Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.155 questões







Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho
Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.
Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal.
O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.
O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.
A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.
Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.
Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.
As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.
No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.
Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.
Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G
Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho
Uma taça de vinho da Borgonha durante o jantar. Um Chardonnay gelado ao pôr do sol. Um espumante na celebração de um casamento. Normalmente, uma taça de vinho é algo para ser apreciado, saboreado devagar. Exceto em uma pequena e tranquila cidade no norte da Espanha, onde o vinho vira munição.
Todo dia 29 de junho, centenas de moradores se reúnem no município de Haro para celebrar o vinho pelo qual a região de La Rioja é famosa — festa que culmina na Batalla del Vino, que significa "Batalha do Vinho" na tradução literal.
O que começou como uma procissão religiosa até a Ermida de San Felices, um santuário histórico no alto de uma colina, evoluiu para uma vibrante festa cultural: milhares de pessoas se ensopam de vinho tinto, usando pistolas d’água, baldes e garrafas.
O evento, caótico e animado, atrai turistas de toda parte, ansiosos para mergulhar no clima festivo. Mas, apesar dos litros e litros de vinho lançados pelos ares, autoridades locais estão preocupadas com visitantes que confundem a tradição com uma desculpa para exagerar na bebida. “Não podemos transformar isso em apenas mais uma festa de bebedeira”, disse José Luis Pérez Pastor, ministro de cultura, turismo, esportes e juventude de La Rioja, à CNN internacional.
A programação começa às 7h30 da manhã, quando o prefeito de Haro e membros da Irmandade de San Felices lideram os peregrinos até os penhascos de Bilibio, onde fica a Ermida. Depois de uma missa celebrada no local, um foguete anuncia o início da batalha. Vestidos de branco da cabeça aos pés, com lenços vermelhos no pescoço, os participantes começam a se molhar mutuamente até ficarem tingidos de roxo.
Embora hoje seja visto como um festival alegre e inusitado, o evento é profundamente ligado à tradição, à religiosidade e ao folclore local. Reza a lenda que tudo começou no século VI, quando peregrinos homenageavam São Felices, padroeiro de Haro, visitando as cavernas onde ele foi enterrado.
Com o tempo, essas peregrinações deram lugar a celebrações mais animadas, com os chamados “batismos de vinho”, que evoluíram até se tornarem as batalhas que se vê hoje. Outra versão conta que, no século XII, uma disputa de terras entre Haro e a cidade vizinha de Miranda de Ebro levou os moradores a fazer caminhadas periódicas para marcar os limites das propriedades. Diz-se que isso durou mais de 400 anos — até que o costume virou bagunça, e os dois lados começaram a jogar vinho uns nos outros.
As regras estão descritas no site oficial da Batalla del Vino: o objetivo é manchar o vizinho de vinho, deixando-o mais escuro do que o "Pendón de Haro", uma bandeira tradicional da cidade. Caminhões-tanque gigantes, cada um com até 15 mil litros de vinho, são disponibilizados pela prefeitura para abastecer os “armamentos” dos foliões.
No total, até 50 mil litros podem ser arremessados a cada edição. Embora pareça um desperdício de bom vinho, o líquido usado na batalha não serve para engarrafamento — é de baixo valor comercial, muitas vezes excedente ou de qualidade inferior. Depois, o vinho que escorre morro abaixo é absorvido pela terra ou levado pela chuva, segundo as autoridades locais.
Ao meio-dia, após horas de batalha, todos voltam para a Plaza de la Paz, no centro de Haro, onde desfilam ao som de bandas de metais — antes de, como manda a tradição espanhola, seguir para uma arena de touradas e outras atividades. Ao longo do dia, é comum que os participantes também se reúnam para comer caracoles, um prato típico de caracóis cozidos em molho de tomate e pimentões.
Fonte: Conheça cidade na Espanha onde é tradição moradores se encharcarem de vinho | CNN Brasil V&G
- Leia a charge a seguir para responder a próxima duas questão.

CAZO. 1 em cada 5 brasileiros admite usar o celular ao dirigir. Blog do AFTM. 07 jul. 2019. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge1-em-cada-5-brasileiros-admite-usar-o-celular-ao-dirigir/>.
A expressão “dei por mim”, no contexto da charge acima, possui o sentido de alguém que:
Laia o texto a seguir para responder a questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>
Laia o texto a seguir para responder a questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>
Laia o texto a seguir para responder a questão.
Meu celular, minha vida
Há uma nova doença nos anais da medicina: a nomofobia, o medo de ficar sem celular. O termo foi cunhado no Reino Unido, e deriva de “no mobile phobia”.
O fato é óbvio: para qualquer lugar que se olhe, as pessoas estão atentas ao celular – rua, restaurante, local de trabalho, ônibus, metrô, escola e até igreja.
(...)
Uma das anomalias de nossa época pós-moderna é o esgarçamento das relações pessoais e comunitárias. A família tradicional, que se reunia à mesa de refeições ou na sala para conversar, é hoje um bem escasso. As relações matrimoniais mal resistem à primeira crise. Segundo o IBGE, as uniões conjugais duram, em média, cerca de sete anos!
Na opinião de Aristóteles, amizades são imprescindíveis à nossa felicidade. No entanto, nesse mundo competitivo, muitas andam contaminadas por inveja, ciúme, cobranças ou prejudicadas pela falta de tempo.
Resta então, nesse mar revolto no qual naufragam antigos e saudáveis costumes, a ilha salvadora do celular! O aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.
O fascínio do celular consiste em amenizar minha solidão sem exigir solidarizar-me. Estou na rede, interajo com inúmeras pessoas e, no entanto, fico na minha, olhando o meu umbigo, indiferente ao fato de algumas dessas pessoas estarem sofrendo ou, pelo menos, necessitando de minha presença física consoladora ou incentivadora.
O celular faz de mim, Clark Kent, um Super-Homem. Eu, a quem quase ninguém presta atenção, agora gozo de um público multimídia ligado no que expresso. Em contrapartida, o celular me rouba tempo: de leituras, de trabalho, de convivência familiar e com amigos. Com ele ligado no bolso ou ao meu lado, fica cada vez mais difícil a concentração.
O celular é um espelho mágico. Repare como as pessoas o fitam. É como se se vissem na tela. Por ser um equipamento eletrônico dotado de múltiplos recursos, ele me traz a sensação de que sou um Pequeno Príncipe capaz de visitar sucessivamente diferentes planetas.
(...)
Ah, como é saudável estar bem consigo mesmo e manter o celular desligado por um bom tempo, sobretudo à noite! Mas isso exige o que parece cada vez mais raro nos dias atuais: boa autoestima, falta de ansiedade, consistência subjetiva, gosto pelo silêncio e uma vida ancorada em um sentido altruísta.
FREI BETTO. Meu celular, minha vida. Correio da
cidadania. 06 dez. 2013. Disponível em
<https://www.correiocidadania.com.br/colunistas/frei-betto/9144-06-12-2013-meu-celular-minha-vida>
"Madrinha aparece no casamento da irmã fantasiada de tiranossauro nos EUA."
A compreensão do texto foi prejudicada devido ao emprego:
Leia o texto a seguir:
Uso inadequado da internet pode afetar saúde, diz especialista
A aprovação de projeto de lei na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que proíbe o uso de aparelhos eletrônicos em escolas publicas e privadas no estado, já no ano letivo de 2025, deu destaque ao tema. Além do cuidado nas escolas, o Centro Marista de Defesa da Infância avalia que a utilização dos aparelhos e da internet também precisa de atenção em casa.
Levantamento da TIC Kids Online Brasil (2024), realizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e Cetic.br, mostrou que 93% das crianças e adolescentes brasileiros — de 9 a 17 anos — usam a intemet, o que representa 24,5 milhões de pessoas.
O estudo apontou, ainda, que cerca de três a cada dez usuários de internet de 9 a 17 anos têm responsáveis que usam recursos para bloquear ou filtrar alguns tipos de sites (34%); para filtrar aplicativos baixados (32%), que limitam pessoas que entram em contato por chamadas de voz ou mensagens (32%); que monitoram sites ou aplicativos acessados (31%); que bloqueiam anúncios (28%); alertam sobre o desejo de fazer compras em aplicativos (26%); e que restringem o tempo na internet (24%).
"Assim como ensinamos nossas crianças a não falar com estranhos na rua, temos que agora ensina-las a como se comportar na internet. Atualmente, pais e responsáveis devem trabalhar no letramento digital, supervisionando as atividades e ensinando dinâmicas mercadológicas, pois o uso inadequado da internet pode gerar um meio propicio para o adoecimento físico e mental", disse, em nota, Valdir Gugiel, diretor do Centro Marista de Defesa da Infância e membro do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina.
Ele acrescenta que, atualmente, quando se trata de infância e juventude, é necessário promover um debate sobre o uso consciente de telas e dispositivos e a violência no ambiente digital.
Fonte: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/ciencia/2025/01/1053742-uso- inadequado-da-intemet-pode-afetar-saude-diz-especialista.ntml. Excerto. Acesso em 24/05/2025. Adaptado.