Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.263 questões

Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4144713 Português
Texto para questão

TEXTO 1


Discursos e práticas científicas, como produções inseridas em uma cultura, participam dos processos de alterização. Esse conceito faz referência aos processos culturais de delimitação das formas possíveis da construção do eu e do outro em um determinado marco sócio-histórico. Ele é utilizado para definir o padrão de normalidade em cada sociedade. Com base nesse padrão, geram-se hierarquizações entre grupamentos humanos, a partir da configuração de escalas de superioridade e inferioridade — de segregação e marginalização das pessoas consideradas anormais e inferiores. Esse fato aconteceu com Henrietta Lacks (1920- 1951), que, aos 30 anos de vida, foi diagnosticada com carcinoma epidermoide do colo do útero. Submetida aos procedimentos de tratamento da doença, Lacks, mulher negra e pobre vivendo em plena vigência das leis de segregação racial nos Estados Unidos, teve amostras de suas células coletadas e armazenadas sem seu consentimento. Desde a década de 1920, pesquisadores analisavam amostras de tecidos de pessoas enfermas a fim de usá-las para investigar a causa e a cura do câncer. Até a amostra de Henrietta Lacks, todas as células recolhidas com esse propósito, após um tempo em cultura, morriam. No caso das células de Henrietta, elas não morreram. Como o pesquisador em questão codificava as células usando as duas primeiras letras do primeiro e último nome de cada paciente, as células de Henrietta Lacks — e a própria Henrietta — foram nomeadas de “HeLa”.


PAIVA, A. S.; SILVA, E. P. Q. Mulher, raça, ciência e livro didático: leitura feminista interseccional do caso de Henrietta Lacks. Cadernos de Gênero e Tecnologia, n. 47, 2023 (adaptado).



TEXTO 2


A luta entre a boxeadora da Argélia Imane Khelif e a italiana Angela Carini, ambas categoria até 66 quilos, nas olimpíadas de Paris (2024), durou só 46 segundos e terminou com a vitória da argelina. A repercussão da prova, porém, ficou em cima de um outro acontecimento. Em 2023 a Associação Internacional de Boxe desclassificou Khelif de um campeonato por ela não ter passado no teste de gênero realizado pela organização. Isso aconteceu porque os níveis de testosterona da atleta não cumpriram critérios de elegibilidade da associação. Segundo a pesquisadora consultada pela reportagem, essa verificação pode ser imprecisa e acabar ficando específica para atletas que teriam uma aparência, entendida socialmente, como masculinizada, em especial pelos dirigentes de entidades esportivas.


Disponível em: www.nexojornal.com.br. Acesso em: 22 maio 2025 (adaptado).
Considerando o conceito de alterização apresentado no Texto 1, a intersecção entre o caso de Henrietta Lacks e Imane Khelif pode ser identificada na(s) 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Ciências Biológicas |
Q4144704 Português
Texto para questão



Um professor de Biologia de uma escola agrícola localizada no Cerrado utilizou um aplicativo que, por meio de imagens e de sons capturados pelo celular, identifica taxonomicamente espécies botânicas e zoológicas. Ele levou a turma a uma unidade de conservação para registros fotográficos. A intenção do professor, ao explorar o Cerrado com esse aplicativo, foi estudar a fauna e a flora do bioma. Ele constatou que a imagem mais recorrente que os estudantes fotografaram foi a de uma planta e de uma ave nativas da região.
Para incluir estudantes com grau severo de daltonismo, o professor, ao utilizar o aplicativo, necessita
Alternativas
Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Artes Visuais |
Q4142450 Português
Texto para questão


TEXTO 1

Q42_44.png (344×221)

MOTTA, A. A água é uma máquina do tempo. Arte híbrida contemporânea. Acervo da artista, 2023.

Disponível em: https://alinemotta.com. Acesso em: 15 jul. 2025 (adaptado).


TEXTO 2


A produção de Aline Motta mobiliza linguagens híbridas — como cinema, fotografia, performance e escrita — para investigar memórias apagadas pelo colonialismo. Em A água é uma máquina do tempo, a artista reorganiza arquivos pessoais e históricos em instalações e vídeos. Sua prática se dá como uma escavação sensível, ativando camadas de pertencimento e identidade por meio de uma narrativa poética e crítica.
Com base na ideia da artista, de que a “água é uma máquina do tempo”, uma professora incentivou os estudantes, em sala de aula de adultos, a
Alternativas
Q4135634 Português
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://www.instagram.com/p/DMDCE__uE7e/?img_index=5. Acesso em: 28 de out. 2025.
Em relação ao sentido das palavras empregadas na tirinha, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4135628 Português
Montanha


Rachel de Queiroz


Há homens do mar e homens do rio, homens da terra plana e homens da montanha, tão diversos uns dos outros como se fossem de raças diferentes. Nativa da praia e da catinga, confesso que, por mim, tenho medo de montanha. Tão altas, tão brutas, com suas rampas de pedra inacessíveis, e até a beleza dos vales lá embaixo é rodeada pela traição dos despenhadeiros.

Não é a cidade, nem as fábricas, nem nenhuma das formas do progresso mecânico que mais me demonstram o atrevimento do homem; é a montanha. Está um homenzinho cá embaixo, na planície, munido apenas das suas duas pernas, e lá em cima vê torrear os monstros, ásperos e verdes, vê os precipícios temerosos, vê azular de encontro às nuvens os picos altíssimos. Pois se vai ele, abandonando a sua planura e a sua segurança, abrindo trilha no flanco do gigante, e escala as serras, e escolhe local de pouso e moradia, e desvenda os mistérios de entre os montes, e aceita como destino e meio de vida o eterno sobe e desce de ladeiras, e faz dos precipícios o seu cotidiano. E vive feliz, e atrai outros atrevidos para o seu lado – e quando se vê está constituído todo um povo de montanheses – fato, afinal, tão admirável quanto se de nossa espécie se constituísse de repente um povo de anfíbios...

Vê-se, pois, que foi exagero euclidiano dizer que o sertanejo é que é antes de tudo um forte. Qual, o sertanejo é principalmente um sofredor. É o fatalista, que recebe como lhe caem por cima as pragas e as poucas bênçãos do destino; enquanto o montanhês é o agressivo, o domador da fera. O sertanejo foi se chegando aos poucos – cada dia, cada ano, caminhava mais uma légua, seguindo no rastro do boi; enquanto o candidato a montanhês teve necessariamente o seu momento de decisão, na hora em que se resolve a enfrentar o salto que o levará cá de baixo às altitudes da serra, e, através da trilha difícil que ele mesmo tem que construir, marcar o seu lugar numa riba de cordilheira, nele se empoleirar e de lá olhar o mundo como um vitorioso.

Isto não é um apólogo. Será quando muito um débil aviso de perigo. Durante anos e anos tivemos o domínio dos homens do planalto e não se deve confundir planalto com montanha; os do planalto só têm da montanha as vantagens, que é a altitude sem a aspereza de picos e morros. O planalto faz trabalhadores e aristocratas, não forja guerrilheiros. Depois subiram os do pampa, a planície por definição. Ficaram também muito tempo – tanto tempo que tem sido difícil desalojá-los, e para os contentar ainda foi preciso entregar-lhes um bom quinhão dos despojos.

(...)


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/9252/montanha. Acesso em: 28 de out. 2025.
“Pois se vai ele, abandonando a sua planura e a sua segurança, abrindo trilha no flanco do gigante, e escala as serras, e escolhe local de pouso e moradia, e desvenda os mistérios de entre os montes, e aceita como destino e meio de vida o eterno sobe e desce de ladeiras, e faz dos precipícios o seu cotidiano.”
As palavras destacadas no trecho caracterizam a seguinte figura de linguagem e seu correspondente efeito de sentido: 
Alternativas
Q4135627 Português
Montanha


Rachel de Queiroz


Há homens do mar e homens do rio, homens da terra plana e homens da montanha, tão diversos uns dos outros como se fossem de raças diferentes. Nativa da praia e da catinga, confesso que, por mim, tenho medo de montanha. Tão altas, tão brutas, com suas rampas de pedra inacessíveis, e até a beleza dos vales lá embaixo é rodeada pela traição dos despenhadeiros.

Não é a cidade, nem as fábricas, nem nenhuma das formas do progresso mecânico que mais me demonstram o atrevimento do homem; é a montanha. Está um homenzinho cá embaixo, na planície, munido apenas das suas duas pernas, e lá em cima vê torrear os monstros, ásperos e verdes, vê os precipícios temerosos, vê azular de encontro às nuvens os picos altíssimos. Pois se vai ele, abandonando a sua planura e a sua segurança, abrindo trilha no flanco do gigante, e escala as serras, e escolhe local de pouso e moradia, e desvenda os mistérios de entre os montes, e aceita como destino e meio de vida o eterno sobe e desce de ladeiras, e faz dos precipícios o seu cotidiano. E vive feliz, e atrai outros atrevidos para o seu lado – e quando se vê está constituído todo um povo de montanheses – fato, afinal, tão admirável quanto se de nossa espécie se constituísse de repente um povo de anfíbios...

Vê-se, pois, que foi exagero euclidiano dizer que o sertanejo é que é antes de tudo um forte. Qual, o sertanejo é principalmente um sofredor. É o fatalista, que recebe como lhe caem por cima as pragas e as poucas bênçãos do destino; enquanto o montanhês é o agressivo, o domador da fera. O sertanejo foi se chegando aos poucos – cada dia, cada ano, caminhava mais uma légua, seguindo no rastro do boi; enquanto o candidato a montanhês teve necessariamente o seu momento de decisão, na hora em que se resolve a enfrentar o salto que o levará cá de baixo às altitudes da serra, e, através da trilha difícil que ele mesmo tem que construir, marcar o seu lugar numa riba de cordilheira, nele se empoleirar e de lá olhar o mundo como um vitorioso.

Isto não é um apólogo. Será quando muito um débil aviso de perigo. Durante anos e anos tivemos o domínio dos homens do planalto e não se deve confundir planalto com montanha; os do planalto só têm da montanha as vantagens, que é a altitude sem a aspereza de picos e morros. O planalto faz trabalhadores e aristocratas, não forja guerrilheiros. Depois subiram os do pampa, a planície por definição. Ficaram também muito tempo – tanto tempo que tem sido difícil desalojá-los, e para os contentar ainda foi preciso entregar-lhes um bom quinhão dos despojos.

(...)


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/9252/montanha. Acesso em: 28 de out. 2025.
Em relação ao seu tipo e gênero, o texto “Montanha” se enquadra como 
Alternativas
Q4135626 Português
Montanha


Rachel de Queiroz


Há homens do mar e homens do rio, homens da terra plana e homens da montanha, tão diversos uns dos outros como se fossem de raças diferentes. Nativa da praia e da catinga, confesso que, por mim, tenho medo de montanha. Tão altas, tão brutas, com suas rampas de pedra inacessíveis, e até a beleza dos vales lá embaixo é rodeada pela traição dos despenhadeiros.

Não é a cidade, nem as fábricas, nem nenhuma das formas do progresso mecânico que mais me demonstram o atrevimento do homem; é a montanha. Está um homenzinho cá embaixo, na planície, munido apenas das suas duas pernas, e lá em cima vê torrear os monstros, ásperos e verdes, vê os precipícios temerosos, vê azular de encontro às nuvens os picos altíssimos. Pois se vai ele, abandonando a sua planura e a sua segurança, abrindo trilha no flanco do gigante, e escala as serras, e escolhe local de pouso e moradia, e desvenda os mistérios de entre os montes, e aceita como destino e meio de vida o eterno sobe e desce de ladeiras, e faz dos precipícios o seu cotidiano. E vive feliz, e atrai outros atrevidos para o seu lado – e quando se vê está constituído todo um povo de montanheses – fato, afinal, tão admirável quanto se de nossa espécie se constituísse de repente um povo de anfíbios...

Vê-se, pois, que foi exagero euclidiano dizer que o sertanejo é que é antes de tudo um forte. Qual, o sertanejo é principalmente um sofredor. É o fatalista, que recebe como lhe caem por cima as pragas e as poucas bênçãos do destino; enquanto o montanhês é o agressivo, o domador da fera. O sertanejo foi se chegando aos poucos – cada dia, cada ano, caminhava mais uma légua, seguindo no rastro do boi; enquanto o candidato a montanhês teve necessariamente o seu momento de decisão, na hora em que se resolve a enfrentar o salto que o levará cá de baixo às altitudes da serra, e, através da trilha difícil que ele mesmo tem que construir, marcar o seu lugar numa riba de cordilheira, nele se empoleirar e de lá olhar o mundo como um vitorioso.

Isto não é um apólogo. Será quando muito um débil aviso de perigo. Durante anos e anos tivemos o domínio dos homens do planalto e não se deve confundir planalto com montanha; os do planalto só têm da montanha as vantagens, que é a altitude sem a aspereza de picos e morros. O planalto faz trabalhadores e aristocratas, não forja guerrilheiros. Depois subiram os do pampa, a planície por definição. Ficaram também muito tempo – tanto tempo que tem sido difícil desalojá-los, e para os contentar ainda foi preciso entregar-lhes um bom quinhão dos despojos.

(...)


Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/9252/montanha. Acesso em: 28 de out. 2025.
Assinale a alternativa cuja afirmação condiz com o conteúdo apresentado no texto “Montanha”.
Alternativas
Q4133004 Português
Na mesma UBS, a equipe identifica aumento de casos de baixo peso em crianças menores de dois anos e atraso nas consultas de puericultura. Após discussão, decidem revisar o acompanhamento das famílias e intensificar visitas domiciliares, priorizando ações de orientação alimentar e de estímulo ao aleitamento materno. Essa conduta está alinhada à política de atenção integral à saúde da criança, pois 
Alternativas
Q4132789 Português
Vygotsky estudou o tema da liberdade para além das conclusões experimentais: os problemas em que a sorte era o principal fator forneciam subsídios para pensar o problema do livre-arbítrio, os problemas éticos em que o sujeito deve acatar uma ação e desejar a outra, superando as relações condicionadas que regem o comportamento animal, buscando entender a consciência humana, que transcende a pesquisa das reações compartilhadas por seres humanos e animais.

Diante dessas formulações sobre o assunto, conclui-se que
Alternativas
Q4132776 Português
Quando crianças jogam um jogo de damas, revelando nas jogadas estratégias visíveis para antecipar possíveis táticas para a vitória, pode-se entender as relações entre pensamento e linguagem em uma perspectiva vigotskiana, como sendo a expressão de
Alternativas
Q4130948 Português
De acordo com as perspectivas teóricas contemporâneas, o cotidiano pode ser compreendido como 
Alternativas
Q4130857 Português
A discussão sobre o lugar da família no âmbito das políticas sociais, particularmente na Assistência Social, tem- -se encaminhado a partir de duas perspectivas distintas. Uma que entende a família, mais que ser reconhecida como instância de cuidado e proteção, é uma instância a ser cuidada e protegida, enfatizando a responsabilidade pública. A outra que defende a centralidade da família, apostando na sua capacidade imanente de cuidado e proteção. A sustentação dessa linha de compreensão, que pode ser chamada de familista, está fundada na premissa que existem dois canais “naturais” para satisfação das necessidades dos cidadãos: a própria família e o mercado (via trabalho).
Nessa perspectiva, a intervenção do Estado se dá
Alternativas
Q4130855 Português
O assistente social realiza sua intervenção a partir das expressões concretas das relações sociais, no cotidiano da vida dos indivíduos e grupos. O cotidiano é apreendido como manifestação da história, no qual os agentes a produzem e reproduzem, fazendo-se e refazendo-se nesse processo social. A compreensão do cotidiano não se reduz a aspectos aparentes e triviais; ele é a expressão de um modo de vida, historicamente circunscrito, em que se verifica não só a reprodução de suas bases, mas onde são gestados os fundamentos de uma prática inovadora.
Assim, entender as demandas profissionais passa pela apreensão das situações vividas por indivíduos e famílias, condicionadas pelas lutas sociais e pelas relações de poder, integrando o singular ao
Alternativas
Q4130835 Português
O trabalho, como fundamento ontológico do ser social, não é obra de um indivíduo, mas da cooperação entre homens, por meio do qual responde a necessidades sócio-históricas e produz formas de interação humana como a linguagem, as representações e a cultura. Sendo objetivado socialmente, de modo determinado, o trabalho permite o desenvolvimento de mediações que institui a diferença do ser social, em face de outros seres da natureza.
As mediações para a construção do ser social não são dadas, são elaboradas no processo histórico, como capacidades essenciais postas em movimento por meio de sua atividade vital, a saber: a consciência, a universalidade, a liberdade e a 
Alternativas
Q4116670 Português
Projetos de educação patrimonial aproximam estudantes de bens culturais, memórias e identidades locais, fortalecendo o pertencimento e incentivando práticas de preservação. Ao valorizar saberes comunitários, tais iniciativas reforçam o vínculo entre escola e território. Considerando esses princípios, qual elemento expressa a essência da educação patrimonial?
Alternativas
Q4116654 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Eu não sei como começou todo este papo de Lobo Mau, mas está completamente errado. Talvez seja por causa de nossa alimentação. Olha, não é culpa minha se os lobos comem bichos engraçadinhos como coelhos e porquinhos. É apenas nosso jeito de ser. Se os cheeseburgers fossem uma gracinha, todos iam achar que você é Mau.


Fragmento do livro ?A verdadeira história dos três porquinhos?, de Jon Scieszka, s/p − São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998. 

Com base na leitura do trecho, é possível perceber que o lobo tenta inverter a imagem tradicional construída sobre ele nas histórias infantis. Considerando o tom usado pelo narrador e a justificativa apresentada, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4116652 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Eu não sei como começou todo este papo de Lobo Mau, mas está completamente errado. Talvez seja por causa de nossa alimentação. Olha, não é culpa minha se os lobos comem bichos engraçadinhos como coelhos e porquinhos. É apenas nosso jeito de ser. Se os cheeseburgers fossem uma gracinha, todos iam achar que você é Mau.


Fragmento do livro ?A verdadeira história dos três porquinhos?, de Jon Scieszka, s/p − São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998. 

Se esse trecho fosse representado por uma sequência de quatro imagens, a última cena provavelmente mostraria:
Alternativas
Q4116651 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


SONHO REAL


— Mãe, eu quero ser rei, amado por todo mundo.

Com muita fama e muito dinheiro.

Quando não estiver reinando, apareço na tevê, nos jornais e nas revistas, dou entrevista, faço comercial, gravo disco e jogo na Seleção.

— Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho.

E, depois, nem tem rei mais, quase só presidentes ...

— Xi! Já vi que você ta boiando! ...

Não quero ser rei da pátria, não quero nada disso.

Quero ser um rei mais importante quero ser rei do futebol!!.

JOSÉ, Elias. Segredinhos de amor. São Paulo: Moderna, 1991, p. 18


A fala da mãe no trecho "Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho" cumpre um papel importante na construção do texto. Com base na interpretação da mãe e a forma como ela tenta orientar o filho, pode-se afirmar que essa fala: 
Alternativas
Q4116650 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


SONHO REAL


— Mãe, eu quero ser rei, amado por todo mundo.

Com muita fama e muito dinheiro.

Quando não estiver reinando, apareço na tevê, nos jornais e nas revistas, dou entrevista, faço comercial, gravo disco e jogo na Seleção.

— Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho.

E, depois, nem tem rei mais, quase só presidentes ...

— Xi! Já vi que você ta boiando! ...

Não quero ser rei da pátria, não quero nada disso.

Quero ser um rei mais importante quero ser rei do futebol!!.

JOSÉ, Elias. Segredinhos de amor. São Paulo: Moderna, 1991, p. 18


No trecho "Xi! Já vi que você tá boiando!", o termo "boiando" foi usado pelo menino para indicar que a mãe:
Alternativas
Q4116648 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


SONHO REAL


— Mãe, eu quero ser rei, amado por todo mundo.

Com muita fama e muito dinheiro.

Quando não estiver reinando, apareço na tevê, nos jornais e nas revistas, dou entrevista, faço comercial, gravo disco e jogo na Seleção.

— Rei administra o seu povo e não fica só no oba-oba, meu filho.

E, depois, nem tem rei mais, quase só presidentes ...

— Xi! Já vi que você ta boiando! ...

Não quero ser rei da pátria, não quero nada disso.

Quero ser um rei mais importante quero ser rei do futebol!!.

JOSÉ, Elias. Segredinhos de amor. São Paulo: Moderna, 1991, p. 18


Ao longo do diálogo entre mãe e filho, percebe-se um mal-entendido causado pelo uso da palavra "rei". Com base no contexto e na conclusão da conversa, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
9841: A
9842: B
9843: D
9844: A
9845: C
9846: E
9847: B
9848: E
9849: C
9850: A
9851: B
9852: A
9853: B
9854: D
9855: B
9856: D
9857: B
9858: A
9859: A
9860: B