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Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 128.914 questões

Q3902967 Português
No trecho “governo do povo, pelo povo e para o povo”, observa-se o uso da figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Q3902965 Português
No fragmento “não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo”, a repetição da expressão inicial tem como efeito de sentido: 
Alternativas
Q3902962 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O trecho final — “o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra” — é um exemplo de:
Alternativas
Q3902961 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A frase “estes mortos não terão morrido em vão” significa que: 
Alternativas
Q3902960 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

Quando Lincoln afirma que “o mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui”, ele pretende destacar:  
Alternativas
Q3902959 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

A expressão “todos os homens são criados iguais” remete a um valor fundamental defendido no texto, sendo este:
Alternativas
Q3902958 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Discurso de Gettysburg

(Abraham Lincoln, 1863 – trecho adaptado e traduzido para acessibilidade)


Há oitenta e sete anos, nossos antepassados criaram neste continente uma nova nação, concebida em liberdade e dedicada ao princípio de que todos os homens são criados iguais.


Estamos agora envolvidos numa grande guerra civil, testando se essa nação, ou qualquer outra assim concebida e dedicada, pode resistir por muito tempo. Estamos reunidos em um grande campo de batalha dessa guerra. Viemos consagrar uma parte desse solo como o repouso final daqueles que aqui deram suas vidas para que a nação pudesse viver. É justo e apropriado que façamos isso.


Mas, em um sentido mais amplo, não podemos consagrar, não podemos santificar, não podemos dedicar este solo. Os bravos homens, vivos e mortos, que aqui lutaram, já o consagraram muito além de nosso pobre poder de acrescentar ou diminuir. O mundo pouco notará, nem se lembrará por muito tempo do que dissermos aqui, mas nunca poderá esquecer o que eles fizeram aqui.  


Cabe a nós, os vivos, estarmos aqui dedicados à grande tarefa que ainda permanece diante de nós: que desta terra honrada possamos tirar maior devoção à causa pela qual eles deram a última medida de dedicação; que possamos aqui firmemente resolver que estes mortos não terão morrido em vão; que esta nação, sob Deus, terá um novo nascimento de liberdade; e que o governo do povo, pelo povo e para o povo jamais desaparecerá da face da Terra. 

O discurso de Lincoln foi proferido durante a Guerra Civil dos Estados Unidos. A principal intenção do autor, ao falar naquele momento, era: 
Alternativas
Q3902919 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 Conforme o texto, é possível inferir que:
Alternativas
Q3902918 Português
Saber o destino
(Ramires Linhares)


        Um dia, Albert Einstein estava viajando de trem após sair da Universidade de Princeton, e o cobrador entrou no vagão para conferir as passagens. O jovem reconheceu imediatamente o famoso cientista, que começou a procurar o bilhete nos bolsos do paletó, da calça, na pequena mala, mas não encontrava.

        Percebendo a situação, o cobrador disse com tranquilidade:

      - Dr. Einstein, sei quem o senhor é. Todos aqui sabem. Tenho certeza de que o senhor comprou a passagem. Não se preocupe.

       Einstein agradeceu com um sorriso. O cobrador seguiu adiante, mas antes de sair do vagão, olhou para trás e viu Einstein ajoelhado, procurando o bilhete debaixo do assento.

         Intrigado, voltou e insistiu:

     - Como eu disse, não há problema algum. Sabemos quem o senhor é, fique tranquilo.

        Foi então que Einstein respondeu, com toda a sua genial simplicidade:

       - Meu jovem, eu também sei quem eu sou. O que eu não sei é para onde estou indo. Por isso preciso encontrar o meu bilhete.

       Não há comprovação de que tal história tenha realmente acontecido, no entanto há uma importante mensagem nela contida: identidade não substitui direção.

      Saber quem você é, seu nome, sua história, suas conquistas, nada disso garante que você vá ao lugar certo. Reconhecimento, inteligência, status ou talento não dizem nada sobre o rumo da sua vida se você não tiver clareza de propósito.

        Assim a historinha da viagem de Einstein ensina que não basta ser alguém importante; é preciso saber para onde se vai. Que a confiança dos outros em você não elimina a necessidade de autoconhecimento e escolha consciente. E que até os mais brilhantes precisam parar, se ajoelhar e conferir o próprio “bilhete”, que pode ser entendido como os seus valores, metas e decisões.

       Acho que, neste contexto, o verdadeiro risco não era nem o homem ter perdido o bilhete, era ter seguido uma viagem sem saber o destino. 


Disponível em: https://diariodosul.com.br/colunistas/ramires-linhares/saber-o-destino-38537
 De acordo com o texto:
Alternativas
Q3902535 Português
TEXTO III

Q18_20.png (321×337)
Q18_20_1.png (313×90)





JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.

O trecho “Tudo na minha vida é fantástico. Pai não conhece filho, filho não conhece pai. ...” (linhas 91-92) apresenta um tom
Alternativas
Q3902534 Português
TEXTO III

Q18_20.png (321×337)
Q18_20_1.png (313×90)





JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.

As palavras destacadas em “[...] e está prejudicando a minha minguada bolsa” (linhas 84-85) e “Fiquei pensando na Vera, que ia bradar e chorar [...]” (linhas 95-96) significam, respectivamente,
Alternativas
Q3902533 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
Na construção do texto II, aborda-se
Alternativas
Q3902531 Português
TEXTO II

Vozes-mulheres

Conceição Evaristo


Q14_17.png (184×472)




EVARISTO, Conceição. Vozes-mulheres. In: EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. 3. ed. Rio de Janeiro: Malê, 2017. p. 24-25.
No texto II, o eu lírico trata de uma linhagem ancestral composta da bisavó, da avó, da mãe, de si mesma e da filha. Nesse contexto, a análise das questões sociais abordadas no texto remete a um aspecto
Alternativas
Q3902528 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Na expressão “Engatilha a macaca” (linha 17), a palavra “macaca” designa, em geral, uma arma, especialmente aquelas com alto poder de fogo, a exemplo das automáticas e das metralhadoras. A utilização desse termo representa uma variante linguística característica de um determinado grupo ou daqueles que convivem com ele. Sabendo disso, a variação linguística referente a esse processo classifica-se como
Alternativas
Q3902527 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Assinale a alternativa correta em relação ao trecho “É mole de ver / Que em qualquer dura / O tempo passa mais lento pro negão” (linhas 12-14).
Alternativas
Q3902525 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
Ao escrever um texto, o autor utiliza vários elementos para manter sua coesão. Sobre esse aspecto, analise as afirmações a seguir.

I. Em “Tudo começou quando a gente conversava” (linha 01), a expressão destacada indica substituição e remete à ancestralidade negra mencionada ao longo do texto.
II. Em “Mas eles não paravam” (linha 08), o termo destacado proporciona direcionamento adversativo ao texto, fazendo com ele continue e progrida.
III. Em “Naquela esquina ali” (linha 02), o termo destacado é dêitico com função tanto de substituir quanto de localizar elementos.
IV. Em “Ao que faz com qualquer / Figurinha do cinema” (linhas 30-31), o termo destacado retoma um elemento expresso anteriormente, caracterizando a coesão referencial anafórica.

Estão corretas as assertivas
Alternativas
Q3902523 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
A função emotiva presente na letra da canção contribui para
Alternativas
Q3902522 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
No texto I, utiliza-se o tipo textual narrativo, cujas características envolvem a presença de personagens em ações sequenciadas. Sobre os objetivos da utilização desse recurso, analise as assertivas a seguir.

I. O enunciador apresenta, em forma de relato, as ações relacionadas a um acontecimento, real ou fictício, que ilustra um protesto.
II. O objetivo central da narração é valorizar a cultura negra e seus feitos na história por meio da música e do cinema.
III. A narrativa propicia um olhar sobre o protagonismo negro ao centralizar o olhar na voz de quem sofre a violência.
IV. O fato de o enunciador contar uma história tem o objetivo de abordar os problemas por meio de eufemismos em relação à violência racial.

É correto o que se afirma em 
Alternativas
Q3902521 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
No trecho: “Na África a doença corre solta” (linha 26), o termo em destaque refere-se
Alternativas
Q3902520 Português
TEXTO I


Todo camburão tem um pouco de navio negreiro


O Rappa


Q1_13.png (262×221)
Q1_13_1.png (281×336)





O RAPPA. Todo camburão tem um pouco de navio negreiro. In: O Rappa. Rio de Janeiro: Warner Music, 1994. Disponível em: https://open.spotify.com/intl-pt/track/3csVVy81hO5HeGLSNgb7P7. Acesso em: 1º maio 2025
No trecho “Todo camburão tem um pouco de navio negreiro” (linhas 36-37), evidencia-se um recurso de textualidade denominado
Alternativas
Respostas
9121: D
9122: B
9123: C
9124: B
9125: A
9126: B
9127: C
9128: C
9129: D
9130: D
9131: B
9132: B
9133: D
9134: B
9135: D
9136: C
9137: C
9138: C
9139: B
9140: C