Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3494754 Português
Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal” (1º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo destacado tem sentido:
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Q3494752 Português
A leitura do texto permite concluir que as ações individuais das pessoas em busca de saúde: 
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Q3494750 Português
O texto recomenda que os tecidos sintéticos sejam substituídos por materiais naturais. Essa recomendação revela, em maior medida, um tipo de preocupação: 
Alternativas
Q3494749 Português
Segundo o texto, a exposição aos microplásticos pode ocorrer em três diferentes níveis, em uma gradação: do nível baixo ao nível alto, passando pelo médio. Com base nisso, podemos inferir que:
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Q3494514 Português

Uma simples caminhada de outono


Por Marco Matos






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2025/05/havia-me-esquecidode-como-faz-bem-uma-simples-caminhada-de-outono-cmazunxsd00dv013blx00mke2.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “propósito” (l. 18) sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre. Desconsidere eventuais alterações na estrutura da frase. 
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Q3494510 Português

Uma simples caminhada de outono


Por Marco Matos






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2025/05/havia-me-esquecidode-como-faz-bem-uma-simples-caminhada-de-outono-cmazunxsd00dv013blx00mke2.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica algo que NÃO tenha acontecido com o autor do texto durante a caminhada da qual fala no texto.
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Q3494509 Português

Uma simples caminhada de outono


Por Marco Matos






(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2025/05/havia-me-esquecidode-como-faz-bem-uma-simples-caminhada-de-outono-cmazunxsd00dv013blx00mke2.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. A partir de sua caminhada, o autor passou a se questionar sobre determinadas atitudes que tomamos em nossas vidas.
II. Em sua caminhada, o autor do texto encontrou uma quantidade significativa de pessoas caminhando por recomendação médica.
III. Apesar de se sentir muito bem após a caminhada, o autor admite que perdeu um tempo em que poderia ter resolvido muitas outras coisas.

Quais estão corretas? 
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Q3494505 Português
A contribuição para mitigar os efeitos da pandemia e o direito à infância ser uma prioridade são dois dos motivos listados para se aderir ao PIM. Quantos dos seguintes itens apresentam outros desses motivos? I. É a melhor estratégia para se combater a desigualdade; II. Tem baixo custo e alto impacto; III. Tem reconhecimento nacional e internacional; IV. Tem forte apelo político-partidário.
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Q3494413 Português
O equivalente ao barulho externo é o barulho interno do pensamento. O equivalente ao silêncio externo é a calma interior. Sempre que houver silêncio à sua volta, ouça-o. Isso significa: apenas perceba-o. Preste atenção nele. Ouvir o silêncio desperta a dimensão de calma que já existe dentro de você, porque é só através da calma que você pode perceber o silêncio. Veja que, quando percebe o silêncio à sua volta, você não está pensando. Está consciente do silêncio, mas não está pensando.

Eckhart Tolle

https://www.pensador.com/pequenos_textos_reflexivos/2/
No texto, há uma reflexão sobre a relação entre o silêncio externo e a calma interior. Com base na análise e interpretação do texto, assinale a alternativa correta.
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Q3494161 Português

Observe a seguinte afirmação:



A saúde é direito de todos e dever do Município, assegurado mediante políticas econômicas e ambientais que visem a conservação e _____ do risco de doença e outros agravos, e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços, a sua promoção e _____.  



Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas: 

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Q3494142 Português
Ao final do texto, o médico afirma Prevenir é sempre o melhor caminho (l.50). Com base nessa declaração e nos argumentos do texto, qual interpretação mais se alinha à proposta central apresentada? 
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Q3494141 Português
Segundo o texto, além da vasoconstrição, há outros fatores sazonais que agravam os riscos cardiovasculares. A partir da leitura, qual alternativa melhor expressa essa ampliação dos riscos ao longo do outono? 
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Q3494140 Português
Em um dos trechos, o médico recomenda que pacientes hipertensos mantenham o uso regular de medicação e evitem mudanças bruscas de temperatura. Considerando a função desse alerta no conjunto do texto, é CORRETO afirmar que ele tem como objetivo:
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Q3494021 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

No trecho “Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez”, a escolha e o contexto das palavras revelam uma construção simbólica da trajetória existencial do autor. Considerando o campo semântico e a progressão temática do texto, indique a alternativa que apresenta a interpretação mais coerente para os termos “congênita”, “ignorância” e “pequenez”, no contexto específico da frase.
Alternativas
Q3494013 Português

Texto para a questão.



O naufrágio


    Cada dia na vida humana é único, pois o corpo está em constante transformação. Em sete anos, todas as células se renovam, e em uma vida longa, o corpo é trocado diversas vezes. Somos feitos de matéria mutável, conectados ao universo em sua essência atômica.

    Viver plenamente o presente, como ensina o xamã do Yucatán, é libertar-se do peso do passado e da ansiedade do futuro — é o que a criança faz, vivendo apenas de sensações imediatas.

    A morte, inevitável, causa temor, mas pode ser vista como parte de um ciclo maior. Religiões orientais falam em reencarnação e karma; outras, em vida eterna espiritual.

    O pavor da morte se deve ao desconhecimento e, também, às reações do ambiente, da família, dos amigos, da sociedade em geral, daqueles com os quais se convive.

    A variedade de condições em que nascemos levanta questões sobre mérito, destino e justiça. Platão e o pensamento oriental sugerem que as almas escolhem onde nascer, conforme seu grau de evolução.

    A espiritualidade oriental vê a morte como troca de roupa: transitória. O budismo diz que o divino está em nós — e o despertar é reencontrar essa essência.

    Ao fim da vida, resta a paz de quem, mesmo após naufragar, contempla o infinito e encontra doçura nas águas do desconhecido.

    Gastei minha vida para vencer uma congênita ignorância e pequenez. Consegui um vislumbre do infinito à minha frente. Contudo, sinto-me feliz, como o poeta que revelou: “o naufragar é doce neste mar”.


Vittorio Medioli – Texto Adaptado


Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2025/4/27/o-naufragio

Considerando os elementos temáticos e estruturais do texto “O naufrágio”, bem como os recursos argumentativos empregados pelo autor, é correto afirmar que a construção do sentido global do texto está sustentada
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Q3493272 Português
Leia o anúncio a seguir e responda à questão.

Captura_de tela 2025-07-16 094907.png (363×505)
Fonte: Material Fundação de Ação Social (FAS) de Curitiba

No período “Quanto maior a idade, mais perigosa pode ser uma queda”, temos uma relação sintáticosemântica que expressa o sentido de:  
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Q3493264 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

A última crônica

Fernando Sabino

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
     A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põese a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
No contexto semântico da crônica apresentada, os termos em destaque, no trecho “Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um”, podem ser considerados: 
Alternativas
Q3493263 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.

A última crônica

Fernando Sabino

    A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.
     A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: "assim eu quereria o meu último poema". Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
    Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
    Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho -- um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.
    A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
    São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põese a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: "parabéns pra você, parabéns pra você..." Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura — ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido — vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
    Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Texto extraído do livro "A Companheira de Viagem", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1965, pág. 174.
A crônica utiliza fatos do cotidiano com o objetivo de lançar uma crítica, sobre determinada temática, à sociedade. No texto “A última crônica”, dentre as temáticas abordadas, percebe-se que Fernando Sabino faz uma crítica: 
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Q3493234 Português
Leia o texto a seguir:

Antes e depois: imagens de IA mostram efeitos destruidores dos microplásticos no rosto humano

Fragmentos presentes no dia a dia podem prejudicar processos hormonais e ressecar a pele

    Há cada vez mais evidências de que os microplásticos que cercam nossas vidas são capazes de penetrar em estruturas e órgãos do corpo, perturbando uma série de funções biológicas. Segundo cientistas, pesquisas apontam que esses fragmentos podem se acumular no organismo com o tempo e desregular hormônios, ressecar a pele, causar inflamações e alterações de peso corporal.

    Agora, uma empresa de reciclagem do Reino Unido tentou capturar o impacto que essas toxinas podem estar causando à pele.

    A convite da businesswaste.co.uk, pesquisadores utilizaram imagens geradas por inteligência artificial (IA) de um homem e de uma mulher jovens e saudáveis e simularam a exposição a microplásticos em três níveis diferentes: baixo, médio e alto.

    No nível baixo, as imagens mostram que os indivíduos foram expostos aos microplásticos através de alimentos, de bebidas e do ambiente cotidiano. O relatório sugere que os fragmentos estavam interferindo nos hormônios, levando a ressecamento da pele, vermelhidão e irritação.

    No nível médio, as simulações apontam o consumo frequente de alimentos processados embalados em plástico e de frutos do mar contaminados. Os modelos também estariam usando roupas feitas de tecidos sintéticos como náilon e poliéster com mais regularidade. Os pesquisadores alegam que nesse nível a exposição poderia causar mais irritação da pele e desregular hormônios, levando à produção excessiva de oleosidade e envelhecimento precoce. O desequilíbrio da testosterona pode aumentar a produção de óleo na pele.
    
    Nas simulações de nível alto, os modelos humanos estariam expostos a microplásticos no ambiente de trabalho, que incluiria áreas de gestão de resíduos, indústrias têxteis sintéticas e setores de fabricação de plásticos.
    
    Segundo a equipe, nesse caso as inflmações seriam ainda maiores, com manifestações na pele e sinais de envelhecimento precoce. Elas incluiriam descoloração, aparecimento de caroços e lesões que não cicatrizam adequadamente. Também pode haver descoloração azulada ou arroxeada nos lábios e pontas dos dedos. 

    Flutuações hormonais levariam a afinamento ou queda de cabelo, alterações de peso e ciclos menstruais irregulares.

    “É evidente que há muitos sinais preocupantes de como essa poluição pode nos afetar. As imagens que geramos são baseadas em descobertas desses estudos e mostram resultados alarmantes, mas esperamos que façam as pessoas prestar atenção ao problema maior”, afirmou Mark Hall, especialista em resíduos plásticos da empresa responsável pelo relatório.

    Suas recomendações para evitar o excesso de contaminantes incluem abandonar plásticos de uso único, filtrar a água potável, trocar tecidos de náilon e poliéster por materiais naturais como algodão e lã, consumir alimentos orgânicos sempre que possível, reduzir o consumo de frutos do mar e substituir colheres de plástico por colheres de madeira, tábuas de corte por opções naturais e potes de plástico por recipientes de vidro.


Fonte:https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2025/04/05/antes-e-depois-imagensde-ia-mostram-efeitos-destruidores-dos-microplasticos-no-rosto-humano.ghtml. Acesso em 05/04/2025. Texto adaptado.
A leitura do texto permite concluir que as ações individuais das pessoas em busca de saúde:
Alternativas
Q3493233 Português
Segundo o texto, um determinado mecanismo biológico pode ser afetado pela exposição aos microplásticos, levando a ressecamento da pele e inflamações. Esse mecanismo é:
Alternativas
Respostas
19141: B
19142: A
19143: C
19144: D
19145: E
19146: D
19147: A
19148: D
19149: A
19150: A
19151: D
19152: E
19153: B
19154: D
19155: D
19156: E
19157: C
19158: D
19159: A
19160: B