Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3793184 Português

Q10.png (218×152)


O conteúdo da placa acima expressa uma:

Alternativas
Q3793178 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
Alternativas
Q3793176 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Rara flor


    Existia uma linda flor no alto de uma montanha, e nunca ninguém havia conseguido chegar até lá para apreciar a beleza daquela flor. Houve uma competição de príncipes que queriam presentear as princesas com aquela rara flor. Apenas um príncipe conseguiu retirar a flor da montanha e entregar à princesa; porém, a viagem foi muito longa... Quando o príncipe chegou em seu castelo, encontrou a princesa com saudades... A princesa lhe questionou pela flor, o príncipe desesperado mostrou a flor já em estado seco, o que motivou a tristeza daquela princesa... E assim a flor perdeu sua essência...


ALMEIDA, Kamila Tavares. Rara flor. Disponível em .<https://saladeleitura.no.comunidades.net/literodegustacao>. 
Qual lição de moral pode ser associada ao texto “Rara flor”?
Alternativas
Q3793175 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Rara flor


    Existia uma linda flor no alto de uma montanha, e nunca ninguém havia conseguido chegar até lá para apreciar a beleza daquela flor. Houve uma competição de príncipes que queriam presentear as princesas com aquela rara flor. Apenas um príncipe conseguiu retirar a flor da montanha e entregar à princesa; porém, a viagem foi muito longa... Quando o príncipe chegou em seu castelo, encontrou a princesa com saudades... A princesa lhe questionou pela flor, o príncipe desesperado mostrou a flor já em estado seco, o que motivou a tristeza daquela princesa... E assim a flor perdeu sua essência...


ALMEIDA, Kamila Tavares. Rara flor. Disponível em .<https://saladeleitura.no.comunidades.net/literodegustacao>. 
De acordo com os acontecimentos narrados no texto “Rara flor”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3793083 Português
Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76,6 anos em 2024, diz IBGE 



A expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,6 anos em 2024, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28). O número representa um aumento de 2,5 meses em relação a 2023. Para a população masculina, o aumento foi de 73,1 para 73,3 anos; já para as mulheres, a alta foi de 79,7 para 79,9 anos.


Segundo o IBGE, a longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos nas últimas nove décadas: de 45,5 anos em 1940 para 76,6 anos em 2024. No mundo, a maior expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos pertence a Mônaco (86,5 anos), seguido por San Marino (85,8 anos), Hong Kong (85,6 anos), Japão (84,9 anos) e Coreia do Sul (84,4 anos). 


Os brasileiros que chegam aos 60 anos vivem, em média, mais 22,6 anos. Esse número representa um crescimento em relação a 2023, quando essa população vivia mais 22,5 anos. Além disso, o número é o maior em nove décadas: em 1940, as pessoas que chegavam a essa idade viviam apenas mais 13,2 anos. Na separação por sexos, em média, homens que chegam aos 60 anos vivem mais 20,8 anos, enquanto mulheres vivem mais 24,2 anos.


Os dados do IBGE também indicam que a expectativa de vida para quem chega aos 80 anos é de mais 9,5 anos para mulheres e mais 8,3 anos para homens.


Fonte: G1. Adaptado. 
Considerando o trecho “A expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,6 anos em 2024”, qual das alternativas abaixo pode substituir, sem prejuízo de sentido, a palavra “subiu”? 
Alternativas
Q3793081 Português
Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76,6 anos em 2024, diz IBGE 



A expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,6 anos em 2024, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28). O número representa um aumento de 2,5 meses em relação a 2023. Para a população masculina, o aumento foi de 73,1 para 73,3 anos; já para as mulheres, a alta foi de 79,7 para 79,9 anos.


Segundo o IBGE, a longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos nas últimas nove décadas: de 45,5 anos em 1940 para 76,6 anos em 2024. No mundo, a maior expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos pertence a Mônaco (86,5 anos), seguido por San Marino (85,8 anos), Hong Kong (85,6 anos), Japão (84,9 anos) e Coreia do Sul (84,4 anos). 


Os brasileiros que chegam aos 60 anos vivem, em média, mais 22,6 anos. Esse número representa um crescimento em relação a 2023, quando essa população vivia mais 22,5 anos. Além disso, o número é o maior em nove décadas: em 1940, as pessoas que chegavam a essa idade viviam apenas mais 13,2 anos. Na separação por sexos, em média, homens que chegam aos 60 anos vivem mais 20,8 anos, enquanto mulheres vivem mais 24,2 anos.


Os dados do IBGE também indicam que a expectativa de vida para quem chega aos 80 anos é de mais 9,5 anos para mulheres e mais 8,3 anos para homens.


Fonte: G1. Adaptado. 
Segundo os dados apresentados no texto, assinalar a alternativa CORRETA sobre a longevidade da população brasileira. 
Alternativas
Q3793080 Português
Expectativa de vida do brasileiro sobe para 76,6 anos em 2024, diz IBGE 



A expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,6 anos em 2024, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28). O número representa um aumento de 2,5 meses em relação a 2023. Para a população masculina, o aumento foi de 73,1 para 73,3 anos; já para as mulheres, a alta foi de 79,7 para 79,9 anos.


Segundo o IBGE, a longevidade da população brasileira aumentou 31,1 anos nas últimas nove décadas: de 45,5 anos em 1940 para 76,6 anos em 2024. No mundo, a maior expectativa de vida ao nascer para ambos os sexos pertence a Mônaco (86,5 anos), seguido por San Marino (85,8 anos), Hong Kong (85,6 anos), Japão (84,9 anos) e Coreia do Sul (84,4 anos). 


Os brasileiros que chegam aos 60 anos vivem, em média, mais 22,6 anos. Esse número representa um crescimento em relação a 2023, quando essa população vivia mais 22,5 anos. Além disso, o número é o maior em nove décadas: em 1940, as pessoas que chegavam a essa idade viviam apenas mais 13,2 anos. Na separação por sexos, em média, homens que chegam aos 60 anos vivem mais 20,8 anos, enquanto mulheres vivem mais 24,2 anos.


Os dados do IBGE também indicam que a expectativa de vida para quem chega aos 80 anos é de mais 9,5 anos para mulheres e mais 8,3 anos para homens.


Fonte: G1. Adaptado. 
De acordo com o texto, em relação a 2023, a expectativa de vida do brasileiro em 2024: 
Alternativas
Q3792863 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


 A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil provocou fortes chuvas e ventos intensos em diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Sul. Minas Gerais e São Paulo registraram ventos fortes, mesmo estando fora do centro do fenômeno. Na Região Metropolitana de São Paulo, mais de dois milhões de pessoas ficaram sem energia, e a Defesa Civil contabilizou quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos. Em toda a capital, mais de quinhentas chamadas por queda de árvores foram feitas até as quatorze horas. Meteorologistas classificam o ciclone como de altíssimo risco.

Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas. Nos últimos anos, eventos semelhantes têm sido registrados no Brasil, como o ciclone de novembro que gerou um tornado no Paraná, destruindo quase toda a cidade de Rio Bonito do Iguaçu.

Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Ele relaciona a intensificação ao aquecimento global e, especialmente, às alterações na Antártica, onde a extensão do gelo marinho atingiu níveis muito baixos neste ano. Essa condição coloca a Oscilação Antártica em fase negativa e empurra o cinturão de ciclones para o sul do Brasil, favorecendo tempestades severas. Para ele, a combinação entre atmosfera mais quente e menor volume de gelo marinho contribui diretamente para a formação de ciclones mais intensos.

Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa, e aos ventos intensos favorecidos por ondulações incomuns nos jatos superiores da atmosfera — fenômeno mais típico do inverno. Estudos citados por Enver Gutierrez, pesquisador do Inpe, já apontam tais padrões como possíveis efeitos das mudanças climáticas.

José Marengo, do Cemaden, destaca a recorrência de ciclones-bombas, caracterizados por rápida queda de pressão e ventos extremamente fortes, fenômeno cuja frequência costuma ser associada ao aumento das temperaturas globais. Embora ainda não haja consenso para classificar o atual evento como ciclone-bomba, ele é considerado altamente intenso, com grande potencial destrutivo.

Especialistas alertam que eventos assim tendem a se intensificar se não houver ações que reduzam seus impactos. Além de medidas estruturais e estratégias de adaptação, Aquino reforça a necessidade de sistemas eficientes de alerta e comunicação, capazes de orientar a população sobre riscos e procedimentos de segurança. A atenção a alertas meteorológicos e previsões climáticas é vista como ferramenta essencial para evitar tragédias em cenários de eventos extremos cada vez mais frequentes.


 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo.adaptado

Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas.

Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa.

De acordo com a análise das frases, assinale a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3792861 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


 A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil provocou fortes chuvas e ventos intensos em diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Sul. Minas Gerais e São Paulo registraram ventos fortes, mesmo estando fora do centro do fenômeno. Na Região Metropolitana de São Paulo, mais de dois milhões de pessoas ficaram sem energia, e a Defesa Civil contabilizou quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos. Em toda a capital, mais de quinhentas chamadas por queda de árvores foram feitas até as quatorze horas. Meteorologistas classificam o ciclone como de altíssimo risco.

Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas. Nos últimos anos, eventos semelhantes têm sido registrados no Brasil, como o ciclone de novembro que gerou um tornado no Paraná, destruindo quase toda a cidade de Rio Bonito do Iguaçu.

Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Ele relaciona a intensificação ao aquecimento global e, especialmente, às alterações na Antártica, onde a extensão do gelo marinho atingiu níveis muito baixos neste ano. Essa condição coloca a Oscilação Antártica em fase negativa e empurra o cinturão de ciclones para o sul do Brasil, favorecendo tempestades severas. Para ele, a combinação entre atmosfera mais quente e menor volume de gelo marinho contribui diretamente para a formação de ciclones mais intensos.

Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa, e aos ventos intensos favorecidos por ondulações incomuns nos jatos superiores da atmosfera — fenômeno mais típico do inverno. Estudos citados por Enver Gutierrez, pesquisador do Inpe, já apontam tais padrões como possíveis efeitos das mudanças climáticas.

José Marengo, do Cemaden, destaca a recorrência de ciclones-bombas, caracterizados por rápida queda de pressão e ventos extremamente fortes, fenômeno cuja frequência costuma ser associada ao aumento das temperaturas globais. Embora ainda não haja consenso para classificar o atual evento como ciclone-bomba, ele é considerado altamente intenso, com grande potencial destrutivo.

Especialistas alertam que eventos assim tendem a se intensificar se não houver ações que reduzam seus impactos. Além de medidas estruturais e estratégias de adaptação, Aquino reforça a necessidade de sistemas eficientes de alerta e comunicação, capazes de orientar a população sobre riscos e procedimentos de segurança. A atenção a alertas meteorológicos e previsões climáticas é vista como ferramenta essencial para evitar tragédias em cenários de eventos extremos cada vez mais frequentes.


 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo.adaptado

Um ciclone extratropical provocou danos significativos em diferentes regiões brasileiras, revelando a vulnerabilidade das cidades diante de eventos meteorológicos intensos e reforçando a discussão sobre a influência das mudanças climáticas.


De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3792800 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil provocou fortes chuvas e ventos intensos em diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Sul. Minas Gerais e São Paulo registraram ventos fortes, mesmo estando fora do centro do fenômeno. Na Região Metropolitana de São Paulo, mais de dois milhões de pessoas ficaram sem energia, e a Defesa Civil contabilizou quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos. Em toda a capital, mais de quinhentas chamadas por queda de árvores foram feitas até as quatorze horas. Meteorologistas classificam o ciclone como de altíssimo risco.

Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas. Nos últimos anos, eventos semelhantes têm sido registrados no Brasil, como o ciclone de novembro que gerou um tornado no Paraná, destruindo quase toda a cidade de Rio Bonito do Iguaçu.

Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Ele relaciona a intensificação ao aquecimento global e, especialmente, às alterações na Antártica, onde a extensão do gelo marinho atingiu níveis muito baixos neste ano. Essa condição coloca a Oscilação Antártica em fase negativa e empurra o cinturão de ciclones para o sul do Brasil, favorecendo tempestades severas. Para ele, a combinação entre atmosfera mais quente e menor volume de gelo marinho contribui diretamente para a formação de ciclones mais intensos.

Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa, e aos ventos intensos favorecidos por ondulações incomuns nos jatos superiores da atmosfera — fenômeno mais típico do inverno. Estudos citados por Enver Gutierrez, pesquisador do Inpe, já apontam tais padrões como possíveis efeitos das mudanças climáticas.

 José Marengo, do Cemaden, destaca a recorrência de ciclones-bombas, caracterizados por rápida queda de pressão e ventos extremamente fortes, fenômeno cuja frequência costuma ser associada ao aumento das temperaturas globais. Embora ainda não haja consenso para classificar o atual evento como ciclone-bomba, ele é considerado altamente intenso, com grande potencial destrutivo.

Especialistas alertam que eventos assim tendem a se intensificar se não houver ações que reduzam seus impactos. Além de medidas estruturais e estratégias de adaptação, Aquino reforça a necessidade de sistemas eficientes de alerta e comunicação, capazes de orientar a população sobre riscos e procedimentos de segurança. A atenção a alertas meteorológicos e previsões climáticas é vista como ferramenta essencial para evitar tragédias em cenários de eventos extremos cada vez mais frequentes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo.adaptado

Um ciclone extratropical provocou danos significativos em diferentes regiões brasileiras, revelando a vulnerabilidade das cidades diante de  eventos meteorológicos intensos e reforçando a discussão sobre a influência das mudanças climáticas.


De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3792799 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ventania em São Paulo: ciclones 'devastadores' no Brasil são culpa das mudanças climáticas?


A passagem de um ciclone extratropical pelo sul do Brasil provocou fortes chuvas e ventos intensos em diferentes regiões do país, especialmente no Centro-Sul. Minas Gerais e São Paulo registraram ventos fortes, mesmo estando fora do centro do fenômeno. Na Região Metropolitana de São Paulo, mais de dois milhões de pessoas ficaram sem energia, e a Defesa Civil contabilizou quedas de árvores, destelhamentos e alagamentos. Em toda a capital, mais de quinhentas chamadas por queda de árvores foram feitas até as quatorze horas. Meteorologistas classificam o ciclone como de altíssimo risco.

Climatologistas afirmam que, embora ciclones sejam comuns no hemisfério sul, a intensidade observada é compatível com tendências associadas às mudanças climáticas. Nos últimos anos, eventos semelhantes têm sido registrados no Brasil, como o ciclone de novembro que gerou um tornado no Paraná, destruindo quase toda a cidade de Rio Bonito do Iguaçu.

Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Ele relaciona a intensificação ao aquecimento global e, especialmente, às alterações na Antártica, onde a extensão do gelo marinho atingiu níveis muito baixos neste ano. Essa condição coloca a Oscilação Antártica em fase negativa e empurra o cinturão de ciclones para o sul do Brasil, favorecendo tempestades severas. Para ele, a combinação entre atmosfera mais quente e menor volume de gelo marinho contribui diretamente para a formação de ciclones mais intensos.

Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa, e aos ventos intensos favorecidos por ondulações incomuns nos jatos superiores da atmosfera — fenômeno mais típico do inverno. Estudos citados por Enver Gutierrez, pesquisador do Inpe, já apontam tais padrões como possíveis efeitos das mudanças climáticas.

 José Marengo, do Cemaden, destaca a recorrência de ciclones-bombas, caracterizados por rápida queda de pressão e ventos extremamente fortes, fenômeno cuja frequência costuma ser associada ao aumento das temperaturas globais. Embora ainda não haja consenso para classificar o atual evento como ciclone-bomba, ele é considerado altamente intenso, com grande potencial destrutivo.

Especialistas alertam que eventos assim tendem a se intensificar se não houver ações que reduzam seus impactos. Além de medidas estruturais e estratégias de adaptação, Aquino reforça a necessidade de sistemas eficientes de alerta e comunicação, capazes de orientar a população sobre riscos e procedimentos de segurança. A atenção a alertas meteorológicos e previsões climáticas é vista como ferramenta essencial para evitar tragédias em cenários de eventos extremos cada vez mais frequentes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvldn2qzpo.adaptado

Segundo Francisco Aquino, professor da UFRGS, a frequência e a força dos ciclones extratropicais aumentaram nas últimas décadas. Este ciclone é considerado atípico para a época devido à pressão atmosférica excepcionalmente baixa, inferior a mil hPa.


De acordo com a análise das frases, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3792740 Português
Robôs cuidadores e roupas com GPS: as apostas do Japão contra crise de demência entre idosos


Atualmente, cerca de 30% da população japonesa tem sessenta e cinco anos ou mais, o que agrava a crise diante da redução da força de trabalho e das restrições à entrada de estrangeiros para atuar nos cuidados.

O governo japonês trata a demência como prioridade e estima que os gastos com saúde e assistência social chegarão a quatorze trilhões de ienes até 2030. Para aliviar a pressão sobre o sistema, a principal aposta é a tecnologia. Sistemas com GPS e dispositivos vestíveis ajudam a localizar idosos perdidos, enquanto redes comunitárias, como funcionários de lojas de conveniência, recebem alertas em tempo real para agilizar os resgates.

A inteligência artificial também é usada para a detecção precoce da doença. O sistema aiGait, da Fujitsu, analisa a postura e a forma de caminhar para identificar sinais iniciais de demência. Já a Universidade Waseda desenvolve o robô humanoide AIREC, projetado para auxiliar em tarefas cotidianas e, futuramente, em cuidados mais complexos.

Robôs semelhantes já são utilizados em casas de repouso para tocar músicas aos residentes ou orientá-los em exercícios simples de alongamento. Eles também monitoram pacientes durante a noite, instalados sob os colchões para acompanhar o sono e as condições de saúde, reduzindo a necessidade de rondas humanas.

Outro exemplo é o Poketomo, pequeno robô que lembra horários de medicamentos, informa sobre o clima e conversa com pessoas que vivem sozinhas, ajudando a reduzir o isolamento social. Apesar dos avanços, especialistas reforçam que os robôs devem complementar, e não substituir, os cuidadores humanos.

O valor das relações humanas aparece em um restaurante, em Tóquio, onde pessoas com demência trabalham atendendo clientes. Criado por Akiko Kanna, o espaço promove o engajamento social e mostra que, embora a tecnologia seja uma aliada, a conexão humana continua sendo essencial para quem vive com a doença.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1dzq7gpkqgo.adaptado.
O texto apresenta informações sobre transformações sociais, desafios demográficos e estratégias adotadas para o cuidado de pessoas idosas em um contexto de envelhecimento populacional.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3792687 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

Qual é o antônimo da palavra sublinhada abaixo?


A sua vontade de fazer o bem é admirável.


Alternativas
Q3792685 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

Qual das alternativas abaixo apresenta uma comparação? 
Alternativas
Q3792683 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

As palavras sublinhadas abaixo retomam, respectivamente: 

As crianças brincavam nas ruas depois que terminavam suas tarefas. Todas gostavam de pular corda, menos Catarina e Raquel. Elas gostavam de bonecas.
Alternativas
Q3792682 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

As palavras sublinhadas no segundo parágrafo podem ser substituídas, respectivamente, mantendo seu sentido original, por: 
Alternativas
Q3792680 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

De acordo com o texto, a alergia alimentar: 
Alternativas
Q3792679 Português

Entenda as diferenças entre alergia e intolerância alimentar



    Mesmo tendo sintomas parecidos, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas têm efeitos negativos na rotina das pessoas, que precisam retirar certos alimentos de suas dietas.


    A intolerância alimentar é caracterizada pela má digestão de determinados alimentos. A pessoa com intolerância alimentar absorve parcialmente esses nutrientes, que passam a fermentar, ocasionando sintomas como inchaço abdominal, flatulência e cólicas, podendo ainda causar diarreia. A severidade das manifestações depende de cada pessoa. Apesar de ser incômoda para os pacientes, pode ser controlada por simples ajustes na dieta.


    Na alergia alimentar, ocorre reação do organismo logo após a exposição ao alimento causador da alergia. Essa reação pode envolver a pele (urticária, inchaço, coceira) e o aparelho gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, vômitos), assim como manifestações mais graves, como respiratórias (anafilaxia).



Fonte: Ministério da Saúde. Adaptado.

De acordo com o texto, assinalar a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3792540 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como escola pública de Cubatão deixou rotina de drogas e violência e se tornou uma das 'melhores do mundo'


O professor Régis Marques conheceu a Escola Estadual Parque dos Sonhos ao receber, em 2016, convite para assumir sua direção. Ao buscar informações, encontrou notícias sobre violência, furtos e invasões, além do apelido Parque dos Pesadelos. Apesar da má fama, aceitou o desafio.

Nove anos depois, a escola ganhou o prêmio internacional Melhor Escola do Mundo 2025 na categoria Superação de Adversidades, reconhecida por transformar uma realidade marcada por insegurança. Localizada no Jardim Real, área isolada para onde foram reassentadas famílias da Serra do Mar, a escola convivia com invasões e uso de drogas no espaço. Em 2016, tinha apenas cento e dezesseis alunos, muitos pedindo transferência.

Régis estabeleceu a meta de transformar a instituição. A equipe reconstruiu a estrutura física com apoio de empresas, arrecadando cem mil reais. Para se aproximar da comunidade, abriu a escola aos finais de semana e criou cursinhos. Voluntários, como Ana Gabriela Lima, passaram a ajudar em diversas atividades. Em tempo integral, a escola ampliou seu currículo com vinte e três projetos, de culinária a esportes como patinação. A escuta dos alunos e o olhar humanizado fortaleceram vínculos. A estudante Ester Silva, inicialmente resistente ao tempo integral, encontrou pertencimento no teatro.

 Inspirado em modelo cubano, o projeto 'A escola vai à sua casa' promove visitas às famílias de alunos com problemas de frequência ou indisciplina, permitindo compreender suas condições de vida. Os corredores exibem grafites de figuras ligadas aos direitos humanos, integrando o projeto pedagógico que inclui a 'Semana da não Violência', com debates e práticas restaurativas. Régis destaca que não violência é questionar sistemas opressivos, e reforça que a escola prioriza a união, independentemente de posições políticas.

A conquista do prêmio emocionou a comunidade. A escola quase dobrou seu índice no Idesp, passando de 2,2 para 4,6 em uma década. Para os professores, contudo, o impacto vai além dos números: vê-se na proteção social oferecida, como relatos de estudantes que revelaram abusos nas aulas de tutoria. Régis reconhece desafios, mas celebra o percurso: uma escola que quase fechou por falta de alunos em 2016 iniciará 2026 com cerca de mil e duzentos estudantes, simbolizando seu papel como agente de transformação social.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjwy9n1npe8o.adaptado

Transformações significativas no ambiente escolar podem surgir de práticas que aproximam a comunidade, fortalecem vínculos e ampliam as oportunidades oferecidas aos estudantes.

De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3792505 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Por que nossas fotos da Lua geralmente ficam horríveis



Quando a superlua aparece no céu, o espetáculo é impressionante a olho nu, mas as fotos feitas com o celular costumam sair borradas. Isso não ocorre por falta de habilidade, e sim por limitações técnicas do aparelho, embora algumas orientações possam melhorar o resultado.


O principal problema é a superexposição à luz. Como a Lua aparece pequena em um fundo escuro, o celular interpreta a cena como noturna, mas a parte fotografada está iluminada pelo Sol. O resultado é um borrão claro e sem detalhes. Uma solução é fotografar logo após o crepúsculo, quando há menos contraste entre a Lua e o céu.


É possível também ajustar manualmente a exposição por meio de aplicativos ou do modo profissional do celular, controlando o ISO e a velocidade do obturador. Testar diferentes configurações ajuda a encontrar o melhor equilíbrio.


Outro fator é que, embora a Lua pareça grande a olho nu, ela ocupa um espaço mínimo no campo de visão das câmeras do celular. Isso é reforçado pela "ilusão lunar", que faz a Lua parecer maior quando está próxima ao horizonte. Por isso, na foto, ela aparece muito pequena.


O uso do zoom nem sempre resolve, pois a maioria dos celulares utiliza zoom digital, que apenas recorta a imagem e reduz a qualidade. Alguns modelos possuem zoom óptico mais eficiente. Também é possível acoplar o celular a um telescópio, mesmo simples, para revelar mais detalhes. Para evitar tremores, recomenda-se usar tripé, apoiar o aparelho ou acionar o temporizador.


Mesmo sem ampliar a Lua, ainda é possível apostar na criatividade, enquadrando-a com elementos em primeiro plano. Especialistas lembram que fotografar apenas a Lua é comum, mas composições criativas dão mais identidade à imagem.


Por fim, alguns celulares usam inteligência artificial para melhorar as fotos, o que cria expectativas irreais. Se a intenção for manter a autenticidade, explore outros alvos do céu noturno, como a Via Láctea, auroras ou cometas, que se adaptam melhor às características das câmeras de smartphone.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cde6dpj1686o.adaptado.

O texto aborda as dificuldades técnicas de fotografar a superlua com celulares e apresenta orientações para melhorar o resultado das imagens.
De acordo com o texto-base, a principal causa de as fotos da superlua feitas com celular geralmente saírem borradas         
Alternativas
Respostas
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