585: D
586: A
587: C
588: D
589: C
590: E
591: E
592: D
593: B
594: C
595: B
596: A
597: A
598: D
599: E
600: C