Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo:
Serão os livros escritos por inteligência artificial o futuro do mercado editorial?
A literatura mudou muito ao longo dos anos em todos os aspectos. Com uma variada gama de autores e estilos literários, dos grandes livros aos e-books, a literatura evolui à medida que a tecnologia continua a se desenvolver. Nos últimos anos, houve um aumento significativo no uso da inteligência artificial (IA) para gerar conteúdo escrito, incluindo livros. Os algoritmos sofisticados e as técnicas de processamento de linguagem natural das IAs são capazes de analisar grandes quantidades de dados, gerar novas ideias e produzir conteúdo escrito com grande qualidade.
Apesar de toda essa facilidade e possibilidade que a IA tem de revolucionar o mercado editorial, ao mesmo tempo, também cria uma preocupação do tamanho do seu impacto e na iminente substituição dos autores humanos. Será possível que as máquinas substituam a criatividade e a autenticidade que nós, seres vivos, temos?
Recentemente um livro escrito 100% por inteligência artificial gerou um burburinho nas redes e no mercado. O americano Ammar Reshi escreveu seu próprio livro infantil em apenas 72 horas, usando ferramentas como o ChatGPT para texto e o Midjourney para as imagens. Como esperado, ele foi bombardeado de críticas após a publicação do livro, que gerou debates ligados aos direitos autorais e liberdade de expressão, já que a IA utiliza informações e exemplos já existentes na rede para gerar um novo conteúdo. Ou seja, a criação não é algo totalmente original.
A IA pode até escrever capítulos mais rápido do que um humano, mas nada substitui a emoção que um autor coloca em suas palavras. A escrita com IA não tem a profundidade emocional e as perspectivas únicas que vêm da experiência humana. É sempre bom lembrar que a escrita envolve mais do que apenas colocar palavras em uma página; também envolve as nuances da experiência humana, a capacidade de se conectar com os leitores em um nível pessoal e a paixão e dedicação que levam os escritores a criar suas histórias. (...)
SAAD, Betinho. Serão os livros escritos por inteligência
artificial o futuro do mercado editorial? Publishnews. 05
abr. 2023. Disponível em
https://www.publishnews.com.br/materias/2023/04/05/s
Uma nova abordagem didático-metodológica deve ser vivenciada, tendo como objetivo a construção da __________ social, política e econômica.
A finalidade da área de Linguagens é possibilitar aos estudantes participar de práticas de linguagem diversificadas, que lhes permitam ampliar suas capacidades expressivas em manifestações artísticas, corporais e ________, como também seus conhecimentos sobre essas linguagens, em continuidade às experiências vividas na Educação Infantil.
Leia o Texto III para responder à questão.
Texto III

Fonte: BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.facebook.com/photo/?fbid=2289963521081944&set=a.164223026989348. Acesso em: 30 de set. 2025.
Leia o Texto II para responder à questão.
Texto II

Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=574561539900024&id=107583013264548&set=a.108002179889298 Acesso em: 27 de out. 2025.
I- O termo “aforismos” (1º parágrafo) pode ser corretamente substituído por “máximas”, sem prejuízo do sentido original.
II- Apalavra “escrutínio” (1º parágrafo) pode ser substituída por “exame rigoroso”, preservando a ideia de avaliação crítica.
III- O vocábulo “cartilha” (1º parágrafo) admite como sinônimo adequado “manual”, mantendo o valor de texto guia ou instrucional.
IV- O termo “enfermidade” (3º parágrafo) poderia ser trocado por “adoecimento passageiro”, sem alteração de sentido.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
I- O sono de qualidade é um fator essencial para a manutenção da saúde física e mental, pois influencia o metabolismo, a memória, a cognição, a regulação emocional e até a prevenção de doenças como o Alzheimer.
PORQUE
II- O sono colabora com a preservação da saúde do coração e do cérebro, a ciência reconhece-o como um hábito tão importante quanto a prática de exercícios físicos e a boa alimentação.
Arespeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Leia a tirinha a seguir para responder à questão abaixo.

Disponível em: https://www.revistabula.com/36172-15-vezes-em-que-charlie-brown-snoopy-e-seus-amigos-mandaram-a-real-e-deixaram-licoes-de-vida/
Leia o Texto 7 para responder à questão.
Texto 7
Aceitei vir aqui para falar um pouco da importância do ato de ler. Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto.
[...]
Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância elo de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. São Paulo: Autores Associados: Cortez, 1989.
Leia os Textos I e II a seguir.

Disponível em: https://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/03/policiaprende-jovens-de-classe-media-com-300-kg-de-maconha-no-rio.html. Acesso em: 14 out. 2025.

Disponível em: https://g1.globo.com/ceara/noticia/2015/03/policia-prendetraficante-com-10-quilos-de-maconha-em-fortaleza.html. Acesso em: 14 out. 2025.
No Texto I, aparece uma manchete referente ao bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro/RJ, tradicional bairro de classe média, enquanto, no Texto II, trata-se do Conjunto Esperança, localizado em uma região periférica de Fortaleza/CE. A análise das duas manchetes, vinculadas a contextos sociais distintos, pode ser usada no ensino de Língua Portuguesa conforme as orientações da BNCC, que propõe o desenvolvimento da leitura crítica e reflexiva de textos da mídia. Nessa perspectiva, o trabalho pedagógico com esse material contribui para
Leia o Texto 6 para responder à questão.
Crônica tem essa vantagem: não obriga ao paletó-egravata do editorialista, forçado a definir uma posição correta diante dos grandes problemas; não exige de quem a faz o nervosismo saltitante do repórter, responsável pela apuração do fato na hora mesma em que ele acontece; dispensa a especialização suada em economia, finanças, política nacional e internacional, esporte, religião e o mais que imaginar se possa. Sei bem que existem o cronista político, o esportivo, o religioso, o econômico etc., mas a crônica de que estou falando é aquela que não precisa entender de nada ao falar de tudo. Não se exige do cronista geral a informação ou comentários precisos que cobramos dos outros. O que lhe pedimos é uma espécie de loucura mansa, que desenvolva determinado ponto de vista não ortodoxo e não trivial e desperte em nós a inclinação para o jogo da fantasia, o absurdo e a vadiação de espírito. Claro que ele deve ser um cara confiável, ainda na divagação. Não se compreende, ou não compreendo, cronista faccioso, que sirva a interesse pessoal ou de grupo, porque a crônica é território livre da imaginação, empenhada em circular entre os acontecimentos do dia, sem procurar influir neles. Fazer mais do que isso seria pretensão descabida de sua parte. Ele sabe que seu prazo de atuação é limitado: minutos no café da manhã ou à espera do coletivo.
[...]
Foi o que esse outrora-rapaz fez ou tentou fazer em mais de seis décadas. Em certo período, consagrou mais tempo a tarefas burocráticas do que ao jornalismo, porém jamais deixou de ser homem de jornal, leitor implacável de jornais, interessado em seguir não apenas o desdobrar das notícias como as diferentes maneiras de apresentá-las ao público. Uma página bem diagramada causava-lhe prazer estético; a charge, a foto, a reportagem, a legenda bem feitas, o estilo particular de cada diário ou revista eram para ele (e são) motivos de alegria profissional.
ANDRADE, Carlos Drummond de. Ciao. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17506/ciao. Acesso em: 10 out. 2025. [Adaptado].
Leia a tirinha a seguir.

Disponível em: https://suburbanodigital.blogspot.com/2019/04/tirinha-doarmandinho-vendo-por-do-sol.html Acesso em: 12 out. 2025.
Na tirinha, o efeito de humor decorre do duplo sentido associado à frase “Vendo pôr do sol”, interpretada de maneiras distintas pelos personagens. A situação apresentada evidencia que
Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
O resgate do tempo dos livros Vivemos hoje esse enorme desafio: conseguir despertar uma geração entorpecida e viciada pelo que acessa nas telas e pelo que compartilha nas redes sociais para o interesse pelos livros. O desafio é grande porque ler é uma prática que exige solitude, que pede concentração e que desperta a imaginação, mas não oferece os estímulos visuais e sonoros que estimulam e viciam os jovens, além de ser dependente do domínio da competência escrita e do letramento. Ler não é tarefa fácil para quem ainda não foi “conquistado” e é impraticável para quem não compreende aquilo que lê. Preocupa saber que, segundo a 6ª edição da pesquisa, entre os 53% dos brasileiros que declararam não serem leitores de livros, 36% informaram que não leem porque têm dificuldades de compreensão. Porém, ler também não é tarefa fácil para aquele a quem não foi concedido o direito à descoberta do prazer de ler – somente 25% dos entrevistados, entre 14 e 39 anos, declararam gostar muito de ler. Não ter paciência para ler, não ter tempo ou não gostar de ler são as principais alegações apresentadas na pesquisa por quem está sempre conectado e compartilhando seu momento na internet, com selfies ou memes: mais de 90% dos entrevistados entre 14 e 39 anos estão na internet ou nas redes sociais durante seu tempo livre. Resgatar esses jovens das telas é um grande desafio para professores, famílias e mediadores de leitura. Apesar do poder da internet em roubar o tempo do livro, temos outros desafios que são fundamentais, inclusive para resgatar o tempo para o livro. Talvez seja necessário entender o que permeia essa necessidade de conexão digital para promover outras conexões: compartilhar experiências de leitura, envolver as famílias nas práticas leitoras, criar grupos – presenciais ou online – para a troca dessas experiências; recontar as histórias e analisar os personagens; descobrir livros em uma biblioteca...
FAILLA, Zoara. “Retratos” e leituras da 6ª pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. In: FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 6. São Paulo: Instituto Pró-Livro, 2025. p. 25-26
Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
O resgate do tempo dos livros Vivemos hoje esse enorme desafio: conseguir despertar uma geração entorpecida e viciada pelo que acessa nas telas e pelo que compartilha nas redes sociais para o interesse pelos livros. O desafio é grande porque ler é uma prática que exige solitude, que pede concentração e que desperta a imaginação, mas não oferece os estímulos visuais e sonoros que estimulam e viciam os jovens, além de ser dependente do domínio da competência escrita e do letramento. Ler não é tarefa fácil para quem ainda não foi “conquistado” e é impraticável para quem não compreende aquilo que lê. Preocupa saber que, segundo a 6ª edição da pesquisa, entre os 53% dos brasileiros que declararam não serem leitores de livros, 36% informaram que não leem porque têm dificuldades de compreensão. Porém, ler também não é tarefa fácil para aquele a quem não foi concedido o direito à descoberta do prazer de ler – somente 25% dos entrevistados, entre 14 e 39 anos, declararam gostar muito de ler. Não ter paciência para ler, não ter tempo ou não gostar de ler são as principais alegações apresentadas na pesquisa por quem está sempre conectado e compartilhando seu momento na internet, com selfies ou memes: mais de 90% dos entrevistados entre 14 e 39 anos estão na internet ou nas redes sociais durante seu tempo livre. Resgatar esses jovens das telas é um grande desafio para professores, famílias e mediadores de leitura. Apesar do poder da internet em roubar o tempo do livro, temos outros desafios que são fundamentais, inclusive para resgatar o tempo para o livro. Talvez seja necessário entender o que permeia essa necessidade de conexão digital para promover outras conexões: compartilhar experiências de leitura, envolver as famílias nas práticas leitoras, criar grupos – presenciais ou online – para a troca dessas experiências; recontar as histórias e analisar os personagens; descobrir livros em uma biblioteca...
FAILLA, Zoara. “Retratos” e leituras da 6ª pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. In: FAILLA, Zoara (org.). Retratos da leitura no Brasil 6. São Paulo: Instituto Pró-Livro, 2025. p. 25-26
I.Refletir sobre diferentes contextos e situações sociais em que se produzem textos orais e sobre as diferenças em termos formais, estilísticos e linguísticos que esses contextos determinam, incluindo-se aí a multimodalidade e a multissemiose.
II.Conhecer e refletir sobre as tradições orais e seus gêneros, considerando-se as práticas sociais em que tais textos surgem e se perpetuam, bem como os sentidos que geram.
III.Proceder a uma escuta crítica, voltada para questões relativas ao contexto de produção dos textos, para o conteúdo em questão, para a observação de estratégias discursivas e dos recursos linguísticos utilizados pelos colegas, a fim de construir senso crítico a respeito de suas próprias manifestações textuais orais.
IV.Produzir textos pertencentes a gêneros orais, preferencialmente aqueles do âmbito persuasivo-argumentativo, a fim de que desenvolvam habilidades de persuasão e de argumentação.
É correto o que se apresenta em: