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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 128.914 questões

Q3897551 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
No texto, a frase "o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders" exemplifica qual função da linguagem?
Alternativas
Q3897550 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

A importância do controle interno nas organizações [1] Em um cenário corporativo cada vez mais complexo e regulamentado, a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência. Muitas organizações, infelizmente, só percebem sua relevância após a ocorrência de fraudes significativas ou perdas financeiras substanciais. O controle interno não deve ser visto como um entrave burocrático, mas sim como um conjunto de mecanismos essenciais que asseguram a integridade da informação, a conformidade com leis e regulamentos e a eficiência operacional. [2] A implementação de um sistema robusto de controle interno perpassa todas as áreas da empresa, desde o chão de fábrica até a alta administração. Ele é, em essência, o sistema nervoso central da governança corporativa. Quando bem estruturado, ele mitiga riscos, protege os ativos da companhia e fornece aos gestores informações fidedignas para a tomada de decisão. Isso é crucial, pois decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a organização a caminhos desastrosos. [3] Além disso, o controle interno fortalece a confiança dos stakeholders – acionistas, investidores, clientes e fornecedores. Uma empresa que demonstra possuir processos transparentes e auditáveis sinaliza ao mercado que sua gestão é séria e comprometida com a ética. A ausência desses controles, por outro lado, gera incertezas e pode afugentar investimentos essenciais. [4] Portanto, investir em controle interno não é um custo, mas um investimento estratégico. Assegurar que os processos estejam alinhados aos objetivos da organização e que existam "guardiões" desses processos é fundamental. A tecnologia, hoje, surge como uma aliada indispensável, automatizando verificações e permitindo auditorias mais ágeis e profundas. Não se trata de engessar a empresa, mas de garantir que ela possa crescer de forma sustentável e segura. (Fonte: Adaptado de "A importância do controle interno nas organizações", por José Ricardo Noronha. Publicado no portal Administradores.com.)
No trecho: "a eficácia do controle interno deixou de ser um mero diferencial competitivo para se tornar uma questão de sobrevivência", a expressão 'para se tornar' é um exemplo de qual figura de linguagem?
Alternativas
Q3897468 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


No trecho "A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen”, o termo “clérigo” designa um indivíduo que atua como:
Alternativas
Q3897466 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


No trecho "servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto", a figura realiza operação de substituição no nível:
Alternativas
Q3897465 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Classifique, à luz do estruturalismo (significante/significado), o signo central que organiza o sentido do texto "A Lenda da Gárgula":
Alternativas
Q3897464 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Identifique, segundo o modelo interpretativo, o elemento que funciona como garantia que licencia a passagem dos dados para a conclusão no texto “A Lenda da Gárgula”: 
Alternativas
Q3897463 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Considerando o texto como um "jogo de linguagem", no sentido proposto pela interpretação, aponte a principal função comunicativa da narrativa sobre o dragão "La Gargouille":  
Alternativas
Q3897462 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Identifique o esquema cognitivo (frame) predominante que organiza a interpretação do texto "A Lenda da Gárgula", articulando a função prática da gárgula com seu valor simbólico religioso:
Alternativas
Q3897035 Português

Na sociedade da informação, é necessário resgatar o sentido da educação como um direito moral e uma necessidade social, e não apenas como um espaço de formação de competências exigidas pelos novos tempos. Essa sociedade do século XXI é caracterizada pelo conhecimento, exigindo que as pessoas sejam mais capacitadas e preparadas para o exercício profissional. Além disso, valoriza-se a subjetividade, a ação social e a vida cotidiana, o que requer novas crenças, epistemologias e parâmetros. A ênfase na subjetividade torna-se um novo paradigma, voltado à valorização do ser humano em sua totalidade, refletindo-se em novos valores e ideias.


Fonte: Kullok, 2000 apud SCHAFRANSKI, Márcia Derbli. A Educação e as Transformações da Sociedade. Publ. UEPG Ci. Hum., Ci. Soc. Apl., Ling., Letras e Artes, Ponta Grossa, 13 (2) 101-112, dez. 2005.



De acordo com o texto, assinale a alternativa que destoa do que está escrito. 

Alternativas
Q3896926 Português
A multiplicidade de gêneros textuais presentes nas esferas sociais contemporâneas, especialmente nas mídias digitais e ambientes institucionalizados, exige do produtor e do leitor competências que ultrapassam a decodificação da linguagem. É necessário compreender os efeitos de sentido produzidos por determinados recursos estilísticos e estruturais, bem como reconhecer como as condições de produção e circulação moldam a forma e a função dos textos. Diante disso, avalia-se corretamente que:
Alternativas
Q3896925 Português

Estudos contemporâneos em Linguística Textual e Análise do Discurso ressaltam que a construção da coerência e da coesão em um texto não se reduz à presença de conectores explícitos ou à mera disposição sintática dos enunciados. A articulação entre os níveis semântico, pragmático e discursivo é condição para que o texto seja interpretável dentro de um contexto sociocognitivo compartilhado.


Considerando essa perspectiva, analise as afirmações a seguir, referentes aos mecanismos de coesão e coerência textual, e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3896923 Português
Diversas análises contemporâneas do discurso midiático têm evidenciado que, mais do que transmitir informações, os textos jornalísticos e opinativos operam com diferentes níveis de intencionalidade, organizando efeitos de sentido por meio de estratégias linguístico-discursivas nem sempre explícitas. Isso se manifesta na seleção lexical, na estrutura argumentativa e, sobretudo, na articulação entre os dados apresentados como fatos e os juízos subentendidos como consensuais. À luz dessas observações, considera-se que: 
Alternativas
Q3896920 Português
As discussões sobre o ensino da Língua Portuguesa vêm, nas últimas décadas, deslocando-se de uma concepção prescritivista centrada exclusivamente na norma culta para uma abordagem que reconhece a diversidade linguística como um fenômeno legítimo e estruturante das práticas comunicativas. À luz desse cenário, considera-se correta a seguinte afirmação: 
Alternativas
Q3896919 Português
A produção textual, em qualquer esfera de circulação, envolve escolhas linguísticas e estilísticas que não se restringem a uma ornamentação retórica, mas que constroem sentidos, posicionamentos e vínculos comunicativos específicos. Ao articular figuras de linguagem e recursos expressivos a uma função dominante da linguagem, o autor produz efeitos que escapam à literalidade e convocam o leitor à interpretação discursiva. Com base nesse entendimento, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3896917 Português
As dinâmicas de produção textual nas plataformas digitais contemporâneas intensificaram o entrelaçamento entre linguagem e identidade discursiva, deslocando o foco da mera transmissão de informação para o modo como o sujeito se posiciona diante de interlocutores plurais e contextos altamente mutáveis. À luz desse contexto e considerando os pressupostos teóricos sobre linguagem, comunicação e enunciação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3896001 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Nobel da Paz 2025: quem é María Corina Machado, a líder venezuelana que levou o prêmio


O Comitê Norueguês do Nobel divulgou, nesta sexta-feira 10, às 11 horas da manhã (horário local), em Oslo, a personalidade mundial eleita para receber o Nobel da Paz em 2025. Trata-se da líder política María Corina Machado, que foi escolhida "por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia", como informa o site oficial da premiação.


Em seu comunicado oficial sobre a escolha, o Instituto do Nobel afirma que María Corina "foi forçada a viver na clandestinidade" desde o ano passado, e que "apesar das graves ameaças contra sua vida, ela permaneceu no país, uma escolha que inspirou milhões de pessoas".


O Nobel destacou seu papel em unir as forças de oposição na Venezuela, país que desde 2012 está sob comando de Nicolás Maduro: "Ela nunca vacilou em resistir à militarização da sociedade venezuelana e tem sido firme em seu apoio a uma transição pacífica para a democracia", afirma.


A líder venezuelana de 58 anos ganhou destaque em 2024 por ocasião das eleições presidenciais no país. María Corina se tornou o nome forte de oposição ao governo de Nicolás Maduro, e a primeira pessoa em muitos anos com real chance de vencer na eleição no voto popular, explica um artigo da National Geographic Espanha sobre o tema.


"No entanto, sua candidatura foi invalidada pelo regime de Nicolás Maduro antes da realização das eleições", continua a fonte. "Apesar disso, Machado impulsionou uma estratégia inédita: unir a oposição sob uma mesma voz, articulando um movimento cívico que transcendeu partidos e fronteiras", continua.


Segundo informa a BBC britânica, a equipe de imprensa da política enviou um vídeo à agência de notícias AFP nesta sexta, por ocasião da notícia, no qual María Corina se diz bastante surpresa com o reconhecimento: "Estou em choque", disse na mensagem.


Atualmente, Corina vive escondida e "trabalha clandestinamente há aproximadamente um ano, devido à repressão de Maduro após as últimas eleições", explica NatGeo Espanha. "O reconhecimento do Comitê Norueguês chega, assim, não apenas por sua luta política, mas por sua capacidade de transformar a resistência em um projeto coletivo de esperança".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2025/10/nobel-da-paz-2025-quem-e-maria-corina-machado-a-lider-venezuelana-que-levou-o premio
A menção a veículos como a National Geographic e a BBC acrescenta camadas de credibilidade à narrativa jornalística.

Nesse sentido, qual é a função discursiva dessas referências dentro do texto?
Alternativas
Q3895999 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Nobel da Paz 2025: quem é María Corina Machado, a líder venezuelana que levou o prêmio


O Comitê Norueguês do Nobel divulgou, nesta sexta-feira 10, às 11 horas da manhã (horário local), em Oslo, a personalidade mundial eleita para receber o Nobel da Paz em 2025. Trata-se da líder política María Corina Machado, que foi escolhida "por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia", como informa o site oficial da premiação.


Em seu comunicado oficial sobre a escolha, o Instituto do Nobel afirma que María Corina "foi forçada a viver na clandestinidade" desde o ano passado, e que "apesar das graves ameaças contra sua vida, ela permaneceu no país, uma escolha que inspirou milhões de pessoas".


O Nobel destacou seu papel em unir as forças de oposição na Venezuela, país que desde 2012 está sob comando de Nicolás Maduro: "Ela nunca vacilou em resistir à militarização da sociedade venezuelana e tem sido firme em seu apoio a uma transição pacífica para a democracia", afirma.


A líder venezuelana de 58 anos ganhou destaque em 2024 por ocasião das eleições presidenciais no país. María Corina se tornou o nome forte de oposição ao governo de Nicolás Maduro, e a primeira pessoa em muitos anos com real chance de vencer na eleição no voto popular, explica um artigo da National Geographic Espanha sobre o tema.


"No entanto, sua candidatura foi invalidada pelo regime de Nicolás Maduro antes da realização das eleições", continua a fonte. "Apesar disso, Machado impulsionou uma estratégia inédita: unir a oposição sob uma mesma voz, articulando um movimento cívico que transcendeu partidos e fronteiras", continua.


Segundo informa a BBC britânica, a equipe de imprensa da política enviou um vídeo à agência de notícias AFP nesta sexta, por ocasião da notícia, no qual María Corina se diz bastante surpresa com o reconhecimento: "Estou em choque", disse na mensagem.


Atualmente, Corina vive escondida e "trabalha clandestinamente há aproximadamente um ano, devido à repressão de Maduro após as últimas eleições", explica NatGeo Espanha. "O reconhecimento do Comitê Norueguês chega, assim, não apenas por sua luta política, mas por sua capacidade de transformar a resistência em um projeto coletivo de esperança".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2025/10/nobel-da-paz-2025-quem-e-maria-corina-machado-a-lider-venezuelana-que-levou-o premio
A reportagem ressalta que a líder venezuelana permaneceu em seu país, mesmo sob ameaça e perseguição.

Considerando o tom da narrativa, o que esse comportamento revela sobre a imagem que o texto constrói de María Corina Machado?
Alternativas
Q3895998 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Nobel da Paz 2025: quem é María Corina Machado, a líder venezuelana que levou o prêmio


O Comitê Norueguês do Nobel divulgou, nesta sexta-feira 10, às 11 horas da manhã (horário local), em Oslo, a personalidade mundial eleita para receber o Nobel da Paz em 2025. Trata-se da líder política María Corina Machado, que foi escolhida "por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia", como informa o site oficial da premiação.


Em seu comunicado oficial sobre a escolha, o Instituto do Nobel afirma que María Corina "foi forçada a viver na clandestinidade" desde o ano passado, e que "apesar das graves ameaças contra sua vida, ela permaneceu no país, uma escolha que inspirou milhões de pessoas".


O Nobel destacou seu papel em unir as forças de oposição na Venezuela, país que desde 2012 está sob comando de Nicolás Maduro: "Ela nunca vacilou em resistir à militarização da sociedade venezuelana e tem sido firme em seu apoio a uma transição pacífica para a democracia", afirma.


A líder venezuelana de 58 anos ganhou destaque em 2024 por ocasião das eleições presidenciais no país. María Corina se tornou o nome forte de oposição ao governo de Nicolás Maduro, e a primeira pessoa em muitos anos com real chance de vencer na eleição no voto popular, explica um artigo da National Geographic Espanha sobre o tema.


"No entanto, sua candidatura foi invalidada pelo regime de Nicolás Maduro antes da realização das eleições", continua a fonte. "Apesar disso, Machado impulsionou uma estratégia inédita: unir a oposição sob uma mesma voz, articulando um movimento cívico que transcendeu partidos e fronteiras", continua.


Segundo informa a BBC britânica, a equipe de imprensa da política enviou um vídeo à agência de notícias AFP nesta sexta, por ocasião da notícia, no qual María Corina se diz bastante surpresa com o reconhecimento: "Estou em choque", disse na mensagem.


Atualmente, Corina vive escondida e "trabalha clandestinamente há aproximadamente um ano, devido à repressão de Maduro após as últimas eleições", explica NatGeo Espanha. "O reconhecimento do Comitê Norueguês chega, assim, não apenas por sua luta política, mas por sua capacidade de transformar a resistência em um projeto coletivo de esperança".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2025/10/nobel-da-paz-2025-quem-e-maria-corina-machado-a-lider-venezuelana-que-levou-o premio
A escolha de María Corina Machado para o Prêmio Nobel da Paz revela mais do que o reconhecimento individual de uma liderança política.

Com base no texto, qual é o sentido simbólico dessa premiação no contexto venezuelano contemporâneo?
Alternativas
Q3895997 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Nobel da Paz 2025: quem é María Corina Machado, a líder venezuelana que levou o prêmio


O Comitê Norueguês do Nobel divulgou, nesta sexta-feira 10, às 11 horas da manhã (horário local), em Oslo, a personalidade mundial eleita para receber o Nobel da Paz em 2025. Trata-se da líder política María Corina Machado, que foi escolhida "por seu trabalho incansável na promoção dos direitos democráticos do povo da Venezuela e por sua luta para alcançar uma transição justa e pacífica da ditadura para a democracia", como informa o site oficial da premiação.


Em seu comunicado oficial sobre a escolha, o Instituto do Nobel afirma que María Corina "foi forçada a viver na clandestinidade" desde o ano passado, e que "apesar das graves ameaças contra sua vida, ela permaneceu no país, uma escolha que inspirou milhões de pessoas".


O Nobel destacou seu papel em unir as forças de oposição na Venezuela, país que desde 2012 está sob comando de Nicolás Maduro: "Ela nunca vacilou em resistir à militarização da sociedade venezuelana e tem sido firme em seu apoio a uma transição pacífica para a democracia", afirma.


A líder venezuelana de 58 anos ganhou destaque em 2024 por ocasião das eleições presidenciais no país. María Corina se tornou o nome forte de oposição ao governo de Nicolás Maduro, e a primeira pessoa em muitos anos com real chance de vencer na eleição no voto popular, explica um artigo da National Geographic Espanha sobre o tema.


"No entanto, sua candidatura foi invalidada pelo regime de Nicolás Maduro antes da realização das eleições", continua a fonte. "Apesar disso, Machado impulsionou uma estratégia inédita: unir a oposição sob uma mesma voz, articulando um movimento cívico que transcendeu partidos e fronteiras", continua.


Segundo informa a BBC britânica, a equipe de imprensa da política enviou um vídeo à agência de notícias AFP nesta sexta, por ocasião da notícia, no qual María Corina se diz bastante surpresa com o reconhecimento: "Estou em choque", disse na mensagem.


Atualmente, Corina vive escondida e "trabalha clandestinamente há aproximadamente um ano, devido à repressão de Maduro após as últimas eleições", explica NatGeo Espanha. "O reconhecimento do Comitê Norueguês chega, assim, não apenas por sua luta política, mas por sua capacidade de transformar a resistência em um projeto coletivo de esperança".


https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2025/10/nobel-da-paz-2025-quem-e-maria-corina-machado-a-lider-venezuelana-que-levou-o premio
Ao concluir destacando que o reconhecimento do Nobel valoriza não apenas a resistência política, mas também a capacidade de "transformar a resistência em esperança", o texto amplia o significado da conquista.

Que interpretação melhor expressa esse desfecho?
Alternativas
Q3895995 Português
O que motiva o animal a saciar os instintos é o incômodo da necessidade. A fome, por exemplo. Os instintos existem para preservar a sobrevivência. O que caracteriza a saciedade é seu caráter cíclico: fome-saciedade. Assim que a saciedade se desfaz, a fome reativa a ação em busca de alimento.

Fonte: Tiba, Içami. Disciplina, limite na medida certa / Içami Tiba. — São Paulo: Editora Gente, 1996.

Assim, quando uma criança cresce sem limites, podendo fazer tudo o que tiver vontade, qual será o resultado disso? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
9161: A
9162: C
9163: C
9164: D
9165: A
9166: D
9167: B
9168: C
9169: D
9170: B
9171: A
9172: D
9173: A
9174: B
9175: B
9176: C
9177: C
9178: B
9179: C
9180: A