Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3903969 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Qual o ensinamento que traz a atitude da formiga para o profissional da saúde? 
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Q3903968 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
O comportamento do gafanhoto representa:
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Q3903734 Português

Utilize a charge abaixo para responder a questão.


As figuras de linguagem são recursos estilísticos frequentemente utilizados na Língua Portuguesa e, em geral, carregam sentido conotativo. Considerando a imagem apresentada, a figura de linguagem empregada no 2º balão é: 
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Q3903617 Português
O recurso expressivo em 'todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo' é um exemplo de: 
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Q3903612 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

A ideia central do texto pode ser resumida em: 
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Q3903611 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

Quando afirma que 'todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo', Sêneca sugere que: 
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Q3903610 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

O autor critica diferentes perfis de pessoas (avarentos, ambiciosos, devotos excessivos ao trabalho, entregues aos prazeres). O elemento comum a todos eles é:
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Q3903609 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

A comparação entre a vida e as fortunas abundantes tem como objetivo mostrar que: 
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Q3903608 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

De acordo com Sêneca, a vida não é curta por natureza, mas: 
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Q3903457 Português

Segundo a plataforma de checagem “Aos Fatos”, Jair Bolsonaro fez 1.383 declarações falsas e 1.221 declarações distorcidas sobre o coronavírus em seus quatro anos na Presidência. Um estudo que analisou 111 títulos de notícias de 2020, publicado na revista científica Journalism Practice, informa que “Em 60,36% dos casos, as falsidades ditas por Bolsonaro foram simplesmente reproduzidas nos títulos. Em 26,13% dos casos houve alguma contextualização, e apenas 13,51% das notícias tinha em seu título uma correção da fala do então presidente.”. Os autores do estudo dizem que “Escrever títulos apropriados é uma discussão ética fundamental em tempos de plataformização do jornalismo”, pois uma parcela do público acessa essas notícias em plataformas como redes sociais e aplicativos de mensagem, e uma parte nem abrirá os hiperlinks para ler a notícia completa. Isso é preocupante pois apenas fragmentos serão reunidos para formar a compreensão de um fato.



Dados encontrados em: https://latamjournalismreview.org/pt-br/articles/grandesmeios-brasileiros-tenderam-a-reproduzir-falsidades-ditas-por-bolsonaro-sobre-acovid-19-nos-titulos-das-noticias-concluiestudo/?fbclid=IwAR09XOwGg5PsV8gQSpR1Re0hYXNfqVtK3GIffpgP72OYZ0UQ15zMWs5vdE



Com base no exposto, pode-se afirmar corretamente que 

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Q3903421 Português

Durante a limpeza do pátio, um grupo de estudantes passou fazendo brincadeiras com a funcionária Rosana. Mesmo assim, ela manteve a calma, continuou seu trabalho e respondeu com gentileza.

Essa atitude demonstra:  

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Q3902967 Português
No trecho “governo do povo, pelo povo e para o povo”, observa-se o uso da figura de linguagem denominada: 
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Q3902965 Português
No fragmento “não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo”, a repetição da expressão inicial tem como efeito de sentido: 
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Q3902962 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O trecho final — “o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra” — é um exemplo de:
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Q3902961 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A frase “estes mortos não terão morrido em vão” significa que: 
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Q3902960 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

Quando Lincoln afirma que “o mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui”, ele pretende destacar:  
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Q3902959 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A expressão “todos os homens são criados iguais” remete a um valor fundamental defendido no texto, sendo este:
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Q3902958 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O discurso de Lincoln foi proferido durante a Guerra Civil dos Estados Unidos. A principal intenção do autor, ao falar naquele momento, era: 
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Q3902919 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Conforme o texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3902918 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 De acordo com o texto:
Alternativas
Respostas
11201: C
11202: B
11203: A
11204: A
11205: A
11206: B
11207: A
11208: B
11209: C
11210: B
11211: D
11212: D
11213: B
11214: C
11215: B
11216: A
11217: B
11218: C
11219: C
11220: D