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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 128.683 questões

Q3738845 Português

Observe o trecho abaixo e assinale a alternativa que apresenta o termo que preenche corretamente a lacuna:


O maior impacto no Ideb, como esperado e compatível com a literatura da área educacional, é a __________ do grupo de alunos matriculados no estabelecimento de ensino. Para escolas que congregam mais alunos com condições socioeconômicas desfavoráveis, é muito mais difícil atingir as metas associadas ao Ideb. Entretanto, esse fator só mudará na medida em que políticas sociais tenham sucesso.

Alternativas
Q3738814 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A criação de super-humanos


Yuval Noah Harari está com 42 anos de idade e completou com muito brilho a sua trilogia autoral. Depois do “Sapiens: uma breve história da humanidade” e “Homo Deus: uma breve história do amanhã”, que já venderam mais de 12 milhões de exemplares em 45 países, o autor israelense prepara-se para lançar o seu terceiro título, “21 lições para o século 21”, em que focaliza o nacionalismo e as correntes religiosas associadas a ele.


Segundo Harari, que é professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, as principais barreiras a uma transformação da natureza humana por meio de biotecnologia e da inteligência artificial deixaram de ser técnicas e passaram a ser políticas e éticas, portanto mais frágeis.


Tomando por base os avanços na medicina e na biologia desde 1918, ele raciocina que em 2118 a bioengenharia e as interfaces diretas cérebro-computador mudarão os seres humanos, como hoje fazemos com animais: “A tentação de criar super-humanos será irresistível.” E a religião poderá nos ajudar a lidar com muitos desafios do século 21. Com a certeza de que, sobre o clima, nenhuma nação é realmente independente.


Ao se debruçar sobre o presente, o autor focaliza temas de absoluta atualidade como tecnologia, política, religião, violência, educação, fake news, justiça, ficção científica, sem deixar de referir-se à autoajuda, humildade e meditação. Alguns temas são recorrentes: a tecnologia ameaça empregos e a própria identidade humana, pensando no horizonte dos próximos anos.


Harari, com o seu conhecimento de causa, cita o homem e sua incrível capacidade de criar ficções e acreditar nelas. Isso nos distingue de outros mamíferos. As fake news, de curta ou longa duração, podem ser exemplificadas no caso das religiões, o que nos obriga a procurar sempre fontes confiáveis de informação. Assim caminha a humanidade.


O autor tem a convicção de que sociedades seculares costumam se caracterizar pela tolerância, não exatamente por um apelo à compaixão. “Essa é a leitura que faço, como historiador, das tradições do humanismo e do secularismo, desde a Renascença até o Iluminismo e as democracias liberais das últimas décadas.” (...) 


NISKIER, Arnaldo. A criação de super-humanos. Disponível em .

“Segundo Harari (...), as principais barreiras a uma transformação da natureza humana por meio de biotecnologia e da inteligência artificial deixaram de ser técnicas e passaram a ser políticas e éticas, portanto mais frágeis.” 


Assinale a alternativa cuja afirmação se encontra de acordo com o conteúdo expresso no trecho acima.

Alternativas
Q3738813 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A criação de super-humanos


Yuval Noah Harari está com 42 anos de idade e completou com muito brilho a sua trilogia autoral. Depois do “Sapiens: uma breve história da humanidade” e “Homo Deus: uma breve história do amanhã”, que já venderam mais de 12 milhões de exemplares em 45 países, o autor israelense prepara-se para lançar o seu terceiro título, “21 lições para o século 21”, em que focaliza o nacionalismo e as correntes religiosas associadas a ele.


Segundo Harari, que é professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, as principais barreiras a uma transformação da natureza humana por meio de biotecnologia e da inteligência artificial deixaram de ser técnicas e passaram a ser políticas e éticas, portanto mais frágeis.


Tomando por base os avanços na medicina e na biologia desde 1918, ele raciocina que em 2118 a bioengenharia e as interfaces diretas cérebro-computador mudarão os seres humanos, como hoje fazemos com animais: “A tentação de criar super-humanos será irresistível.” E a religião poderá nos ajudar a lidar com muitos desafios do século 21. Com a certeza de que, sobre o clima, nenhuma nação é realmente independente.


Ao se debruçar sobre o presente, o autor focaliza temas de absoluta atualidade como tecnologia, política, religião, violência, educação, fake news, justiça, ficção científica, sem deixar de referir-se à autoajuda, humildade e meditação. Alguns temas são recorrentes: a tecnologia ameaça empregos e a própria identidade humana, pensando no horizonte dos próximos anos.


Harari, com o seu conhecimento de causa, cita o homem e sua incrível capacidade de criar ficções e acreditar nelas. Isso nos distingue de outros mamíferos. As fake news, de curta ou longa duração, podem ser exemplificadas no caso das religiões, o que nos obriga a procurar sempre fontes confiáveis de informação. Assim caminha a humanidade.


O autor tem a convicção de que sociedades seculares costumam se caracterizar pela tolerância, não exatamente por um apelo à compaixão. “Essa é a leitura que faço, como historiador, das tradições do humanismo e do secularismo, desde a Renascença até o Iluminismo e as democracias liberais das últimas décadas.” (...) 


NISKIER, Arnaldo. A criação de super-humanos. Disponível em .

Em relação ao texto “A criação de superhumanos”, é correto afirmar que ele é predominantemente:
Alternativas
Q3738779 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.




Disponível em: <https://campusvirtual.fiocruz.br/portal/?q=palavra-chave-de-documentos/sextas-de-poesia&page=1>

Analise o texto acima, de Marina Colassanti, e assinale a alternativa que apresenta uma interpretação correta desse texto: 
Alternativas
Q3738773 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.




Disponível em: <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>

Na tirinha acima, o menino Armandinho afirma que reclama por qual motivo? 
Alternativas
Q3738736 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.





Disponível em: <https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seus-amigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/>

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo correto para o termo “críticas”, no trecho da tirinha: “Só ouvir críticas...”:
Alternativas
Q3738733 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.





Disponível em: <https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seus-amigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/>

Na tirinha acima, o pensamento do cão Snoopy no último quadrinho indica que ele:
Alternativas
Q3738697 Português
A importância da Interpretação Textual


A interpretação textual permite a compreensão de todo e qualquer texto ou discurso e se amplia no entendimento da sua essência e ideia principal. Trata-se de uma competência imprescindível no mercado de trabalho e nos estudos.

Para que a interpretação ocorra de forma satisfatória é necessário que esteja atrelada a outros elementos como: Praticar a leitura com regularidade que proporciona o enriquecimento do vocabulário; dominar as estruturas lingüísticas; e compreender relações semânticas.

A interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto, um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida, para que o leitor possa interagir plenamente com as ideias expostas pelo conteúdo em questão.

A interpretação de texto permite que as pessoas possam estender o domínio sobre a linguagem escrita e falada e se tornem cada vez mais eficientes dentro das informações a serem transmitidas e compreendidas.

Por isso a interpretação favorece a compreensão profissional e acadêmica, ofertando um maior entendimento e assimilação de conteúdo e ideias. Unidade de Gestão e Formação -



https://www.posugf.com.br/noticias/todas/1931-a-importancia-da-interpr etacao-textual 
Ao destacar que a interpretação textual "favorece a compreensão profissional e acadêmica, ofertando um maior entendimento e assimilação de conteúdo e ideias", o texto sublinha um aspecto que se relaciona diretamente com:
Alternativas
Q3738654 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


texto.png (360×251)


Disponível em: <https://www.pensador.com/>

Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho do texto, mantendo o mesmo sentido: 
Alternativas
Q3738653 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


texto.png (360×251)


Disponível em: <https://www.pensador.com/>

Qual das alternativas a seguir contém uma interpretação correta sobre o trecho da música Sozinho acima? 
Alternativas
Q3738602 Português
Tecnologia inspirada no cérebro pode acelerar diagnóstico de doenças raras 

Por CNN Brasil



Sistema inovador cruza dados médicos e genéticos, identifica padrões ocultos e pode reduzir o tempo de espera para conclusão do quadro



    Identificar doenças raras no Brasil e no mundo ainda é um desafio para médicos e uma angústia constante para milhares de famílias. Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas, o que dificulta o diagnóstico correto e pode levar anos de incerteza. No entanto, uma tecnologia inovadora, inspirada no funcionamento do cérebro humano, começa a mudar esse cenário e promete acelerar o processo diagnóstico: trata-se dos bancos de dados em grafos.


[...]

     São consideradas doenças raras um grupo de 6 mil a 8 mil condições que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No mundo, estima-se que pelo menos 300 milhões tenham algum tipo de enfermidade do tipo. Apesar do número expressivo, o caminho até um diagnóstico correto costuma ser lento, confuso e exaustivo. Atualmente, ele é feito por meio de uma combinação de avaliação clínica, exames complementares (imagem e bioquímicos) e testes genéticos. “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns, tornando o diagnóstico clínico ainda mais difícil”, explica Vanessa Montaleone, geneticista do Núcleo de Genética do Hospital Sírio-Libanês.


    No Brasil, os desafios se tornam ainda maiores pelas complexidades intrínsecas ao país. Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destaca as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias: demora no diagnóstico (em média, leva de 5 a 7 anos até se chegar a um diagnóstico correto); desinformação e falta de conhecimento adequado sobre o tema (inclusive pelos profissionais de saúde responsáveis pelo caso); custo elevado de exames genéticos, consultas especializadas e terapias de suporte; acesso desigual aos serviços de saúde para as famílias que dependem exclusivamente do SUS.


[...]

    Desenvolvida há quase 20 anos pela startup Neo4j, a tecnologia de banco de dados em grafos tem como objetivo identificar e armazenar a relação entre dados – e não apenas os dados em si. “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. Assim, é possível descobrir padrões ocultos e obter insights altamente conectados em tempo real”, diz o VP Latam Paulo Farias da Neo4j. Diferentemente dos bancos tradicionais, que dependem de tabelas ou esquemas fixos, os bancos em grafos utilizam nós e conexões para representar, conectar e fornecer contexto às informações de maneira mais intuitiva e flexível. “Sendo até 1.000 vezes mais rápido e consumindo menos recursos de nuvem”, expõe Farias.



    No contexto das doenças raras, a tecnologia se torna uma solução que permite a pesquisadores e médicos conectar sintomas, variantes genéticas, publicações científicas e históricos clínicos em uma rede dinâmica e consultável. Isso contribui para a formulação de diagnósticos mais precisos e em menor tempo. “Levando em consideração os mais de 3 bilhões de DNA presentes no corpo humano, analisar e mapear a relação de cada um com diagnósticos, exames e medicamentos seria humanamente impossível. Sem falar nas mais de 6 mil a 8 mil doenças raras catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, analisa Farias. O recurso tem sido utilizado no Hospital Infantil Dr. von Hauner, na Alemanha. Para isso, foi criado o Grafo de Conhecimento Clínico (CKG), que combina tecnologia de grafos, inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), contendo dados de 2.500 pacientes pediátricos do país (até o momento). 

[...]


Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tecnologiainspirada-no-cerebro-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras/. Acesso em: 10 jun. 2025.
O trecho “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns [...]” pode ser reescrito da seguinte maneira:

Alternativas
Q3738601 Português
Tecnologia inspirada no cérebro pode acelerar diagnóstico de doenças raras 

Por CNN Brasil



Sistema inovador cruza dados médicos e genéticos, identifica padrões ocultos e pode reduzir o tempo de espera para conclusão do quadro



    Identificar doenças raras no Brasil e no mundo ainda é um desafio para médicos e uma angústia constante para milhares de famílias. Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas, o que dificulta o diagnóstico correto e pode levar anos de incerteza. No entanto, uma tecnologia inovadora, inspirada no funcionamento do cérebro humano, começa a mudar esse cenário e promete acelerar o processo diagnóstico: trata-se dos bancos de dados em grafos.


[...]

     São consideradas doenças raras um grupo de 6 mil a 8 mil condições que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No mundo, estima-se que pelo menos 300 milhões tenham algum tipo de enfermidade do tipo. Apesar do número expressivo, o caminho até um diagnóstico correto costuma ser lento, confuso e exaustivo. Atualmente, ele é feito por meio de uma combinação de avaliação clínica, exames complementares (imagem e bioquímicos) e testes genéticos. “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns, tornando o diagnóstico clínico ainda mais difícil”, explica Vanessa Montaleone, geneticista do Núcleo de Genética do Hospital Sírio-Libanês.


    No Brasil, os desafios se tornam ainda maiores pelas complexidades intrínsecas ao país. Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destaca as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias: demora no diagnóstico (em média, leva de 5 a 7 anos até se chegar a um diagnóstico correto); desinformação e falta de conhecimento adequado sobre o tema (inclusive pelos profissionais de saúde responsáveis pelo caso); custo elevado de exames genéticos, consultas especializadas e terapias de suporte; acesso desigual aos serviços de saúde para as famílias que dependem exclusivamente do SUS.


[...]

    Desenvolvida há quase 20 anos pela startup Neo4j, a tecnologia de banco de dados em grafos tem como objetivo identificar e armazenar a relação entre dados – e não apenas os dados em si. “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. Assim, é possível descobrir padrões ocultos e obter insights altamente conectados em tempo real”, diz o VP Latam Paulo Farias da Neo4j. Diferentemente dos bancos tradicionais, que dependem de tabelas ou esquemas fixos, os bancos em grafos utilizam nós e conexões para representar, conectar e fornecer contexto às informações de maneira mais intuitiva e flexível. “Sendo até 1.000 vezes mais rápido e consumindo menos recursos de nuvem”, expõe Farias.



    No contexto das doenças raras, a tecnologia se torna uma solução que permite a pesquisadores e médicos conectar sintomas, variantes genéticas, publicações científicas e históricos clínicos em uma rede dinâmica e consultável. Isso contribui para a formulação de diagnósticos mais precisos e em menor tempo. “Levando em consideração os mais de 3 bilhões de DNA presentes no corpo humano, analisar e mapear a relação de cada um com diagnósticos, exames e medicamentos seria humanamente impossível. Sem falar nas mais de 6 mil a 8 mil doenças raras catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, analisa Farias. O recurso tem sido utilizado no Hospital Infantil Dr. von Hauner, na Alemanha. Para isso, foi criado o Grafo de Conhecimento Clínico (CKG), que combina tecnologia de grafos, inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), contendo dados de 2.500 pacientes pediátricos do país (até o momento). 

[...]


Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tecnologiainspirada-no-cerebro-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras/. Acesso em: 10 jun. 2025.
Em “Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas [...]”, as expressões destacadas podem ser substituídas – sem alteração semântica e de forma correta –, respectivamente, por


Alternativas
Q3738597 Português
Tecnologia inspirada no cérebro pode acelerar diagnóstico de doenças raras 

Por CNN Brasil



Sistema inovador cruza dados médicos e genéticos, identifica padrões ocultos e pode reduzir o tempo de espera para conclusão do quadro



    Identificar doenças raras no Brasil e no mundo ainda é um desafio para médicos e uma angústia constante para milhares de famílias. Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas, o que dificulta o diagnóstico correto e pode levar anos de incerteza. No entanto, uma tecnologia inovadora, inspirada no funcionamento do cérebro humano, começa a mudar esse cenário e promete acelerar o processo diagnóstico: trata-se dos bancos de dados em grafos.


[...]

     São consideradas doenças raras um grupo de 6 mil a 8 mil condições que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No mundo, estima-se que pelo menos 300 milhões tenham algum tipo de enfermidade do tipo. Apesar do número expressivo, o caminho até um diagnóstico correto costuma ser lento, confuso e exaustivo. Atualmente, ele é feito por meio de uma combinação de avaliação clínica, exames complementares (imagem e bioquímicos) e testes genéticos. “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns, tornando o diagnóstico clínico ainda mais difícil”, explica Vanessa Montaleone, geneticista do Núcleo de Genética do Hospital Sírio-Libanês.


    No Brasil, os desafios se tornam ainda maiores pelas complexidades intrínsecas ao país. Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destaca as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias: demora no diagnóstico (em média, leva de 5 a 7 anos até se chegar a um diagnóstico correto); desinformação e falta de conhecimento adequado sobre o tema (inclusive pelos profissionais de saúde responsáveis pelo caso); custo elevado de exames genéticos, consultas especializadas e terapias de suporte; acesso desigual aos serviços de saúde para as famílias que dependem exclusivamente do SUS.


[...]

    Desenvolvida há quase 20 anos pela startup Neo4j, a tecnologia de banco de dados em grafos tem como objetivo identificar e armazenar a relação entre dados – e não apenas os dados em si. “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. Assim, é possível descobrir padrões ocultos e obter insights altamente conectados em tempo real”, diz o VP Latam Paulo Farias da Neo4j. Diferentemente dos bancos tradicionais, que dependem de tabelas ou esquemas fixos, os bancos em grafos utilizam nós e conexões para representar, conectar e fornecer contexto às informações de maneira mais intuitiva e flexível. “Sendo até 1.000 vezes mais rápido e consumindo menos recursos de nuvem”, expõe Farias.



    No contexto das doenças raras, a tecnologia se torna uma solução que permite a pesquisadores e médicos conectar sintomas, variantes genéticas, publicações científicas e históricos clínicos em uma rede dinâmica e consultável. Isso contribui para a formulação de diagnósticos mais precisos e em menor tempo. “Levando em consideração os mais de 3 bilhões de DNA presentes no corpo humano, analisar e mapear a relação de cada um com diagnósticos, exames e medicamentos seria humanamente impossível. Sem falar nas mais de 6 mil a 8 mil doenças raras catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, analisa Farias. O recurso tem sido utilizado no Hospital Infantil Dr. von Hauner, na Alemanha. Para isso, foi criado o Grafo de Conhecimento Clínico (CKG), que combina tecnologia de grafos, inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), contendo dados de 2.500 pacientes pediátricos do país (até o momento). 

[...]


Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tecnologiainspirada-no-cerebro-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras/. Acesso em: 10 jun. 2025.

A respeito da estrutura do texto, é correto afirmar que se trata de um(a)



Alternativas
Q3738596 Português
Tecnologia inspirada no cérebro pode acelerar diagnóstico de doenças raras 

Por CNN Brasil



Sistema inovador cruza dados médicos e genéticos, identifica padrões ocultos e pode reduzir o tempo de espera para conclusão do quadro



    Identificar doenças raras no Brasil e no mundo ainda é um desafio para médicos e uma angústia constante para milhares de famílias. Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas, o que dificulta o diagnóstico correto e pode levar anos de incerteza. No entanto, uma tecnologia inovadora, inspirada no funcionamento do cérebro humano, começa a mudar esse cenário e promete acelerar o processo diagnóstico: trata-se dos bancos de dados em grafos.


[...]

     São consideradas doenças raras um grupo de 6 mil a 8 mil condições que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No mundo, estima-se que pelo menos 300 milhões tenham algum tipo de enfermidade do tipo. Apesar do número expressivo, o caminho até um diagnóstico correto costuma ser lento, confuso e exaustivo. Atualmente, ele é feito por meio de uma combinação de avaliação clínica, exames complementares (imagem e bioquímicos) e testes genéticos. “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns, tornando o diagnóstico clínico ainda mais difícil”, explica Vanessa Montaleone, geneticista do Núcleo de Genética do Hospital Sírio-Libanês.


    No Brasil, os desafios se tornam ainda maiores pelas complexidades intrínsecas ao país. Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destaca as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias: demora no diagnóstico (em média, leva de 5 a 7 anos até se chegar a um diagnóstico correto); desinformação e falta de conhecimento adequado sobre o tema (inclusive pelos profissionais de saúde responsáveis pelo caso); custo elevado de exames genéticos, consultas especializadas e terapias de suporte; acesso desigual aos serviços de saúde para as famílias que dependem exclusivamente do SUS.


[...]

    Desenvolvida há quase 20 anos pela startup Neo4j, a tecnologia de banco de dados em grafos tem como objetivo identificar e armazenar a relação entre dados – e não apenas os dados em si. “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. Assim, é possível descobrir padrões ocultos e obter insights altamente conectados em tempo real”, diz o VP Latam Paulo Farias da Neo4j. Diferentemente dos bancos tradicionais, que dependem de tabelas ou esquemas fixos, os bancos em grafos utilizam nós e conexões para representar, conectar e fornecer contexto às informações de maneira mais intuitiva e flexível. “Sendo até 1.000 vezes mais rápido e consumindo menos recursos de nuvem”, expõe Farias.



    No contexto das doenças raras, a tecnologia se torna uma solução que permite a pesquisadores e médicos conectar sintomas, variantes genéticas, publicações científicas e históricos clínicos em uma rede dinâmica e consultável. Isso contribui para a formulação de diagnósticos mais precisos e em menor tempo. “Levando em consideração os mais de 3 bilhões de DNA presentes no corpo humano, analisar e mapear a relação de cada um com diagnósticos, exames e medicamentos seria humanamente impossível. Sem falar nas mais de 6 mil a 8 mil doenças raras catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, analisa Farias. O recurso tem sido utilizado no Hospital Infantil Dr. von Hauner, na Alemanha. Para isso, foi criado o Grafo de Conhecimento Clínico (CKG), que combina tecnologia de grafos, inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), contendo dados de 2.500 pacientes pediátricos do país (até o momento). 

[...]


Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tecnologiainspirada-no-cerebro-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras/. Acesso em: 10 jun. 2025.
Assinale a alternativa em que a frase “Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil [...]” foi reescrita sem prejuízos a seu sentido original.


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Q3738594 Português
Tecnologia inspirada no cérebro pode acelerar diagnóstico de doenças raras 

Por CNN Brasil



Sistema inovador cruza dados médicos e genéticos, identifica padrões ocultos e pode reduzir o tempo de espera para conclusão do quadro



    Identificar doenças raras no Brasil e no mundo ainda é um desafio para médicos e uma angústia constante para milhares de famílias. Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas, o que dificulta o diagnóstico correto e pode levar anos de incerteza. No entanto, uma tecnologia inovadora, inspirada no funcionamento do cérebro humano, começa a mudar esse cenário e promete acelerar o processo diagnóstico: trata-se dos bancos de dados em grafos.


[...]

     São consideradas doenças raras um grupo de 6 mil a 8 mil condições que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No mundo, estima-se que pelo menos 300 milhões tenham algum tipo de enfermidade do tipo. Apesar do número expressivo, o caminho até um diagnóstico correto costuma ser lento, confuso e exaustivo. Atualmente, ele é feito por meio de uma combinação de avaliação clínica, exames complementares (imagem e bioquímicos) e testes genéticos. “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns, tornando o diagnóstico clínico ainda mais difícil”, explica Vanessa Montaleone, geneticista do Núcleo de Genética do Hospital Sírio-Libanês.


    No Brasil, os desafios se tornam ainda maiores pelas complexidades intrínsecas ao país. Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destaca as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias: demora no diagnóstico (em média, leva de 5 a 7 anos até se chegar a um diagnóstico correto); desinformação e falta de conhecimento adequado sobre o tema (inclusive pelos profissionais de saúde responsáveis pelo caso); custo elevado de exames genéticos, consultas especializadas e terapias de suporte; acesso desigual aos serviços de saúde para as famílias que dependem exclusivamente do SUS.


[...]

    Desenvolvida há quase 20 anos pela startup Neo4j, a tecnologia de banco de dados em grafos tem como objetivo identificar e armazenar a relação entre dados – e não apenas os dados em si. “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. Assim, é possível descobrir padrões ocultos e obter insights altamente conectados em tempo real”, diz o VP Latam Paulo Farias da Neo4j. Diferentemente dos bancos tradicionais, que dependem de tabelas ou esquemas fixos, os bancos em grafos utilizam nós e conexões para representar, conectar e fornecer contexto às informações de maneira mais intuitiva e flexível. “Sendo até 1.000 vezes mais rápido e consumindo menos recursos de nuvem”, expõe Farias.



    No contexto das doenças raras, a tecnologia se torna uma solução que permite a pesquisadores e médicos conectar sintomas, variantes genéticas, publicações científicas e históricos clínicos em uma rede dinâmica e consultável. Isso contribui para a formulação de diagnósticos mais precisos e em menor tempo. “Levando em consideração os mais de 3 bilhões de DNA presentes no corpo humano, analisar e mapear a relação de cada um com diagnósticos, exames e medicamentos seria humanamente impossível. Sem falar nas mais de 6 mil a 8 mil doenças raras catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, analisa Farias. O recurso tem sido utilizado no Hospital Infantil Dr. von Hauner, na Alemanha. Para isso, foi criado o Grafo de Conhecimento Clínico (CKG), que combina tecnologia de grafos, inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), contendo dados de 2.500 pacientes pediátricos do país (até o momento). 

[...]


Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tecnologiainspirada-no-cerebro-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras/. Acesso em: 10 jun. 2025.
Quanto ao recurso de linguagem empregado em: “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. [...]”, identifica-se um(a)


Alternativas
Q3738593 Português
Tecnologia inspirada no cérebro pode acelerar diagnóstico de doenças raras 

Por CNN Brasil



Sistema inovador cruza dados médicos e genéticos, identifica padrões ocultos e pode reduzir o tempo de espera para conclusão do quadro



    Identificar doenças raras no Brasil e no mundo ainda é um desafio para médicos e uma angústia constante para milhares de famílias. Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas, o que dificulta o diagnóstico correto e pode levar anos de incerteza. No entanto, uma tecnologia inovadora, inspirada no funcionamento do cérebro humano, começa a mudar esse cenário e promete acelerar o processo diagnóstico: trata-se dos bancos de dados em grafos.


[...]

     São consideradas doenças raras um grupo de 6 mil a 8 mil condições que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No mundo, estima-se que pelo menos 300 milhões tenham algum tipo de enfermidade do tipo. Apesar do número expressivo, o caminho até um diagnóstico correto costuma ser lento, confuso e exaustivo. Atualmente, ele é feito por meio de uma combinação de avaliação clínica, exames complementares (imagem e bioquímicos) e testes genéticos. “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns, tornando o diagnóstico clínico ainda mais difícil”, explica Vanessa Montaleone, geneticista do Núcleo de Genética do Hospital Sírio-Libanês.


    No Brasil, os desafios se tornam ainda maiores pelas complexidades intrínsecas ao país. Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destaca as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias: demora no diagnóstico (em média, leva de 5 a 7 anos até se chegar a um diagnóstico correto); desinformação e falta de conhecimento adequado sobre o tema (inclusive pelos profissionais de saúde responsáveis pelo caso); custo elevado de exames genéticos, consultas especializadas e terapias de suporte; acesso desigual aos serviços de saúde para as famílias que dependem exclusivamente do SUS.


[...]

    Desenvolvida há quase 20 anos pela startup Neo4j, a tecnologia de banco de dados em grafos tem como objetivo identificar e armazenar a relação entre dados – e não apenas os dados em si. “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. Assim, é possível descobrir padrões ocultos e obter insights altamente conectados em tempo real”, diz o VP Latam Paulo Farias da Neo4j. Diferentemente dos bancos tradicionais, que dependem de tabelas ou esquemas fixos, os bancos em grafos utilizam nós e conexões para representar, conectar e fornecer contexto às informações de maneira mais intuitiva e flexível. “Sendo até 1.000 vezes mais rápido e consumindo menos recursos de nuvem”, expõe Farias.



    No contexto das doenças raras, a tecnologia se torna uma solução que permite a pesquisadores e médicos conectar sintomas, variantes genéticas, publicações científicas e históricos clínicos em uma rede dinâmica e consultável. Isso contribui para a formulação de diagnósticos mais precisos e em menor tempo. “Levando em consideração os mais de 3 bilhões de DNA presentes no corpo humano, analisar e mapear a relação de cada um com diagnósticos, exames e medicamentos seria humanamente impossível. Sem falar nas mais de 6 mil a 8 mil doenças raras catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, analisa Farias. O recurso tem sido utilizado no Hospital Infantil Dr. von Hauner, na Alemanha. Para isso, foi criado o Grafo de Conhecimento Clínico (CKG), que combina tecnologia de grafos, inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), contendo dados de 2.500 pacientes pediátricos do país (até o momento). 

[...]


Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tecnologiainspirada-no-cerebro-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras/. Acesso em: 10 jun. 2025.

Em relação ao texto, assinale a alternativa correta.



Alternativas
Q3738547 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado é elaborado sob a figura de linguagem conhecida como eufemismo.
Alternativas
Q3738466 Português
A importância da Interpretação Textual


A interpretação textual permite a compreensão de todo e qualquer texto ou discurso e se amplia no entendimento da sua essência e ideia principal. Trata-se de uma competência imprescindível no mercado de trabalho e nos estudos.

Para que a interpretação ocorra de forma satisfatória é necessário que esteja atrelada a outros elementos como: Praticar a leitura com regularidade que proporciona o enriquecimento do vocabulário; dominar as estruturas lingüísticas; e compreender relações semânticas.

A interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto, um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida, para que o leitor possa interagir plenamente com as ideias expostas pelo conteúdo em questão.

A interpretação de texto permite que as pessoas possam estender o domínio sobre a linguagem escrita e falada e se tornem cada vez mais eficientes dentro das informações a serem transmitidas e compreendidas.

Por isso a interpretação favorece a compreensão profissional e acadêmica, ofertando um maior entendimento e assimilação de conteúdo e ideias. Unidade de Gestão e Formação -


https://www.posugf.com.br/noticias/todas/1931-a-importancia-da-interpr etacao-textual
No trecho "um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida", pode-se identificar:
Alternativas
Q3738464 Português
A importância da Interpretação Textual


A interpretação textual permite a compreensão de todo e qualquer texto ou discurso e se amplia no entendimento da sua essência e ideia principal. Trata-se de uma competência imprescindível no mercado de trabalho e nos estudos.

Para que a interpretação ocorra de forma satisfatória é necessário que esteja atrelada a outros elementos como: Praticar a leitura com regularidade que proporciona o enriquecimento do vocabulário; dominar as estruturas lingüísticas; e compreender relações semânticas.

A interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto, um outro ponto que contribui para que a interpretação transcorra de forma concisa são os elementos que compõem o texto como coesão, coerência e estrutura semântica bem definida, para que o leitor possa interagir plenamente com as ideias expostas pelo conteúdo em questão.

A interpretação de texto permite que as pessoas possam estender o domínio sobre a linguagem escrita e falada e se tornem cada vez mais eficientes dentro das informações a serem transmitidas e compreendidas.

Por isso a interpretação favorece a compreensão profissional e acadêmica, ofertando um maior entendimento e assimilação de conteúdo e ideias. Unidade de Gestão e Formação -


https://www.posugf.com.br/noticias/todas/1931-a-importancia-da-interpr etacao-textual
No texto em análise, o autor afirma que "a interpretação abarca peculiaridades como elementos gramaticais, pontuação, preposições, conjunções entre outras que devem estar corretamente dispostas em um texto". Nesse enunciado, observa-se que: 
Alternativas
Q3738361 Português
Paulo Freire, em A Importância do Ato de Ler - em três artigos que se completam, apresenta uma reflexão profunda sobre a leitura como prática social, cultural e política. Sobre esse assunto, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).

(__) Para Freire, todo sujeito, antes de decodificar signos gráficos, interpreta a realidade em que vive, produzindo sentidos a partir de suas experiências, práticas e contextos históricos. Essa percepção o leva a afirmar que alfabetização deve ser baseada no treinamento de habilidades cognitivas e mecânicas.

(__) A alfabetização é entendida por Freire como parte de um projeto mais amplo de humanização, no qual o educando deixa de ser objeto para tornar-se sujeito da história.

(__) Ao enfatizar a indissociabilidade entre ler a palavra e ler o mundo, o autor apresenta a alfabetização como prática de liberdade, sustentada pela consciência crítica, pela valorização da experiência cultural dos educandos e pela abertura ao diálogo como fundamento da educação democrática.


A sequência CORRETA é: 
Alternativas
Respostas
11761: B
11762: D
11763: E
11764: B
11765: E
11766: E
11767: A
11768: A
11769: C
11770: B
11771: C
11772: D
11773: A
11774: C
11775: C
11776: E
11777: E
11778: D
11779: C
11780: D