Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Ano: 2022 Banca: UECE-CEV Órgão: SEAS-CE Prova: UECE-CEV - 2022 - SEAS-CE - Socioeducador |
Q2332359 Português

Leia atentamente as frases a seguir:



I. “...se seu filho está mais preso do que o normal, não é que ele seja esquisito, mas é algo comum...” (linhas 26-28).


II. “Existe um caminho de volta, entretanto não é fácil...” (linhas 34-35).



A ideia expressa pelos termos destacados nas frases acima é de 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UECE-CEV Órgão: SEAS-CE Prova: UECE-CEV - 2022 - SEAS-CE - Socioeducador |
Q2332358 Português
Assinale a opção cujo enunciado resume o texto corretamente. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UECE-CEV Órgão: SEAS-CE Prova: UECE-CEV - 2022 - SEAS-CE - Socioeducador |
Q2332357 Português
Quanto ao esquema de composição do texto, conforme o gênero, é correto afirmar que se trata de um(a) 
Alternativas
Q2327191 Português
A Gravidade da Questão Indígena no Brasil

Estamos diante de um dos mais graves desafios que
se tem notícia quanto ao extermínio de povos
indígenas em nosso país. Um absurdo inominável







JUACY DA SILVA, professor universitário, fundador, titular e aposentado UFMT, sociólogo, mestre em sociologia, colaborador de diversas veículos de comunicação.

Disponível: https://www.ecodebate.com.br/2021/07/08/agravidade-da-questao-indigena-no-brasil/ Texto adaptado. Acesso em 05/12/2021
Assinale a opção em que há uma correta relação entre a palavra destacada na frase e a significação indicada nos colchetes. 
Alternativas
Q2327188 Português
A Gravidade da Questão Indígena no Brasil

Estamos diante de um dos mais graves desafios que
se tem notícia quanto ao extermínio de povos
indígenas em nosso país. Um absurdo inominável







JUACY DA SILVA, professor universitário, fundador, titular e aposentado UFMT, sociólogo, mestre em sociologia, colaborador de diversas veículos de comunicação.

Disponível: https://www.ecodebate.com.br/2021/07/08/agravidade-da-questao-indigena-no-brasil/ Texto adaptado. Acesso em 05/12/2021
Analisando o propósito comunicativo do texto em estudo, é correto afirmar que este
Alternativas
Q2327187 Português
A Gravidade da Questão Indígena no Brasil

Estamos diante de um dos mais graves desafios que
se tem notícia quanto ao extermínio de povos
indígenas em nosso país. Um absurdo inominável







JUACY DA SILVA, professor universitário, fundador, titular e aposentado UFMT, sociólogo, mestre em sociologia, colaborador de diversas veículos de comunicação.

Disponível: https://www.ecodebate.com.br/2021/07/08/agravidade-da-questao-indigena-no-brasil/ Texto adaptado. Acesso em 05/12/2021
Considerando a avaliação do CIMI, é correto afirmar que são ações previstas no PL 490/2007:
Alternativas
Q2304749 Português
Leia a anedota a seguir para responder a questão:


            Quando funcionários do restaurante em que trabalho participaram de um seminário de protessão contra incêndios, vimos um oficial dos bombeiros demonstrar o modo adequado de se usar um extintor.
            – Puxem o pino como se fôsse uma granada – explicou ele – e depois baixem o gatilho para soltar a espuma.
            Mais tarde, uma funcionária foi escolhida para apagar um incêndio simuládo em um estacionamento. Nervosa, então, ela se esqueceu de puxar o pino. Nosso instrutor deu uma dica.
            – Como uma granada, lembra?
            Com um rompante de confiança, ela puxou o pino e jogou o extintor no fogo.

(A anedota a seguir é uma adaptação de original extraído do seguinte sítio da internet: https://segredosdomundo.r7.com/anedotas/) 
É um antônimo de “esqueceu” no contexto do texto acima: 
Alternativas
Q2304746 Português
Leia a anedota a seguir para responder a questão:


            Quando funcionários do restaurante em que trabalho participaram de um seminário de protessão contra incêndios, vimos um oficial dos bombeiros demonstrar o modo adequado de se usar um extintor.
            – Puxem o pino como se fôsse uma granada – explicou ele – e depois baixem o gatilho para soltar a espuma.
            Mais tarde, uma funcionária foi escolhida para apagar um incêndio simuládo em um estacionamento. Nervosa, então, ela se esqueceu de puxar o pino. Nosso instrutor deu uma dica.
            – Como uma granada, lembra?
            Com um rompante de confiança, ela puxou o pino e jogou o extintor no fogo.

(A anedota a seguir é uma adaptação de original extraído do seguinte sítio da internet: https://segredosdomundo.r7.com/anedotas/) 
Com base na narrativa acima podemos afirmar que:
Alternativas
Q2304745 Português

Leia os itens abaixo:


I- Bem e mal;

II- Bom e mau.


Sobre os itens acima, podemos afirmar:

Alternativas
Q2304737 Português

Analise a charge a seguir para responder a questão.



É um sinônimo da palavra “evoluído” no contexto da charge acima:
Alternativas
Q2304733 Português

Analise a charge a seguir para responder a questão.



O humor da charge acima vem de:
Alternativas
Q2304672 Português
Sobre as funções da linguagem, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2304664 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.



À luz das ideias apresentadas no Texto, interpreta-se que:
I- Uma em cada quatro mulheres desenvolve fibrilação atrial, ocasionando maiores chances de derrames;
II- A despeito de menstruações irregulares, quantidade de gestações, início ou término da menopausa, o risco de fibrilação atrial é maior em mulheres;
III- Os fatores de riscos específicos do gênero feminino vêm ganhando atenção dos pesquisadores.

Dos itens acima:
Alternativas
Q2281067 Português
      Pajem do sinhô-moço, escravo do sinhô-moço, tudo do sinhô-moço, nada do sinhô-moço. Um dia o coronelzinho, que já sabia ler, ficou curioso para ver se negro aprendia os sinais, as letras de branco e começou a ensinar o pai de Ponciá. O menino respondeu logo ao ensinamento do distraído mestre. Em pouco tempo reconhecia todas as letras. Quando sinhô-moço se certificou que o negro aprendia, parou a brincadeira. Negro aprendia sim! Mas o que o negro ia fazer com o saber de branco? O pai de Ponciá Vicêncio, em matéria de livros e letras, nunca foi além daquele saber.


(EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 15.)

Um dos recursos linguísticos utilizados no texto é a substituição de um nome por uma característica do indivíduo, por exemplo: 
Alternativas
Q2281066 Português
      Pajem do sinhô-moço, escravo do sinhô-moço, tudo do sinhô-moço, nada do sinhô-moço. Um dia o coronelzinho, que já sabia ler, ficou curioso para ver se negro aprendia os sinais, as letras de branco e começou a ensinar o pai de Ponciá. O menino respondeu logo ao ensinamento do distraído mestre. Em pouco tempo reconhecia todas as letras. Quando sinhô-moço se certificou que o negro aprendia, parou a brincadeira. Negro aprendia sim! Mas o que o negro ia fazer com o saber de branco? O pai de Ponciá Vicêncio, em matéria de livros e letras, nunca foi além daquele saber.


(EVARISTO, Conceição. Ponciá Vicêncio. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 15.)

De acordo com o texto, por que o coronelzinho parou de ensinar o alfabeto para o pai de Ponciá?
Alternativas
Q2281065 Português
O que é lugar de fala?

      Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.


(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)
De acordo com o texto, a expressão “lugar de fala” se refere a:
Alternativas
Q2281064 Português
O que é lugar de fala?

      Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.


(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)
O vocábulo “restringe” pode ser substituído, sem prejuízo do sentido, por: 
Alternativas
Q2281062 Português
      O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.


(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)
A expressão “do qual” destacada no texto faz referência a:
Alternativas
Q2281061 Português
      O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.


(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)
No texto, o vocábulo “desraigados” pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q2281060 Português
      O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.


(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)
De acordo com o texto, qual é o significado da expressão destacada “cabeça da terra”?
Alternativas
Respostas
49521: D
49522: C
49523: B
49524: B
49525: A
49526: D
49527: C
49528: D
49529: A
49530: B
49531: C
49532: D
49533: C
49534: C
49535: C
49536: A
49537: D
49538: A
49539: A
49540: B