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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 128.798 questões

Q3799412 Português
Analise as afirmativas abaixo com atenção:

I. Não foi com pouca emoção que os formandos receberam o diploma após tantos anos de estudo.
II. Não discordo de que a medida possa trazer benefícios à comunidade.
III. O professor explicou a matéria com tamanha clareza que ninguém teve dúvidas sobre o conteúdo.
IV. A diretora não hesitou em repreender o aluno que faltou ao respeito com os colegas.

Em quais afirmativas há uso adequado do litote?
Alternativas
Q3799153 Português
Reproduzimos aqui, alguns episódios do conto O Alienista, de Machado de Assis. Leia os itens, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa devida.

(_) Com base no conto, podemos dizer que Simão Bacamarte não resolve o problema da loucura como deseja, sua maior dificuldade é saber onde termina a loucura e começa a normalidade.

(_) Como se vê no conto, todos os comportamentos caem dentro de algum conceito de loucura, mas nenhum conceito chega a explicar o fenômeno em termos absolutos. Não se sabe já quem estava são nem quem estava doido: as fronteiras entre normalidade e anormalidade ficam radicalmente relativizadas.

(_) A segunda metade do século XIX, momento em que foi escrita a obra de Machado de Assis, caracteriza-se por uma grande confiança na capacidade da Ciência da época para explicar os problemas do homem e da natureza. Entretanto, o conto não contribui para reforçar essa visão, ao contrário, ele satiriza a crença nos poderes ilimitados da Ciência.

(_) A ação do barbeiro Porfírio Caetano das Neves, é motivada inicialmente pelo desejo de dissolver a Casa de Orates, respondendo aos interesses da população de Itaguaí, a quem lidera em sua revolta e em nome de quem age. O corpo de dragões encarregado de restabelecer a ordem, acaba por atender aos anseios da população, apoiando a revolta,

(_) Num segundo momento, quando se configura a vitória popular, o Canjica passa a desejar o poder, agindo em benefício de si mesmo: “a dignidade do governo começava a enrijar-lhe os quadris.”
Alternativas
Q3799149 Português

Leia o texto para responder às próximas duas questões.


Caro Freud. (Juliano Martinz).


Resolvi lhe escrever uma carta porque o senhor anda muito ocupado e eu demoro muito para me fazer compreender verbalmente. Aqui, nesta carta, acho que consigo ser franco e direto. E franqueza é algo que me escapa pelos dedos, especialmente quando estou diante de alguém tão mal-encarado como o senhor (sem ofensas, por favor). Mas se pelo menos o senhor desse um sorrisinho de vez em quando, ajudaria muito nas nossas consultas. Mas enfim…


Hoje resolvi aplicar alguns dos seus conselhos. E outros do Facebook. A propósito, já lhe contei que meu mural parece um livro de autoajuda? Desse jeito, acho que o senhor vai precisar mudar de profissão.


Bom, voltando aos conselhos. O senhor mencionou que eu precisava encontrar prazer no meu trabalho. Pois bem, resolvi espalhar chocolate em todas as mesas, pias, balcões e até no banheiro. Preciso admitir que o senhor estava com toda a razão. De fato, todo o ambiente está mais prazeroso e há docilidade por todos os lados. As formigas também acham.


Romanticamente, a história é mais complicada. Sempre que nos encontramos, o senhor pergunta: “E as namoradas, como vão?”. Realmente, doutor Freud, nunca entendi o porquê do plural. Mas já que tocamos no assunto, acho que precisarei de um pouco mais do que chocolate para resolver este problema.


O senhor disse que o segredo do sucesso é fazer as mulheres rirem. Mas rir de mim também conta? E aquela história de conversar com a garota sobre assuntos que a interessam? Conheci uma garota e já fui puxando assunto sobre rímel, blush, cílios postiços e batom. Não sei não, Freud, mas tem certeza de que esse conselho funciona? A garota soltou um “ihhh” e saiu de perto. Sabe esses “ihs” que podem significar um milhão de coisas e todas elas péssimas para a nossa reputação?


O senhor também mencionou que eu não poderia deixar as garotas me encararem como amigo, não foi? “Mulheres nunca se apaixonam por amigos”. Tentei aplicar este conselho. Uma amiga minha, a Miriam, uma ruiva de um metro e setenta, dois imensos olhos caramelo, dois lábios carnudos que são pura covardia. Pois bem, ela me disse que precisava contar um segredo. Sacou, né? Coisa de amigos, papo de segredos, essas coisas. Não hesitei. Já soltei um: “Nem vem com essas fofoquinhas tolas que me dão nos nervos. Se quiser algo de verdade, te dou um beijo de desentupir pia. Agora se quiser ficar nessas conversinhas frívolas e inúteis, vai procurar tua turma de tagarelas descerebrados”. O senhor poderia ler esta frase novamente e me dizer onde errei? Porque acho que errei em algum ponto, levando-se em consideração o peso do tapa na minha cara.


Ah, meu amigo Sigmund. A vida não é nada fácil. Pela expressão fechada em seu rosto, o senhor deve me entender. Talvez o senhor devesse parar um pouco com esses assuntos melancólicos e se dedicar um tempo a escrever alguns textos humorísticos. Além disso, precisamos conversar mais. Mas não dentro daquele seu consultório mórbido. Podíamos sair para tomar umas cervejas. Ver luzes, ouvir pessoas, essas coisas. Acho que lhe faria bem, também.


Quando quiser, só me avisar. Mas o senhor paga. E não vem com história de que está sem dinheiro, porque aí quem vai dizer “ihhh” sou eu.


Considerando-se as ideias do texto, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3799100 Português
Leia o trecho a seguir.
O jardim da praça
A praça da cidade era ampla e tranquila. As árvores frondosas ofereciam sombra generosa, e o ar parecia leve e fresco. No entanto, alguns bancos quebrados deixavam o ambiente um pouco desagradável.
Com base no texto, analise as afirmativas abaixo.
I - No trecho “árvores frondosas”, o termo “frondosas” funciona como adjetivo, qualificando as árvores.
II - O antônimo mais adequado para a palavra “tranquila”, considerando o contexto do texto, é a palavra “agitada”.
III - O sinônimo mais adequado para a palavra “desagradável”, no contexto, é a palavra “agradável”, já que ambos transmitem ideia de beleza.
IV - O termo “ampla”, no contexto, também é um adjetivo, pois caracteriza a praça.
Marque a opção correta:
Alternativas
Q3799094 Português
A partir do texto a seguir, analise as afirmativas abaixo sobre sinônimos e antônimos.
O banco da praça
O velho banco de madeira estava desgastado pelo tempo, mas ainda era o lugar preferido de Dona Rosa. Ali, ela se sentia serena, observando as crianças que brincavam. Para ela, aquele espaço simples representava um pedaço de tranquilidade em meio à agitação da cidade.
I - A palavra “desgastado” pode ser substituída por “gasto” sem alterar o sentido do texto.
II - O antônimo da palavra “serena”, no contexto, poderia ser a palavra “agitada”.
III - O termo “tranquilidade” tem como sinônimo adequado, no texto, a palavra “calma”.
IV - A palavra “simples” pode ter como antônimo, no texto, a palavra “complicado”, sem comprometer o sentido.
Marque a opção correta:
Alternativas
Q3799092 Português

Analise o trecho a seguir.

 

Na manhã chuvosa

 

Era cedo quando João abriu a janela. A chuva caía com força: plim, plim, plim no telhado, toc, toc nas vidraças, e de repente um trovão estrondou: crashhh. O menino se encolheu na cama, mas logo sorriu. Gostava daquele barulho todo, como se a natureza estivesse conversando com ele em outra língua.

 

No trecho acima, as expressões “plim, plim, plim”, “toc, toc” e “crashhh” exemplificam o uso da onomatopeia. Sobre a função desse recurso no texto, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3799091 Português

Com base na charge a seguir, responda à pergunta: Qual é a mensagem principal que a charge quer transmitir ao leitor?


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3799090 Português

Analise o texto abaixo e as afirmativas a seguir.

 

O passeio

 

Pedro planejou o passeio por semanas. Ao acordar, pensou: “Será que vai chover hoje?” — afinal, a previsão não estava clara. Decidiu, então, levar guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica para proteger os lanches. Durante o trajeto, viu crianças correndo, cachorros brincando, vendedores chamando: “Doces! Balas! Pipoca!” Pedro respirou fundo, sorriu e disse consigo mesmo: “Valeu a pena todo o planejamento.”

 

I - O uso do travessão em “— afinal, a previsão não estava clara” indica uma explicação adicional, e o efeito é de destaque ou comentário do narrador.

 

II - As reticências após “Doces! Balas! Pipoca!” seriam necessárias para indicar hesitação ou fala interrompida, mas não aparecem no texto, pois o autor quis transmitir urgência e ritmo acelerado.

 

III - A pontuação com vírgulas em “guarda-chuva, capa de chuva e até uma sacola plástica” separa itens de uma lista, obedecendo a norma culta.

 

IV - Entre aspas, em “Será que vai chover hoje?”, a pontuação correta seria colocar o ponto de interrogação fora das aspas, pois ele pertence à frase narrada e não à fala de Pedro.

 

Marque a alternativa correta:

Alternativas
Q3799089 Português

Leia atentamente o texto a seguir.


O relógio da estação


Na antiga estação de trem da cidade, havia um enorme relógio pendurado bem no alto. Era ele quem marcava a rotina dos moradores: avisava a hora da partida do trem, o momento de abrir as lojas e até o de voltar para casa.

Um dia, o relógio parou. No começo, quase ninguém percebeu. Mas logo os atrasos começaram: o trem saía fora do horário, os comerciantes se confundiam, os encontros marcados perdiam-se. A cidade parecia viver em descompasso.

Quando finalmente um relojoeiro voluntário consertou o relógio, os sinos da igreja tocaram e muitos moradores se reuniram para aplaudir. Embora fosse apenas um objeto, todos compreenderam que ele simbolizava algo maior: a importância de ter um ritmo comum, que mantinha a vida da comunidade em harmonia.

 

No texto, o relógio é mais do que um simples objeto. O autor utiliza esse elemento para simbolizar: 

Alternativas
Q3799071 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Encontro de memórias



Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.


O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.


Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.


Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado



LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.

O excerto "Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim." apresenta diferentes recursos linguísticos responsáveis pela construção da textualidade. Considerando os princípios de coesão e coerência textual, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3799070 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Encontro de memórias



Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.


O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.


Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.


Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.


Texto Adaptado



LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.

A partir da leitura e análise do texto "Encontro de memórias", identifique a tipologia predominante da construção textual e assinale a alternativa que apresenta, com base nos estudos linguísticos e na teoria dos gêneros e tipos textuais, a descrição adequada a essa tipologia. 
Alternativas
Q3798858 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Encontro de memórias


Existem dois dias em que, para mim, a terra parou. O primeiro aconteceu quando eu tinha cerca de sete anos, em um domingo comum. Meu pai montava seu pequeno ritual musical: carregava uma cadeira, espalhava as revistas de cifras na cama e deixava que os acordes preenchessem a casa. Enquanto eu brincava no chão, a voz de Raul Seixas criava um refúgio íntimo, um instante que meu mundo interno decidiu guardar como lugar de paz.

O segundo dia em que a terra parou veio doze anos depois. Não foi um dia só, mas uma sequência de dias em que quase todos decidiram — ou foram obrigados — a permanecer em casa. O empregado não saiu porque o patrão também não estava lá; o aluno não foi à escola porque o professor não o esperava; a rotina inteira foi suspensa por algo que parou o planeta, mesmo que não por vontade própria.

Assim como no primeiro dia, Raul também estava presente. As mesmas revistas antigas, gastas pelo uso, continuavam guardadas na estante, preservando uma memória afetiva que atravessou o tempo. E cada vez que seus versos ecoavam, aquele recanto infantil voltava a se mover dentro de mim.

Hoje as revistas quase não saem do lugar e acumulam poeira, mas continuam guardando meus dois dias. Raul anunciava o segundo, mas é ao primeiro que retorno sempre que escuto alguém cantar sobre "o dia em que a Terra parou". É ali que a memória repousa — entre acordes simples e a sensação de que, por um instante, tudo realmente ficou imóvel.

Texto Adaptado


LIMA, Natália Milena Alexandre. Encontro de memórias. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. São Paulo: ECA-USP, 2021. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/7 30/648/2404 . Acesso em: 21 nov. 2025.
Com base no texto "Encontro de memórias", analise as construções discursivas presentes e assinale a alternativa que expressa corretamente uma inferência semanticamente legítima, coerente com a macroestrutura textual e com a perspectiva enunciativa adotada pelo narrador.
Alternativas
Q3798662 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua 


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.

Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.

Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?

Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.

Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.

Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.

Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
A metáfora presente em "com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras" contribui para:
Alternativas
Q3798659 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O Menino da Minha Rua 


Ao meio-dia, eu apareci meio estranho com um estilo diferente que era de impressionar. Todos olhavam para mim de uma forma estranha, todos tinham medo de mim.

Eu quase não saía com meus amigos, quase não comia, quase não vivia mais. Quando eu usava aqueles grandes brincos, na verdade gigantes, todos olhavam para mim de uma forma bizarra. Aquelas roupas largas e rasgadas eram uma razão para todos se afastarem de mim, ainda com esses grandes sapatos de pregos e rasgados.

Quando andávamos na rua, eu e meus amigos parecíamos uns marginais para aquele povo. Como vou tirar aquele pensamento de louco?

Em um dia, com a lua escura e o mar com as lindas ondas sonoras, eu estava deitado, olhei para o lado e me deparei com uma linda menina com cabelos castanhos e lindo sorriso que parecia uma princesa de tão linda.

Ela se aproximou de mim de uma maneira estranha, leve como uma pena, abraçou-me e parecia que a conhecia há muito tempo com aqueles lindos olhos azuis cor do céu. Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele.

Parei e, de um certo modo, refleti: não preciso agradar a ninguém, apenas preciso agradar a mim, aceitar-me do jeito que sou, pois, agradar a todos é muito difícil.

Texto Adaptado


SILVA, Erika Leticia Bezerra da. O Menino da Minha Rua. In: Crônicas Salineiras. Natal: IFRN, [s.d.]. Disponível em: https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC %82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 26 nov. 2025.
Na frase "Ela beijou-me e disse que eu não tivesse medo do mundo, porque todos tinham uma maneira diferente de olhar para ele", a palavra "porque" foi usada para:
Alternativas
Q3798568 Português
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna.

“Identifica-se manchas escuras em paredes internas, compatíveis com mofo e bolor. Esses organismos proliferam em condições climáticas favoráveis, especialmente em ambientes ______.”
Alternativas
Q3798420 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A fábula do porco-espinho

    Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos; assim, se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
    Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E sobreviveram.
    Moral da história: o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele em que cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.

ALVES, Rubem. A fábula do porco-espinho. Disponível em <https://radioesmeralda.com.br/mensagens/a-fbula-do-porcoespinho/>.
A característica fundamental do texto como uma fábula é o fato de apresentar:
Alternativas
Q3798419 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A fábula do porco-espinho

    Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos; assim, se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e voltaram a morrer congelados. Então precisavam fazer uma escolha: ou desapareceriam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
    Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que a relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E sobreviveram.
    Moral da história: o melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele em que cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades.

ALVES, Rubem. A fábula do porco-espinho. Disponível em <https://radioesmeralda.com.br/mensagens/a-fbula-do-porcoespinho/>.
O texto “A fábula do porco-espinho” é predominantemente uma:
Alternativas
Q3798237 Português
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GIÓ. Dilo, o jacaré do pantanal que ainda não virou couro. Disponível em <https://www.geocities.ws/quadrinhosafins/dilo.htm>.

Na tirinha acima, a expressão “até mesmo” tem o sentido de:
Alternativas
Q3798232 Português
Assinale a frase que contém uma expressão em sentido figurado.
Alternativas
Q3798230 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Furto de flor

    Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida. Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer. Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim! 


ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. Contos plausíveis.
1985. Disponível em <https://www.culturagenial.com/cronicas-curtascom-interpretacao/>.
“Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Alternativas
Respostas
10161: D
10162: B
10163: B
10164: A
10165: C
10166: B
10167: D
10168: A
10169: C
10170: A
10171: C
10172: D
10173: C
10174: C
10175: A
10176: A
10177: B
10178: E
10179: B
10180: C